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Festival de Praia de Nortelândia chega à 21ª edição com Joelma e Kamisa 10

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O 21º Festival de Praia de Nortelândia será realizado entre os dias 4 e 6 de setembro de 2026, na Praia Rota do Sol, em Nortelândia (MT), com três dias de programação musical. Entre as principais atrações estão Joelma, Kamisa 10 e Rodriguim Santana, além de artistas regionais, bandas e DJs que completam a programação.

O evento é realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC-MT), Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e do Governo de Mato Grosso, além de ser organizado pela Associação Cuiabana de Belas Artes, Esporte e Lazer (ACUBÁ), que atua na preparação da edição deste ano. À frente da entidade, a presidente Zilda Barradas destaca o trabalho de organização para receber moradores, turistas e visitantes de diferentes municípios da região.

“Para a ACUBÁ, organizar a 21ª edição do Festival de Praia de Nortelândia é uma grande responsabilidade. Estamos trabalhando com dedicação para proporcionar três dias de cultura, música, esporte e lazer, com uma estrutura preparada para receber as famílias e todos que escolherem Nortelândia para aproveitar o festival. Nosso objetivo é contribuir para fortalecer cada vez mais esse evento e proporcionar uma experiência especial ao público”, afirma Zilda Barradas.

Com mais de duas décadas de realização, o Festival de Praia integra a programação de lazer de Nortelândia e deve atrair visitantes durante os três dias. Além dos shows, a movimentação gerada pelo evento também alcança atividades ligadas ao comércio, alimentação, serviços e turismo no município.

A programação começa na sexta-feira (4), com Cícero Edson, Joelma, Banda Tome Aí e DJ Iannk Teles. A cantora Joelma será uma das principais atrações da primeira noite.

No sábado (5), a programação terá Banda Palladium, Gilson Mark & Juliano e DJ Iannk Teles.

Já no domingo (6), o encerramento contará com DJ Iannk Teles, Rodriguim Santana e Kamisa 10.

Segundo Zilda Barradas, a organização busca manter a tradição do festival e, ao mesmo tempo, preparar uma edição capaz de receber o público que deve passar pela Praia Rota do Sol durante o período.

“Chegar à 21ª edição mostra a importância que o Festival de Praia conquistou ao longo dos anos. A ACUBÁ está empenhada para que seja uma festa organizada, acolhedora e marcante para Nortelândia. Queremos receber muito bem quem é da cidade e também quem vem de outros municípios para prestigiar essa programação”, completa a presidente.

SERVIÇO

21º Festival de Praia de Nortelândia
Data: 4 a 6 de setembro de 2026
Local: Praia Rota do Sol – Nortelândia (MT)

04/09 – Sexta-feira
Cícero Edson
Joelma
Banda Tome Aí
DJ Iannk Teles

05/09 – Sábado
Banda Palladium
Gilson Mark & Juliano
DJ Iannk Teles

06/09 – Domingo
DJ Iannk Teles
Rodriguim Santana
Kamisa 10

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Festival Cultural de Churrasco celebra 40 anos da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe

Evento reúne gastronomia, música e programação para toda a família nos dias 4, 5 e 6 de setembro, no Pantanal Shopping

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Em celebração aos 40 anos de história, a Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe promove um grande Festival Cultural de Churrasco no Pantanal Shopping. O evento será realizado nos dias 4, 5 e 6 de setembro, das 17h às 22h, com entrada gratuita.

Durante os três dias de programação, o público poderá aproveitar uma combinação de gastronomia, música, cultura e momentos de convivência para toda a família. A iniciativa marca as quatro décadas de atuação da Paróquia e convida a comunidade a participar dessa celebração especial.

O festival foi pensado como um momento de confraternização, reunindo diferentes atrações em um ambiente descontraído e acessível para pessoas de todas as idades. Além da programação gastronômica, a agenda contará com música e atividades voltadas ao entretenimento dos visitantes.

A realização do evento no Pantanal Shopping também amplia o espaço de encontro entre a Paróquia e a comunidade, proporcionando aos visitantes a oportunidade de celebrar a trajetória da instituição e participar de uma programação especial ao longo do fim de semana.

Para o Pantanal Shopping, receber uma celebração que reúne história, cultura e comunidade reforça a proposta de oferecer ao público experiências que vão além das compras.

“Celebrar 40 anos de história é um momento muito especial, e ficamos felizes em receber essa comemoração no Pantanal Shopping. É uma oportunidade de reunir a comunidade em torno da gastronomia, da música e da convivência, proporcionando um fim de semana de celebração para toda a família”, destaca César Moraes, Superintendente do Pantanal Shopping.

A entrada é gratuita e não é necessário realizar inscrição para participar.

Serviço
Festival Cultural de Churrasco – 40 anos da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe

Data: 4, 5 e 6 de setembro de 2026
Horário: 17h às 22h
Local: Pantanal Shopping
Entrada: Gratuita

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Caso Master: grupo de Moraes questiona investigação conduzida por Mendonça

Apesar dessa avaliação, o resultado de uma eventual votação ainda é considerado incerto

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O embate envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça ganhou novos contornos dentro do Supremo Tribunal Federal (STF) após a divulgação de informações relacionadas aos contatos mantidos entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Diante da repercussão, integrantes da Corte já avaliam a possibilidade de levar a controvérsia para análise do plenário.

Moraes teria sinalizado a interlocutores que não pretende recuar diante das críticas e estaria disposto a enfrentar a discussão publicamente no colegiado. A expectativa entre integrantes de seu grupo mais próximo é de que exista apoio suficiente entre os ministros para questionar e eventualmente anular atos praticados por Mendonça na condução das investigações relacionadas ao caso.

Apesar dessa avaliação, o resultado de uma eventual votação ainda é considerado incerto. A possibilidade de uma sessão presencial, com transmissão pública e ampla repercussão, também preocupa integrantes da Corte, especialmente diante da exposição que o confronto direto entre os ministros poderá provocar.

Mendonça, que é o relator do caso Master, informou ao presidente do STF, Edson Fachin, que pretende liberar o processo para julgamento na próxima semana. Até lá, o ministro deverá conversar individualmente com colegas do Supremo para apresentar seus argumentos e defender a continuidade dos procedimentos adotados nas investigações.

Nos bastidores, a principal divergência está relacionada aos limites da atuação judicial durante a apuração. Aliados de Moraes sustentam que Mendonça teria ultrapassado suas atribuições ao determinar medidas investigativas e ao atuar de maneira que, na avaliação desse grupo, poderia comprometer a imparcialidade do processo.

A comparação com a Operação Lava Jato passou a fazer parte do debate. Críticos da condução do caso Master citam como referência a atuação do então juiz Sergio Moro, posteriormente questionada pelo próprio Supremo em decisões relacionadas à imparcialidade do magistrado.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também apresentou manifestação que passou a ser utilizada como argumento por integrantes do grupo favorável a Moraes. Segundo a avaliação apresentada pela PGR, a condução de investigações pré-processuais não poderia concentrar funções de investigação e julgamento nas mãos do mesmo magistrado.

Outro ponto citado nos debates internos do Supremo foi uma manifestação recente do ministro Gilmar Mendes. Durante julgamento envolvendo a prisão de Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro, o decano do STF fez críticas a métodos empregados nas investigações do Banco Master e traçou paralelos com procedimentos adotados durante a Lava Jato.

A manifestação de Gilmar ganhou peso no atual cenário porque o ministro também lembrou que algumas posições que foram derrotadas durante o auge da Lava Jato posteriormente prevaleceram no próprio Supremo, entre elas discussões relacionadas à suspeição de Sergio Moro.

Enquanto a disputa entre os ministros cresce, Fachin tenta preservar o funcionamento institucional da Corte. O presidente do STF conversou individualmente com integrantes do tribunal e passou a ouvir diferentes avaliações sobre o caso, que envolve tanto questionamentos à condução das investigações quanto as informações relacionadas a Moraes e Vorcaro.

Em manifestação divulgada nesta quarta-feira, Fachin afirmou que o momento exige a preservação da autoridade e da credibilidade do Supremo. O presidente da Corte também indicou que pretende analisar os fatos antes de anunciar quais providências serão adotadas.

A tendência, neste momento, é que a controvérsia seja submetida ao colegiado caso não haja uma solução institucional nos bastidores. Com posições divergentes e forte repercussão pública, o caso Master se transformou em um dos principais focos de tensão interna do Supremo e poderá colocar os ministros diante de uma votação de grande impacto político e institucional.

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Agro de Minas movimenta R$ 45,6 bilhões e mantém Estado entre os maiores exportadores do Brasil

Mesmo com retração provocada principalmente pelo café, Minas Gerais segue na terceira posição do ranking nacional e amplia participação de soja e carnes nas vendas externas

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O agronegócio continua sendo um dos principais motores da economia de Minas Gerais. Nos primeiros seis meses de 2026, o setor alcançou R$ 45,6 bilhões em exportações, mantendo o Estado na terceira colocação entre os maiores exportadores brasileiros do segmento, atrás de Mato Grosso e São Paulo.

O resultado, porém, representa uma redução de 9,6% na receita em relação ao primeiro semestre de 2025. A principal explicação está no desempenho do café, produto de maior peso na pauta mineira e que registrou queda nos embarques durante o período.

Entre janeiro e junho, Minas Gerais exportou 8,46 milhões de toneladas de produtos agropecuários para 166 países. O volume ficou 3% abaixo do registrado no mesmo intervalo do ano anterior. Ainda assim, o Estado foi responsável por 10,3% das vendas externas do agronegócio brasileiro, enquanto o setor respondeu por 40,9% de toda a receita obtida por Minas com exportações.

