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Polícia

Mulher de 38 anos é assassinada dentro de casa no interior de Mato Grosso

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Uma mulher identificada como Alessandra de Souza Nunes, de 38 anos, foi assassinada a facadas dentro da própria residência na madrugada deste domingo (26), no município de Aripuanã, a 971 quilômetros de Cuiabá.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, criminosos invadiram o imóvel onde a vítima estava com o marido e desferiram diversos golpes de faca contra Alessandra.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, a vítima ainda apresentava sinais vitais, mas estava gravemente ferida, com uma perfuração no pescoço. Ela foi socorrida e encaminhada a uma unidade de saúde do distrito, porém não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada pelo médico plantonista.

O marido da vítima relatou aos policiais que os mesmos suspeitos já haviam invadido a residência dois dias antes. Na ocasião, segundo ele, os criminosos estavam armados com um revólver e um facão.

Ainda conforme o relato, durante a primeira invasão, o homem foi agredido e os suspeitos afirmaram que retornariam para matar o casal, supostamente a mando de uma organização criminosa.

A primeira ocorrência, no entanto, não foi registrada. Segundo o marido, ele reconheceu os autores e decidiu não procurar a polícia por medo de represálias e receio pela segurança da família.

Após o crime, equipes da Polícia Militar realizaram buscas pela região, mas até o momento nenhum suspeito foi localizado. O caso será investigado.

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Polícia

Operação da Polícia Civil mira facção criminosa que atuava com tráfico e homicídios em Cáceres

A operação mobilizou, ao todo, 64 policiais civis, 40 militares e 15 penais, além de 23 militares do Exército

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta segunda-feira (27.4), a Operação Codinomes, para cumprir 22 ordens judiciais contra membros de uma facção criminosa que atua na região de Cáceres cometendo crimes de tráfico de drogas e homicídios.

Estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, em Cuiabá, Cáceres, Mirassol D’Oeste, Várzea Grande e Primavera do Leste, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após manifestação célere e favorável do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres.

A investigação da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira iniciou em julho de 2025 e identificou cerca de 35 pessoas que estavam associadas em estrutura hierarquizada, com clara divisão de tarefas, com a finalidade de cometer tráfico de drogas e crimes violentos no município de Cáceres.

Durante a investigação, apurou-se que a facção criminosa possuía pelo menos 32 pontos de comercialização de drogas em Cáceres e as atividades eram gerenciadas por pessoas que estão reclusas no sistema penitenciária. Uma delas é uma mulher conhecida como “Princesa”, que foi alvo da “Operação Coroa Quebrada” e possuía a função de gerente regional.

No mesmo sentido, investigados reclusos no sistema penitenciário repassavam determinações aos integrantes da facção criminosa em liberdade para realizar o monitoramento de pessoas, em tese, vinculadas a uma facção rival.

O grupo mantinha um sistema rigoroso de vigilância territorial, onde membros enviavam vídeos e fotos dos bairros para monitorar a presença policial e de rivais.

Codinomes

O nome da operação, Codinomes, foi escolhido devido ao fato de que os alvos alteravam constantemente os apelidos com o objetivo de não serem identificados.

A execução da operação foi realizada de forma conjunta entre a Polícia Civil, a Polícia Penal, a Polícia Militar – por meio do Bope, da Rotam, da Força Tática, do Raio e do 6º Batalhão – e do Exército Brasileiro, com o Comando de Fronteira Jauru/66º BIMtz, o que representa o trabalho integrado realizado na região em combate às facções criminosas.

A operação contou com apoio de equipes da Delegacia Regional de Cáceres (Primeira Delegacia de Polícia de Cáceres, Derf, DEDM, DEA, Delegacia de Mirassol D’Oeste e Delegacia de São José dos Quatro Marcos), da GCCO, Draco de Cuiabá e Derf de Primavera do Leste.

Ao todo, 64 policiais civis, 40 militares, 15 penais e 23 militares do Comando de Fronteira Jauru do Exército participam da execução da operação.

Operação Pharus

A Operação Codinomes integra a Operação Pharus, iniciativa que compõe o programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

Renorcrim

A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.

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PF realiza operação de combate a fraudes bancárias

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A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (24/4), em Itaitinga/CE e em Aguaí/SP, a Operação Rota do Caixa, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso responsável por furtos mediante fraude em terminais bancários de autoatendimento.

As diligências revelaram que os investigados percorreram diversas cidades do Mato Grosso, realizando as fraudes nas agências bancárias. Durante o deslocamento, os suspeitos praticaram sucessivos furtos em caixas eletrônicos. As ações criminosas eram realizadas também em outros estados do país.

Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça Federal.

Os envolvidos poderão responder pelo crime de furto qualificado mediante fraude em concurso de pessoas, com penas que podem ultrapassar 8 anos de reclusão.

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Professor é agredido por alunos dentro de sala em escola cívico-militar de Cuiabá

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Um professor foi agredido por dois alunos na tarde de quinta-feira (23), dentro de uma sala de aula da Escola Estadual Cívico-Militar Heliodoro Capistrano da Silva, no bairro Parque Cuiabá, em Cuiabá. A ocorrência mobilizou a Polícia Militar, que encaminhou os envolvidos para a Central de Flagrantes.


De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe do 9º Batalhão foi acionada para atender a denúncia de agressão contra um docente dentro da unidade escolar. No local, o professor relatou que o episódio teve início após um aluno desobedecer a orientação de permanecer no assento previamente definido no mapa da sala.

Mesmo após ser advertido e orientado por um monitor, o estudante mudou de lugar. Ao tentar reorganizar a turma, o professor se aproximou do aluno, tocou em seu ombro e recolheu o caderno com a intenção de conduzi-lo ao local correto.

Neste momento, um segundo aluno interveio e agrediu o docente com um tapa no tórax, empurrando-o contra a parede. Em seguida, o primeiro estudante também desferiu um golpe nas costas do professor. Segundo o relato, o aluno que iniciou a agressão ainda tentou continuar os ataques, enquanto o educador utilizava um caderno para se proteger.

A direção da escola acionou os responsáveis pelos estudantes e a Polícia Militar. Os dois alunos foram conduzidos à Central de Flagrantes para os procedimentos legais. Conforme a corporação, eles não apresentavam lesões e não houve necessidade do uso de algemas.

O caso foi registrado como injúria real e será investigado pelas autoridades competentes. Até o momento, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso não se manifestou sobre o ocorrido.

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