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Após matar médica, suspeito procura parente e revela o crime

A perícia recolheu três facas encontradas nas proximidades do corpo. Conforme o delegado Adriano Garcia, Gassi apresentava aproximadamente dez ferimentos provocados por golpes de faca.

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Uma confissão inesperada feita a uma parente levou a Polícia Militar a descobrir o assassinato da médica Gassi Paola de Souza Mazia, de 37 anos, em Maringá, no norte do Paraná. João Vitor Domingues Romeiro procurou uma familiar e revelou que havia matado a médica após uma discussão. Até então, ninguém havia comunicado a morte às autoridades.

Segundo o depoimento da testemunha, João entrou em contato perguntando se ela estava em Mandaguari, cidade localizada a cerca de 32 quilômetros de Maringá. Depois de conseguir o endereço, ele foi até o local e permaneceu dentro do carro.

Foi ali que fez a revelação. Segundo a familiar, João disse que havia discutido com Gassi e que, durante o conflito, havia matado a médica.

Diante da confissão, a mulher acionou imediatamente a Polícia Militar.

Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito com ferimentos no pescoço. Uma equipe do Siate foi chamada para prestar atendimento. Mesmo ferido, João recebeu atendimento sob escolta policial e acabou preso.

A partir da informação fornecida pelo suspeito, os policiais seguiram até o apartamento onde Gassi morava.

O cenário encontrado confirmou a gravidade da denúncia. Um familiar entrou no imóvel e encontrou o corpo da médica. O filho do casal, um bebê de apenas oito meses, estava sozinho dentro do apartamento.

A criança não apresentava sinais de violência e foi entregue aos cuidados da família.

A perícia recolheu três facas encontradas nas proximidades do corpo. Conforme o delegado Adriano Garcia, Gassi apresentava aproximadamente dez ferimentos provocados por golpes de faca.

A dinâmica do assassinato ainda será esclarecida pela investigação. Os exames periciais deverão apontar a sequência dos golpes e qual das facas encontradas foi utilizada no crime.

João foi preso em flagrante e, posteriormente, a Justiça converteu a prisão em preventiva. O caso é investigado como feminicídio.

Antes do crime, o suspeito trabalhava como assessor jurídico da Procuradoria-Geral do Município de Marialva. Após o caso, ele foi exonerado.

A defesa informou que deverá se manifestar oficialmente sobre o processo a partir desta terça-feira (8).

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PF encontra mensagem em que Vorcaro pergunta a Moraes sobre deixar o Brasil

A sequência dos fatos, incluindo o motivo da antecipação da viagem e o contexto da conversa com Moraes, deverá ser esclarecida no decorrer das investigações.

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Uma mensagem enviada por Daniel Vorcaro ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, passou a integrar a investigação da Polícia Federal sobre os últimos dias do ex-controlador do Banco Master antes de sua prisão.

Segundo documentos obtidos pela defesa de Vorcaro e analisados pela PF, ele antecipou a viagem para Dubai pouco antes de ser preso, em 17 de novembro. A mudança teria ocorrido após uma troca de mensagens com Moraes.

Às 18h22 do sábado, 15 de novembro, dois dias antes da prisão, Vorcaro questionou o ministro sobre a possibilidade de deixar o Brasil já na segunda-feira.

“Acha que segunda já tenho que estar fora?”, escreveu o então banqueiro, segundo informações extraídas pela Polícia Federal do celular de Vorcaro.

A mensagem chama atenção dos investigadores porque foi enviada às vésperas da prisão e coincide com a alteração dos planos de viagem para Dubai.

Os documentos foram obtidos pela defesa de Vorcaro e posteriormente analisados pela Polícia Federal. O conteúdo das mensagens passou a fazer parte do conjunto de informações examinadas pelos investigadores para reconstruir os acontecimentos que antecederam a prisão.

A sequência dos fatos, incluindo o motivo da antecipação da viagem e o contexto da conversa com Moraes, deverá ser esclarecida no decorrer das investigações.

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Polícia intercepta carro em alta velocidade e resgata jovem sequestrada em MT

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Uma mulher de 22 anos foi resgatada pela Polícia Militar após ser levada à força de um bar para uma chácara, na zona rural de Marcelândia, a 662 quilômetros de Cuiabá. Três homens suspeitos de envolvimento com uma facção criminosa foram presos durante a ação, realizada na noite de domingo (6).

A ocorrência foi registrada na região conhecida como Setor de Chácaras Cachoeirinha. Policiais da 5ª Companhia Independente faziam patrulhamento quando perceberam um Corsa Sedan trafegando em alta velocidade.

Os militares iniciaram uma perseguição e conseguiram abordar o veículo. Dentro do carro estavam três homens e a jovem, que apresentava sinais de desespero, chorava e pedia ajuda aos policiais.

Segundo o relato da vítima, ela havia sido retirada contra a vontade de um bar e levada para uma propriedade rural. No local, teria sido ameaçada de morte.

Ainda conforme o depoimento, os suspeitos fizeram uma chamada de vídeo para que ela prestasse esclarecimentos sobre um desentendimento. Depois disso, o grupo pretendia levá-la para outro local.

Durante as buscas realizadas ao longo do trajeto, os policiais encontraram um celular que teria sido descartado pelos envolvidos.

A PM também constatou que o veículo utilizado pelo trio já teria aparecido em outras ocorrências criminosas registradas no município e seria ligado a integrantes de uma facção.

Os três suspeitos foram presos e encaminhados à delegacia, onde o caso foi registrado. A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias do sequestro, as ameaças e a possível participação dos envolvidos em outras ações criminosas.

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Suspeitos entram em evento, localizam vítima e executam homem a tiros

A dupla se aproximou da vítima e efetuou vários disparos a curta distância. Wanderson foi atingido por diversos tiros e chegou a ser socorrido com vida por uma equipe de resgate. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal, mas morreu durante o atendimento.

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Wanderson Ramos do Espírito Santo, de 47 anos, foi morto a tiros na noite deste sábado (5), dentro do Estádio Municipal Ary Tomazelli, em Campo Novo do Parecis, a 397 quilômetros de Cuiabá. O crime aconteceu durante uma exposição de carros antigos e causou correria entre os participantes.

Segundo a Polícia Militar, dois suspeitos, de 21 e 16 anos, foram presos pouco depois da execução. Conforme o relato registrado pela PM, ambos confessaram participação no assassinato.

O crime aconteceu por volta das 21h50. Os dois entraram no estádio pelo portão dos fundos, atravessaram a área onde estava o público e localizaram Wanderson, que acompanhava o evento ao lado da esposa.

A dupla se aproximou da vítima e efetuou vários disparos a curta distância. Wanderson foi atingido por diversos tiros e chegou a ser socorrido com vida por uma equipe de resgate. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal, mas morreu durante o atendimento.

Uma mulher de 40 anos também foi atingida de raspão e recebeu atendimento médico.

Após os disparos, os suspeitos foram vistos por policiais que estavam no evento e fugiram pela Rua Roberto Carlos Brolio. Durante a fuga, eles foram perseguidos por populares e jogaram as armas em uma área de vegetação nos fundos do Tênis Clube.

Os dois seguiram em direção à Avenida Lions Internacional, onde foram alcançados por populares. De acordo com o registro policial, eles chegaram a ser agredidos com socos e pontapés antes da chegada das equipes da PM.

Os policiais dispersaram a multidão e fizeram a abordagem. Segundo a PM, os dois confessaram participação no crime e indicaram o local onde haviam escondido as armas.

Na área de vegetação, foram encontradas uma pistola Canik TP9SF, calibre 9 mm, com numeração suprimida, e um revólver Rossi calibre .32. Também foram recolhidas munições, cápsulas deflagradas e projéteis encontrados nas proximidades do local dos disparos.

Ainda conforme o relato policial, os suspeitos afirmaram integrar o Comando Vermelho. O homem de 21 anos teria utilizado a pistola, enquanto o adolescente de 16 anos estaria armado com o revólver.

Os dois também disseram que monitoravam Wanderson havia cerca de quatro dias e que teriam recebido uma ordem para matá-lo de um integrante da facção que estaria preso na Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá. Segundo a versão apresentada aos policiais, cada executor receberia aproximadamente R$ 2 mil pelo crime.

Os suspeitos alegaram ainda que Wanderson teria aplicado um golpe financeiro contra a facção, provocando um prejuízo estimado em R$ 200 mil. Essa versão, assim como as demais informações apresentadas pelos presos, será investigada pela Polícia Civil.

Durante a ocorrência, o suspeito de 21 anos também confessou participação em um roubo ocorrido no dia 25 de agosto, no distrito Marechal Rondon, conhecido como Posto Norte. Ele afirmou que outros integrantes da facção participaram da ação e que um taxista teria transportado o grupo.

A Polícia Militar informou que a grande aglomeração formada após os disparos prejudicou a preservação do local e impediu o isolamento adequado da cena para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Os dois suspeitos, que apresentavam lesões decorrentes das agressões sofridas antes da chegada da polícia, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. As armas e demais materiais apreendidos também foram entregues às autoridades.

A ocorrência foi registrada por crimes relacionados a disparos de arma de fogo, porte e posse ilegal de armas, lesão corporal seguida de morte, organização criminosa e adulteração ou supressão de identificação de arma de fogo.

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