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Meeting Corretores apresenta novidades do primeiro bairro planejado de Cuiabá

Um dos grandes símbolos do bairro será a Praça Dante de Oliveira, localizada na área central do empreendimento.

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O mercado imobiliário de alto padrão de Cuiabá ganhou novos capítulos com a realização do Meeting Corretores, promovido pela Abitte Urbanismo nesta quarta-feira (22), em um evento exclusivo realizado no Goiabeiras Shopping. O encontro reuniu profissionais do setor imobiliário e parceiros comerciais para apresentar as novidades, o andamento das obras do Vinhedos Oliveiras, primeiro bairro planejado da capital, e os próximos empreendimentos previstos para a região.

Inspirado no conceito de smart city (cidade inteligente), o Vinhedos Oliveiras está sendo implantado entre a Avenida Antártica e o Contorno Norte, em uma área de aproximadamente 10 milhões de metros quadrados, dos quais mais de 3 milhões de metros quadrados serão destinados à preservação ambiental e áreas verdes.

Durante o meeting, a Abitte Urbanismo destacou os diferenciais do projeto, que foi planejado para oferecer infraestrutura moderna, mobilidade urbana, segurança e qualidade de vida aos futuros moradores.

Entre as estruturas previstas estão uma ciclovia com 21 quilômetros de extensão, eletropostos para veículos elétricos, coleta seletiva de resíduos, monitoramento 24 horas, base comunitária de segurança, bicicletários, pontos de ônibus e amplas áreas de lazer.

Um dos grandes símbolos do bairro será a Praça Dante de Oliveira, localizada na área central do empreendimento. Com cerca de 19 mil metros quadrados, o espaço reunirá áreas esportivas, ambientes de convivência, lazer e integração com a natureza.

Para o CEO da Abitte Urbanismo, Francisco Colnaghi Neto, o Vinhedos Oliveiras representa uma nova fase do desenvolvimento urbano de Cuiabá, ao propor um modelo de ocupação planejada que une tecnologia, sustentabilidade e infraestrutura de alto padrão.

“O Vinhedos Oliveiras foi pensado para transformar a forma de viver em Cuiabá, criando um bairro completo, conectado e preparado para as próximas gerações”, destacou.

Durante o encontro, os corretores também conheceram os empreendimentos que integram o bairro planejado. O Village Bordeaux, primeiro condomínio do complexo, foi entregue em 2024. Já o Lago Di Vino, vencedor do Americas Property Awards 2025-2026, segue com obras em andamento e tem previsão de entrega para 2027.

Outro destaque apresentado foi o Abitte Champagne, condomínio com 294 lotes, estrutura completa de lazer, complexo aquático, quadras esportivas e vista panorâmica da capital.

A incorporadora também confirmou aos profissionais do mercado imobiliário que o próximo empreendimento previsto para a região será o Abitte Piemonte, primeiro condomínio fechado de casas prontas para morar desenvolvido pela empresa.

O projeto contará com 189 sobrados exclusivos, todos com 160 metros quadrados de área construída, três suítes, piscina privativa e duas vagas de garagem. O empreendimento terá ainda clubhouse, academia, piscina, aquaplay, spa, churrasqueira, espaço gourmet com hidromassagem aquecida, parque linear e smart conveniência.

Além de apresentar os projetos, o Meeting Corretores reforçou a estratégia da Abitte Urbanismo de aproximar a incorporadora dos profissionais do setor, que têm papel fundamental na apresentação dos empreendimentos ao mercado e na consolidação do Vinhedos Oliveiras como um dos principais vetores de expansão urbana de Cuiabá.

Com 33 anos de atuação, a Abitte Urbanismo segue contribuindo para a transformação da capital mato-grossense, apostando em projetos que combinam planejamento urbano, valorização imobiliária, sustentabilidade e qualidade de vida.

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Campanha não se perde na estratégia. Perde-se na execução.

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Porque o plano bonito no papel não elege ninguém.

