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Polícia intercepta carro em alta velocidade e resgata jovem sequestrada em MT

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Uma mulher de 22 anos foi resgatada pela Polícia Militar após ser levada à força de um bar para uma chácara, na zona rural de Marcelândia, a 662 quilômetros de Cuiabá. Três homens suspeitos de envolvimento com uma facção criminosa foram presos durante a ação, realizada na noite de domingo (6).

A ocorrência foi registrada na região conhecida como Setor de Chácaras Cachoeirinha. Policiais da 5ª Companhia Independente faziam patrulhamento quando perceberam um Corsa Sedan trafegando em alta velocidade.

Os militares iniciaram uma perseguição e conseguiram abordar o veículo. Dentro do carro estavam três homens e a jovem, que apresentava sinais de desespero, chorava e pedia ajuda aos policiais.

Segundo o relato da vítima, ela havia sido retirada contra a vontade de um bar e levada para uma propriedade rural. No local, teria sido ameaçada de morte.

Ainda conforme o depoimento, os suspeitos fizeram uma chamada de vídeo para que ela prestasse esclarecimentos sobre um desentendimento. Depois disso, o grupo pretendia levá-la para outro local.

Durante as buscas realizadas ao longo do trajeto, os policiais encontraram um celular que teria sido descartado pelos envolvidos.

A PM também constatou que o veículo utilizado pelo trio já teria aparecido em outras ocorrências criminosas registradas no município e seria ligado a integrantes de uma facção.

Os três suspeitos foram presos e encaminhados à delegacia, onde o caso foi registrado. A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias do sequestro, as ameaças e a possível participação dos envolvidos em outras ações criminosas.

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Suspeitos entram em evento, localizam vítima e executam homem a tiros

A dupla se aproximou da vítima e efetuou vários disparos a curta distância. Wanderson foi atingido por diversos tiros e chegou a ser socorrido com vida por uma equipe de resgate. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal, mas morreu durante o atendimento.

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Wanderson Ramos do Espírito Santo, de 47 anos, foi morto a tiros na noite deste sábado (5), dentro do Estádio Municipal Ary Tomazelli, em Campo Novo do Parecis, a 397 quilômetros de Cuiabá. O crime aconteceu durante uma exposição de carros antigos e causou correria entre os participantes.

Segundo a Polícia Militar, dois suspeitos, de 21 e 16 anos, foram presos pouco depois da execução. Conforme o relato registrado pela PM, ambos confessaram participação no assassinato.

O crime aconteceu por volta das 21h50. Os dois entraram no estádio pelo portão dos fundos, atravessaram a área onde estava o público e localizaram Wanderson, que acompanhava o evento ao lado da esposa.

A dupla se aproximou da vítima e efetuou vários disparos a curta distância. Wanderson foi atingido por diversos tiros e chegou a ser socorrido com vida por uma equipe de resgate. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal, mas morreu durante o atendimento.

Uma mulher de 40 anos também foi atingida de raspão e recebeu atendimento médico.

Após os disparos, os suspeitos foram vistos por policiais que estavam no evento e fugiram pela Rua Roberto Carlos Brolio. Durante a fuga, eles foram perseguidos por populares e jogaram as armas em uma área de vegetação nos fundos do Tênis Clube.

Os dois seguiram em direção à Avenida Lions Internacional, onde foram alcançados por populares. De acordo com o registro policial, eles chegaram a ser agredidos com socos e pontapés antes da chegada das equipes da PM.

Os policiais dispersaram a multidão e fizeram a abordagem. Segundo a PM, os dois confessaram participação no crime e indicaram o local onde haviam escondido as armas.

Na área de vegetação, foram encontradas uma pistola Canik TP9SF, calibre 9 mm, com numeração suprimida, e um revólver Rossi calibre .32. Também foram recolhidas munições, cápsulas deflagradas e projéteis encontrados nas proximidades do local dos disparos.

Ainda conforme o relato policial, os suspeitos afirmaram integrar o Comando Vermelho. O homem de 21 anos teria utilizado a pistola, enquanto o adolescente de 16 anos estaria armado com o revólver.

Os dois também disseram que monitoravam Wanderson havia cerca de quatro dias e que teriam recebido uma ordem para matá-lo de um integrante da facção que estaria preso na Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá. Segundo a versão apresentada aos policiais, cada executor receberia aproximadamente R$ 2 mil pelo crime.

Os suspeitos alegaram ainda que Wanderson teria aplicado um golpe financeiro contra a facção, provocando um prejuízo estimado em R$ 200 mil. Essa versão, assim como as demais informações apresentadas pelos presos, será investigada pela Polícia Civil.

