Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Após bate-boca em debate, Maurício Coelho promete processar marido e marqueteiro de Natasha

A defesa de Maurício Coelho está reunindo registros audiovisuais, publicações e demais elementos relacionados ao episódio para fundamentar as providências jurídicas que serão apresentadas às autoridades competentes.

Publicados

em

O candidato ao Governo de Mato Grosso, Maurício Coelho (Mobiliza), anunciou na tarde desta terça-feira (1º) que adotará as medidas judiciais cabíveis, inclusive na esfera criminal, em razão de declarações feitas pelo marqueteiro da candidata Natasha Slhessarenko (PSD) e de intimidação por parte do marido dela durante o debate na TV Vila Real, que, segundo sua avaliação, ultrapassaram os limites da crítica política e configuraram acusações que considera caluniosas. O processo será por calúnia, injúria e difamação.

As medidas também deverão alcançar o marido de Natasha, Roberto Carlos Fraife Barreto, e o marqueteiro Lucas Pimenta, envolvidos na divulgação e repercussão das declarações, caso seja confirmada a participação de ambos nos fatos. O desentendimento ocorreu após Maurício ter questionado Natasha sobre o fundo eleitoral e o custo de uma proposta apresentada pela candidata. Insatisfeito, o marido dela se deslocou até Maurício e fez afirmações em tom de ameaça.

A defesa de Maurício Coelho está reunindo registros audiovisuais, publicações e demais elementos relacionados ao episódio para fundamentar as providências jurídicas que serão apresentadas às autoridades competentes.

“O marqueteiro da Natasha resolveu contar um monte de mentiras, para justificar o que o marido dela fez durante o debate. Eu vou processar os três e eles terão que provar o que estão falando, porque estão mentindo para justificar o destempero do marido da Natasha. As pessoas têm que ir para o debate para propor ideias e não fazer esse tipo de coisa”, afirmou Maurício Coelho, em vídeo publicado em suas redes sociais.

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Politica

Leitão concentra maior repasse do Fundão entre candidatos a deputado federal em MT

Considerando a distribuição informada no DivulgaCand, o União Brasil destinou R$ 2,9 milhões aos quatro candidatos da sigla. O Progressistas, por outro lado, concentrou R$ 3,5 milhões em dois dos três candidatos apresentados na relação.

Publicados

em

 

A Federação União Progressista Nacional já direcionou R$ 6,432 milhões em recursos do Fundo Eleitoral para candidaturas de Mato Grosso que disputam uma cadeira na Câmara dos Deputados. Os valores constam no sistema DivulgaCand, da Justiça Eleitoral, e mostram uma concentração significativa dos recursos em alguns dos principais nomes da disputa.

Entre os candidatos contemplados, o maior volume foi destinado ao ex-deputado federal Nilson Leitão, do Progressistas. Ele recebeu R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral para financiar sua campanha.

No União Brasil, os maiores repasses individuais foram destinados ao deputado federal Fábio Garcia e à ex-primeira-dama de Mato Grosso Virginia Mendes, que receberam R$ 1 milhão cada.

Na sequência aparece a ex-vereadora Sandy Paula, contemplada com R$ 500 mil. Já o vice-prefeito de Tangará da Serra, Eduardo Sanchez, recebeu R$ 432,9 mil.

Pelo Progressistas, a vereadora de Cáceres, Magaly da Silva, também foi beneficiada, com R$ 600 mil. O ex-deputado federal Victório Galli, por sua vez, aparece no sistema eleitoral sem registro de repasse do Fundo Eleitoral até o momento.

Considerando a distribuição informada no DivulgaCand, o União Brasil destinou R$ 2,9 milhões aos quatro candidatos da sigla. O Progressistas, por outro lado, concentrou R$ 3,5 milhões em dois dos três candidatos apresentados na relação.

O volume de recursos chama atenção porque o teto individual de gastos para candidatos à Câmara dos Deputados em Mato Grosso está estabelecido em R$ 3,1 milhões pela Justiça Eleitoral. Dessa forma, o repasse recebido por Nilson Leitão representa parcela expressiva do limite permitido para uma única candidatura.

A distribuição do Fundo Eleitoral é definida pelas próprias legendas, respeitando os critérios legais e eleitorais. Os valores podem ser utilizados para custear despesas relacionadas à campanha, dentro das regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

Os dados são públicos e podem sofrer alterações à medida que novas prestações de contas e movimentações financeiras das campanhas sejam registradas no sistema oficial.

Continue lendo

Politica

Racha no PL: Boava acusa direção de descumprir acordos com Bolsonaro e Medeiros

“É muito triste ver isso. Não sei se é por esse motivo que estou sendo sabotado: por não subir no palanque montado. Se o preço for esse, ficarei aqui embaixo sem subir nesse palanque”, afirmou.

Publicados

em

Thiago Boava rejeita palanque de Wellington Fagundes, critica acordos políticos do partido e afirma que seguirá independente na disputa por uma vaga na Câmara Federal

O racha dentro do Partido Liberal em Mato Grosso ganhou um novo capítulo. Thiago Boava, viúvo da ex-deputada federal Amália Barros, declarou que não irá apoiar a candidatura de Wellington Fagundes ao Governo do Estado e acusou a direção estadual da legenda de estar dificultando seu projeto eleitoral.

A declaração ocorre após o presidente estadual do PL, Ananias Filho, afirmar que os candidatos que não apoiarem o projeto de Fagundes poderão ser expulsos da legenda ou terão de deixar o partido.