Raramente uma campanha fracassa por falta de estratégia. Fracassa porque não consegue executá-la na escala e na constância que a urna cobra. Uma coisa é desenhar a campanha perfeita numa reunião de planejamento, outra bem diferente, é repeti-la com disciplina em milhares de conversas com o eleitor, dia após dia, cidade após cidade. O plano dá a direção. A execução decide o resultado.

E aqui mora o problema mais comum, a maioria das campanhas não sabe, de fato, o que está funcionando. Elas medem atividade, quantas casas visitadas, quantas ligações feitas, quantos cards publicados, mas não medem o que converte aquilo em voto. Com o digital cada vez mais caro, saturado e imprevisível, muita gente está voltando para o corpo a corpo. Só que agora com uma exigência nova, o esforço de rua precisa ser mensurável, ajustável e replicável.

Este artigo é um mapa de como construir uma campanha moderna e vencedora. Não é teoria, é a lógica de campanha adaptada às regras, à cultura e ao sistema eleitoral do dia a dia e que são bem diferentes dos manuais e receitas milagrosas que circulam por aí.

Antes de qualquer tática, é preciso entender uma inversão fundamental. Os manuais estrangeiros (EUA e outros) repetem como mantra que “eleição se ganha na mobilização, não na persuasão” porque lá fora o grande desafio é fazer o eleitor sair de casa e votar. No Brasil, o comparecimento é obrigatório. O eleitor vai à urna de qualquer jeito, mesmo que tenha aumentado e muito o voto branco, nulo e a falta no dia da votação.

Aqui, a persuasão é o centro do jogo. A disputa não é para arrastar gente à seção eleitoral, é para conquistar a preferência de quem já vai comparecer e, sobretudo, garantir que essa pessoa digite o seu número na hora H. O inimigo silencioso deixa de ser a abstenção e passa a ser o voto em branco, o voto nulo e o eleitor que gosta de você, mas esquece o número na cabine.

Traduzindo para a rua, não basta ser lembrado com simpatia. É preciso ser lembrado com número. Toda a arquitetura da campanha, da mensagem ao material, do corpo a corpo à reta final, tem que trabalhar para fixar identidade e número juntos.

Se você é candidato a deputado (estadual ou federal), esqueça a ideia de “número mágico de votos para vencer”. No sistema proporcional, quem define as cadeiras é o quociente eleitoral, e as vagas conquistadas pela legenda são distribuídas entre os candidatos mais votados daquele partido ou federação.

Na prática, isso significa duas coisas que todo estrategista precisa cravar desde o início. Primeiro, sua campanha depende do desempenho coletivo da sua legenda, não só do seu. Segundo, e mais duro de engolir, seus adversários mais diretos muitas vezes são os colegas da própria chapa. É o que se chama, sem eufemismo, de canibalismo eleitoral. Você briga por votos contra gente que, no palanque, sobe ao seu lado, tem que ter estomago né?

Definir seu “número de vitória” aqui é entender o quociente, projetar quantos votos historicamente elegem alguém na sua legenda e mapear onde estão seus votos sem canibalizar quem joga no seu time. É um cálculo de rede e de território, não de maioria simples.

Já tem alguns anos que venho pregando que quem começa antes a campanha, começa melhor. Quem larga tarde passa o pleito inteiro correndo atrás de contato, de narrativa e de fôlego. Os candidatos mais eficientes nunca “desligam” o relacionamento com a base, constroem vínculo o ano todo, ouvem, se posicionam a partir de conversas reais. Mas quem está começando agora precisa se organizar e estartar logo, pra não encarecer muito na reta final, você concorda comigo?

Aqui entra o cuidado jurídico. A propaganda eleitoral só é permitida a partir de meados de agosto do ano da eleição, e pedir voto antes disso configura propaganda antecipada, passível de multa como já estamos careca de saber. Mas há uma pré-campanha legítima que é apresentar ideias, participar do debate público, marcar posição sobre temas, fortalecer o nome, desde que sem pedido explícito de voto e sem usar meios vedados (como outdoor, disparo em massa e distribuição de brindes). O tempo que a lei te dá antes da propaganda oficial é para preparar estrutura, testar mensagem e montar equipe. Quem chega em agosto com a casa arrumada larga na frente.

