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SESI celebra 50 anos em Mato Grosso com exposição fotográfica imersiva

Mostra reúne 140 imagens e uma linha do tempo que apresenta a trajetória da instituição no estado; exposição fica no Pantanal Shopping até 8 de setembro

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Em comemoração aos 50 anos de atuação em Mato Grosso, o SESI MT apresenta uma exposição fotográfica que retrata a trajetória da instituição no estado. A mostra será realizada no Pantanal Shopping, entre os dias 20.08 e 08.09, das 10h às 22h, no Piso 2, em frente à Riachuelo.

A abertura oficial da exposição acontece nesta quinta-feira (20), com uma cerimônia que contará com a presença do presidente da FIEMT, Silvio Rangel, e do superintendente do SESI MT, Alexandre Celson Serafim. A programação de abertura também terá uma apresentação especial de um quarteto de cordas do SESI.

Mais do que uma exposição tradicional, a iniciativa foi concebida como uma experiência imersiva. Em uma estrutura que simula um cubo, 140 imagens estão distribuídas pelas faces externas, revelando momentos, fatos e personagens que ajudam a contar a história do SESI e sua contribuição para os trabalhadores da indústria, suas famílias e a sociedade mato-grossense.

No interior da estrutura, uma linha do tempo apresenta os principais marcos dessa trajetória, conectando passado, presente e futuro. A narrativa percorre desde a criação do Departamento Regional e a expansão das primeiras unidades, nas décadas de 1970 e 1980, até a ampliação das ações em saúde ocupacional e educação e, mais recentemente, iniciativas voltadas à inovação, cultura e tecnologia.

A exposição também permite ao público conhecer parte da evolução do SESI em Mato Grosso e compreender como a instituição acompanhou as transformações da indústria e das necessidades da sociedade ao longo de cinco décadas.

Para o superintendente Regional do SESI MT, Alexandre Celson Serafim, a exposição representa uma oportunidade de compartilhar com a população os momentos que marcaram a história da instituição.

“Celebrar 50 anos é olhar para o passado e reconhecer decisões, projetos e pessoas que contribuíram para o que somos hoje. A partir dessa trajetória, seguimos nos aperfeiçoando e entregando serviços e ações para a sociedade. Compartilhar esses registros com a população é motivo de orgulho para nós, porque as pessoas fazem parte da história do SESI Mato Grosso”, afirma.

A parceria com o Pantanal Shopping amplia o alcance da celebração e permite que a exposição seja acessada por um público diverso, em um espaço de convivência e circulação de pessoas.

“Receber uma exposição que celebra cinco décadas de história do SESI em Mato Grosso é uma oportunidade de levar cultura, informação e conhecimento aos nossos clientes. Ficamos muito felizes em fazer parte desse momento e contribuir para que essa trajetória seja compartilhada com a população”, destaca César Moraes, superintendente do Pantanal Shopping.

A exposição é gratuita e aberta ao público, sem necessidade de inscrição ou participação prévia.

*Serviço*
*Exposição SESI 50 anos*

*Período:* 20 de agosto a 8 de setembro de 2026
*Horário:* 10h às 22h
*Local:* Piso 2 do Pantanal Shopping, em frente à Riachuelo
*Abertura oficial:* 20 de agosto, com cerimônia de abertura e apresentação de quarteto de cordas do SESI
*Participação:* Gratuita, sem necessidade de inscrição
*Realização:* SESI MT, em parceria com o Pantanal Shopping

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Influenciador Tárcio Luiz é encontrado morto em residência no interior de Mato Grosso

A Polícia Civil acompanha o caso e aguarda os procedimentos necessários para esclarecer oficialmente a causa da morte.

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O empresário e influenciador digital Tárcio Luiz de Almeida, de 34 anos, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (19), dentro da própria residência, no bairro Jardim Violetas, em Sinop, a 480 quilômetros de Cuiabá.

A Polícia Civil foi acionada por volta das 8h40 e encontrou Tárcio sem vida em um dos cômodos localizados nos fundos do imóvel. Segundo as informações preliminares, não foram identificados sinais aparentes de violência no local.