Em resposta, Boava publicou um vídeo no qual deixou claro que não pretende integrar o palanque da aliança formada em torno da candidatura de Fagundes. O candidato também afirmou que não se sente representado pelo grupo e que pretende manter sua trajetória política baseada nas pautas que considera coerentes com o legado deixado por Amália.

“É muito triste ver isso. Não sei se é por esse motivo que estou sendo sabotado: por não subir no palanque montado. Se o preço for esse, ficarei aqui embaixo sem subir nesse palanque”, afirmou.

Boava também elevou o tom contra a condução política do PL em Mato Grosso. Segundo ele, a legenda teria deixado de cumprir compromissos assumidos anteriormente com o ex-presidente Jair Bolsonaro, com o candidato ao Senado José Medeiros e com ele próprio.

“Tenho que trazer este assunto à tona. Infelizmente, o Partido Liberal, que diz defender Deus, Pátria, Família e Liberdade, rompeu um dos seus pilares, a moralidade, e não cumpriu o combinado comigo. Não cumpriu o que foi combinado com o Zé Medeiros. Não cumpriu o que foi combinado com o capitão Bolsonaro”, declarou.

Na avaliação do candidato, a composição política construída pelo PL em Mato Grosso estaria priorizando interesses individuais em detrimento das bandeiras defendidas pelo grupo bolsonarista. A crítica coloca Boava em rota de colisão com a direção estadual justamente em um momento de definição dos palanques para a eleição de 2026.

O candidato ainda fez um apelo aos eleitores para que observem o posicionamento dos postulantes antes de definir o voto. Ele sugeriu que o eleitor avalie quais candidatos decidiram participar do palanque de Fagundes e quais optaram por permanecer fora da composição.

“Esse palanque não fortalece Zé Medeiros, o principal ativo do capitão. Esse palanque não fortalece a liberdade que tanto buscamos; esse palanque fortalece interesses pessoais”, afirmou.

A manifestação de Boava amplia as divergências internas no PL de Mato Grosso e expõe uma disputa que ultrapassa a composição eleitoral. De um lado, a direção estadual tenta consolidar a candidatura de Wellington Fagundes ao Governo do Estado. De outro, integrantes ligados ao bolsonarismo questionam a estratégia e cobram o cumprimento de acordos políticos firmados anteriormente.

Para Boava, a decisão de permanecer fora do palanque não representa uma ruptura com as bandeiras que defende, mas uma tentativa de preservar a linha política que, segundo ele, também marcou a atuação de Amália Barros.

 

Continue lendo

Politica

Flávio em MT: Guarnieri chega de surpresa e garante lugar no registro

Deputado tucano teria sido avisado de última hora sobre encontro em Campo Novo do Parecis e apareceu no roteiro de Flávio, enquanto Wellington Fagundes sequer teria sido informado previamente

Publicados

em

 

Uma agenda-relâmpago de Flávio Bolsonaro (PL) em Mato Grosso acabou rendendo uma situação inusitada nos bastidores da política estadual. Durante uma visita à comunidade indígena Haliti-Paresi, em Campo Novo do Parecis, o deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB) conseguiu entrar de última hora no encontro e ainda saiu com direito a registro em vídeo ao lado do presidenciável.

O detalhe que chamou atenção foi a forma como o tucano teria chegado ao local. Guarnieri cumpria agenda em Sapezal quando foi avisado sobre a presença de Flávio na região. De olho na oportunidade, mudou o roteiro e apareceu no encontro, garantindo seu espaço ao lado do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nos bastidores, a movimentação passou a ser tratada com bom humor por aliados, já que Guarnieri, mesmo sendo de outro partido, conseguiu chegar ao encontro e registrar a presença ao lado de Flávio.

A situação ganhou contornos ainda mais curiosos porque Wellington Fagundes, candidato do próprio PL ao Governo de Mato Grosso, não teria sido informado previamente sobre a agenda. O encontro foi articulado pelo deputado federal José Medeiros, pelo ex-senador Cidinho Santos e por Odílio Balbinotti, coordenador da campanha presidencial de Flávio em Mato Grosso.

Fagundes teria tomado conhecimento da visita pela imprensa. Depois, correu atrás do presidenciável e conseguiu se encontrar com Flávio para garantir também a fotografia e os registros que posteriormente foram utilizados nas redes sociais.

No caso de Guarnieri, a estratégia foi diferente. Avisado de última hora, o deputado conseguiu se encaixar no roteiro e acabou aparecendo na agenda que, inicialmente, não era destinada a ele.

O episódio também cria uma situação política curiosa diante da posição adotada pelo PSDB nacional. A legenda decidiu manter neutralidade na disputa presidencial, enquanto Guarnieri buscou espaço justamente ao lado de um dos principais nomes do campo bolsonarista.

A fotografia, portanto, pode ter sido apenas um registro de ocasião, mas politicamente carrega outro significado. Em uma eleição marcada pela disputa por apoio, palanques e demonstrações de proximidade com lideranças nacionais, aparecer ao lado de Flávio Bolsonaro pode representar um ativo eleitoral importante.

E, nesse quesito, Guarnieri aparentemente não quis perder a oportunidade. Mesmo fora do roteiro original, o tucano deu um jeito de chegar ao encontro, posar para a câmera e deixar sua marca na passagem do presidenciável por Mato Grosso.

Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana