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Politica

“Enquanto ela fazia dancinha, eu falava de renúncias”, dispara Maurício em resposta a Natasha

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O candidato ao Governo de Mato Grosso pelo Mobiliza, Maurício Coelho, respondeu às declarações de Natasha Slhessarenko, que o comparou ao Padre Kelmon ao questionar sua relevância na disputa eleitoral. Em vídeo publicado nas redes sociais, Maurício afirmou que a importância de uma candidatura não deve ser avaliada apenas pelas pesquisas de intenção de voto, mas também pelos temas que ela consegue levar ao debate público.

“Enquanto Natasha sambava em convenção, eu colocava as renúncias fiscais no debate público”, afirmou o candidato. Segundo ele, sua campanha conseguiu fazer com que os demais candidatos discutissem temas como o custo de vida e os incentivos fiscais concedidos pelo Estado.

 

Maurício também criticou o que classificou como uma estratégia baseada em “memes, danças e musiquinhas” e disse que sua atuação teve como objetivo provocar os adversários a apresentar propostas e se posicionar sobre questões que considera centrais para a população.

“Tem de olhar para o que cada um colocou no debate público. Natasha colocou memes, colocou danças, colocou musiquinhas. Eu coloquei e fiz todos serem constrangidos a falar sobre custo de vida. Até ela eu coloquei e fiz todos serem constrangidos a falar sobre renúncias fiscais. É aí que a gente compara a relevância”, declarou.

O candidato também rebateu as acusações de machismo que, segundo ele, passaram a circular após seus embates com a adversária. Maurício afirmou que não reconhece a acusação e classificou as críticas como uma reação de grupos que se opõem à sua candidatura.

“E só para concluir, eu quero dizer que quem está me chamando de machista é só a turma revoltada do cabelo roxo, quem tem bom senso não está falando isso não”.

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Politica

Wilson Santos articula financiamento de R$ 15 milhões para reconstrução do Shopping Popular

Deputado participou das negociações que viabilizaram crédito pela Desenvolve MT para conclusão das obras e modernização do centro comercial

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O deputado estadual Wilson Santos participou das articulações que viabilizaram um financiamento de até R$ 15 milhões para a reconstrução do Shopping Popular de Cuiabá, destruído por um incêndio em julho de 2024.

O crédito será contratado junto à Desenvolve MT, com recursos do Fundes, e será destinado à conclusão das obras, aquisição de equipamentos e modernização do espaço.

Após o incêndio, Wilson apresentou na Assembleia Legislativa uma proposta para destinar R$ 20 milhões ao empreendimento. Como a doação encontrou impedimentos jurídicos por se tratar de uma entidade privada, o deputado passou a buscar uma alternativa legal para garantir os recursos. A solução foi o financiamento aprovado pela Assembleia.

Wilson acompanha a trajetória do Shopping Popular desde 1986, quando participou da organização dos vendedores ambulantes de Cuiabá. Desde então, esteve presente na criação, no crescimento e na modernização do empreendimento.

Após o incêndio, voltou a participar das articulações em busca de recursos para a reconstrução.

“Se existe uma gente acostumada a renascer das cinzas e que nunca se entrega, são esses comerciantes do Shopping Popular. Conheço essa história desde 1986 e tenho muito orgulho de ter participado desse processo. Agora vamos trabalhar para que esse espaço volte ainda melhor, com segurança, climatização, escadas rolantes, praça de alimentação ampliada e toda a estrutura necessária”, afirmou Wilson.

A iniciativa beneficia diretamente os comerciantes e suas famílias, já que cerca de 900 famílias vivem do Shopping Popular.

Para Wilson, reconstruir o Shopping Popular é também preservar empregos, renda e uma parte da história de Cuiabá.

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Mazé quer saúde, educação e assistência trabalhando juntas para garantir aprendizagem

Segundo a professora, o objetivo não é transformar a escola em unidade de saúde, mas criar uma rede capaz de responder rapidamente às necessidades dos estudantes.

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Professora há quase 30 anos e candidata a deputada estadual pelo PL, Mazé Arruda quer ampliar o debate sobre educação para além da sala de aula. Para ela, garantir que uma criança aprenda exige também que o Estado consiga identificar e atender problemas de saúde, desenvolvimento e saúde mental que podem interferir diretamente no processo de aprendizagem.

Na avaliação da professora, a escola não pode ser responsabilizada sozinha por situações que dependem de atendimento especializado. Ela defende uma rede de apoio integrada, envolvendo educação, saúde e assistência social, com acesso a profissionais como psicólogos, pedagogos, psiquiatras, oftalmologistas e otorrinolaringologistas, conforme a necessidade de cada estudante.

“Eu quero que o Estado forneça uma rede de apoio. Saúde psicológica, escola, pedagogo, psiquiatra, toda a saúde precisa estar envolvida, porque dentro da escola estão os nossos estudantes e muitas vezes os problemas aparecem ali”, afirma Mazé.

