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Susane Tamanho, secretária de segurança, afirma que nunca escondeu relação homoafetiva durante carreira na Polícia Militar

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Primeira mulher assumidamente LGBTQIA+ a comandar a Segurança Pública de Mato Grosso, a coronel da reserva da Polícia Militar, Susane Tamanho, afirmou que sua escolha para o cargo foi baseada em critérios técnicos e profissionais adotados pelo governador Otaviano Pivetta. Casada há 21 anos com uma policial militar e mãe de trigêmeas, a secretária disse que nunca utilizou sua orientação sexual como bandeira política dentro da carreira.

“Nunca levantei bandeira de nada. O que prepondera é a competência, o que você é como profissional e como pessoa. Nunca escondi minha relação durante a carreira e nunca tive grandes problemas”, declarou.

A nomeação de Susane marcou um momento histórico na Segurança Pública mato-grossense, tanto pela representatividade feminina quanto LGBTQIA+ em um dos cargos mais estratégicos do Estado. A coronel assumiu oficialmente a pasta em abril deste ano, após uma conversa de cerca de duas horas com o governador, que avaliava nomes para ocupar a função.

Segundo ela, a experiência acumulada ao longo da trajetória na Polícia Militar pesou para assumir o desafio. Susane relembrou que construiu a carreira em áreas operacionais e enfrentou resistência em ambientes historicamente masculinos, como cursos táticos especializados.

Apesar do simbolismo da nomeação, a secretária reforçou que prefere ser reconhecida pela atuação profissional e pela capacidade de gestão. Para ela, o foco da Segurança Pública deve estar na proteção da população e na integração entre as forças policiais.

Durante a entrevista, Susane também afirmou que antigas rivalidades entre Polícia Militar e Polícia Civil fazem parte do passado. Segundo a secretária, atualmente as instituições atuam de forma complementar no combate ao crime organizado e às facções criminosas.

Ela ainda defendeu uma política de segurança baseada em inteligência e atuação técnica, rejeitando discursos extremistas. “Bandido bom é bandido morto não pode ser política institucional”, afirmou.

A secretária destacou que o principal objetivo da pasta é fortalecer o trabalho conjunto entre PM, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Politec para ampliar a sensação de segurança da população mato-grossense.

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Após meses internado, jovem vítima de acidente com Hilux morre no HMC

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O jovem João Vitor dos Santos Mendes, de 22 anos, morreu na noite deste domingo (24) no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), após permanecer internado em estado grave desde o último dia 21 de maio. Ele havia sido vítima de um grave acidente envolvendo uma motocicleta Honda Biz e uma caminhonete Toyota Hilux, em Lucas do Rio Verde.

O corpo foi liberado na manhã desta segunda-feira (25) pela Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran).

O acidente aconteceu em setembro do ano passado, na Avenida Vitória Régia, em frente ao Bar Colina, no bairro Bandeirantes. Conforme as informações apuradas na época, a caminhonete realizava uma conversão à esquerda para acessar a Rua Lavandas quando atingiu a motocicleta pilotada por João Vitor.

Com o impacto, o jovem foi arremessado ao chão e socorrido em estado crítico pelo Corpo de Bombeiros. Inicialmente, ele foi encaminhado ao Hospital São Lucas, onde precisou ser entubado devido à gravidade dos ferimentos. Dias depois, foi transferido para o Hospital Municipal de Cuiabá, onde permaneceu internado até sofrer uma parada cardiorrespiratória e não resistir.

Ainda segundo o boletim de ocorrência registrado na data do acidente, o motorista da Toyota Hilux realizou o teste do bafômetro, que apontou 0,39 miligrama de álcool por litro de ar expelido, índice considerado crime de embriaguez ao volante pela legislação brasileira.

O condutor foi detido na ocasião e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Lucas do Rio Verde.

A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar as circunstâncias do acidente e a responsabilidade criminal do motorista envolvido.

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Luto: Morre mãe de Tadeu e Oscar Schmidt

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A família Schmidt voltou a enfrentar um momento de profunda tristeza nesta segunda-feira (25), com a morte de Janira Schmidt, mãe do apresentador Tadeu Schmidt e do ex-jogador Oscar Schmidt. O falecimento acontece apenas 38 dias após a morte de Oscar, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro.

A informação foi confirmada pelo próprio Tadeu nas redes sociais, onde publicou uma homenagem emocionante à mãe, destacando a trajetória de vida construída por ela ao lado da família.

“Eu tenho muita dificuldade para aceitar que nunca mais vou te ver… O que me consola é pensar que você viveu 92 anos com tantos momentos bonitos, que criou três filhos realizados e felizes, que você viu netos e bisnetos… e que deixou uma lembrança muito forte em todos que conviveram com você”, escreveu o apresentador.

Janira morreu aos 92 anos. A causa da morte não foi divulgada pela família.

A perda acontece pouco mais de um mês após a morte de Oscar Schmidt, ocorrida em 17 de abril, aos 68 anos. O ex-atleta lutava há mais de 15 anos contra um tumor cerebral e era considerado um dos maiores ídolos do esporte brasileiro.

Na ocasião da morte de Oscar, a família destacou a coragem e a determinação do ex-jogador durante o tratamento da doença, ressaltando o legado deixado dentro e fora das quadras.

Nas redes sociais, fãs, amigos e personalidades passaram a enviar mensagens de apoio à família Schmidt diante das duas perdas em um curto intervalo de tempo.

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Modelos Pepeu Chagas e Pocah desfilam para João Pimenta em coleção inspirada em memória e identidade

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O estilista João Pimenta apresentou sua nova coleção em São Paulo apostando em um mergulho no próprio legado. Batizado de “Arquivos”, o desfile ocupou o Arquivo Histórico Municipal e transformou o espaço em cenário para uma apresentação que revisitou momentos importantes da trajetória do criador, conhecido por sua alfaiataria autoral e pela forma como ressignifica códigos do vestuário masculino e feminino na moda brasileira.

Entre os nomes do casting estavam os modelos Pepeu Chagas e Pocah, agenciados pela Base MGT, que cruzaram a passarela em uma coleção construída a partir de releituras de trabalhos apresentados ao longo de mais de três décadas da carreira de João Pimenta. A proposta criativa revisitou referências de coleções emblemáticas do estilista, já apresentadas na Casa de Criadores e na São Paulo Fashion Week, em uma narrativa sobre tempo, memória, identidade e transformação.

Na passarela, Pocah surgiu com um visual de alfaiataria conceitual em tom azul-claro, marcado por construção arquitetônica. O look trouxe uma calça oversized de caimento fluido, combinada a uma camisa branca estruturada com formas geométricas no tronco. O grande destaque ficou para a peça de alfaiataria posicionada sobre a cabeça, criando um efeito escultural semelhante a um capuz, reforçando a proposta artística da coleção.

Já Pepeu Chagas apostou em um visual de forte influência da alfaiataria, com padronagem texturizada em preto e branco e silhueta ampla. A produção chamou atenção pela peça estruturada envolvendo cabeça e ombros, criando volume dramático, além da calça de modelagem oversized e do styling finalizado com óculos escuros, trazendo um toque contemporâneo e sofisticado para a passarela.

Realizado em um dos espaços históricos da capital paulista, o desfile reuniu profissionais da indústria da moda, convidados do setor e nomes ligados ao cenário criativo brasileiro. A apresentação também reforçou a permanência de João Pimenta como uma das vozes mais autorais da moda nacional, ao revisitar o passado sem abrir mão de novas leituras estéticas.

Agência FotoSite

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