Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Polícia

Cliente denuncia suposta perseguição após deixar shopping em Cuiabá

Publicados

em

 

Uma mulher de 32 anos registrou uma ocorrência na Polícia Civil após afirmar ter reconhecido um segurança do Pantanal Shopping, em Cuiabá, nas proximidades de sua residência, em Várzea Grande, na noite de quarta-feira (9). O caso foi registrado como suposta perseguição e deverá ser investigado.

Segundo o relato apresentado à polícia, a mulher havia estado no shopping naquela noite acompanhada de duas amigas para assistir a um filme. Após a sessão, por volta das 22h, ela teria conversado com um segurança ao perguntar se um restaurante do estabelecimento ainda estava funcionando.

Já no restaurante, o mesmo funcionário teria se aproximado novamente do grupo. Conforme o relato, ele perguntou se um vendedor ambulante que oferecia flores estava incomodando as mulheres. Elas responderam que não, e uma das amigas acabou comprando uma flor.

A situação que levou à denúncia ocorreu posteriormente, quando a mulher chegou à região onde mora, em Várzea Grande.

Conforme registrado na ocorrência, ela percebeu um motociclista nas proximidades da residência e, inicialmente, suspeitou que pudesse se tratar de uma tentativa de assalto. Ao parar em frente à casa e retirar o capacete, porém, teria reconhecido o homem como o segurança com quem havia conversado horas antes no shopping.

Ainda segundo o relato, o homem teria se identificado como funcionário da segurança do estabelecimento. A mulher então perguntou se ele gostaria de conversar com seu marido e indicou uma motocicleta que estava dentro da residência. De acordo com o registro, o motociclista teria dito algo que ela não conseguiu compreender e deixou o local.

Mulher faz ressalva sobre trajeto

Em vídeos publicados nas redes sociais, a mulher relatou estar com medo de sair sozinha e demonstrou preocupação pelo fato de o homem, segundo ela, saber onde mora.

Ela, no entanto, fez uma ressalva importante sobre o episódio: afirmou que não consegue assegurar que tenha sido acompanhada durante todo o trajeto entre Cuiabá e Várzea Grande.

Dessa forma, a investigação deverá esclarecer as circunstâncias do encontro e verificar se houve, de fato, acompanhamento durante o deslocamento ou se o funcionário estava na região por outro motivo.

Shopping afasta funcionário

Após tomar conhecimento da denúncia, o Pantanal Shopping informou que solicitou à empresa terceirizada responsável pela segurança o afastamento do profissional envolvido. Segundo o estabelecimento, a medida já foi adotada.

Em nota, o shopping afirmou que acompanha a situação e que não compactua com comportamentos que contrariem a segurança e o respeito aos clientes.

O afastamento, entretanto, possui caráter administrativo e não representa, por si só, confirmação da denúncia ou de eventual crime.

Até o momento, não há informação sobre uma conclusão da investigação policial. A apuração deverá analisar os relatos apresentados e demais elementos que possam esclarecer o que ocorreu entre a saída da mulher do shopping e o encontro registrado nas proximidades de sua residência.

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Adolescente de 16 anos é internado após ameaças de ataque contra escola em MT

Outro elemento considerado relevante pelos investigadores foi um vídeo no qual o adolescente aparece acompanhando um terceiro, que ainda não foi identificado, durante um disparo de arma de fogo.

Publicados

em

 

Um adolescente de 16 anos foi internado provisoriamente pela Polícia Civil neste sábado (12), em Nova Brasilândia, a cerca de 200 quilômetros de Cuiabá, após uma investigação apontar risco de concretização de ameaças contra uma escola estadual do município.

A apuração foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Chapada dos Guimarães, com apoio da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), depois que o adolescente teria feito ameaças contra alunos da unidade de ensino.

Durante as diligências, os investigadores reuniram informações e apreenderam materiais que passaram a ser analisados no decorrer do procedimento. Segundo a Polícia Civil, os elementos levantados indicaram que o adolescente teria mencionado a intenção de promover um massacre na escola e apresentado detalhes sobre como pretendia agir.

Entre os materiais encontrados estavam munições e uma faca relacionadas ao ambiente escolar. A investigação também identificou pesquisas realizadas na internet sobre armas, violência e ataques ocorridos em escolas brasileiras.

Entre os conteúdos pesquisados estavam informações sobre os ataques registrados em Realengo, no Rio de Janeiro, e Suzano, em São Paulo, além de buscas envolvendo armamentos e episódios de violência.

Vídeo também é analisado

Outro elemento considerado relevante pelos investigadores foi um vídeo no qual o adolescente aparece acompanhando um terceiro, que ainda não foi identificado, durante um disparo de arma de fogo.

O material passou a integrar a investigação por indicar, segundo a Polícia Civil, possível familiaridade do adolescente com armas de fogo e eventual acesso a armamento.

Diante do conjunto de informações reunidas, os investigadores avaliaram que havia risco elevado de que as ameaças pudessem evoluir para uma ação concreta. A Polícia Civil, então, adotou medidas para evitar uma possível ocorrência de violência e preservar a segurança da comunidade escolar.

Internação provisória

Com base nos elementos obtidos durante a investigação, a Polícia Civil representou pela internação provisória do adolescente. O mandado foi cumprido na manhã deste sábado (12).

A medida considera, entre outros pontos, os indícios de autoria e materialidade relacionados ao ato infracional investigado, além da gravidade concreta dos fatos e da necessidade de preservar a segurança do próprio adolescente e da sociedade, conforme as regras previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A investigação continua para esclarecer a origem dos materiais encontrados, identificar o terceiro que aparece no vídeo e verificar todas as circunstâncias relacionadas às ameaças.

O caso é tratado como ato infracional análogo ao crime de ameaça, e o adolescente permanece submetido às medidas determinadas pela Justiça.

Continue lendo

Polícia

“Confundiram com rivais”: trabalhadores são sequestrados e torturados por facção em MT

Durante a ação, as vítimas teriam sido amarradas e ameaçadas com facas enquanto eram interrogadas. Depois, foram colocadas à força em um veículo e levadas para outro ponto da cidade.

Publicados

em

Trabalhadores temporários que estavam em Tangará da Serra para atuar em um evento acabaram sequestrados e torturados após serem confundidos com integrantes de uma facção criminosa rival. O caso, ocorrido em agosto, é investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso, que deflagrou nesta quinta-feira (10) a Operação Paralela e cumpriu quatro mandados de prisão e de busca e apreensão no município.

Segundo as investigações, as vítimas foram rendidas por integrantes do grupo criminoso e tiveram os celulares tomados e vasculhados. Os suspeitos procuravam informações que pudessem indicar algum vínculo dos trabalhadores com uma organização rival.

Durante a ação, as vítimas teriam sido amarradas e ameaçadas com facas enquanto eram interrogadas. Depois, foram colocadas à força em um veículo e levadas para outro ponto da cidade.

Mesmo após serem transportados, os trabalhadores continuaram sendo interrogados e ameaçados. Conforme a investigação, somente depois de os criminosos concluírem que eles não tinham ligação com o grupo rival é que foram libertados.

A liberdade, porém, veio acompanhada de uma ameaça: as vítimas teriam sido advertidas de que seriam mortas caso procurassem a polícia ou denunciassem o que havia acontecido.

Outro episódio envolveu violência em área de mata

A investigação também apura um segundo episódio ocorrido na mesma noite.

Duas outras vítimas teriam sido levadas para uma região de mata, onde foram amarradas, interrogadas e agredidas com pedaços de madeira.

Segundo a Polícia Civil, durante as agressões os envolvidos mantinham contato com outros integrantes do grupo por meio de videochamadas.

Operação mira quatro investigados

Ao longo da investigação, os policiais reuniram depoimentos das vítimas, reconhecimentos, imagens de câmeras de segurança, informações relacionadas a veículos e dados sobre os deslocamentos dos suspeitos.

Com os elementos reunidos, a Polícia Civil representou pela prisão e pelas buscas contra quatro investigados, apontados como integrantes do grupo envolvido nos crimes.

A Operação Paralela foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (10), em Tangará da Serra.

As investigações continuam para individualizar a conduta de cada suspeito e verificar se outras pessoas participaram dos crimes.

Os envolvidos são investigados por crimes relacionados a cárcere privado e tortura, e a apuração ainda deverá esclarecer a participação individual de cada um nos episódios.

Continue lendo

Polícia

Disparo “acidental” mata secretário de Agricultura dentro de casa em Aripuanã

Embora a esposa tenha relatado à Polícia Militar que o tiro ocorreu de maneira acidental, a dinâmica do episódio ainda não está esclarecida oficialmente.

Publicados

em

A morte do secretário adjunto de Agricultura de Aripuanã, Sérgio Loteck, mobilizou as forças de segurança na noite desta quarta-feira (9), no distrito de Conselvan, a cerca de 80 quilômetros da área urbana do município. Ele foi atingido no rosto por um disparo de espingarda dentro de uma residência e morreu antes de receber atendimento médico.

Segundo o relato apresentado pela esposa à Polícia Militar, Sérgio teria pedido que ela guardasse a arma. A mulher afirmou aos policiais que não sabia que a espingarda estava carregada e que, ao manusear o armamento, ocorreu um disparo acidental que atingiu o marido.

Quando os policiais chegaram ao imóvel, encontraram Sérgio caído dentro da residência, com um ferimento provocado pelo tiro.

Uma equipe da unidade de saúde do distrito também foi acionada, mas o médico plantonista constatou que a vítima já estava morta.

Diante da gravidade da ocorrência, a Polícia Militar isolou o local para preservar os vestígios. A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para realizar os procedimentos necessários e levantar informações que possam esclarecer como o disparo aconteceu.

A espingarda deverá passar por perícia. O corpo de Sérgio também será submetido a exame de necropsia, procedimento que poderá contribuir para esclarecer as circunstâncias da morte.

Versão de acidente será investigada

Embora a esposa tenha relatado à Polícia Militar que o tiro ocorreu de maneira acidental, a dinâmica do episódio ainda não está esclarecida oficialmente.

A investigação deverá considerar os vestígios encontrados na residência, a posição da vítima, o funcionamento e as condições da arma, além dos demais elementos recolhidos pelos peritos.

A apuração será conduzida pela Polícia Civil, que deverá verificar se os elementos encontrados no local são compatíveis com a versão apresentada inicialmente.

Até o momento, não há informação divulgada sobre prisão ou eventual responsabilização criminal relacionada ao caso.

Sérgio Loteck exercia o cargo de secretário adjunto de Agricultura de Aripuanã. A morte causou repercussão no município, enquanto as autoridades trabalham para esclarecer as circunstâncias exatas do disparo.

Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana