Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Abilio alerta para “prejuízo” se oposição assumir comando da Câmara

Abilio reafirmou apoio à vereadora e disse que o grupo que atualmente a sustenta está consolidado em torno de 13 votos.

Publicados

em

 

 

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que não considera o vereador Ilde Taques (Podemos) uma ameaça direta à sua gestão, mas admitiu preocupação com a possibilidade de um grupo de oposição assumir a presidência da Câmara Municipal.

Segundo Abilio, o problema estaria menos no nome de Ilde e mais na composição política que atualmente sustenta sua candidatura à presidência do Legislativo.

“Não acredito que seja ele a ameaça. O grupo que está com ele é um problema. É um grupo de oposição. Então, imagina, um grupo de oposição tomando a presidência da Câmara. É um prejuízo para a nossa gestão, com certeza”, declarou.

A disputa pela presidência ganhou força diante das dificuldades judiciais enfrentadas pela atual presidente da Câmara, Paula Calil (PL), para permanecer no comando da Casa.

Abilio reafirmou apoio à vereadora e disse que o grupo que atualmente a sustenta está consolidado em torno de 13 votos.

“O que decidirem, tem meu apoio”, afirmou o prefeito.

Caso Paula Calil não consiga permanecer no cargo, Abilio indicou que caberá aos vereadores aliados definir os próximos passos e buscar uma alternativa dentro do próprio grupo.

A declaração ocorre em meio à movimentação dos vereadores para definir o comando da Câmara e evidencia a preocupação do prefeito com a correlação de forças no Legislativo municipal. A presidência da Casa tem papel estratégico na relação entre Executivo e vereadores, especialmente na tramitação de projetos de interesse da administração.

 

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Politica

Flaviane acusa “sistema” de boicotar sua candidatura e promete enfrentamento

“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

Publicados

em

A candidata a deputada estadual pelo Novo, Flaviane Ramalho, usou as redes sociais para denunciar o que classificou como um suposto boicote político e afirmou que decidiu não se calar diante do que considera uma estrutura de poder contrária à sua candidatura.

Flaviane declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e a José Medeiros ao Senado por Mato Grosso. A candidata afirmou que sua entrada na disputa representa uma tentativa de romper com estruturas políticas que, segundo ela, permanecem concentradas nas mãos dos mesmos grupos.

“Sou vítima de um sistema que me boicota”, escreveu.

A declaração ocorre em meio à campanha eleitoral e depois de Flaviane ter se manifestado publicamente em defesa da delegada aposentada Ana Cristina Feldner, ex-suplente de Janaína Riva, que vem fazendo críticas à composição da chapa e anunciou um terceiro vídeo sobre o episódio.

“Não vou me calar”

Na publicação, Flaviane afirmou que conhece, segundo sua avaliação, o funcionamento desse sistema e que justamente por isso não pretende recuar.

Leia Também:  No Abril Azul, Wilson Santos destaca ações concretas em defesa de pessoas com TEA

“E é justamente por conhecer de perto como esse sistema funciona que não vou me calar”, afirmou.

A candidata também apresentou de forma direta suas escolhas eleitorais para os cargos majoritários. Disse apoiar Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado em Mato Grosso.

A manifestação reforça o posicionamento político que Flaviane vem adotando durante a campanha. Ela disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Novo, com o número 30022. O registro de sua candidatura está deferido pela Justiça Eleitoral.

“Sem medo e sem rabo preso”

No trecho mais contundente da publicação, Flaviane afirmou que decidiu enfrentar o que chama de “sistema” sem estabelecer vínculos com grupos políticos tradicionais.

“Eu escolhi enfrentar o sistema. Sem medo. Sem rabo preso. Sem me curvar aos poderosos”, declarou.

A expressão “boicote”, porém, aparece como uma acusação feita pela própria candidata. Na publicação, ela não detalhou quais ações ou episódios concretos estariam, segundo sua avaliação, configurando o suposto boicote.

O posicionamento coloca Flaviane em uma linha de campanha marcada pela defesa de uma ruptura com estruturas políticas tradicionais e pela aproximação pública com candidaturas identificadas com a direita nacional.

Leia Também:  Frente Parlamentar do Comércio discute transação tributária em MT

Disputa pelo nome e identidade política

Flaviane também já esteve no centro de outra controvérsia eleitoral neste ano, envolvendo o nome que pretendia utilizar nas urnas. A Justiça Eleitoral deferiu sua candidatura, mas determinou que ela concorra oficialmente como “Dr. Flaviane Ramalho”, e não “Flaviane do Bolsonaro”.

A candidatura, entretanto, permanece regular e deferida, segundo os dados eleitorais atualizados.

Agora, ao afirmar publicamente que estaria sendo vítima de um suposto boicote, Flaviane transforma novamente as redes sociais em espaço para expor sua estratégia de campanha e reforçar a mensagem de enfrentamento ao que chama de “sistema”.

 

 

Continue lendo

Politica

Mais de mil mulheres participam de ato de apoio a Botelho em VG

Ele também falou sobre a regularização fundiária e a possibilidade de escrituras serem emitidas em nome da mulher em imóveis ocupados por casais.