Os dados foram organizados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG), com base nas informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Embora o café continue liderando com ampla vantagem, outras cadeias passaram a ter maior participação nos resultados. Soja e carnes apresentaram desempenho positivo e ajudaram a reduzir o impacto provocado pela retração do principal produto da pauta mineira.

O café gerou R$ 22,9 bilhões em receitas externas no semestre, respondendo por mais da metade de todo o valor exportado pelo agronegócio estadual. Foram comercializadas no mercado internacional cerca de 10,8 milhões de sacas de 60 quilos.

A menor disponibilidade do produto afetou diretamente os volumes embarcados. Por outro lado, o preço médio de exportação avançou aproximadamente 4,2% em comparação com os seis primeiros meses de 2025.

A influência da commodity sobre o desempenho geral do setor fica evidente quando se observa o comportamento registrado no primeiro trimestre. Naquele período, as vendas externas de café recuaram 31,5% em volume e 18,5% em receita, contribuindo de forma significativa para a redução do resultado geral do agronegócio mineiro.

A comparação também precisa considerar o desempenho excepcional registrado em 2025. No ano passado, Minas alcançou aproximadamente R$ 101 bilhões em exportações do agronegócio, impulsionada principalmente pela valorização internacional do café. Assim, o resultado de 2026 ocorre sobre uma base considerada fora da curva.

Enquanto o café perdeu espaço, a soja apresentou crescimento. O complexo formado pelo grão, farelo e óleo movimentou cerca de R$ 10,7 bilhões no primeiro semestre, alta aproximada de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além do crescimento da receita, a composição das exportações também mudou, com maior participação de produtos processados, como farelo e óleo de soja.

O setor de carnes também apresentou avanço. As exportações de carne bovina, suína e de frango somaram aproximadamente R$ 4,8 bilhões, crescimento de 13,4% em relação ao primeiro semestre de 2025.

Em volume, foram enviadas ao exterior 247,3 mil toneladas, aumento de 3,7%. O crescimento da receita acima do avanço da quantidade comercializada indica também uma melhora no valor médio dos produtos vendidos internacionalmente.

A pauta de exportações inclui ainda o complexo sucroalcooleiro, principalmente açúcar e etanol, que movimentou cerca de R$ 2,7 bilhões. Já os produtos florestais, como celulose, madeira e papel, alcançaram aproximadamente R$ 2,6 bilhões.

Somadas, as cinco principais cadeias, café, soja, carnes, produtos sucroalcooleiros e produtos florestais, representam mais de 96% das exportações do agronegócio de Minas Gerais.

Apesar da concentração, o Estado também vem ampliando a presença de produtos de menor escala no comércio internacional. Mel, lácteos, sementes, batatas processadas e doce de leite estão entre os itens que encontram espaço fora do país, abrindo oportunidades principalmente para cooperativas e agroindústrias.

A China permanece como o principal destino dos produtos agropecuários mineiros. Na sequência aparecem Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão.

O mercado europeu tem relevância especial para o café. No primeiro quadrimestre de 2026, aproximadamente 94% do valor das compras feitas pela União Europeia junto a Minas Gerais estava concentrado na commodity.

A força do agronegócio mineiro, entretanto, não se limita ao comércio exterior. O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária do Estado atingiu R$ 167,8 bilhões em 2025, maior marca registrada até então.

Para 2026, as projeções apontam para um desempenho próximo desse patamar, embora com diferenças importantes entre as cadeias produtivas. As lavouras respondem por aproximadamente dois terços do VBP estadual, com o café novamente na liderança.

Estimativas da Seapa apontam faturamento superior a R$ 60 bilhões para a cafeicultura em 2026. Na sequência aparecem culturas como soja, cana-de-açúcar e milho.

Na pecuária, a produção de carne bovina continua sendo um dos principais componentes do faturamento, com projeção próxima de R$ 20 bilhões. Já o setor leiteiro enfrenta um cenário mais desafiador, marcado pela pressão sobre os preços e pela redução da margem de rentabilidade dos produtores.

Os números indicam que a retração das exportações em 2026 não representa necessariamente perda de força do agronegócio mineiro. O Estado passa por um processo de acomodação depois do desempenho extraordinário de 2025, enquanto cadeias como soja e carnes ampliam sua participação no comércio exterior.

Para os produtores, a diversificação representa uma forma de reduzir a dependência de uma única commodity, embora fatores como câmbio, preços internacionais, crédito, clima e exigências dos mercados consumidores continuem influenciando diretamente os resultados.

Mesmo com a redução em relação ao ano passado, o agronegócio permanece como um dos pilares da economia mineira. No primeiro semestre, o setor respondeu por mais de quatro em cada dez reais obtidos pelo Estado com suas exportações, reforçando a importância do campo para a geração de receitas e para a inserção de Minas Gerais no mercado internacional.

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