Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Polícia

PF faz operação contra o tráfico interestadual de drogas

A ação cumpriu um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Primavera do Leste/MT e em Olinda/PE. As ordens judiciais partiram da 3ª Vara Criminal da Comarca de Barra do Garças/MT.

Publicados

em

 

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (2/9), a Operação Falsa Esperança, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso investigado pela prática de tráfico interestadual de drogas.

A ação cumpriu um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Primavera do Leste/MT e em Olinda/PE. As ordens judiciais partiram da 3ª Vara Criminal da Comarca de Barra do Garças/MT.

As investigações apontam que os suspeitos utilizavam veículos para transportar entorpecentes oriundos da região de fronteira entre o Brasil e a Bolívia, promovendo sua distribuição para estados da região Nordeste do país.

Segundo apurações, o grupo adotava mecanismos para ocultar a droga durante o transporte, buscando dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e de segurança pública.

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Polícia Civil e PF unem forças contra pornografia infantil e cumprem mandados em Juína

Alvos são investigados por armazenar imagens de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes

Publicados

em

 

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, em parceria com a Polícia Federal, a nona edição da Operação CESIN, na manhã desta quarta-feira (2.9), para cumprir ordens judiciais com o objetivo de combater a pornografia infantil pela internet.

Os trabalhos também integram a Operação Nacional Proteção Integral V, coordenada pela Polícia Federal e executada em diversos estados do país, para identificar e responsabilizar investigados por crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes.

Em Mato Grosso, são cumpridas quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão e dois de quebra de sigilo telemático, deferidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

Os mandados têm como alvo dois investigados por armazenamento de conteúdo de violência sexual infantil, crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

As ordens judiciais são cumpridas na cidade de Juína e contam com o apoio da equipe da Delegacia Regional do município.

As investigações foram iniciadas após a equipe da DRCI receber denúncias sobre dois moradores de Juína, que estariam armazenando imagens de abuso sexual infantojuvenil, envolvendo principalmente crianças.

Com o avanço das investigações, foi possível chegar à identidade e à localização dos suspeitos, e a representação pelas ordens judiciais foi feita pela Polícia Civil, sendo posteriormente deferidas pela Justiça.

O objetivo da operação é apreender dispositivos eletrônicos utilizados pelos investigados, que possam contribuir para o avanço das investigações, assim como para a identificação de outros possíveis envolvidos.

 

CESIN

O nome da operação faz referência à sigla CESIN, que significa Combate à Exploração Sexual Infantil, trabalho investigativo constante na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

Operação Proteção Integral

A Operação Nacional Proteção Integral V, coordenada pela Polícia Federal, dá continuidade às ações realizadas nas operações nacionais Proteção Integral I, II, III e IV, deflagradas em 2025 e 2026, e na Operação Nacional Guardião Digital, realizada em março deste ano.

A operação tem como foco a repressão a crimes relacionados ao armazenamento, compartilhamento, comercialização e produção de material de abuso sexual infantojuvenil, com atuação integrada entre as forças policiais.

Participaram desse esforço conjunto, além da Polícia Federal, as Polícias Civis dos Estados de Alagoas, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Continue lendo

Polícia

Avô é preso em Cuiabá suspeito de abusar sexualmente da própria neta de 8 anos

Na sequência, o suspeito foi encaminhado para audiência de custódia e permaneceu à disposição da Justiça.

Publicados

em

Um pastor de 60 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil, em Cuiabá, suspeito de cometer estupro de vulnerável contra a própria neta, de 8 anos. A prisão ocorreu nesta segunda-feira (31), após a mãe da criança procurar as autoridades e relatar o que teria acontecido na residência do avô.

Segundo a investigação, a mãe havia deixado a menina na casa do avô no domingo (30) para que ela o acompanhasse a um culto. No dia seguinte, quando buscou a filha, percebeu que a criança apresentava dores e dificuldade para caminhar.

Ao conversar com a menina, a mãe percebeu que havia algo errado. Chorando, a criança teria relatado os abusos e contado que, após a violência, o avô teria determinado que ela tomasse banho para que os dois fossem à igreja. Segundo o relato apresentado à polícia, eles permaneceram no culto normalmente após o episódio.

 

A criança também teria informado que não se tratava de um caso isolado e que os abusos já haviam acontecido em outras ocasiões.

Suspeito foi localizado pela Polícia Civil

Após receber a denúncia, equipes do Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá iniciaram as diligências para localizar o suspeito.

O homem foi encontrado no momento em que chegava à própria residência e recebeu voz de prisão. Ele foi levado para a unidade policial, onde prestou depoimento e foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável.

Na sequência, o suspeito foi encaminhado para audiência de custódia e permaneceu à disposição da Justiça.

A Polícia Civil também representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva e solicitou medidas de proteção para a criança, com fundamento na Lei Henry Borel, que estabelece mecanismos específicos de proteção a crianças e adolescentes vítimas de violência.

Continue lendo

Polícia

Polícia Civil desarticula grupo criminoso suspeito de aplicar golpes pela internet a partir de Cuiabá; VEJA VÍDEOS

Publicados

em

 

 

Investigação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul identificou que suspeitos usavam falsas identidades e contas bancárias de terceiros

A Polícia Civil de Mato Grosso cumpre, na manhã desta terça-feira (1º.9), sete ordens judiciais no âmbito da Operação Fake Eagle, deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, contra um grupo criminoso investigado pela prática de golpes pela internet mediante falsa identidade e utilização de contas bancárias de terceiros.

Na operação, são cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão contra os alvos, todos localizados em Cuiabá.

As medidas de prisão foram representadas em desfavor de três investigados apontados como integrantes do núcleo operacional do grupo criminoso, enquanto as buscas foram direcionadas a quatro endereços relacionados aos alvos.

Os alvos são investigados por fraudes eletrônicas mediante simulação de identidade de terceiros e utilização de estrutura bancária e digital destinada ao recebimento e à circulação de valores ilícitos.

As ordens judiciais foram expedidas no curso de investigação conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes Patrimoniais Eletrônicos (DPRCPE/DERCC), da Polícia Civil gaúcha. O cumprimento dos mandados conta com o apoio das equipes da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil de Mato Grosso.

Fraude

A investigação teve início após uma empresa, com sede no município de Esteio (RS), ser alvo de uma tentativa de golpe. Na ocasião, uma funcionária do setor financeiro recebeu, por meio do aplicativo WhatsApp, uma mensagem de um número que utilizava a fotografia do diretor da empresa, solicitando uma transferência no valor de aproximadamente R$ 29 mil.

A fraude somente não foi consumada porque a funcionária desconfiou da abordagem, que destoava do padrão habitual utilizado pelo diretor, e deixou de realizar a transferência. Os criminosos haviam indicado para recebimento do valor uma conta bancária em nome de um terceiro.

Identificação do grupo em MT

A partir dos dados bancários fornecidos para o recebimento do dinheiro, os policiais iniciaram uma investigação envolvendo a análise de informações bancárias, telefônicas, telemáticas e de conexão à internet, que permitiu identificar uma estrutura criminosa concentrada no município de Cuiabá.

As diligências demonstraram que os investigados utilizavam contas bancárias cadastradas em nome de terceiros, incluindo chaves Pix, diversos endereços eletrônicos, aparelhos celulares e linhas telefônicas com códigos de área de outros Estados do país, criando diferentes camadas para dificultar a identificação dos reais operadores e o rastreamento dos valores.

Linhas telefônicas

Um dos elementos identificados pela investigação foi a utilização de uma linha telefônica com DDD 51, empregada diretamente na abordagem da vítima no Rio Grande do Sul, embora os dados de localização das antenas de telefonia tenham demonstrado que a ligação partiu de um terminal em Cuiabá.

Com o avanço das investigações, foi possível identificar outros 14 números telefônicos com DDD 51, indicando possível utilização reiterada de números aparentemente locais como estratégia para conferir maior credibilidade às abordagens realizadas contra vítimas residentes no Rio Grande do Sul.

Contas digitais

A investigação também identificou o uso de múltiplas contas eletrônicas e bancárias, algumas delas registradas em nome de laranjas, para a movimentação dos valores obtidos com os golpes. O dinheiro entrava nas contas e já era repassado para outras, com o objetivo de dificultar o rastreamento.

A análise dos dados, fornecidos por provedores de serviços digitais, demonstrou que diversas contas estavam associadas aos mesmos dispositivos e às mesmas infraestruturas de conexão utilizadas pelos investigados, evidenciando atuação integrada entre os investigados.

Os elementos reunidos permitiram individualizar três investigados como integrantes do núcleo operacional do grupo criminoso, responsáveis por diferentes funções relacionadas ao controle de contas digitais, fornecimento de infraestrutura de conexão e acesso às contas bancárias utilizadas nas atividades investigadas.

O grupo fazia revezamento no monitoramento da conta bancária, enquanto o restante dos integrantes aguardava a concretização da transferência fraudulenta.

Desarticulação do crime

Além da prisão dos principais investigados, a operação tem como objetivo a apreensão de aparelhos celulares, computadores, chips telefônicos, cartões bancários, documentos, mídias de armazenamento, dispositivos de autenticação e outros elementos digitais capazes de permitir o aprofundamento das investigações, a identificação de eventuais novas vítimas e a completa delimitação da atuação do grupo.

Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, na forma tentada, e associação criminosa, sem prejuízo da identificação de outras infrações penais a partir da análise do material eventualmente apreendido.

Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana