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PM apreende adolescentes com arma de fogo e munições em Cáceres

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Dois adolescentes, de 16 e 17 anos, foram apreendidos por policiais militares do 6º Comando Regional na noite de quarta-feira (29), em Cáceres, por porte ilegal de arma de fogo. Com a dupla, a Polícia Militar apreendeu um revólver calibre 38 carregado com seis munições.

Segundo informações da PM, os menores, apontados como integrantes de uma facção criminosa, foram localizados no bairro Marajoara após denúncias anônimas indicarem que dois suspeitos circulavam em atitude suspeita em uma motocicleta vermelha e estariam armados.

Com base nas características repassadas, equipes da Polícia Militar iniciaram buscas na região e encontraram os adolescentes. Durante a abordagem, os dois demonstraram nervosismo, o que levantou ainda mais suspeitas por parte dos policiais.

Na revista pessoal, os militares localizaram o revólver calibre 38 com seis munições intactas. Além da arma, também foi apreendido um celular quebrado. A motocicleta utilizada pela dupla foi encontrada e, conforme a checagem policial, estava regularizada e sem infrações administrativas.

Após o flagrante, os adolescentes foram apreendidos e encaminhados à delegacia de Cáceres, onde o caso foi registrado para as providências cabíveis.

A Polícia Militar reforça que a população pode contribuir com ações de combate à criminalidade por meio de denúncias anônimas, pelos números 190 ou 0800.065.3939.

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Polícia

Homem morre após ser esfaqueado durante confraternização em Sorriso

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Um homem identificado como Dyonisio Carlito Antonielo, de 43 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (1º) após ser esfaqueado durante uma confraternização em uma residência no município de Sorriso. O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio doloso.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após denúncia de uma tentativa de homicídio. Quando os agentes chegaram à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), a vítima já havia sido levada por amigos e recebia atendimento de emergência. Dyonisio apresentava hemorragia intensa causada por golpe de arma branca. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade.

As informações preliminares apontam que o grupo de amigos estava reunido desde a noite anterior, por volta das 21h, em uma conveniência da cidade. Já durante a madrugada, por volta das 4h, os envolvidos seguiram para uma residência, onde continuaram consumindo bebidas alcoólicas.

Segundo relatos de testemunhas, durante o encontro a vítima teria iniciado uma discussão, passando a ofender verbalmente os presentes e, em seguida, a agredi-los com socos e chutes.

O suspeito, também de 43 anos, relatou aos policiais que reagiu após não suportar mais as agressões. Segundo a versão apresentada, ele pegou uma faca e atingiu Dyonisio durante o desentendimento. Após o ocorrido, fugiu para casa, enquanto amigos da vítima tentaram socorrê-la e a levaram em um carro particular até a UPA.

Com apoio de testemunhas, a Polícia Militar localizou o suspeito saindo de uma kitnet. No momento da abordagem, ele apresentava ferimentos no olho esquerdo e reclamava de dores nas pernas, alegando ter sido agredido pela vítima antes do crime.

O homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Sorriso, onde o caso foi registrado e será investigado. A ocorrência é tratada, inicialmente, como homicídio doloso.

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Oruam e família entram na mira da polícia em operação contra facção

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, na manhã desta quarta-feira (29), mais uma fase da Operação Contenção, ofensiva voltada ao combate da expansão territorial do Comando Vermelho (CV) e ao desmonte do braço financeiro da facção criminosa. Entre os alvos da ação estão o rapper Oruam, a mãe dele, Márcia Gama, e o irmão, Lucca Nepomuceno.

A operação é conduzida por agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) e cumpre mandados expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada em Crime Organizado da Capital. A investigação busca desarticular o núcleo responsável por movimentar, ocultar e reinserir no circuito formal recursos atribuídos ao tráfico de drogas.

Segundo a Polícia Civil, a ofensiva é resultado de cerca de um ano de investigação, com cruzamento de dados telemáticos, financeiros e materiais apreendidos. As apurações apontam para a existência de uma engrenagem estruturada de lavagem de dinheiro, usada para pulverizar recursos ilícitos por meio de contas de terceiros e ocultação patrimonial.

Além de Oruam e familiares, a operação também mira outros nomes apontados como operadores financeiros e integrantes do alto escalão do Comando Vermelho. Um dos presos nesta fase foi Carlos Alexandre Martins da Silva, apontado como um dos operadores da facção.

De acordo com as investigações, Oruam já era considerado foragido desde fevereiro, após descumprimento de medidas judiciais relacionadas ao uso de tornozeleira eletrônica em outro processo. A situação amplia a pressão judicial sobre o artista, agora inserido em uma investigação mais ampla sobre a estrutura financeira da facção.

A mãe do rapper, Márcia Gama, também volta ao radar da polícia. Segundo os investigadores, ela é suspeita de atuar na movimentação e intermediação de recursos ligados ao tráfico. O nome dela já havia surgido em fases anteriores da Operação Contenção.

A nova etapa da operação reforça o foco da Polícia Civil em atingir não apenas a atuação armada da facção, mas também sua estrutura de financiamento, considerada estratégica para a manutenção do poder territorial do grupo criminoso no Rio de Janeiro.

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Polícia Civil cumpre prisões contra grupo investigado por homicídios em Mato Grosso

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (28), a Operação Fracta para desarticular uma facção criminosa investigada por execuções, planejamento de homicídios e disputa territorial em Peixoto de Azevedo e região, no norte de Mato Grosso.

Ao todo, estão sendo cumpridas 24 ordens judiciais, sendo 16 mandados de busca e apreensão e oito de prisão preventiva. As ordens foram expedidas pela Segunda Vara da Comarca de Peixoto de Azevedo.

Os mandados são cumpridos nos municípios de Peixoto de Azevedo, Alto Garças, Várzea Grande e também em Rio Branco, no Acre. A operação é conduzida por policiais da Delegacia de Peixoto de Azevedo, com apoio das Delegacias Regionais de Alta Floresta e Sinop, além da Polícia Civil do Acre.

As investigações apontam que o grupo criminoso mantinha uma estrutura organizada voltada à identificação e execução de integrantes de facções rivais. Segundo a Polícia Civil, os investigados realizavam o levantamento de alvos, reunindo informações como endereço, fotografias e identificação das vítimas, além de providenciar veículos e armas para a prática dos crimes.

Após essa fase, os dados eram repassados a outros integrantes da organização, apontados como “mercenários”, que seriam os responsáveis por executar os homicídios.

De acordo com a investigação, os alvos da operação estão ligados a pelo menos duas tentativas de homicídio registradas em maio e junho de 2025. As vítimas, dois jovens de 19 e 20 anos, seriam integrantes de uma facção rival e foram baleadas em ataques armados na região.

Segundo o delegado Thiago Barros, responsável pelo caso, a operação busca enfraquecer a estrutura da organização criminosa e conter a escalada da violência no município.

“A operação representa mais um importante passo no fortalecimento da segurança pública no interior do estado, reafirmando o compromisso da instituição no combate qualificado às facções criminosas”, afirmou o delegado.

O nome da operação, Fracta, vem do latim e significa “quebrada”. Segundo a Polícia Civil, a escolha faz referência a mensagens interceptadas durante a investigação, nas quais os suspeitos usavam a expressão “a engrenagem não para” para indicar a continuidade das ações criminosas.

A Operação Fracta integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para 2026 e faz parte da Operação Pharus, inserida no programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, voltado ao combate às facções criminosas.

A ação também integra a Operação Nacional da Renorcrim, rede coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para atuação conjunta das Polícias Civis no enfrentamento ao crime organizado.

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