Estratégia boa começa com clareza sobre quem você precisa alcançar. Quanto mais nítido o perfil do seu eleitor, melhor você aloca tempo, verba e gente.

Só que aqui no Brasil, a construção dessa base tem regras. Não existe cadastro de eleitores à venda no balcão, e comprar listas de terceiros esbarra na LGPD e nas normas do TSE. O caminho certo é construir sua própria base, de forma consentida, cadastro de apoiadores por opt-in e opt-out, formulários com finalidade clara, dados coletados no corpo a corpo e nas redes com autorização. Base bem-feita é ativo atualizado, sem duplicidade, centralizada e tratada dentro da lei. Inclusive fiz recentemente um artigo que foi publicado no segundo livro do CAMP-Clube Associativo dos profissionais de Marketing Politico, que, como coautor eu trato do uso do WhatsApp durante a pré e na campanha.

Com a base na mão, segmente com honestidade. Divida o eleitorado em três blocos e trate cada um pelo que ele é:

Quem já é seu: o trabalho não é convencer, é blindar. Garantir que vote em você e leve o número.

Quem é indeciso, mas alcançável: aqui vai a maior parte da energia de persuasão.

Quem não é seu: reconhecer isso cedo economiza uma fortuna em esforço desperdiçado.

Uma parcela pequena do eleitorado costuma decidir a maior parte do resultado. Concentrar força onde ela rende em vez de espalhar por todo lado é o que transforma visibilidade em voto.

Campanha que ignora dados navega no chute. Antes de fechar a estratégia, faça a leitura fria do terreno, qual o humor do eleitor na sua região, quais temas realmente mexem com as pessoas ali (continuidade, falta d’água, segurança, saúde, primeiro emprego, custo de vida variam muito de município para município), o peso de quem já está no poder e se a sua narrativa deve ser de ataque ou de defesa.

Sobre os adversários, vá além do superficial. Entenda como eles se posicionam, quais bandeiras levantam, onde são fortes (mandato, verba, nome conhecido) e onde são vulneráveis. Observe se estão apostando na rua ou no digital. E prepare os embates, pois antecipar o argumento do outro é meio caminho para responder com firmeza quando ele vier.

O melhor plano do mundo morre nas mãos erradas. À medida que a campanha cresce, organização importa tanto quanto número de gente, pois crescer sem estrutura vira caos, não vira voto.

Recrute o quanto sua verba e sua capacidade de gestão permitirem, mas monte um processo de entrada rápido e claro do momento em que a pessoa se oferece até ela estar, de fato, na rua produzindo. Coordenadores por região, papéis definidos, cada um sabendo o que faz. Velocidade e consistência na integração é o que dá tração e quanto antes um novo apoiador entra em campo com a mensagem certa, mais cedo a campanha ganha corpo.

A atuação de base é o lugar onde tudo se converte. O digital gera consciência de marca, a rua gera confiança, conversa de verdade e decisão. Campanhas que investem em campo estruturado e orientado por dados batem, com folga, as que apostam só em alcance amplo e desorganizado.

O digital ficou caro e menos previsível com custo subindo, atenção fragmentada, confiança em queda. A conversa olho no olho entrega o que a tela não replica, vínculo humano. E vínculo converte, seja para virar um indeciso, seja para blindar um apoiador.

Só que corpo a corpo não pode ser bagunça simpática. Operação de campo de alto nível se parece com uma boa operação comercial com território definido para cada equipe, sem sobreposição, sem rua esquecida, acompanhamento do que acontece no dia, registro de cada conversa para gerar retorno, e visibilidade de desempenho, para o coordenador enxergar o que converte e onde precisa reforçar. Estima-se que, em campanhas mal estruturadas, boa parte do esforço de rua se perca em erro evitável tipo casa visitada duas vezes, área nunca coberta, conversa que ninguém anotou. Corrigir isso melhora o resultado sem gastar um centavo a mais. Já dizia o saudoso Manhanelli a qual tive o privilégio de ser seu amigo e trabalhar junto, que, numa pesquisa realizada nos EUA se descobriu que 30% do valor investido se perdia por falta de organização.

