Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Pivetta e Gisela levam o 10 às ruas em ação coordenada na capital e no interior de MT

“O que fizemos de mais importante? Mostramos que o Estado de Mato Grosso tem potência, tem força. Vamos fazer tudo que for possível para construir capital humano, educar os filhos dessa região e trazer todos os serviços públicos para o interior”, afirmou Pivetta.

Publicados

em

 

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e a candidata a vice-governadora Gisela Simona (União) deram nesta última quinta-feira, uma demonstração prática da estratégia que já ganhou corpo na campanha pela continuidade do projeto de governo em Mato Grosso. Batizada de ‘Dia 10’, a mobilização levou a chapa às ruas simultaneamente na capital e no interior, com bandeiraços, adesivaços, trios elétricos, caminhadas e participação de prefeitos, lideranças políticas e apoiadores da coligação ‘Mato Grosso Não Pode Parar’.

Mais do que uma ação de visibilidade, o movimento buscou ocupar território e associar o número 10 à presença da chapa nos diferentes espaços do Estado. Em Cuiabá, Gisela concentrou a agenda em 21 pontos da cidade, passando por grandes corredores de circulação como as avenidas do CPA, Miguel Sutil, Mato Grosso, André Maggi e Agrícola Paes de Barros, além das rotatórias Santa Rosa, Círculo Militar, Praça das Bandeiras e Viola de Cocho e áreas no entorno dos principais shoppings.

A agenda também incluiu caminhadas em vários  bairros.

No interior, Pivetta esteve pessoalmente em Tangará da Serra, onde participou de mobilizações ao lado de lideranças locais e reforçou uma das marcas que pretende levar para a campanha, a defesa de um Estado capaz de ampliar investimentos e fazer com que os serviços públicos cheguem de forma mais efetiva aos municípios.

“O que fizemos de mais importante? Mostramos que o Estado de Mato Grosso tem potência, tem força. Vamos fazer tudo que for possível para construir capital humano, educar os filhos dessa região e trazer todos os serviços públicos para o interior”, afirmou Pivetta.

A escolha de colocar os dois candidatos em movimentos distintos, mas conectados pelo mesmo número e pela mesma identidade eleitoral, também ajuda a desenhar os papéis que a chapa pretende apresentar ao eleitor. Enquanto Pivetta reforça a presença no interior e a relação construída com os municípios ao longo dos últimos anos, Gisela amplia sua circulação em Cuiabá, onde nasceu e construiu sua trajetória profissional e política, buscando transformar o conhecimento da capital em uma agenda mais ampla para o Estado.

“Eu quis estar nas ruas porque eleição não se faz apenas de reunião e gabinete. Se faz olhando no olho, ouvindo o que as pessoas estão vivendo e entendendo quais são as prioridades de Cuiabá. Neste dia 10, percorremos 21 pontos da capital, das grandes avenidas às rotatórias e aos bairros, conversando com trabalhadores, comerciantes, famílias e com quem enfrenta diariamente os problemas da nossa capital”, afirmou Gisela.

Para a candidata a vice, a circulação pela cidade tem também uma função política que ultrapassa a própria campanha. “Essa escuta é fundamental para quem pretende participar de um projeto maior para Mato Grosso. Como candidata a vice-governadora, quero levar essa experiência para uma construção que olhe para o Estado como um todo, mas sem perder a capacidade de enxergar aquilo que acontece na vida real de cada cidadão.”

A agenda do Dia 10 também alcançou Várzea Grande, com mobilizações na Avenida Júlio Campos, na Avenida Mário Andreazza e no bairro Cristo Rei, reunindo lideranças políticas com atuação no município.

A movimentação ocorre em um momento em que a chapa procura consolidar uma estrutura eleitoral que combine presença territorial, apoio político e discurso de continuidade administrativa. Em agosto, Pivetta reuniu 133 prefeitos em torno de uma carta de apoio à sua candidatura, número que corresponde a cerca de 93% dos municípios de Mato Grosso. A adesão ganhou ainda mais dimensão porque incluiu gestores de partidos que não fazem parte formalmente da aliança.

O apoio municipalista passou a ser um dos principais ativos políticos da candidatura. Prefeitos do PL e de outras siglas já manifestaram publicamente apoio a Pivetta, ampliando a capilaridade da campanha para além dos partidos que integram a coligação.

