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ACUBÁ destaca protagonismo feminino no 2º Festival das Mulheres do Hip Hop MT

Para a presidente da ACUBÁ, Zilda Barradas, apoiar o festival é fortalecer um movimento que transforma vidas por meio da arte e amplia o acesso à cultura.

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 A Associação Cuiabana Belas Artes (ACUBÁ) reforça seu compromisso com o fortalecimento da cultura popular e da diversidade ao apoiar o 2º Festival das Mulheres do Hip Hop MT, que será realizado nos dias 1º e 2 de agosto, reunindo artistas, lideranças nacionais, coletivos e representantes da cultura urbana em uma grande celebração do protagonismo feminino no movimento hip hop.

A iniciativa tem como objetivo valorizar a cultura periférica e promover o intercâmbio de experiências entre mulheres que atuam nos diversos elementos do hip hop. A programação contará com oficinas, rodas de conversa, apresentações de rap, grafite, dança, poesia, batalhas de freestyle, espaço kids e atividades de conscientização, criando um ambiente de formação, inclusão e fortalecimento da identidade cultural mato-grossense.

O festival também terá a participação de importantes lideranças nacionais do movimento, como Negratchá e Sharylaine, reconhecidas por suas trajetórias na defesa da cultura hip hop e do protagonismo feminino.

Para a presidente da ACUBÁ, Zilda Barradas, apoiar o festival é fortalecer um movimento que transforma vidas por meio da arte e amplia o acesso à cultura.

“O Festival das Mulheres do Hip Hop vai muito além da música. É um espaço de formação, resistência, representatividade e valorização das mulheres que fazem cultura todos os dias. Para a ACUBÁ, é uma honra apoiar uma iniciativa que fortalece a identidade cultural de Mato Grosso, promove o protagonismo feminino e amplia oportunidades para artistas, coletivos e novas lideranças. Investir em cultura é investir em cidadania, diversidade e transformação social”, afirmou Zilda Barradas.

Ao integrar a rede de apoiadores do evento, a ACUBÁ reafirma sua missão de incentivar iniciativas que democratizam o acesso à cultura, fortalecem a economia criativa e ampliam a participação das mulheres na construção de políticas culturais em Mato Grosso.

SERVIÇO
Evento: 2º Festival das Mulheres do Hip Hop MT
Data: 1º e 2 de agosto
Programação: Oficinas, rodas de conversa, rap, grafite, dança, poesia, batalhas de freestyle, espaço kids e ações de conscientização.
Participações nacionais: Negratchá e Sharylaine.
Realização: ACUBÁ.
Apoio: Favela Ativa, Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e demais parceiros.
Mais informações: Instagram @mulhereshiphopmt.

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FIDC ganha espaço no agronegócio e se consolida como nova alternativa de crédito para empresas rurais

Nesse cenário, os FIDCs passaram a ser vistos como ferramentas capazes de oferecer estruturas personalizadas, com maior autonomia financeira e alinhamento ao ciclo produtivo do agronegócio.

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O avanço do crédito privado está transformando a forma como empresas do agronegócio brasileiro financiam suas operações. Em meio à maior seletividade dos bancos, juros elevados e necessidade de investimentos para expansão da produção, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) passaram a ocupar posição estratégica como alternativa de financiamento para o setor.

Entre janeiro e maio de 2026, os FIDCs captaram R$ 41,7 bilhões no mercado de capitais, crescimento de 36,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No agronegócio, essas estruturas já movimentam mais de R$ 43 bilhões e vêm sendo utilizadas por empresas para ampliar liquidez, antecipar recebíveis e reduzir a dependência das linhas tradicionais de crédito rural.

O movimento acompanha também a expansão dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros), que passaram a atrair investidores interessados em ativos ligados ao campo. Segundo dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a indústria de Fiagros alcançou R$ 47,7 bilhões em patrimônio líquido em março de 2025, crescimento de 204% em relação a março de 2023.

Crédito privado cresce diante dos desafios do financiamento rural

A expansão dos instrumentos financeiros privados ocorre em um momento em que o crédito oficial enfrenta limitações. O Plano Safra 2026/2027 destinou R$ 525,1 bilhões para a agricultura empresarial, alta nominal de 1,72% frente ao ciclo anterior, percentual inferior à inflação acumulada no período.

Do total, R$ 384,9 bilhões foram direcionados para custeio e comercialização, reforçando a necessidade de produtores e empresas do setor buscarem alternativas mais flexíveis para financiar operações, estoques, compra de insumos e projetos de crescimento.