Uma das táticas mais poderosas e ainda pouco explorada por aqui  é a organização relacional. Em vez de o apoiador apenas curtir e compartilhar, ele mobiliza a própria rede de confiança: família, vizinhos, colegas de trabalho, grupo da igreja, do futebol. Funciona porque as pessoas ouvem e agem muito mais a partir de alguém em quem já confiam do que a partir de uma peça institucional. É persuasão de alta conversão, de custo baixíssimo, e perfeitamente legal. Para cargo proporcional, que se elege em rede regional, é ouro.

Mensagem forte não é a que soa bonita, é a que conecta, reforça seu posicionamento e se mantém coerente em todos os canais. Comece identificando os poucos temas que de fato importam para o seu eleitor e que casa com a sua história. Sustente cada posição com fatos e contexto, porque credibilidade se constrói com base, não com adjetivo. Mostre trajetória, o que você já fez pesa, mas não existe voto de gratidão. Aponte caminho concreto para o futuro, plano específico convence mais que discurso genérico. E deixe a sua personalidade atravessar tudo, autenticidade é o que diferencia e aproxima.

A coerência é inegociável. O eleitor precisa ouvir a mesma ideia central na porta de casa, no story e no debate. E a mensagem tem que respirar o que a equipe de rua traz de volta, o que emociona, o que irrita, a dúvida que se repete deve realimentar e afinar o discurso ao longo da campanha.

O digital é peça essencial da campanha moderna, mas seu papel é mal compreendido. Ele brilha em construir reconhecimento, reforçar mensagem e sustentar o alcance. Raramente substitui o contato direto. As campanhas mais eficientes usam o digital para amplificar o campo, não para trocá-lo.

E, no digital, a legislação é específica. Vale ter na ponta da língua:

Impulsionamento é permitido, desde que claramente identificado e contratado apenas por candidato, partido, federação ou coligação.

Disparo em massa de conteúdo político é proibido, tanto em aplicativos de mensagem quanto em plataformas.

Inteligência artificial pode ser usada, mas com rótulo explícito, destacado e acessível sempre que o conteúdo for criado ou significativamente alterado por IA.

Deepfake é proibido durante todo o período e nada de clonar voz ou rosto de pessoa real.

Nas 72 horas antes e 24 horas depois da votação, é vedado publicar conteúdo sintético novo com imagem, voz ou manifestação de candidato, mesmo rotulado.

Some-se a isso a gestão ativa da narrativa. Desinformação se espalha rápido, e a resposta certa é monitorar cedo, responder rápido com fato, sustentar com fonte confiável e manter presença forte o suficiente para que a sua voz já esteja consolidada quando a mentira aparecer.

Numa disputa, o pessoal é decisivo. Você encarna os valores da sua candidatura, e isso precisa transparecer. Assuma suas posições com clareza, o eleitor valoriza quem se sustenta na própria convicção. Mostre personalidade, seja acessível, deixe a paixão aparecer. Mantenha uma imagem coerente do site ao palanque, porque consistência gera reconhecimento. E planeje sua marca desde o início, em vez de só reagir aos fatos, defina com a equipe, logo na largada, qual é o seu ponto de vista único e a imagem que você quer projetar.

No Brasil, dinheiro de campanha tem trilho estreito e fiscalizado. As fontes legítimas são o Fundo Especial de Financiamento de Campanha e o fundo partidário, as doações de pessoas físicas dentro dos limites legais e o financiamento coletivo regulamentado a popular vaquinha eleitoral, que, além de arrecadar, engaja: quem doa, veste a camisa. Doação de empresa é proibida. E tudo passa por prestação de contas à Justiça Eleitoral, com transparência total.