A própria Gisela tem utilizado esse movimento como argumento para defender a capacidade de articulação da chapa. Em entrevista recente, afirmou que a disposição de prefeitos de diferentes partidos, inclusive, do PL, em apoiar Pivetta estaria relacionada à confiança construída com a gestão e à abertura para o diálogo com os municípios.

Assim, a campanha vem revelando uma fórmula que pretende combinar o capital político acumulado por Pivetta no interior com a presença de Gisela em Cuiabá, criando uma chapa que não fique restrita a uma região, a um grupo político ou a uma única pauta, passando a funcionar como uma marca territorial que coloca Mato Grosso em movimento.

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Politica

Pivetta diz que Bolsonaro abriu caminho para MT assumir BRs

“Todos os governos, Lula 1, Lula 2, Dilma 1, Dilma 2, Temer, e o Bolsonaro veio e salvou Mato Grosso”, declarou.

Publicados

em

 

O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), voltou a explorar, durante entrevista após o debate eleitoral, a relação do senador Wellington Fagundes (PL), também candidato ao Governo de Mato Grosso, com o histórico do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no Estado.

Ao comentar a atuação do órgão ao longo de diferentes governos federais, Pivetta atribuiu ao ex-presidente Jair Bolsonaro a mudança que, segundo ele, permitiu ao Estado assumir a gestão de importantes trechos de rodovias federais.

“Todos os governos, Lula 1, Lula 2, Dilma 1, Dilma 2, Temer, e o Bolsonaro veio e salvou Mato Grosso”, declarou.

Na avaliação do governador, a mudança no comando do Dnit foi determinante para que Mato Grosso pudesse assumir a administração de trechos das BRs-163 e 174.

“Foi a partir da expulsão desse cara do Dnit que nós conseguimos. O Governo do Estado conseguiu assumir a 163, conseguiu assumir a 174. Ele não queria. Por isso ele está frustrado”, afirmou Pivetta, em referência ao adversário.

A declaração ocorreu depois de o governador ser questionado sobre um integrante de sua própria campanha que, conforme a pergunta feita durante a entrevista, também teria ligação com o Dnit e teria sido mencionado em um episódio envolvendo o órgão.

Questionado especificamente sobre o assunto, Pivetta disse não ter conhecimento de eventual irregularidade envolvendo o aliado.

“Não existe nenhuma história que eu saiba do Pagô”, respondeu.

Na sequência, o governador mudou o foco da entrevista para as propostas de sua campanha e os resultados que atribui à atual gestão estadual.

“Eu vou falar sobre o que eu tenho de propósito para Mato Grosso. Nós vamos continuar fazendo, nós vamos continuar investindo, nós vamos continuar cuidando da educação, da saúde, aumentando a disponibilidade de serviços”, afirmou.

A troca de acusações envolvendo o Dnit ocorre em meio à disputa pelo Governo de Mato Grosso, que tem Pivetta e Wellington Fagundes entre os principais nomes na corrida eleitoral de 2026.

Continue lendo

Politica

Feldner recebe apoio de Flaviane e diz que postura da candidata a inspirou

Flaviane voltou a responder e afirmou que entrou na política com a intenção de questionar estruturas tradicionais de poder. A candidata disse ainda que pretende manter uma postura independente durante a campanha.

Publicados

em

A candidata a deputada estadual Flaviane Ramalho (Novo) manifestou apoio público à ex-delegada Ana Cristina Feldner após a ex-suplente do grupo que disputa o Senado pelo MDB em Mato Grosso, a depuada estadual, Janaina Riva,  criticar a forma como foi retirada da composição da chapa e sugerir que sofreu violência politica de gênero.

Feldner afirmou nas redes sociais que se sentiu “usada, enganada e desrespeitada” após deixar a primeira suplência. A declaração repercutiu entre apoiadores e integrantes do meio político e abriu mais um capítulo na disputa eleitoral deste ano.

Flaviane comentou a publicação e elogiou a decisão de Feldner de tornar públicas suas críticas. Segundo a candidata do Novo, a discussão sobre os bastidores das articulações políticas deveria chegar ao conhecimento dos eleitores.

“Parabéns, doutora, pela coragem de se posicionar”, escreveu Flaviane. Na sequência, afirmou que, na avaliação dela, é necessário discutir publicamente as relações de poder que influenciam as decisões políticas.

