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Polícia

Presa no aeroporto teve passagem por cargos comissionados na ALMT

As investigações apontam que Emerson atuava diretamente ao lado de Paulo Witter Paelo Farias, o “W.T.”, identificado como tesoureiro da organização criminosa. Conforme a Polícia Civil, ele continuava coordenando movimentações financeiras do grupo mesmo estando preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).

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A mulher presa na madrugada desta sexta-feira (31), no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, ao desembarcar de uma viagem a Paris, possui histórico de atuação em cargos comissionados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Katani Adorno Bocardi é um dos alvos da Operação Replay, deflagrada pela Polícia Civil para desarticular o núcleo financeiro de uma organização criminosa.

De acordo com informações do Portal da Transparência da Assembleia Legislativa, Katani iniciou sua trajetória na Casa em fevereiro de 2018, quando foi nomeada assessora parlamentar no gabinete do então deputado estadual Romoaldo Júnior. Em maio de 2019, passou a integrar o gabinete do deputado estadual Thiago Silva (MDB), também como assessora parlamentar.

Ela ainda ocupou funções estratégicas na estrutura administrativa da ALMT, atuando como assistente na Superintendência Executiva da Presidência e, posteriormente, como Assessora Técnica Legislativa (ATL-II), na Unidade de Assessoria Técnica Legislativa.

A passagem pelos setores ligados à Presidência ocorreu durante as gestões dos deputados Eduardo Botelho (União Brasil) e Max Russi (PSB). A exoneração foi publicada em janeiro de 2022, após retorno de licença-maternidade.

Segundo as investigações da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Katani é casada com Emerson Ferreira Lima, conhecido como “Gordão”, apontado como integrante da estrutura financeira da facção criminosa e também preso na operação.

As investigações apontam que Emerson atuava diretamente ao lado de Paulo Witter Paelo Farias, o “W.T.”, identificado como tesoureiro da organização criminosa. Conforme a Polícia Civil, ele continuava coordenando movimentações financeiras do grupo mesmo estando preso na Penitenciária Central do Estado (PCE).

O monitoramento de Katani teve início quando ela desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, vinda da Europa. O mandado de prisão preventiva foi cumprido assim que o voo pousou em Mato Grosso.

A Operação Replay é desdobramento das operações Apito Final e Fair Play e já resultou no bloqueio de mais de R$ 15 milhões em bens e ativos financeiros ligados ao grupo criminoso.

Além de Katani e Emerson, também foram presos a advogada Dayane Karol Moreira, o jogador de futebol amador Alex Júnior Santos de Alencar, conhecido como “Alex Soldado”, e o assessor da Câmara Municipal de Cuiabá, Brunno Passos da Silva.

A Justiça ainda determinou o sequestro de imóveis, veículos de luxo e o bloqueio de ativos financeiros dos investigados, medidas que, segundo a Polícia Civil, buscam enfraquecer a estrutura financeira da organização criminosa.

Em nota, o deputado estadual Thiago Silva informou que Katani foi exonerada de seu gabinete em 2019. O parlamentar afirmou que, à época da contratação, ela apresentou toda a documentação exigida, incluindo certidões de antecedentes criminais sem qualquer registro que desabonasse sua conduta, e ressaltou que não compactua com práticas ilegais, reafirmando seu compromisso com a transparência e a legalidade.

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Polícia

Advogado é flagrado tentando entrar com uísque e chips de celular na Penitenciária Central do Estado

Diante do flagrante, a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) adotou os procedimentos administrativos previstos nos protocolos de segurança da PCE e encaminhou o advogado à Polícia Civil para as providências cabíveis.

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A Polícia Penal encaminhou à Polícia Civil, na tarde desta quarta-feira (29), o advogado Ítalo Furtado Lustosa da Silva, que tentou ingressar na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, transportando chips telefônicos e uísque. A ocorrência foi registrada durante a fiscalização de rotina na unidade prisional.

Como parte da inspeção de segurança, o advogado passou pelo equipamento de BodyScan (scanner corporal), utilizado no controle de todos os visitantes e profissionais que acessam o complexo. Durante a análise das imagens geradas pelo aparelho, policiais penais identificaram dois volumes suspeitos na região do corpo do visitante.

Ao ser questionado pela equipe, o advogado informou que carregava dois invólucros contendo a bebida alcoólica. O uísque estava armazenado em recipientes de aproximadamente 100 mililitros, adaptados a partir de embalagens utilizadas para acondicionar chips telefônicos. Além do álcool, também foram localizados diversos chips de telefonia que seriam levados para o interior do presídio.

Diante do flagrante, a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) adotou os procedimentos administrativos previstos nos protocolos de segurança da PCE e encaminhou o advogado à Polícia Civil para as providências cabíveis.

 

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Katani Bocardi é presa no Aeroporto Marechal Rondon após viagem à Europa

Katani Bocardi desembarcava de viagem internacional quando foi detida pela Polícia Civil; investigação apura esquema de lavagem de dinheiro ligado a facção criminosa

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A influenciadora Katani Bocardi foi presa na madrugada desta sexta-feira (31), no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, durante o desdobramento da Operação Replay, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso para combater um esquema de organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Katani desembarcava de uma viagem internacional, com origem em Paris, quando foi abordada pelos policiais. Conforme informações preliminares, ela já era monitorada desde a conexão em São Paulo, com apoio da Polícia Federal, e a prisão foi realizada logo após a chegada da aeronave em Mato Grosso.

Um vídeo registrado pela equipe policial mostra a influenciadora sendo conduzida pelos agentes após deixar a área de desembarque.

Nas redes sociais, Katani exibe uma rotina marcada por viagens internacionais e um estilo de vida de alto padrão. O marido dela, Emerson Ferreira Lima, conhecido como “Gordão”, também foi preso durante a Operação Replay.

As investigações apontam que o grupo seria responsável por movimentar recursos financeiros e ocultar patrimônio em benefício de uma facção criminosa com atuação em Mato Grosso. Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizavam terceiros para realizar operações financeiras e dissimular a origem ilícita dos valores.

A Operação Replay foi deflagrada na quinta-feira (30) e tem como alvo um núcleo financeiro ligado ao tesoureiro da principal facção criminosa do Estado, Paulo Winter Paelo Farias, conhecido como WT, que também foi alvo da ação. Além dele, foram presos a advogada e influenciadora Dayana Karol Moreira, o assessor parlamentar Brunno Passos da Silva e o jogador de futebol amador Alex Júnior.

Ao todo, a operação cumpriu 10 mandados de prisão preventiva e diversas medidas cautelares contra 14 investigados nos estados de Mato Grosso, Santa Catarina e Rio de Janeiro.

A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores que ultrapassam R$ 17,2 milhões. As investigações seguem para identificar toda a estrutura financeira da organização criminosa e a participação de cada investigado.

Até o momento, a defesa dos investigados não havia se manifestado sobre as acusações.

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Investigação da Derf leva à prisão de foragida da Justiça em Barra do Garças

As decisões judiciais destacam que a condenada descumpriu medidas impostas pela Justiça, voltou a praticar crimes mesmo utilizando tornozeleira eletrônica e passou a ser considerada foragida.

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Uma mulher de 27 anos, considerada integrante de uma facção criminosa e procurada pela Justiça, foi presa nesta quinta-feira (31), em Barra do Garças, durante uma operação da Polícia Civil. A ação foi conduzida por equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste, após trabalho de inteligência que identificou o paradeiro da foragida.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação apontou que a mulher, condenada pela Justiça e com dois mandados de prisão em aberto, estava escondida em Barra do Garças. Após monitoramento e levantamentos de campo, os policiais confirmaram o endereço onde ela permanecia e realizaram a abordagem logo após a suspeita deixar o imóvel.

Para efetuar a prisão, equipes da Derf de Primavera do Leste se deslocaram até o município e montaram uma operação de vigilância que resultou no cumprimento das ordens judiciais.

Segundo a investigação, a mulher possui dois mandados expedidos pela 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste. Um deles foi emitido após a regressão do regime semiaberto para o fechado, em processo relacionado aos crimes de organização criminosa e associação para o tráfico de drogas. O outro decorre de condenação por tráfico de drogas, com pena superior a sete anos de reclusão.

As decisões judiciais destacam que a condenada descumpriu medidas impostas pela Justiça, voltou a praticar crimes mesmo utilizando tornozeleira eletrônica e passou a ser considerada foragida.

A suspeita também já havia sido investigada em outras operações da Polícia Civil voltadas ao combate às facções criminosas na região de Primavera do Leste, entre elas a Operação Cartório Central, deflagrada no início deste ano.

Conforme as apurações, ela exercia papel de liderança dentro da organização criminosa, sendo responsável por transmitir ordens aos integrantes, coordenar punições internas conhecidas como “salves”, participar de atos de tortura contra desafetos e atuar na logística do tráfico de drogas.

Após a prisão, a mulher foi encaminhada à delegacia para os procedimentos legais e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

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