Planeje o orçamento pela projeção mínima de arrecadação e trate o excedente como combustível para escalar o que dá retorno. Um bom financiamento coletivo bem contado, além de recurso, vira prova social de apoio.

Como o voto é obrigatório, a reta final não é sobre “levar gente à urna”, é sobre converter apoio em voto certo e evitar vazamento. O foco é blindar quem já é seu e lembrar, reforçar o número, transformar simpatia em decisão firme. Durante o corpo a corpo, capture a intenção de voto para concentrar energia em apoiador confirmado, não em quem nunca será seu. Reforce presença nas regiões onde você é mais forte, onde cada esforço rende mais. E fale sob medida com grupos específicos, com a mensagem e o canal certos para cada um.

Atenção às vedações do dia da eleição, boca de urna é proibida, assim como a distribuição de santinhos nas imediações do local de votação. A mobilização legal na reta final é a que informa, lembra e agradece não a que assedia o eleitor na porta da seção.

Campanhas fortes tropeçam sempre nos mesmos buracos, quase todos filhos da falta de foco e de visibilidade. Os mais comuns:

Falar com todo mundo: tentar alcançar o eleitorado inteiro dilui a mensagem e queima recurso. Segmentar é sobreviver.

Não registrar nada: conversa que não vira dado é aprendizado jogado fora.

Depender só do digital: ótimo para reconhecimento, fraco para conversão quando é a única perna da campanha.

Rua mal executada: território bagunçado, abordagem inconsistente e ausência de acompanhamento anulam até verba grande.

Todos apontam para a mesma raiz, falta de estrutura e de medição. Quem segmenta com precisão, gerencia território de verdade e acompanha desempenho tem vantagem clara sobre quem age no improviso.

“No fim, é simples de dizer e difícil de fazer”

A estratégia aponta a direção. A execução ganha a eleição. Vencem, com regularidade, as campanhas que priorizam o corpo a corpo, estruturam a divulgação e decidem com base em resultado não em achismo. E vencem, sobretudo, as que entendem o terreno onde jogam, um país de voto obrigatório, sistema proporcional, regras rígidas de propaganda e um eleitor que decide cada vez mais perto da urna.

“O adversário mais perigoso não costuma ser o outro candidato. É a própria campanha que planeja bonito e executa mal.”

Eu sou Claudio Cordeiro e trabalho com o conceito da inteligência política e eleitoral em que o “menos é mais”.

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Sexóloga derruba mito: estimulação anal não define orientação sexual do homem

“O homem tem um estímulo prostático que está ali posicionado próximo àquela região. Então acaba gerando um prazer para o homem. É uma região delicada, tem terminações nervosas”, explicou.

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A sexualidade masculina ainda é cercada por preconceitos e desinformação, especialmente quando o assunto envolve a estimulação da região anal. Em entrevista ao RepórterMT, a sexóloga Darla Miranda esclareceu dúvidas sobre o tema, explicou os fatores biológicos que tornam a área sensível ao prazer e reforçou que a prática não tem qualquer relação com a orientação sexual ou com a masculinidade.

Segundo a especialista, ainda existe um estigma que faz muitos homens associarem esse tipo de estímulo à perda da virilidade ou à homossexualidade, percepção que ela classifica como equivocada.

“Homem que gosta ali de um dedinho atrás, ele deixa de ser masculinizado? Não. Significa que ele é gay? Não. Não tem nada a ver com isso”, afirmou.

Darla explica que a região anal masculina possui uma grande concentração de terminações nervosas, o que a torna naturalmente mais sensível aos estímulos.

“Na verdade, a região ali do esfíncter anal do homem é muito mais delicada do que a da mulher. Ele tem um estímulo de terminações nervosas mais delicado que o da mulher”, disse.