A manifestação ganhou uma resposta direta de Feldner. A ex-delegada agradeceu o apoio e afirmou que a postura de Flaviane também a teria motivado a se posicionar publicamente.

“Você foi a primeira pessoa que vi tendo a coragem de trazer publicamente fatos e questionamentos sobre essa candidata”, escreveu Feldner, referindo-se a Flaviane.

A ex-delegada também afirmou ter ficado surpresa com a mobilização de apoiadores e pessoas ligadas à estrutura política da candidata ao Senado após sua saída da composição. Para Feldner, o episódio revelou uma disputa política de maiores proporções.

Flaviane voltou a responder e afirmou que entrou na política com a intenção de questionar estruturas tradicionais de poder. A candidata disse ainda que pretende manter uma postura independente durante a campanha.

“Eu não entrei na política para agradar ninguém, nem para ter o rabo preso com quem quer que seja”, afirmou.

A troca de manifestações ocorre em meio às mudanças na composição da chapa de Janaína Riva (MDB) ao Senado. Feldner havia sido anunciada como primeira suplente, mas posteriormente foi substituída por Aluizo Lima.

O episódio acrescenta um novo componente à disputa eleitoral em Mato Grosso, com candidatas de campos políticos diferentes tornando públicas suas posições sobre alianças, composição de chapas e relações de poder.

As declarações de Feldner e Flaviane representam posicionamentos políticos das duas candidatas e não comprovam, por si só, irregularidades nas articulações mencionadas.

O caso

ado.

 

 

Continue lendo

Politica

Flávia fecha com Pivetta, divulga número e reforça apoio à reeleição

Pivetta também participou do encontro e afirmou que, caso seja eleito para um novo mandato, pretende ampliar a atuação do Estado em Cuiabá e Várzea Grande.

Publicados

em

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), entrou de vez na campanha do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à reeleição. Durante uma reunião política realizada na sexta-feira (11), a prefeita declarou apoio ao governador, divulgou seu número de urna e afirmou ter “um candidato” para a disputa ao Governo de Mato Grosso.

O encontro reuniu cerca de 600 pessoas, entre vereadores, lideranças comunitárias e moradores de diferentes bairros de Várzea Grande. Ao discursar, Flávia destacou a parceria com o Governo do Estado e elogiou a atuação de Pivetta em demandas do município.

“Já fizemos muito com o Governo do Estado e temos muito a fazer pelos próximos quatro anos. O importante é o olhar para o cidadão. Tenho um governador comigo, um candidato, e, com minha equipe, os vereadores e a população de Várzea Grande enfrentamos tudo sem medo”, afirmou.

Na sequência, a prefeita reforçou a defesa da candidatura de Pivetta e associou o apoio à atenção dada pelo governador aos bairros da cidade.

“O olhar para aquele do São Mateus, do Cristo Rei, para aquele que está no Jardim Manaíra sem asfalto. Pivetta, sou grata e digo isso por cada cidadão de Várzea Grande. Várzea Grande é 10, é Pivetta. Pode ter certeza”, declarou.

Pivetta promete parceria

Pivetta também participou do encontro e afirmou que, caso seja eleito para um novo mandato, pretende ampliar a atuação do Estado em Cuiabá e Várzea Grande.

“Se eu for governador, nos próximos quatro anos, vou me divertir ajudando Cuiabá e Várzea Grande a resolverem problemas. Não tem como viver sabendo que temos irmãos passando necessidades. Temos condições para garantir que ninguém em Mato Grosso vai viver na miséria. Vamos fomentar a prosperidade”, afirmou.

O governador também citou a questão do abastecimento de água em Várzea Grande e destacou a parceria com a administração municipal.

“É a decisão de trazer o Estado para dentro de Várzea Grande e ajudar a resolver problemas. A água é um deles. Perdeu quem apostou que você não seria a prefeita que iniciaria essa solução definitiva dos problemas de Várzea Grande”, disse.

Antes do evento, Pivetta havia visitado famílias no bairro Cristo Rei para acompanhar a situação do abastecimento de água.

Ao final do discurso, o governador afirmou que a administração estadual deve trabalhar para garantir melhores condições de vida à população.

“Vamos garantir ordem, disciplina, prosperidade e uma vida digna para todo mundo. Qualidade de vida é o mínimo que o Estado tem que prover para um povo trabalhador”, completou.

Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana