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Polícia

Nora é presa após matar sogra e admite que queria atingir o marido

A Polícia Civil foi acionada após vizinhos ouvirem pedidos de socorro vindos da residência de Maria Aparecida. Como o portão estava fechado e ninguém respondia aos chamados, os policiais precisaram entrar no imóvel pelo muro.

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A mulher suspeita de matar a própria sogra em Confresa, a 1.057 quilômetros de Cuiabá, confessou o crime e afirmou que tomou a decisão com o objetivo de provocar sofrimento no marido e tentar manter o casamento.

Alessandra do Nascimento Gonçalves prestou depoimento durante a audiência de custódia realizada no domingo (23). A vítima, Maria Aparecida da Silva, tinha 53 anos, era ex-servidora pública e foi encontrada morta dentro da própria residência no sábado (22).

Segundo a decisão judicial, Alessandra relatou que recebeu uma oração enviada pela sogra por meio de um aplicativo de mensagens pouco antes do assassinato. Ela afirmou, porém, que só visualizou a mensagem depois de já ter cometido o crime.

O marido de Alessandra relatou às autoridades que mantinha uma boa relação com a esposa e que sua mãe também era próxima da nora, tratando-a como filha.

Na decisão, o juiz Nelson Luiz Pereira Júnior destacou a gravidade da suspeita de que a vítima teria sido utilizada como instrumento de manipulação emocional contra o próprio filho.

A Polícia Civil foi acionada após vizinhos ouvirem pedidos de socorro vindos da residência de Maria Aparecida. Como o portão estava fechado e ninguém respondia aos chamados, os policiais precisaram entrar no imóvel pelo muro.

Alessandra posteriormente abriu o portão e informou que havia ocorrido uma tragédia envolvendo a sogra. Dentro da casa, Maria Aparecida foi encontrada morta, caída no chão e com grande quantidade de sangue ao redor.

Conforme informações policiais, a vítima apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente e tinha um fio de extensão elétrica enrolado no pescoço. Um pedaço de madeira com marcas de sangue também foi localizado e apreendido.

Após ser presa, Alessandra confessou o assassinato ao delegado Daniel Moura. Segundo o depoimento, ela afirmou que havia surtado e enfrentava problemas familiares.

A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer a dinâmica do homicídio e as circunstâncias que antecederam o crime.

Maria Aparecida era conhecida no município por ter trabalhado como servidora pública. Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e decretou luto oficial de três dias.

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Polícia

Dona de bar na Praça Popular é presa em Cuiabá durante operação da Polícia Federal

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Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro foi alvo de mandado de prisão preventiva durante ação que investiga organização criminosa ligada ao transporte aéreo de cocaína e armamentos

A empresária Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro foi presa nesta terça-feira (25), em Cuiabá, durante a Operação Bóreas, deflagrada pela Polícia Federal para desarticular uma organização criminosa investigada por atuar na logística de transporte aéreo internacional de drogas e armas.

Thatiana é sócia e administradora da TRMT Restaurante Ltda., empresa responsável pelo Tatu Bola Bar, localizado na região da Praça Popular, em Cuiabá.

Segundo informações divulgadas na investigação, a empresária foi levada à sede da Polícia Federal na Capital. Depois, passou pelo Instituto Médico Legal (IML) e foi encaminhada ao sistema prisional.

A operação também foi realizada em Palmas, no Tocantins. Ao todo, foram expedidos três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou a apreensão de aeronaves e o bloqueio e sequestro de bens e valores dos investigados. A Polícia Federal também solicitou a inclusão de dez alvos nos mecanismos de Difusão Vermelha da Interpol.

As investigações apontam que o grupo seria responsável pela organização de voos, utilização de aeronaves e pistas clandestinas e demais estruturas logísticas utilizadas para transportar grandes carregamentos de cocaína e armas de fogo. Segundo a PF, as cargas teriam origem na Bolívia e no Peru e seriam destinadas ao Brasil.

A apuração teve origem em investigações relacionadas a apreensões recentes de drogas realizadas no Tocantins.

Os investigados poderão responder por tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de outros crimes que eventualmente sejam identificados durante o avanço das investigações.

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Polícia

Pagamentos, negócios e grupo de WhatsApp: PF mira relações no entorno de Lula

As conversas também indicariam expectativas de ganhos elevados com os negócios. Em uma das mensagens, Roberta teria mencionado a possibilidade de alcançar R$ 100 milhões em ganhos durante 2024.

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Documentos reunidos pela Polícia Federal apontam que a lobista Roberta Luchsinger teria pago R$ 217.098 em despesas pessoais de Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, que ocupou o cargo de chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo os registros analisados pelos investigadores, os pagamentos teriam ocorrido entre fevereiro e novembro de 2024 e incluído faturas de cartão de crédito, parcelas de financiamento de um veículo, seguro e a compra de joias avaliadas em cerca de R$ 9,2 mil.

A investigação também identificou conversas entre Roberta e Marcola nas quais, segundo a PF, foram compartilhados códigos de barras para o pagamento das despesas.

O caso foi divulgado pela revista Veja e confirmado pela CNN. A apuração também investiga a relação de Roberta com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente, e Fernando Bittar.

De acordo com os investigadores, Roberta, Lulinha e Marcola participavam de um grupo no WhatsApp chamado “Musaranhos”, utilizado para tratar de projetos e negócios relacionados ao governo federal.

A PF apura ainda uma possível tentativa de aproximação de uma empresa ligada ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, com o Ministério da Saúde.

Segundo as informações reunidas na investigação, Marcola teria sido procurado para viabilizar um encontro com Swedenberger Barbosa, que ocupava o cargo de secretário-executivo da pasta. As mensagens indicariam que Lulinha também teria participado da articulação.

Após uma reunião em março de 2024, Marcola teria recebido uma minuta de contrato relacionada ao fornecimento de cannabis medicinal ao Ministério da Saúde, sem previsão de licitação.

Apesar de aparecer nas mensagens e documentos analisados, Marcola não é apontado como investigado no inquérito até o momento.

As conversas também indicariam expectativas de ganhos elevados com os negócios. Em uma das mensagens, Roberta teria mencionado a possibilidade de alcançar R$ 100 milhões em ganhos durante 2024.

Saída de Lulinha do Brasil

A investigação também levantou informações sobre a mudança de Lulinha para a Espanha. Segundo a PF, Roberta teria mencionado, em janeiro de 2025, a necessidade de acelerar negócios antes da saída de Fábio Luís e sua família do Brasil.

Após a prisão de Antônio Carlos Camilo Antunes e a inclusão de Roberta nas investigações, Lulinha passou a viver em Madri, na Espanha, com a família. A PF, porém, aponta que a mudança já estaria sendo planejada anteriormente.

Defesas negam irregularidades

A defesa de Marcola nega qualquer relação entre os pagamentos e o exercício de sua função pública. Os advogados afirmam que os valores seriam referentes a um empréstimo pessoal já quitado e que ele não teria adotado medidas para beneficiar Roberta.

“Recebi com surpresa a matéria que trata um empréstimo pessoal contraído e já quitado como algo ilegal. Nunca tive nenhuma relação que caracterize qualquer ilegalidade no exercício de minha função”, afirmou a defesa.

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que representa Lulinha, também nega que o empresário tenha participado de negócios relacionados ao governo federal e critica a divulgação seletiva de informações da investigação.

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Idoso de 86 anos é preso em MT para cumprir pena de 10 anos por estupro de vulnerável

O mandado de prisão foi cumprido por investigadores da Delegacia de Rondolândia após informações repassadas pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol).

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Um homem de 86 anos foi preso pela Polícia Civil neste domingo, 23 de agosto, em Rondolândia, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, para cumprir uma condenação definitiva de 10 anos e seis meses de prisão por estupro de vulnerável.

O mandado de prisão foi cumprido por investigadores da Delegacia de Rondolândia após informações repassadas pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol).

Com os dados sobre a identidade do procurado, os policiais iniciaram diligências para descobrir onde ele estava morando. O homem foi localizado em uma residência na região central da cidade.

Após a confirmação da identidade e da ordem judicial, o idoso foi conduzido à delegacia para os procedimentos previstos.

Pena deverá ser cumprida em regime fechado

Segundo a decisão judicial, a prisão ocorreu em razão de uma condenação definitiva pelo crime de estupro de vulnerável. O mandado foi expedido pela Primeira Vara Criminal e Cível da Comarca de Comodoro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A ordem determina que a pena de 10 anos e seis meses seja cumprida inicialmente em regime fechado.

Após ser apresentado à autoridade policial, o homem permaneceu à disposição da Justiça para o cumprimento da decisão.

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