Inicialmente, a ocorrência foi registrada como morte natural. Tárcio fazia tratamento de saúde, informação que passou a ser considerada pelas autoridades na apuração das circunstâncias do óbito.

Uma nota publicada no perfil do empresário nas redes sociais informou que a família ainda aguardava a confirmação oficial da causa da morte. Entre as hipóteses mencionadas está a possibilidade de que ele tenha sofrido um infarto durante a madrugada.

“Tudo indica que ele possa ter sofrido um infarto durante a madrugada, mas aguardamos a confirmação”, diz o comunicado.

A Polícia Civil acompanha o caso e aguarda os procedimentos necessários para esclarecer oficialmente a causa da morte.

A notícia provocou repercussão entre amigos, familiares e seguidores de Tárcio, que utilizava as redes sociais para compartilhar conteúdos relacionados à sua atividade profissional e rotina.

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Caso Zampieri: Justiça mantém prisão de três réus até novo julgamento

A decisão também determinou que as unidades prisionais onde os acusados estão custodiados permaneçam à disposição da Justiça para a realização da nova sessão do Tribunal do Júri.

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A Justiça de Mato Grosso decidiu manter a prisão preventiva de três réus acusados de participação na morte do advogado Roberto Zampieri, executado a tiros em dezembro de 2023, em Cuiabá. A decisão foi proferida nesta terça-feira (18) pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, da 11ª Vara Criminal de Cuiabá, especializada em Justiça Militar.

Permanecem presos Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Os três respondem a acusações relacionadas à execução do advogado e já foram submetidos ao Tribunal do Júri, cujo julgamento precisou ser interrompido e acabou remarcado para 29 de setembro, às 9h.

Ao analisar o pedido de revisão das prisões, o magistrado concluiu que não surgiu nenhum fato novo capaz de alterar os fundamentos que justificaram a prisão preventiva. Entre os argumentos considerados está o risco de fuga apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso.

Segundo a denúncia, os acusados seriam de Minas Gerais e teriam se deslocado até Cuiabá para participar da execução de Zampieri. Para o Ministério Público, a liberdade dos réus poderia dificultar a aplicação da lei penal.

“Não verifico qualquer circunstância fática superveniente capaz de modificar as razões que ensejaram as prisões preventivas dos acusados”, afirmou o juiz na decisão.

O magistrado, por outro lado, autorizou a defesa de Hedilerson a ter acesso ao HD que reúne dados de extrações telemáticas de outras mídias apreendidas durante a investigação. O acesso foi marcado para sexta-feira (21), às 14h.

A decisão também determinou que as unidades prisionais onde os acusados estão custodiados permaneçam à disposição da Justiça para a realização da nova sessão do Tribunal do Júri.

Função de cada acusado

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, Antônio Gomes da Silva é apontado como o responsável pelos disparos que mataram Zampieri. Conforme a investigação, ele teria confessado a execução e sido contratado para cometer o homicídio.

Hedilerson Fialho Martins Barbosa, integrante do Exército e instrutor de tiro, é acusado de atuar como intermediário. A denúncia sustenta que ele teria feito a ligação entre o executor e os responsáveis pela contratação, além de fornecer a arma utilizada no crime.

Já o coronel da reserva do Exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado pelo Ministério Público como responsável pela articulação e pelo financiamento da execução.

Outros seis denunciados também são investigados por suposto envolvimento no assassinato, entre eles Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo, apontados como mandantes. Eles ainda não foram submetidos ao Tribunal do Júri.

Crime teria relação com disputa por fazenda

Segundo a acusação, a morte de Zampieri estaria relacionada a uma disputa judicial envolvendo a Fazenda Lagoa Azul, em Ribeirão Cascalheira, avaliada em aproximadamente R$ 100 milhões.

O advogado atuava no processo representando a parte contrária aos interesses do produtor rural Aníbal Manoel Laurindo, que havia perdido a posse provisória da propriedade.

A investigação aponta que a contratação da execução teria envolvido R$ 124.250 pagos antes do assassinato e outros R$ 60 mil após a morte do advogado.

Como os fatos ainda estão submetidos ao julgamento judicial, as acusações contra os réus não equivalem a condenação definitiva.