A proposta encontra respaldo na Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares, criada pela Lei nº 14.819/2024. A legislação estabelece entre seus objetivos promover a saúde mental da comunidade escolar e garantir acesso à atenção psicossocial, além de determinar a integração entre os serviços de educação, saúde e assistência social.

Para Mazé, essa integração precisa funcionar na prática. Ela cita situações em que o professor percebe que um aluno não consegue acompanhar as atividades, mas a dificuldade pode estar relacionada a um problema que precisa ser investigado por um profissional da saúde.

“Se o menino não enxerga, precisa de um oftalmologista. Se não ouve direito, precisa de um otorrino. Se existe uma questão psicológica ou psiquiátrica, precisa ser avaliada. Às vezes ele precisa de medicação e essa medicação não pode simplesmente faltar. A escola precisa ter condições de encaminhar e acompanhar esse estudante”, explica.

Segundo a professora, o objetivo não é transformar a escola em unidade de saúde, mas criar uma rede capaz de responder rapidamente às necessidades dos estudantes. O Atendimento Educacional Especializado (AEE), por exemplo, tem caráter complementar ou suplementar à escolarização e busca promover autonomia e independência dos alunos, mas não substitui a frequência na sala de aula comum.

Aprendizagem não pode ser tratada apenas como índice

Mazé também critica uma visão de educação concentrada exclusivamente em metas e indicadores. Para ela, os resultados de aprendizagem precisam ser acompanhados, mas não podem ser analisados sem considerar as condições individuais de cada estudante.

O próprio Inep utiliza avaliações como o Saeb para produzir informações sobre a qualidade da educação e subsidiar políticas públicas. O governo federal também estabeleceu metas de alfabetização e de recomposição das aprendizagens, especialmente nos anos iniciais.

“Não adianta olhar apenas para o resultado final. Antes de perguntar por que esse aluno não aprendeu, precisamos perguntar se ele está enxergando, se está ouvindo, se tem algum problema de saúde, se está emocionalmente bem e se recebeu o atendimento de que precisava”, argumenta a candidata.

Na visão da professora, uma política educacional eficiente precisa unir professor, família, escola e profissionais da saúde, criando um fluxo de atendimento para que a dificuldade identificada em sala de aula não se transforme em um problema permanente de aprendizagem.

“Quando a criança está na escola, o nosso objetivo é que ela aprenda. Mas, para isso, precisamos dar condições. A escola precisa ensinar e o Estado precisa garantir a rede de apoio para que esse aluno consiga aprender”, afirma Mazé.

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Carlos Dorilêo Jr. quer levar à Câmara postura do NOVO contra blindagem: “Ninguém pode estar acima da fiscalização”

Candidato a deputado federal defende atuação firme do Congresso diante de suspeitas envolvendo agentes públicos e afirma que independência das instituições será uma de suas bandeiras

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O candidato a deputado federal Carlos Dorilêo Jr. (NOVO), 3090, defendeu uma atuação mais firme da Câmara dos Deputados na fiscalização dos agentes e das instituições públicas e afirmou que pretende levar para Brasília a mesma postura adotada nacionalmente pelo NOVO: cobrar explicações, enfrentar privilégios e não aceitar blindagem, independentemente de quem esteja sendo investigado.

A manifestação ocorre após uma iniciativa do NOVO no caso Banco Master embasar decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Para Dorilêo, o episódio demonstra a importância de uma oposição que não se limite ao discurso.

“É para isso que existe oposição séria. Não é para fazer barulho por fazer. É para fiscalizar, provocar as instituições e exigir que ninguém tenha tratamento privilegiado. O NOVO mostrou que não vai se calar diante de fatos graves. É essa postura que quero representar por Mato Grosso na Câmara Federal”, afirma.

Policial militar e advogado, Dorilêo sustenta que a independência dos órgãos de investigação deve ser preservada de qualquer tipo de interferência.

“Eu já vesti uma farda e sei o tamanho da responsabilidade de quem trabalha com segurança pública. Polícia precisa ter liberdade para investigar e obrigação de agir dentro da lei. Havendo indícios de interferência ou irregularidade, o Congresso tem o dever de fiscalizar. Não pode simplesmente assistir calado”, reforça.

Para o candidato, exercer fiscalização não significa atacar instituições, mas justamente protegê-las.

“Fiscalizar não é atacar as instituições. É impedir que alguém se torne maior do que elas. Não importa o cargo, o partido ou o poder que a pessoa tenha. Ninguém pode estar acima da fiscalização e ninguém pode ter blindagem”, pontua.

Dorilêo afirma que, se eleito, pretende usar as prerrogativas de deputado federal para cobrar transparência e respostas diante de fatos de interesse público.

“Deputado federal não é eleito apenas para votar projeto. Tem a obrigação constitucional de fiscalizar. Mato Grosso precisa mandar para Brasília gente que tenha coragem de exercer esse papel”, conclui.

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