Durante a ocorrência, o suspeito de 21 anos também confessou participação em um roubo ocorrido no dia 25 de agosto, no distrito Marechal Rondon, conhecido como Posto Norte. Ele afirmou que outros integrantes da facção participaram da ação e que um taxista teria transportado o grupo.

A Polícia Militar informou que a grande aglomeração formada após os disparos prejudicou a preservação do local e impediu o isolamento adequado da cena para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Os dois suspeitos, que apresentavam lesões decorrentes das agressões sofridas antes da chegada da polícia, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. As armas e demais materiais apreendidos também foram entregues às autoridades.

A ocorrência foi registrada por crimes relacionados a disparos de arma de fogo, porte e posse ilegal de armas, lesão corporal seguida de morte, organização criminosa e adulteração ou supressão de identificação de arma de fogo.

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Motorista da BMW se cala em depoimento e polícia apura dois acidentes antes de morte de motociclista

A polícia também busca imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas que possam contribuir para reconstruir os momentos que antecederam os acidentes.

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O motorista da BMW envolvida no acidente que matou o motociclista Paulo Messias Simão Costa, de 23 anos, voltou à Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), em Cuiabá, nesta sexta-feira (4), mas não respondeu às perguntas dos investigadores.

Hercílio Junior Freitas Cordeiro, de 22 anos, compareceu à unidade acompanhado de advogados e decidiu exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio durante o depoimento. Ele já havia procurado a delegacia espontaneamente na noite anterior, mas não chegou a ser ouvido naquela ocasião.

O acidente fatal aconteceu na madrugada de domingo (30), na Avenida Isaac Póvoas, região central da Capital. Paulo Messias morreu após ser atingido pela BMW.

BMW também é investigada em outro acidente

A investigação, porém, não se limita à colisão que terminou com a morte do motociclista.

A Polícia Civil apura a participação do mesmo veículo em outro acidente ocorrido pouco antes, também envolvendo um motociclista. O condutor atingido nessa primeira ocorrência já foi identificado e prestou depoimento aos investigadores.

Exames periciais foram solicitados para ajudar a esclarecer a sequência dos acontecimentos e determinar como ocorreram as duas colisões.

A polícia também busca imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas que possam contribuir para reconstruir os momentos que antecederam os acidentes.

Polícia apura possível consumo de álcool

Outro ponto sob investigação é a possibilidade de Hercílio estar sob efeito de álcool quando os acidentes aconteceram.

A Deletran aguarda laudos periciais e imagens que teriam registrado a movimentação do motorista e da BMW. Entre os materiais procurados estão registros que podem mostrar a presença de Hercílio em uma casa noturna pouco antes das ocorrências.

O conteúdo será confrontado com os demais elementos reunidos no inquérito.

Por enquanto, o motorista não foi responsabilizado criminalmente pelos fatos. A investigação segue em andamento e deverá avançar a partir da análise das provas, dos laudos e das imagens que ainda serão incorporadas ao procedimento.

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Dentista é alvo de buscas após suspeita de divulgar imagens íntimas pelo WhatsApp

Caso a investigação resulte em indiciamento, a Polícia Federal deverá ser comunicada para avaliar o recolhimento das armas e a situação do registro do investigado como CAC.

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (3), a Operação Inviolável para investigar um dentista de 41 anos suspeito de registrar e compartilhar imagens íntimas de uma mulher de 46 anos sem autorização, em Lucas do Rio Verde.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao investigado, uma residência e um consultório odontológico, ambos em Sinop. A operação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Lucas do Rio Verde.

Segundo a investigação, a vítima descobriu que imagens em que aparece nua teriam sido feitas sem seu conhecimento e posteriormente compartilhadas em grupos de WhatsApp. Pessoas que tiveram acesso ao conteúdo avisaram a mulher, que procurou a polícia.

Imagens teriam sido feitas durante relacionamento

A vítima relatou aos investigadores que manteve um relacionamento breve com o dentista no ano passado. Conforme o depoimento, ele teria aproveitado momentos de intimidade para fazer os registros sem que ela soubesse.

Durante as buscas, os policiais apreenderam o celular do investigado. O aparelho será submetido a perícia para verificar a existência das imagens e identificar possíveis compartilhamentos.

Armas estavam regularizadas

Na residência do dentista, os policiais encontraram duas pistolas e uma arma calibre 12. O armamento não foi apreendido porque, segundo a Polícia Civil, o investigado possui registro como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) e as armas estavam regularizadas.

Por esse motivo, não houve prisão em flagrante durante a operação.

Caso a investigação resulte em indiciamento, a Polícia Federal deverá ser comunicada para avaliar o recolhimento das armas e a situação do registro do investigado como CAC.

A Polícia Civil aguarda os resultados das perícias para concluir o inquérito. O caso é investigado como registro e divulgação de conteúdo íntimo sem consentimento.

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