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STALKING: Professor de Direito da UFMT é afastado após condenação por perseguição à ex-mulher

O caso segue sendo apurado administrativamente pela UFMT, que deverá decidir sobre eventuais medidas disciplinares após a conclusão da investigação interna.

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) determinou o afastamento cautelar do professor de Direito Saulo Tarso Rodrigues, condenado pela Justiça pelo crime de perseguição (stalking) contra a ex-esposa em contexto de violência doméstica.

A decisão foi publicada pela Reitoria da instituição na sexta-feira (24) e permanecerá em vigor até a conclusão da Comissão de Investigação Preliminar instaurada para apurar o caso no âmbito administrativo.

Durante o período de afastamento, o docente continuará recebendo remuneração.

Em nota, a UFMT esclareceu que a medida possui caráter cautelar e não configura penalidade administrativa nem registro no histórico funcional do servidor, observando o princípio da presunção de inocência. A universidade informou ainda que o afastamento poderá ser revogado caso deixem de existir os motivos que justificaram sua adoção.

A instituição ressaltou que não possui competência para atuar em processos da Justiça Comum que não estejam relacionados diretamente às atividades funcionais de seus servidores. No entanto, reafirmou o compromisso de combater todas as formas de violência, especialmente a violência contra a mulher, e destacou a existência de canais institucionais de denúncia e acolhimento à comunidade acadêmica.

A condenação foi proferida pelo juiz Valter Fabrício Simioni da Silva, da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. O professor foi sentenciado a 10 meses e 15 dias de prisão, em regime inicial aberto, pelo crime de perseguição.

Além da pena privativa de liberdade, a Justiça determinou o pagamento de 15 dias-multa e de uma indenização de R$ 3 mil por danos morais à vítima.

De acordo com a sentença, os fatos ocorreram entre setembro e outubro de 2022, após o fim de um relacionamento de aproximadamente 13 anos. Conforme a denúncia, o professor teria enviado diversos e-mails à ex-esposa insistindo em encontros presenciais, mesmo após ela manifestar que desejava manter contato apenas para tratar de assuntos relacionados aos filhos do casal.

Na decisão, o magistrado considerou que as mensagens possuíam caráter intimidatório e indicavam que o acusado acompanhava a rotina da vítima. Também foram levados em consideração relatos de ameaças anteriores registrados no Formulário Nacional de Avaliação de Risco, incluindo referências ao possível uso de arma de fogo e menções a suicídio.

O caso segue sendo apurado administrativamente pela UFMT, que deverá decidir sobre eventuais medidas disciplinares após a conclusão da investigação interna.

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Condenado por estupro em MT é preso no Maranhão após meses foragido

A Polícia Civil destacou que a prisão demonstra a importância da integração entre as forças de segurança dos estados e do trabalho de inteligência para localizar foragidos da Justiça, mesmo quando eles tentam se esconder em outras unidades da federação.

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Um homem condenado a nove anos de prisão pelo crime de estupro foi preso na tarde de sexta-feira (24), no município de Bom Jesus do Maranhão (MA), durante uma operação integrada entre as Polícias Civis de Mato Grosso e do Maranhão. O condenado era considerado foragido da Justiça e teve a prisão cumprida após semanas de trabalho de inteligência.

O mandado de prisão foi expedido pela Comarca de Vera, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), após o trânsito em julgado da condenação, quando não há mais possibilidade de recursos.

A prisão foi resultado de uma ação coordenada entre a Delegacia de Polícia Civil de Vera e o Núcleo de Investigação Operacional (NIO), da Gerência Estadual de Polinter e Capturas de Mato Grosso. Durante as investigações, os policiais identificaram que o condenado havia se estabelecido em Bom Jesus do Maranhão, embora mantivesse deslocamentos frequentes para o município de Campo Maior, no Piauí.

Com a confirmação do paradeiro, as equipes passaram a monitorar a rotina do foragido por várias semanas. As informações produzidas pelos investigadores foram compartilhadas com a Delegacia Regional de Timon (MA), que atuou em conjunto com policiais da cidade de Bom Jesus do Maranhão para realizar a captura.

