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Polícia

Policiais penais frustram tentativa de envio de celulares por drone em unidade prisional

A ação integra o trabalho permanente de monitoramento e reforço da segurança realizado pelos policiais penais para impedir a entrada de materiais proibidos e manter a ordem no sistema penitenciário estadual.

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Policiais penais da Penitenciária Major PM Eldo de Sá Corrêa, conhecida como Mata Grande, impediram a entrada de aparelhos celulares na unidade prisional após interceptarem um drone que sobrevoava o local entre a noite de segunda-feira (13) e a madrugada de terça-feira (14).

De acordo com a direção da unidade, a primeira movimentação da aeronave foi identificada por volta das 22h15 pelos servidores que atuavam nas torres de vigilância. Na ocasião, o drone tentou lançar a carga, mas não foi possível interceptar o equipamento nem recuperar o material transportado.

Já por volta da 1h, a aeronave retornou para uma nova tentativa de entrega. Desta vez, a equipe de vigilância conseguiu impedir a ação, apreendendo o drone antes que os objetos fossem lançados para o interior da penitenciária.

Durante a operação, foram apreendidos um drone e dois aparelhos celulares que, segundo a Polícia Penal, seriam destinados a pessoas privadas de liberdade.

Os materiais recolhidos foram encaminhados para os procedimentos administrativos e para investigação, que buscará identificar os responsáveis pela tentativa de introduzir objetos ilícitos na unidade prisional.

A ação integra o trabalho permanente de monitoramento e reforço da segurança realizado pelos policiais penais para impedir a entrada de materiais proibidos e manter a ordem no sistema penitenciário estadual.

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Polícia

Família busca recursos para translado de mineira assassinada na Bélgica

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A morte da brasileira Silvilene Rocha, de 37 anos, causou comoção entre familiares e amigos em Minas Gerais. Natural de Conselheiro Lafaiete, a mineira foi assassinada a golpes de facão na madrugada da última segunda-feira (13), na cidade de Marche-en-Famenne, na província de Luxemburgo, na Bélgica.

Segundo uma amiga de infância da vítima, Silvilene era conhecida pela personalidade alegre e já se preparava para retornar ao Brasil após um período vivendo no país europeu.

“Ela era totalmente animada. Já estava quase na data prevista para retorno ao Brasil”, relatou a amiga, que preferiu não ter a identidade divulgada.

De acordo com familiares, o principal desafio agora é viabilizar o translado do corpo para Minas Gerais. O alto custo do procedimento e a burocracia internacional dificultam o retorno da vítima ao Brasil. A família informou que não pretende conceder entrevistas neste momento.

Conforme informações divulgadas pela imprensa belga, o crime ocorreu em um imóvel localizado na Avenue de la Toison d’Or. Silvilene foi atacada por um homem armado com um facão e acabou morrendo em frente a uma agência bancária após tentar fugir.

Outra brasileira que também estava na residência conseguiu escapar durante o ataque, mas sofreu ferimentos graves e foi encaminhada a um hospital da região.

As investigações apontam que o imóvel havia sido alugado por temporada e era supostamente utilizado para a prática de prostituição. Segundo o Ministério Público da província de Luxemburgo, Silvilene exercia atividade ligada à prostituição na Bélgica.

O suspeito do crime teve a prisão preventiva decretada pela Justiça belga na terça-feira (14). Ele deverá passar por uma audiência na próxima sexta-feira (17), quando será decidido se continuará preso durante o andamento das investigações.

Enquanto aguardam o desfecho do processo criminal, familiares e amigos concentram esforços para arrecadar recursos e cumprir o desejo de sepultar Silvilene em sua cidade natal, em Minas Gerais.

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Operação da PF mira esquema de crédito consignado com indícios de lavagem de dinheiro

Operação Fugazi cumpre 13 mandados de busca e apreensão em São Paulo e no Rio Grande do Sul; investigação é conduzida pela Polícia Federal em Mato Grosso.

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de utilizar operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado para aplicar fraudes contra servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso, que também determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, além do bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações apontam que empresas ligadas ao grupo teriam estruturado operações apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado. No entanto, segundo os investigadores, os contratos funcionariam, na prática, como empréstimos consignados com juros elevados e mecanismos que dificultariam a quitação das dívidas, favorecendo o aumento contínuo do saldo devedor.

Além das supostas fraudes contra consumidores, a investigação também apura possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro. Outros delitos eventualmente identificados durante o andamento das investigações poderão ser incluídos no inquérito.

Segundo a Polícia Federal, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear o fluxo financeiro dos recursos movimentados pelo grupo e esclarecer o grau de participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

A operação é coordenada pela Polícia Federal em Mato Grosso e segue em andamento. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre prisões relacionadas à ação.

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Polícia

País se comove com morte de bebê após suspeita de violência sexual em Fortaleza

A Polícia Civil aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer a dinâmica dos fatos e confirmar oficialmente a causa da morte.

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A morte de uma bebê de apenas 10 meses, ocorrida na última segunda-feira (13), em Fortaleza (CE), provocou uma onda de comoção e indignação em todo o Brasil. O caso, investigado como suspeita de estupro seguido de morte, reacendeu o debate sobre o combate à violência contra crianças e a necessidade de punições mais rigorosas para crimes dessa natureza.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), a criança foi levada a uma unidade de saúde após passar mal dentro de casa. Durante o atendimento, profissionais de saúde identificaram indícios de violência sexual. Apesar dos esforços da equipe médica, a bebê não resistiu aos ferimentos.

De acordo com as investigações, a mãe da criança estava na residência quando percebeu que a filha havia passado mal e, inicialmente, acreditou que ela estivesse engasgada. Ela acionou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, mas, diante da demora no atendimento, decidiu levar a menina ao hospital por meios próprios.

Dois homens, de 22 e 26 anos, foram presos em flagrante suspeitos de envolvimento no crime. Conforme informado pela polícia, um deles mantinha um relacionamento com a mãe da bebê e o outro é primo dele.

Além dos dois presos, outras pessoas foram encaminhadas à Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca), onde prestaram depoimento para auxiliar nas investigações.

A Secretaria da Segurança Pública informou que equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Perícia Forense participaram da ocorrência. A Polícia Civil aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer a dinâmica dos fatos e confirmar oficialmente a causa da morte.

A tragédia repercutiu em todo o país e gerou manifestações de pesar e revolta nas redes sociais. O caso também motivou manifestações de autoridades, entre elas a do senador Cleitinho (Republicanos-MG), que utilizou a tribuna do Senado para defender a reabertura do debate sobre a adoção da pena de morte no Brasil para crimes considerados bárbaros. As investigações seguem em andamento.

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