Nesse cenário, os FIDCs passaram a ser vistos como ferramentas capazes de oferecer estruturas personalizadas, com maior autonomia financeira e alinhamento ao ciclo produtivo do agronegócio.

FIDC transforma recebíveis em ferramenta estratégica de crescimento

Diferentemente do modelo tradicional de financiamento bancário, o FIDC permite que empresas utilizem seus próprios recebíveis como lastro para captar recursos. Entre os ativos utilizados estão duplicatas comerciais, contratos de venda futura e outros direitos creditórios.

Na prática, a empresa transforma receitas futuras em capital disponível no presente, garantindo maior previsibilidade financeira e controle sobre a gestão do crédito.

Um dos exemplos desse movimento é a atuação da Audax Capital, que registrou crescimento de 115% em 2025 e alcançou R$ 650 milhões em recursos administrados. A companhia tem estruturado operações voltadas principalmente ao agronegócio, com foco em regiões como o Centro-Oeste brasileiro.

Segundo Pedro Da Matta, CEO da Audax Capital, o FIDC deixou de ser apenas uma alternativa emergencial e passou a ser uma ferramenta estratégica de gestão financeira.

“O crédito passou a ser tratado como uma alavanca de resultados. Ao estruturar um FIDC próprio, a empresa consegue captar recursos com mais flexibilidade e criar um ciclo financeiro sustentável dentro do próprio ecossistema agropecuário”, afirma.

Centro-Oeste impulsiona demanda por crédito estruturado

A expansão do crédito privado tem sido especialmente relevante no Centro-Oeste, uma das principais regiões produtoras de grãos do país.

Com o crescimento da produção agrícola, empresas ligadas à cadeia de insumos, armazenagem, comercialização e serviços passaram a demandar soluções financeiras mais rápidas e adaptadas ao ritmo do setor.

Para Da Matta, a redução da oferta de crédito bancário tradicional acelerou a busca por modelos alternativos.

“A retração do crédito bancário fez com que muitas empresas agropecuárias buscassem estruturas mais ágeis e customizadas. O FIDC permite utilizar recebíveis próprios como garantia, aumentando a flexibilidade e o controle sobre o financiamento”, explica.

Tecnologia amplia acesso ao crédito no agronegócio

Outro fator que impulsionou o crescimento dos FIDCs foi a digitalização do mercado financeiro. Plataformas tecnológicas permitiram reduzir barreiras geográficas e facilitar a estruturação de operações fora dos grandes centros financeiros.

Com isso, empresas agropecuárias passaram a acessar soluções antes concentradas em grandes instituições financeiras, ampliando a competição e criando novas possibilidades de financiamento.

“A transformação digital tornou possível estruturar e administrar operações de crédito de forma integrada, eficiente e descentralizada”, destaca Da Matta.

Investidores encontram novas oportunidades no agro

Além de beneficiar empresas que precisam de capital, os FIDCs também atraem investidores pela possibilidade de acesso a ativos vinculados à economia real.

O modelo oferece operações lastreadas em recebíveis do próprio agronegócio, conectando investidores às cadeias produtivas e ampliando a participação do mercado de capitais no financiamento rural.

A expansão dos Fiagros e dos FIDCs demonstra o crescente interesse por alternativas ligadas ao setor agropecuário, especialmente em um ambiente de maior cautela dos bancos.

FIDC deve ganhar ainda mais relevância no financiamento do agro

Com juros elevados, maior rigor na concessão de crédito e necessidade crescente de investimentos, os FIDCs próprios passaram a ser uma ferramenta estratégica para empresas que buscam sustentabilidade financeira.

Além de ampliar o acesso ao capital, o modelo permite melhorar a gestão dos recursos, reduzir custos financeiros e criar estruturas mais eficientes para acompanhar o crescimento do agronegócio brasileiro.

A tendência é que o crédito estruturado continue ganhando participação no setor, consolidando os FIDCs como uma das principais alternativas para financiar a expansão da agropecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Carlinhos Bezerra diz que arrependimento o “corrói todos os dias” e afirma que perdeu o controle ao matar casal

“Na hora em que ele veio para a minha direção e me xingou, eu perdi o controle”, declarou.

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O empresário Carlos Alberto Gomes Bezerra, conhecido como Carlinhos Bezerra, afirmou nesta sexta-feira (31), durante o Tribunal do Júri, que se arrepende diariamente dos assassinatos da ex-companheira Thays Machado e do namorado dela, Willian César Moreno. Réu confesso no processo, ele declarou que o crime cometido em janeiro de 2023 representa o maior erro de sua vida.

“Assumo que errei como nunca poderia ter errado na minha vida. Digo com certeza que essa coisa me corrói todos os dias”, afirmou o empresário durante o interrogatório. Em outro momento, disse que lamenta diariamente a morte de Thays e o impacto causado à filha da vítima.

O depoimento durou cerca de duas horas. Carlinhos respondeu às perguntas da defesa, do Ministério Público e da juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. O julgamento é aberto ao público, mas a captação de imagens pela imprensa não foi autorizada.

Durante o interrogatório, o empresário descreveu o relacionamento com Thays como intenso, marcado por sucessivos términos e reconciliações ao longo de três anos e sete meses. Segundo ele, o casal chegou a planejar o casamento antes da separação definitiva.

Carlinhos relatou que o rompimento ocorreu no fim de dezembro de 2022 e afirmou que ainda acreditava em uma reconciliação. Disse que, como ambos compartilhavam a localização dos celulares, decidiu procurar a ex-companheira para conversar e entender os motivos do término.

Ao falar sobre o dia do crime, afirmou que encontrou Thays e Willian por acaso quando seguia para um shopping. Segundo sua versão, ao questionar a ex-companheira por que ela não atendia suas ligações, Willian teria se aproximado do veículo e o insultado.

“Na hora em que ele veio para a minha direção e me xingou, eu perdi o controle”, declarou.

O empresário afirmou que o primeiro disparo tinha como alvo Willian e alegou ter sofrido um “apagão”, dizendo não se lembrar dos demais momentos da ação. Questionado pelo Ministério Público sobre o motivo de essa versão não ter sido apresentada durante a investigação, respondeu que havia contado o episódio ao antigo advogado, mas que, após a prisão, não conseguia falar sobre o caso.

Durante o depoimento, Carlinhos também negou ter perseguido Thays antes do crime. Apesar das investigações da Polícia Civil apontarem monitoramento sistemático da vítima, ele afirmou que apenas utilizava o compartilhamento de localização existente entre os dois e que as anotações encontradas em sua residência eram um hábito pessoal.

O réu ainda explicou por que viajou para Campo Verde após os homicídios. Segundo ele, precisava “racionalizar” o que havia acontecido antes de se apresentar às autoridades e afirmou que nunca teve intenção de fugir.

O caso

Carlinhos Bezerra responde pelo assassinato da ex-companheira Thays Machado, de 44 anos, e do empresário Willian César Moreno, de 30. O crime ocorreu em 18 de janeiro de 2023, em frente ao Edifício Solar Monet, no bairro Consil, em Cuiabá.

De acordo com a investigação, o casal aguardava um veículo de aplicativo quando foi surpreendido pelo empresário, que efetuou diversos disparos de arma de fogo. Conforme a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Thays foi atingida por três tiros, enquanto Willian sofreu disparos no braço e no tórax.

O julgamento prossegue no Fórum de Cuiabá, onde os jurados decidirão sobre a responsabilidade criminal do réu e a eventual condenação.

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Cinco Tipos de Medo chega às plataformas de streaming hoje (31)

A partir de hoje, o filme pode ser assistido na Globoplay, Prime Video e operadoras. Neste sábado (1º de agosto), o longa será exibido pelo Telecine Premium às 22h. No Telecine Pipoca, a exibição ocorre no domingo (2), às 20h.

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“Cinco Tipos de Medo”, segundo longa-metragem de Bruno Bini, fica disponível em várias plataformas de streaming a partir de hoje (31). Escrito e dirigido pelo cuiabano, o filme foi o grande vencedor do Festival de Gramado de 2025, com quatro Kikitos (Melhor Filme, Melhor Roteiro, Melhor Montagem e Melhor Ator Coadjuvante).

 

Totalmente filmado em Cuiabá, “Cinco Tipos de Medo” acompanha cinco personagens cujas histórias se conectam na cidade, num roteiro com ação, suspense, drama e muita tensão. O elenco reúne Bella Campos, Xamã, João Vitor Silva, Bárbara Colen e Rui Ricardo Diaz.

 

A partir de hoje, o filme pode ser assistido na Globoplay, Prime Video e operadoras. Neste sábado (1º de agosto), o longa será exibido pelo Telecine Premium às 22h. No Telecine Pipoca, a exibição ocorre no domingo (2), às 20h.

 

O longa começa com Murilo (João Vitor Silva), músico que, depois de uma grande perda, se apaixona por Marlene (Bella Campos), enfermeira presa em uma relação complicada com o traficante Sapinho (Xamã). Os três personagens se conectam com as histórias de Luciana (Bárbara Colen), uma policial em busca de vingança, e Ivan (Rui Ricardo Diaz), advogado com intenções ocultas.

 

“Cinco Tipos de Medo” foi produzido pela Plano B Filmes e Druzina Content, com coprodução da Quanta e distribuição nacional a cargo da Downtown Filmes. O segundo longa de Bini foi viabilizado com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), por meio da Ancine, e contou com apoio do Governo de Mato Grosso.

SINOPSE

Murilo, um jovem músico em luto, se envolve com Marlene, enfermeira presa a um relacionamento abusivo com um traficante. Suas histórias se cruzam com as de Luciana, policial movida por vingança, e Ivan, advogado com intenções ocultas. Cinco vidas aparentemente desconectadas colidem num caminho sem volta.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Rui Ricardo Diaz, Bárbara Colen, João Vitor Silva, Bella Campos, Xamã

Produção: Plano B Filmes, Druzina Content

Coprodução: Quanta

Distribuidora: Downtown Filmes

Produção Executiva: Luciana Druzina, Bruno Bini, Amanda Ruano

Direção: Bruno Bini

Roteirista: Bruno Bini

Direção de Fotografia: Ulisses Malta Jr.

Direção de Arte: Pedro von Tiesenhausen

Trilha Sonora Original: Leo Henkin

Montagem: Bruno Bini

Desenho de Som: Kiko Ferraz e Ricardo Costa

Sobre a DRUZINA CONTENT | Coprodutora

Druzina Content possui mais de 20 anos de experiência em inovação audiovisual e produção de conteúdo. Atualmente, a Druzina está presente em mais de 60 países, nas mais diversas plataformas, salas de exibição e canais. A empresa atua principalmente nos segmentos de cinema, televisão e jogos eletrônicos. Com o propósito de criar propriedades intelectuais sem fronteiras e produzir histórias que precisam ser contadas, as obras da empresa já participaram de diversos festivais e mercados, recebendo inúmeros prêmios. A fundadora e CEO da empresa, Luciana Druzina, é membro do Conselho Federal da BRAVI, do Comitê Gestor do Projeto Setorial Cinema do Brasil, do Comitê Gestor do Projeto Setorial Brazilian Content e dos conselhos do RSFantástico e da Abranima. Além disso, integra a International Academy of Television Arts & Sciences e faz parte da comissão julgadora do International Emmy® Awards. Em reconhecimento à atuação da Druzina Content no mercado externo, a empresa conquistou o Prêmio Exportação ADVB/RS por seis anos consecutivos (2020–2025) um feito inédito para o setor da economia criativa e para a indústria audiovisual brasileira e recebeu a Distinção Ouro por já ter vencido o prêmio cinco vezes.

Sobre a PLANO B FILMES | Coprodutora

A Plano B Filmes é uma produtora brasileira localizada em Mato Grosso, região centro-oeste do país. Tem em seu currículo filmes de curta-metragem, documentários e dois longas-metragens que juntos, reúnem mais de 60 prêmios recebidos em festivais brasileiros e internacionais e foram comercializados para diversos mercados internacionais. “Cinco Tipos de Medo”, seu longa-metragem mais recente, teve sua première no Festival de Gramado, onde recebeu quatro kikitos, entre eles o de Melhor Filme.

Sobre a DOWNTOWN FILMES | Distribuidora no Brasil

Fundada em 2006, a Downtown Filmes é a única distribuidora dedicada exclusivamente ao cinema brasileiro. Desde 2011, ocupa a posição da distribuidora número 1 no ranking de filmes nacionais. De 2006 até hoje, vendeu mais de 50% de todos os ingressos de filmes brasileiros lançados. Até março de 2024, a Downtown Filmes lançou 158 longas nacionais, que acumularam mais de 180 milhões de ingressos vendidos. Entre os maiores sucessos da distribuidora estão “Minha Mãe É Uma Peça 1, 2 e 3”, estrelados por Paulo Gustavo; “De Pernas Pro Ar 1 e 2”, e “Loucas Pra Casar”, com Ingrid Guimarães; “Chico Xavier”, “Elis”, “Fala Sério, Mãe!” com Ingrid Guimarães e Larissa Manoela, “Minha Vida em Marte” com Paulo Gustavo e Mônica Martelli, “Cine Holliúdy 1 e 2”, “Simonal”, “Mussum, O Filmis” e “Os Farofeiros 1 e 2” com Maurício Manfrini e Cacau Protásio.

Bruno Bini é diretor, roteirista e produtor com mais de 20 anos de carreira. Seus filmes falam de histórias do centro do Brasil, conectando vidas e paisagens pouco vistas a grandes públicos. Seu trabalho já recebeu mais de 60 prêmios no Brasil e no exterior.

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