O condenado foi localizado e preso no fim da tarde de sexta-feira. Após a detenção, ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Bom Jesus do Maranhão, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ficou à disposição do Poder Judiciário para iniciar o cumprimento da pena de nove anos de reclusão.

A Polícia Civil destacou que a prisão demonstra a importância da integração entre as forças de segurança dos estados e do trabalho de inteligência para localizar foragidos da Justiça, mesmo quando eles tentam se esconder em outras unidades da federação.

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Médico formado pela Unemat é encontrado morto dentro de túmulo em cemitério de Rondônia

“Nos solidarizamos com seus familiares, amigos, colegas de profissão e pacientes neste momento de imensa dor. Que sua história permaneça viva na memória de todos nós e continue inspirando gerações”, afirmou a instituição.

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O médico residente Lucas Macedo Martins, de 32 anos, formado em Medicina pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira (24) dentro de um túmulo no Cemitério Santo Antônio, em Porto Velho (RO). O profissional estava desaparecido desde a madrugada de terça-feira (21).

O corpo foi localizado após funcionários do cemitério perceberem sinais de violação em uma das sepulturas durante os trabalhos de rotina. Ao verificarem o local, encontraram o médico dentro do túmulo e acionaram a Polícia Militar. A área foi isolada para os trabalhos da perícia e o início das investigações.

De acordo com as primeiras informações, Lucas apresentava sinais de violência. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o homicídio tenha ocorrido em outro local e que o corpo tenha sido levado posteriormente ao cemitério para ocultação. A causa da morte e a dinâmica do crime, no entanto, ainda dependem da conclusão dos exames periciais.

Outro ponto que intriga os investigadores é o desaparecimento do veículo da vítima. Conforme apurado pela polícia, o automóvel foi visto trafegando pela BR-364, em direção ao município de Guajará-Mirim, após o desaparecimento do médico. Com isso, uma das linhas de investigação considera a possibilidade de latrocínio, roubo seguido de morte, hipótese que ainda não foi confirmada oficialmente.

Lucas era médico residente em Medicina Intensiva no Hospital de Base de Porto Velho e havia conquistado o primeiro lugar no vestibular de Medicina da Unemat. A notícia de sua morte causou grande comoção entre colegas, professores e amigos.

Em nota de pesar, o curso preparatório MedQuim destacou a trajetória acadêmica e profissional do médico, ressaltando sua dedicação aos estudos e o atendimento humanizado aos pacientes.

“Nos solidarizamos com seus familiares, amigos, colegas de profissão e pacientes neste momento de imensa dor. Que sua história permaneça viva na memória de todos nós e continue inspirando gerações”, afirmou a instituição.

O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Contra a Vida (DHPP) de Porto Velho. Até o momento, nenhum suspeito foi preso, e a Polícia Civil aguarda os laudos periciais para esclarecer as circunstâncias da morte e identificar os responsáveis pelo crime.

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Caso de estupro de vulnerável contra bebê de 4 meses é investigado pela Deddica em Cuiabá

O bebê passou por exames periciais no Instituto Médico Legal (IML), que devem apontar os laudos técnicos sobre a violência sexual.

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Uma denúncia de estupro de vulnerável mobilizou as forças de segurança de Cuiabá. A mãe de um bebê de apenas quatro meses procurou a Polícia Civil para relatar que o filho teria sido vítima de abuso sexual no bairro Pedra 90. O principal suspeito do crime é um adolescente conhecido da família.

Segundo o boletim de ocorrência, a mãe percebeu que o filho apresentava alterações físicas e um choro persistente e atípico logo após ficar sob os cuidados do jovem. Preocupada com os sinais, ela levou a criança para avaliação médica imediata e acionou a Polícia Militar.

O bebê passou por exames periciais no Instituto Médico Legal (IML), que devem apontar os laudos técnicos sobre a violência sexual. Com base nas informações e nas evidências preliminares, equipes policiais realizaram buscas para localizar o adolescente envolvido.

As investigações estão sob a responsabilidade da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica). A unidade apura as circunstâncias do fato e adotará as medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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