Além da sensibilidade local, a sexóloga destacou que a proximidade da próstata é outro fator que contribui para a sensação de prazer durante a estimulação da região. O órgão, conhecido popularmente como o “ponto G masculino”, pode ser estimulado de forma indireta por meio da parede do reto.

“O homem tem um estímulo prostático que está ali posicionado próximo àquela região. Então acaba gerando um prazer para o homem. É uma região delicada, tem terminações nervosas”, explicou.

Apesar da explicação científica, Darla observa que muitos homens ainda evitam explorar essa possibilidade por receio do julgamento social e por associarem a prática à perda da masculinidade.

“Tem muito esse tabu, porque tem homem que relaciona isso muito à masculinidade”, pontuou.

Ao final da entrevista, a especialista reforçou que o prazer sexual deve ser vivido de forma consensual, respeitosa e livre de preconceitos, ressaltando que uma prática íntima não altera a identidade ou a orientação sexual de ninguém.

“Na verdade, tocar aquela região de forma respeitosa não faz ninguém perder o seu nível de masculinidade”, concluiu.

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Shopping de Várzea Grande reúne esporte, cultura e diversão em programação gratuita neste fim de semana

Para o superintendente do Várzea Grande Shopping, José Flávio Alves Jr., a diversidade da programação reforça a proposta do empreendimento de oferecer muito mais do que um centro de compras.

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O Várzea Grande Shopping preparou uma programação especial para quem busca lazer gratuito neste fim de semana. Entre sábado (25) e domingo (26), o primeiro complexo multiuso de Mato Grosso promove atividades para todas as idades, reunindo esporte, cultura, entretenimento e diversão em diferentes espaços do empreendimento.

A programação começa no sábado (25), às 16h30, com a 2ª edição do Fit Dance Day. A aula será realizada na área externa, em frente à entrada principal, e será comandada pelas professoras Tamy e Kaah Santos, especialistas na modalidade. Com muita música, coreografias e energia, a atividade é aberta ao público e convida os participantes a colocarem o corpo em movimento.

Na sequência, às 17h, o Espaço de Eventos recebe uma apresentação especial de capoeira, que une esporte, música e tradição em um espetáculo gratuito para toda a família. A atividade valoriza uma das mais importantes manifestações da cultura brasileira e promete envolver o público com rodas, movimentos e interação entre os capoeiristas.

Já no domingo (26), o destaque é a última edição da programação Férias Divertidas, com a Oficina de Slime, voltada para crianças. A atividade será realizada a partir das 15h, no Espaço de Eventos, localizado no piso 3, e contará com 80 vagas, distribuídas em quatro turmas de 20 participantes. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas antecipadamente pela plataforma Sympla.

Durante a oficina, as crianças poderão explorar diferentes cores, texturas e materiais para produzir o próprio slime, em uma atividade que estimula a criatividade, a coordenação motora e a interação entre os participantes.

Para o superintendente do Várzea Grande Shopping, José Flávio Alves Jr., a diversidade da programação reforça a proposta do empreendimento de oferecer muito mais do que um centro de compras.

“Nosso objetivo é que o shopping seja cada vez mais um espaço de convivência para as famílias. Como primeiro complexo multiuso de Mato Grosso, buscamos oferecer uma programação permanente que reúna lazer, cultura, esporte e entretenimento, proporcionando experiências para pessoas de todas as idades”, destaca.

Além das atrações do fim de semana, o Várzea Grande Shopping mantém ao longo do ano uma agenda de eventos voltada à comunidade, consolidando-se como um espaço de integração entre compras, serviços, saúde, gastronomia, negócios e lazer.

PROGRAMAÇÃO

 Sábado (25)

16h30 – Fit Dance Day
Área externa – em frente à entrada principal
Gratuito

17h – Apresentação de Capoeira
Espaço de Eventos
Gratuito

 Domingo (26)
15h – Oficina de Slime (Férias Divertidas)
Espaço de Eventos – Piso 3
Gratuito (80 vagas)
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/ferias-divertidas-vg-shopping-oficina-de-slime/3508558

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