Publicados

em

Mais de mil mulheres participaram, na noite desta terça-feira (15), da Grande Reunião das Mulheres de Várzea Grande, realizada na Amag. O encontro foi organizado em apoio à reeleição do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB).

A reunião contou com mulheres de diferentes bairros, além da presença da deputada estadual e candidata ao Senado Janaína Riva (MDB) e de Mariene Fagundes, esposa do candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes.

Durante o evento, Botelho destacou pautas voltadas às mulheres, como proteção, qualificação profissional, empreendedorismo, geração de renda e regularização fundiária.

O deputado também relembrou mulheres importantes em sua trajetória, entre elas sua mãe, Venina Vieira de Souza, a esposa, Sônia Botelho, e professoras que participaram de sua formação.

Entre as ações citadas por Botelho estão projetos de qualificação para mulheres vítimas de violência, o programa Mulher Rural e a implantação de Delegacias da Mulher com atendimento 24 horas.

Ele também falou sobre a regularização fundiária e a possibilidade de escrituras serem emitidas em nome da mulher em imóveis ocupados por casais.

“Então, a escritura vai sair em nome da dona Maria”, afirmou.

A mobilização terminou com a participação das lideranças e das apoiadoras, reforçando a presença feminina nas agendas da campanha em Várzea Grande

Continue lendo

Politica

Ana Cristina Feldner desafia pressão e confirma terceiro vídeo sobre Janaína Riva

Ana Cristina Feldner afirma que passou a receber ataques, ameaças e intimidações após publicar vídeos questionando a composição da chapa da candidata ao Senado

Publicados

em

A delegada aposentada Ana Cristina Feldner decidiu levar adiante a sequência de vídeos em que questiona publicamente a composição da chapa da candidata ao Senado Janaína Riva. Após dois vídeos publicados nas redes sociais, Feldner afirmou que os ataques e as intimidações que diz ter recebido acabaram servindo de combustível para continuar o enfrentamento.

Em um desabafo publicado nas redes sociais, a ex-suplente de Janaína Riva afirmou que inicialmente sequer pretendia produzir um terceiro vídeo. Segundo ela, a repercussão dos conteúdos, porém, fez com que mudasse de ideia.

“Chega. Cansei”, afirmou Feldner na abertura do desabafo.

A manifestação é o mais recente capítulo de uma sequência iniciada quando a delegada decidiu gravar vídeos para questionar aspectos relacionados à composição política da chapa de Janaína Riva. No primeiro conteúdo, Feldner chamou atenção para a formação do grupo e apresentou questionamentos sobre os nomes envolvidos.

No segundo vídeo, publicado posteriormente, a delegada voltou ao assunto e afirmou que decidiu antecipar a gravação diante da repercussão do primeiro conteúdo. A estratégia transformou a série em um dos pontos de tensão do debate político nas redes sociais.

Agora, Feldner confirma que haverá um terceiro vídeo na próxima semana.

“Isso virou combustível”

No novo desabafo, a delegada aposentada disse que sua rotina mudou completamente depois que aceitou o convite que a levou a participar do projeto político.

Segundo Feldner, antes disso ela mantinha uma rotina voltada ao trabalho, à empresa e aos dois filhos, sob guarda unilateral. A entrada no cenário eleitoral, afirmou, trouxe uma exposição que não fazia parte de sua vida anterior.

“De lá para cá, minha vida virou uma verdadeira loucura”, relatou.

Ela também afirmou que sua empresa estaria sofrendo uma espécie de “boicote”, mas não apresentou, na publicação, detalhes ou provas sobre a alegação.

Feldner disse ainda que passou a receber ataques, ameaças e intimidações e que, segundo seu relato, até familiares de pessoas ligadas ao grupo político passaram a se manifestar contra ela.

Apesar da pressão, a delegada afirmou que o efeito foi contrário ao esperado por quem estaria tentando desestimulá-la.

“Se a intenção era me cansar, sinto informar: conseguiram exatamente o contrário. Isso virou combustível”, declarou.

Terceiro vídeo vem aí

A delegada afirmou que, diante dos acontecimentos, decidiu continuar com a série e prometeu um terceiro vídeo para a próxima semana.

Feldner encerrou o desabafo fazendo uma referência à própria trajetória profissional na área da segurança pública e ao conceito de Justiça.

“Passei uma vida fazendo justiça. E aprendi que a justiça também começa fazendo justiça comigo mesma”, afirmou.

O vídeo, segundo ela, havia sido gravado originalmente para os Stories, formato em que o conteúdo desaparece após 24 horas. A repercussão, no entanto, fez com que decidisse publicar o material também no feed.

“24 horas são pouco para tanta coisa”, justificou.

A expectativa agora se concentra no terceiro vídeo anunciado por Feldner, que deve dar continuidade aos questionamentos feitos nos dois primeiros conteúdos sobre a composição política ligada à candidatura de Janaína Riva ao Senado.

Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana