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Shopping de Cuiabá inaugura mega arena da Copa do Mundo com troca de figurinhas e experiências imersivas

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O clima da Copa do Mundo já tomou conta de Cuiabá. A partir desta segunda-feira (1º), o Goiabeiras Shopping recebe a Arena Panini, considerada a maior arena de troca de figurinhas da cidade, em uma experiência imersiva inspirada no universo da Copa do Mundo FIFA 2026. A programação segue até 2 de agosto, das 12h às 20h, reunindo entretenimento, interação e diversão para torcedores e colecionadores.

Instalada na Praça de Eventos, no térreo do shopping, a arena foi desenvolvida em parceria com a Panini e conta com ambientação temática exclusiva, pórtico cenográfico e espaços instagramáveis que transportam o público para o clima da principal competição do futebol mundial.

Muito além da tradicional troca de figurinhas, o espaço oferece diversas atrações recreativas e desafios interativos, como chute ao gol, futebol sentado, arena de dribles, pebolim, mesas de convivência e uma máquina de vento que distribui brindes exclusivos das lojas participantes e figurinhas oficiais da coleção.

Durante o período da Copa do Mundo, os visitantes também poderão acompanhar a transmissão dos jogos em parceria com a Malcom, na praça de alimentação. A proposta do Goiabeiras é transformar a paixão pelo futebol em uma experiência coletiva, fortalecendo o shopping como um dos principais hubs de lazer e entretenimento da capital.

“Praparamos um ambiente acolhedor, interativo e alinhado ao espírito esportivo, para proporcionar experiências incríveis às famílias cuiabanas e clientes do shopping. A Arena Panini reforça o Goiabeiras como um espaço de convivência, diversão e conexão entre as pessoas”, destaca o gerente de Marketing do Goiabeiras Shopping, Luan Vasconcelos.

O público também poderá adquirir no Shopping da Criança o álbum oficial da Copa do Mundo FIFA 2026, pacotes de figurinhas e produtos licenciados da competição, facilitando o início ou a continuidade da coleção.

Serviço
Arena Panini – Goiabeiras Shopping
Data: de 1º de junho a 2 de agosto
Horário: das 12h às 20h
Local: Praça de Eventos – térreo
Entrada gratuita

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Após operação em São Paulo, Flávio Bolsonaro diz que apuração não envolve filme Dark Horse

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O senador Flávio Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (1º) que a investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo contra o Instituto Conhecer Brasil (ICB) não possui qualquer relação com o filme Dark Horse, produção que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A declaração foi dada durante participação em um evento do Projeto de Integração, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Mobilidade no Rio de Janeiro (PRISMA-RJ), ligado aos programas de pós-graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Ao comentar a repercussão da operação policial, Flávio rejeitou qualquer associação entre as investigações e a produção cinematográfica. Segundo o senador, os dois assuntos são independentes e não possuem ligação.

A Operação Wi-Fi Livre SP apura supostas irregularidades em um contrato de aproximadamente R$ 108 milhões firmado entre a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil. A entidade era responsável pela implantação de pontos de internet gratuita em comunidades da capital paulista.

De acordo com a investigação, existem suspeitas relacionadas à execução do contrato, incluindo possíveis pagamentos por serviços não realizados, indícios de superfaturamento e inconsistências na prestação de contas. A polícia também apura informações sobre a quantidade de pontos de acesso efetivamente instalados e a utilização de documentos fiscais ligados ao projeto.

O instituto investigado pertence à empresária Karina Ferreira da Gama, que também integra a produtora responsável pelo filme Dark Horse. A obra busca retratar os bastidores da campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018 e sua chegada à Presidência da República.

Entre os envolvidos na produção estão o deputado federal Mario Frias, que atua como diretor-executivo do projeto, além de investidores ligados ao setor empresarial. Um dos nomes citados é o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

A repercussão da operação ampliou o debate em torno do longa-metragem, mas Flávio Bolsonaro reforçou que, em sua avaliação, não há conexão entre as apurações conduzidas pela Polícia Civil e a realização do filme.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não houve registro de prisões relacionadas à operação.

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Tabagismo se torna cada vez mais precoce e preocupa autoridades de saúde

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O avanço do consumo de cigarros eletrônicos e produtos de nicotina com sabores e aromas tem preocupado autoridades de saúde no Brasil. O alerta foi reforçado pelo diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer, Roberto Gil, durante evento realizado em referência ao Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio.

Segundo o especialista, a indústria da nicotina tem direcionado suas estratégias principalmente para adolescentes e jovens, utilizando produtos cada vez mais atrativos e tecnologicamente sofisticados para estimular o consumo. Entre eles estão os chamados dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes e pods, além dos cigarros aromatizados.

A campanha deste ano, promovida pelo Ministério da Saúde com o tema “Desmascarando o apelo: combatendo a dependência de nicotina e tabaco”, busca justamente chamar atenção para as estratégias de marketing utilizadas para atrair novos consumidores, especialmente entre o público mais jovem.

Dados da Organização Pan-Americana da Saúde apontam que aproximadamente 2,6 milhões de adolescentes entre 13 e 15 anos utilizam produtos derivados do tabaco nas Américas. Outros 2 milhões fazem uso de cigarros eletrônicos na mesma faixa etária.

Durante o evento, especialistas destacaram que a indústria vem promovendo uma migração gradual dos cigarros convencionais para novos produtos contendo nicotina sintética e sais de nicotina, que apresentam sabores variados, aromas adocicados e características desenvolvidas para aumentar a aceitação entre os jovens.

Além dos impactos à saúde, o tabagismo também representa um elevado custo econômico. Estudo apresentado pelo INCA em 2025 estima que o Brasil possa gastar até R$ 153 bilhões por ano com doenças associadas ao consumo de tabaco e nicotina.

No campo regulatório, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária mantém desde 2012 uma resolução que proíbe a utilização de aditivos capazes de conferir sabor, aroma, cor ou aumentar a atratividade dos produtos derivados do tabaco. A medida tem sido alvo de questionamentos judiciais por parte da indústria tabagista.

Pesquisadores que participaram do evento afirmam, entretanto, que existe viabilidade para a fabricação de cigarros sem os aditivos proibidos. Um estudo recente publicado na revista científica Tobacco Control concluiu que aproximadamente metade das marcas registradas no país já não utiliza essas substâncias.

Especialistas do Ministério da Saúde também reforçaram que não existem dispositivos eletrônicos para fumar considerados seguros. Segundo a pasta, a adolescência é um período de maior vulnerabilidade à dependência química, devido a fatores ligados à construção da identidade, influência social e exposição constante às redes digitais.

O tabagismo segue sendo um dos principais fatores de risco para doenças crônicas, incluindo diversos tipos de câncer, enfermidades cardiovasculares, diabetes e doenças respiratórias. Por meio do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, o governo federal mantém ações voltadas à prevenção, ao tratamento da dependência e à redução da exposição da população aos produtos derivados do tabaco.

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Nova regra para trabalho em feriados entra em vigor e muda funcionamento do comércio

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A partir desta segunda-feira (1º), entra em vigor uma nova regra que altera o funcionamento de diversos segmentos do comércio brasileiro durante os feriados. A mudança determina que empresas de vários setores só poderão operar nessas datas mediante autorização prevista em convenção coletiva firmada entre sindicatos patronais e representantes dos trabalhadores.

A medida foi estabelecida pela Portaria nº 3.665/2023, do Ministério do Trabalho e Emprego, publicada em novembro de 2023. A entrada em vigor da norma havia sido adiada cinco vezes e passa a valer em todo o território nacional.

Até então, muitos estabelecimentos comerciais funcionavam em feriados com base em uma autorização permanente criada por uma portaria editada em 2021. Com a nova regulamentação, essa autorização deixa de valer para diversas atividades, tornando obrigatória a negociação coletiva para definir o funcionamento dos estabelecimentos.

Entre os setores impactados estão supermercados, hipermercados, lojas de shopping centers, comércios varejistas em geral, distribuidoras de produtos industrializados, revendedoras de veículos, além de estabelecimentos localizados em aeroportos, rodoviárias e hotéis.

A nova regra deve ter reflexos já nos próximos feriados nacionais, incluindo o de Corpus Christi. Na prática, a abertura dos estabelecimentos dependerá do que foi negociado entre sindicatos de cada categoria e região, o que pode resultar em situações diferentes entre estados e municípios.

No caso dos supermercados, por exemplo, o funcionamento passará a obedecer às cláusulas previstas em convenções coletivas locais. O mesmo ocorrerá com lojas instaladas em centros comerciais e shopping centers.

Algumas atividades consideradas essenciais continuarão autorizadas a funcionar sem a necessidade de acordos específicos. Entre elas estão postos de combustíveis, padarias, açougues, feiras livres e farmácias que atuam em regime de plantão previsto em lei.

A legislação trabalhista também mantém garantias para os trabalhadores convocados para atuar em feriados. Nesses casos, o empregado deve receber remuneração em dobro pelo dia trabalhado ou obter uma folga compensatória em outra data, conforme definido em acordo coletivo ou convenção da categoria.

O Ministério do Trabalho afirma que a portaria não cria uma nova obrigação, mas restabelece a exigência de negociação coletiva já prevista na legislação brasileira. Segundo o governo, a medida fortalece o papel dos sindicatos e assegura maior proteção aos trabalhadores que exercem atividades em datas de descanso.

A mudança gerou reações distintas entre representantes patronais e entidades sindicais. Enquanto empresários argumentam que a exigência pode aumentar custos e dificultar a operação do comércio em datas estratégicas para as vendas, sindicatos defendem que a negociação coletiva garante melhores condições e compensações aos empregados.

A nova regulamentação não altera as regras para o trabalho aos domingos, que continuam sendo disciplinadas por legislação específica e normas próprias para cada setor econômico. Também não possui relação direta com a proposta de redução da jornada semanal e o debate sobre o fim da escala 6×1, que segue em tramitação no Congresso Nacional.

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