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PF deflagra Operação contra grupo que transportava cocaína da Bolívia para Mato Grosso

Os elementos de prova reunidos apontam para a existência de uma estrutura criminosa responsável por atividades de internalização do entorpecente em território nacional.

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 A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (26/6), a Operação Mállku, com o objetivo de desarticular grupo criminoso responsável pela logística de transporte de cocaína oriunda da Bolívia para o Brasil mediante aeronaves.

A investigação é desdobramento da apreensão de mais de meia tonelada de cocaína realizada em fevereiro de 2026 pela Polícia Federal e pelo Gefron, em Marcelândia/MT. Na ocasião, uma aeronave utilizada no transporte da droga foi localizada em uma propriedade rural, sendo apreendida juntamente com a carga ilícita, uma arma de fogo e um veículo utilizado no apoio logístico, além de elementos probatórios que permitiram o avanço das investigações.

As diligências desenvolvidas pela PF revelaram que a cocaína apreendida teve origem na Bolívia, sendo introduzida em território nacional por meio de rota aérea clandestina destinada ao abastecimento de grupos criminosos atuantes no Brasil.

São cumpridas sete ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, em endereços vinculados aos investigados, nas cidades de Ribeirão Preto/SP; de Sinop, de Alta Floresta e de Marcelândia, em Mato Grosso.

Os elementos de prova reunidos apontam para a existência de uma estrutura criminosa responsável por atividades de internalização do entorpecente em território nacional.

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Polícia

Servidora do TJMT é exonerada após operação investigar suposta venda de decisões judiciais

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A servidora comissionada do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), M. A. P. A,, foi exonerada nesta quinta-feira (25), após ser apontada como uma das investigadas na Operação Falsa Vantagem, deflagrada pela Polícia Civil para apurar um suposto esquema de venda de influência sobre decisões judiciais.

Mhayra era lotada no gabinete do desembargador Juvenal Pereira da Silva. Em nota, o Tribunal de Justiça informou que não havia sido oficialmente comunicado sobre a operação e que tomou conhecimento da investigação por meio da divulgação na imprensa. Assim que foi informado dos fatos, o magistrado determinou a exoneração imediata da servidora.

A Operação Falsa Vantagem é conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco). Durante a ação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.

Além da servidora, as investigações têm como alvos um advogado, bacharéis em Direito e um policial penal. Segundo a Polícia Civil, o grupo é suspeito de prometer influência em decisões judiciais mediante o pagamento de vantagens indevidas.

De acordo com a investigação, familiares de um condenado teriam desembolsado R$ 150 mil após receberem a promessa de que a pena seria anulada por meio de suposta influência junto ao Judiciário. Ainda conforme a apuração, os investigados afirmavam possuir acesso privilegiado a uma servidora responsável por decisões judiciais e orientaram que o pagamento fosse realizado em dinheiro em espécie, com o objetivo de dificultar o rastreamento dos valores.

Entretanto, conforme a Polícia Civil, o condenado obteve apenas uma redução da pena, e não a anulação prometida. A insatisfação com o resultado teria levado os familiares a exigir a devolução do dinheiro, circunstância que também passou a integrar a investigação.

Os mandados de busca e apreensão tiveram como finalidade recolher celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam auxiliar na apuração dos fatos, além de identificar possíveis vítimas e outros envolvidos no suposto esquema.

Em nota, o desembargador Juvenal Pereira da Silva afirmou que desconhecia qualquer fato relacionado às investigações e declarou confiança no trabalho das autoridades responsáveis pela condução do caso.

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso também reafirmou seu compromisso com a legalidade, a transparência e a integridade institucional, ressaltando que colaborará com as investigações e que eventual responsabilização dos envolvidos ocorrerá conforme o devido processo legal, assegurados o contraditório e a ampla defesa.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não há decisão judicial definitiva sobre as acusações.

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Polícia

Dupla é presa após provocar princípio de incêndio e pichar shopping em Cuiabá

Quando chegaram ao shopping, os policiais localizaram os suspeitos ainda nas proximidades. Durante a abordagem, os militares apreenderam uma mochila contendo várias latas de tinta spray utilizadas nas pichações, além de um cigarro com substância análoga à maconha.

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Dois jovens, de 18 e 20 anos, foram presos pela Polícia Militar na quarta-feira (24), suspeitos de provocar um princípio de incêndio e pichar as dependências de um shopping center localizado no bairro Jardim Aclimação, em Cuiabá.

A ação foi realizada por equipes do 3º Batalhão da Polícia Militar, após funcionários da segurança do estabelecimento acionarem a corporação.

Segundo o boletim de ocorrência, um dos colaboradores percebeu um forte cheiro de queimado e iniciou uma vistoria pelo shopping. Pouco depois, junto com outro funcionário, localizou um princípio de incêndio, que foi controlado rapidamente antes que as chamas se espalhassem e provocassem maiores danos.

As imagens do sistema de monitoramento do shopping foram analisadas pela equipe de segurança e permitiram identificar os dois suspeitos. Além de registrarem a movimentação dos jovens no local, as câmeras flagraram a dupla pichando diversos pontos do estabelecimento comercial.

Quando chegaram ao shopping, os policiais localizaram os suspeitos ainda nas proximidades. Durante a abordagem, os militares apreenderam uma mochila contendo várias latas de tinta spray utilizadas nas pichações, além de um cigarro com substância análoga à maconha.

Os dois foram detidos e encaminhados à delegacia para registro da ocorrência e adoção das medidas cabíveis. O caso será investigado pelas autoridades para apurar as circunstâncias do princípio de incêndio e os danos causados ao patrimônio.

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Vítima de feminicídio em Guarantã do Norte havia revogado medida protetiva contra o marido

Durante os trabalhos periciais, um cartucho de espingarda foi localizado próximo ao corpo. O material foi recolhido para análise e deve auxiliar nas investigações sobre a dinâmica do crime.

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Novas informações sobre o feminicídio que vitimou Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, em Guarantã do Norte, revelam que a vítima possuía um histórico de denúncias de violência doméstica contra o companheiro, apontado pelas autoridades como o principal suspeito do crime.

Conforme informações do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, o investigado já acumulava registros relacionados a agressões e ameaças contra Gleici. Apesar do histórico, a medida protetiva que existia contra ele foi revogada em novembro de 2025, após solicitação feita pela própria vítima.

Com a revogação da medida judicial, o homem voltou a responder ao processo em liberdade.

De acordo com os dados levantados pelo Gabinete, os primeiros registros de violência envolvendo o casal remontam a 2023. Na época, Gleici procurou a Polícia Civil para denunciar episódios de agressão e violência doméstica praticados pelo companheiro.

Já em 2024, novas ocorrências policiais foram registradas. Entre os crimes investigados estavam lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos relacionados ao mesmo relacionamento.

A vítima foi encontrada morta dentro de uma residência na última terça-feira (23), com um disparo de arma de fogo na região da cabeça. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Durante os trabalhos periciais, um cartucho de espingarda foi localizado próximo ao corpo. O material foi recolhido para análise e deve auxiliar nas investigações sobre a dinâmica do crime.

As autoridades também apuram as circunstâncias que antecederam o assassinato e buscam esclarecer a participação do principal suspeito. Até a divulgação das informações, ele ainda era procurado pelas forças de segurança.

O caso reacende o debate sobre a violência contra a mulher e os desafios enfrentados por vítimas que, mesmo após denúncias e medidas protetivas, continuam expostas a situações de risco dentro do ambiente familiar.

A Polícia Civil segue investigando o feminicídio e solicita que qualquer informação que possa auxiliar na localização do suspeito seja repassada por meio dos canais oficiais de denúncia.

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