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Renovação na política: Irmão do Salão promete gestão presente e focada na comunidade de Sorriso

O encontro acontece na Casa da Direita, localizada na Avenida Tancredo Neves, nº 2493, bairro Bela Vista (ao lado do Rangus Restaurante), em Sorriso. O evento conta com o apoio de nomes de destaque da coligação “Coração da Gente”, reunindo lideranças regionais e apoiadores.

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O cenário político de Mato Grosso ganha mais um nome na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa. O empresário Caliton Araujo, popularmente conhecido como Irmão do Salão, realiza nesta terça-feira, 1º de setembro, às 19h, o lançamento oficial de sua campanha a deputado estadual pelo Partido NOVO (número 30220).

O encontro acontece na Casa da Direita, localizada na Avenida Tancredo Neves, nº 2493, bairro Bela Vista (ao lado do Rangus Restaurante), em Sorriso. O evento conta com o apoio de nomes de destaque da coligação “Coração da Gente”, reunindo lideranças regionais e apoiadores.

Quem é Caliton Araujo, o “Irmão do Salão”?

Nascido em Mato Grosso, criado em Santa Luzia (MA) e adotado por Sorriso como sua casa, Caliton Araujo construiu sua trajetória com foco no trabalho e na proximidade com a comunidade. Filho de Irisleide Costa e neto de José Martins e Doraci Costa, é casado, pai de quatro filhos e morador da Zona Leste de Sorriso.

Sua alcunha política vem da sua atuação no setor privado: há mais de 15 anos trabalha como empresário do ramo de barbearia, experiência que o aproximou diariamente da rotina dos trabalhadores e das demandas populares da região.

Principais Pautas e Propostas de Destaque

Com uma plataforma voltada à liberdade, fiscalização e atenção social, o candidato apresenta como prioridades de atuação para Sorriso e Mato Grosso:

Saúde: Defesa da implantação de um hospital na Zona Leste de Sorriso, descentralizando os atendimentos e reduzindo filas.

Esporte e Lazer: Criação de um ginásio de esporte com grama sintética coberta e estruturação de um Instituto para acompanhamento profissional no esporte.

Educação: Fiscalização e manutenção contínua das escolas municipais e estaduais, visando melhores condições para alunos e professores.

Segurança Pública: Ações permanentes de prevenção e reforço no policiamento regional.

Ação Social: Foco em políticas públicas para famílias em situação de vulnerabilidade, garantindo dignidade e acesso a serviços básicos.

Serviço

Evento: Lançamento Oficial da Campanha – Irmão do Salão (Deputado Estadual – 30220)

Data: 1º de Setembro

Horário: 19h

Local: Casa da Direita – Av. Tancredo Neves, nº 2493, Bairro Bela Vista, Sorriso (MT)

Redes Sociais: @calitonaraujo

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Politica

“Por que 10 páginas?”: Natasha pressiona Wellington sobre patrimônio e senador reage durante debate

Wellington também aproveitou a resposta para criticar a atual gestão estadual e direcionar o debate para os processos envolvendo o governo.

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A candidata ao Governo de Mato Grosso Natasha Slhessarenko (PSD) colocou o patrimônio do senador Wellington Fagundes (PL) no centro do debate promovido pela TV Vila Real nesta terça-feira (1º). Em um dos momentos mais tensos do confronto, Natasha questionou o adversário sobre sua evolução patrimonial ao longo de 34 anos de vida pública e citou a presença do senador no livro “Os Bens que os Políticos Fazem”, do jornalista Chico de Gois.

A pergunta foi direta e buscou levar ao eleitor o questionamento sobre como o patrimônio de Wellington evoluiu durante sua longa trajetória no Congresso Nacional.

“Eu gostaria que o senhor explicasse para a população que nos assiste por que o senhor tem 10 páginas nesse livro”, questionou Natasha.

A obra citada pela candidata reúne casos de parlamentares brasileiros cuja evolução patrimonial chamou atenção e apresenta informações sobre os bens declarados por políticos ao longo de suas carreiras. Wellington aparece entre os nomes analisados pelo jornalista.

Ao responder, o senador rejeitou qualquer irregularidade e afirmou que sua trajetória política não resultou em condenações judiciais.

“Porque quem trabalha muito, como a sua mãe [Serys Slhessarenko] trabalhou comigo, que eu ajudei a elegê-la, às vezes é criticado. O que me traz tranquilidade é que não tenho e não respondo a nenhum processo em 34 anos de mandato e nunca fui condenado”, afirmou.

Wellington também aproveitou a resposta para criticar a atual gestão estadual e direcionar o debate para os processos envolvendo o governo.

“Diferente do Governo que está aí cheio de processos”, completou.

O embate levou para o debate eleitoral uma discussão recorrente em campanhas políticas: a evolução patrimonial de agentes públicos e a necessidade de transparência sobre a origem dos bens declarados.

A fala de Natasha também explorou a extensa permanência de Wellington na política. O senador acumula décadas de atuação no Legislativo e tenta, nas eleições deste ano, ampliar sua presença política na disputa pelo Governo de Mato Grosso.

A resposta de Wellington, por sua vez, buscou afastar qualquer suspeita de irregularidade e enfatizou que ele nunca foi condenado judicialmente ao longo de sua carreira.

O confronto entre os dois candidatos ocorreu durante o primeiro debate televisivo entre os postulantes ao Governo de Mato Grosso e marcou um dos momentos de maior tensão da discussão eleitoral.

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Bate-boca explode nos bastidores do debate e campanhas de Natasha e Maurício trocam acusações

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O primeiro debate entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso, realizado nesta terça-feira (1º) pela TV Vila Real, do Grupo Gazeta de Comunicação, foi marcado por um confronto que extrapolou os estúdios e terminou em bate-boca nos bastidores. O episódio envolveu o candidato Maurício Coelho (Mobiliza) e integrantes da campanha da candidata Natasha Slhessarenko (PSD), que apresentaram versões diferentes sobre o início da discussão.

Durante o intervalo do debate, Maurício Coelho afirmou a jornalistas que teria sido intimidado pelo médico Roberto Fraife Barreto, marido de Natasha, após questioná-la sobre o uso do Fundo Eleitoral. A campanha da candidata recebeu nesta semana R$ 4,5 milhões do diretório nacional do PSD.

Segundo Coelho, a abordagem teria ocorrido porque Roberto não teria gostado da pergunta feita durante o debate.

“O Roberto, marido da Natasha, veio me ameaçar pela pergunta que eu fiz para a Natasha. Ele não gostou da pergunta. Todo mundo assistiu ao debate, viu como foram as perguntas”, afirmou o candidato.

Coelho classificou o episódio como uma atitude incompatível com o ambiente democrático e criticou a postura do marido da candidata.

“O marido dela tem que começar a respeitar a candidatura dela. Ele é um destemperado”, disparou.

Equipe de Natasha apresenta outra versão

A equipe de Natasha contestou a versão apresentada pelo candidato do Mobiliza. O marqueteiro Lucas Pimenta e o advogado Paulo Taques afirmaram que a tensão teria começado após Maurício Coelho se aproximar de integrantes da campanha e bater no ombro de um deles.

Segundo os dois, Coelho teria feito uma ameaça relacionada à campanha de Natasha.

“Ele bateu no ombro deste aqui e disse: ‘Eu vou trucidar a sua candidata hoje’. Imagina, eu sou marido, se um homem chega para outro homem e fala ‘eu vou trucidar sua esposa’”, relatou a equipe.

A declaração teria provocado a reação de Roberto Fraife Barreto e elevado a tensão nos bastidores.

Campanha promete levar caso à polícia

Diante do episódio, a equipe jurídica da campanha de Natasha informou que pretende registrar um boletim de ocorrência e apresentar uma representação criminal contra Maurício Coelho.

O caso acrescentou um capítulo de tensão ao primeiro debate televisivo da eleição para o Governo de Mato Grosso. O confronto, que deveria ser concentrado em propostas e críticas entre os candidatos, acabou também marcado por uma disputa nos bastidores, com acusações de intimidação e ameaça de ambos os lados.

Até o momento, as duas versões sobre o episódio são apresentadas pelas próprias partes envolvidas e deverão ser esclarecidas pelas medidas que cada grupo afirma que irá adotar.

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Taques tem propaganda barrada pelo TRE após voltar a acusar Mauro no caso da Oi

Para Flávio Fraga e Silva, a nova propaganda repete a mesma acusação, apenas utilizando uma expressão diferente.

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso determinou a suspensão imediata de uma propaganda eleitoral de Pedro Taques que associa o candidato ao Senado Mauro Mendes a supostas irregularidades no chamado caso da Oi. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (31) pelo juiz auxiliar da propaganda do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Flávio Fraga e Silva.

Na peça publicitária, Taques menciona pessoas que afirma ter prendido durante sua atuação como autoridade e, na sequência, inclui Mauro Mendes na narrativa ao declarar que o candidato teria “panhado” recursos relacionados ao caso da Oi.

Para o magistrado, a propaganda ultrapassou os limites da crítica política ao apresentar como fato consumado uma acusação que ainda estava no campo da investigação. Na avaliação do juiz, o conteúdo acaba atribuindo a Mauro a prática de um crime sem que exista condenação judicial nesse sentido.

Juiz aponta repetição de acusação já barrada

A decisão também destaca que a acusação não é nova e já havia sido analisada pela Justiça Eleitoral. Segundo o magistrado, o TRE-MT já havia considerado ilícitas imputações anteriores de “roubo” e “corrupção” contra Mauro Mendes e também determinado a retirada de conteúdo relacionado ao caso da Oi.

Para Flávio Fraga e Silva, a nova propaganda repete a mesma acusação, apenas utilizando uma expressão diferente.

O juiz afirmou que, ao dizer que Mauro “panhou, sim” os recursos, Taques reproduziu uma imputação categórica que já havia sido proibida em decisões anteriores.

Pergunta no fim da propaganda não afasta acusação

Outro ponto analisado foi a pergunta exibida ao final da peça: “Ele panhou ou não panhou?”.

Na avaliação da Justiça Eleitoral, a frase não transforma a afirmação anterior em uma dúvida legítima a ser avaliada pelo eleitor. Para o magistrado, a pergunta funciona apenas como reforço retórico da acusação.

A decisão considera que a propaganda, dessa forma, deixa de apresentar uma crítica política ou questionamento sobre a administração pública e passa a atribuir diretamente a prática de um crime ao adversário.

Taques fica impedido de repetir conteúdo

Com a decisão liminar, Pedro Taques não poderá reapresentar a propaganda, ainda que parcialmente, nem divulgar outra peça que repita a acusação de que Mauro Mendes teria “panhado” recursos relacionados ao caso da Oi.

A restrição também alcança conteúdos que apresentem Mauro como autor de crime sem que exista decisão judicial condenatória reconhecendo essa responsabilidade.

O entendimento reforça a posição da Justiça Eleitoral de que o debate entre candidatos pode envolver críticas e questionamentos sobre fatos públicos, mas não deve transformar suspeitas ou investigações em condenações antecipadas durante a campanha.

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