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Nexa alcança, pela terceira vez, Selo Ouro pela qualidade do seu inventário de GEE

Em 2025 a Nexa atualizou sua abordagem de gestão climática, adotando uma meta de intensidade de emissões de Escopo 1 por tonelada de zinco produzido, indicador que permite acompanhar de forma mais direta os ganhos de eficiência operacional e a evolução da descarboniza

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O controle de emissões dos Gases de Efeito Estufa (GEE), realizado pela Nexa em suas operações, foi atestado no padrão Selo Ouro, concedido pelo Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) pela terceira vez consecutiva. A avaliação considerou as emissões diretas e indiretas (escopos 1, 2 e 3) em todas as suas operações no Brasil.

A obtenção do selo reforça a importância que a Nexa dá ao tema de mudanças climáticas. Ao longo dos anos a companhia vem amadurecendo seus controles internos e evoluindo para adaptar à expectativa global de ser a mineração que muda com o mundo. “Um inventário completo e verificado atesta a robustez e a confiabilidade dos nossos controles. Esta certificação também evidencia que a Nexa conduz a sua gestão em alinhamento aos valores de eficiência e de geração de um legado positivo”, aponta o gerente geral de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e ESG, Adriano Soares.

Anualmente, ao elaborar seu inventário de emissões de GEE, utilizando a metodologia do GHG Protocol, a Nexa avalia todas as suas fontes de emissões. Entre as 27 categorias indicadas na ferramenta, as principais fontes de emissão para a Nexa estão em combustão estacionária e processos industriais (Escopo 1), aquisição de energia elétrica (Escopo 2) e bens e serviços comprados, transporte e distribuição (Escopo 3).

O GHG Protocol é um padrão reconhecido internacionalmente e apoiado por organizações como a Organização das Nações Unidas (ONU), Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o mais utilizado por empresas e governos – com presença em mais de 140 países, representando mais de 90% das emissões globais de GEE.

Abordagem atualizada

Em 2025 a Nexa atualizou sua abordagem de gestão climática, adotando uma meta de intensidade de emissões de Escopo 1 por tonelada de zinco produzido, indicador que permite acompanhar de forma mais direta os ganhos de eficiência operacional e a evolução da descarbonização.

Para assegurar consistência histórica, o baseline de emissões de 2020 foi revisado, considerando a saída da unidade de Morro Agudo do portfólio desde 2024 e a inclusão das emissões de processos industriais nas metalurgias de Juiz de Fora e Três Marias, fonte relevante que não constava da base original. As verificações foram conduzidas por terceira parte independente, reforçando a confiabilidade das informações reportadas.

Como parte de seus compromissos climáticos, a companhia se compromete a formalizar até 2035 um plano estratégico para neutralização das emissões de Escopos 1 e 2.

Sobre o GHG Protocol

O GHG Protocol foi criado em 1998 por iniciativa de organizações não governamentais e empresas privadas, incluindo o World Resources Institute (WRI) e o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) para fornecer diretrizes para organizações gerenciarem e relatarem suas emissões de gases de efeito estufa.

No Brasil, o Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) foi criado em 2008, numa adaptação do protocolo à realidade do país, desenvolvida pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGVces) e pela WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Systentável (CEBDS), o WBSCD e 21 empresas.

Além de promover uma cultura corporativa de mensuração, publicação e gestão voluntária das emissões de GEE no Brasil, o programa também teve como objetivo constituir uma plataforma nacional para a publicação dos inventários de GEE corporativos e organizacionais.

Sobre a Nexa

A Nexa Resources é uma das maiores mineradoras de zinco do mundo. Atua há mais de 65 anos nos segmentos de mineração e metalurgia, com operações localizadas no Brasil e no Peru, e escritórios em Luxemburgo e Estados Unidos, fornecendo seus produtos para todos os continentes do mundo.

Seus colaboradores atuam, todos os dias, focados na construção da mineração que muda com o mundo, cada vez mais sustentável, inovadora, com as melhores práticas de segurança e respeito às pessoas e ao meio ambiente.

Desde 2017, suas ações são negociadas na Bolsa de Valores de Nova York, sendo seu acionista majoritário a Votorantim S.A. Para mais informações sobre a Nexa, acesse https://www.nexaresources.com/.

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