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O prego que sustenta o sistema penitenciário

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No Sistema Penitenciário de Mato Grosso, muitas vezes os aplausos vão para o “quadro”, para o resultado final, para quem aparece…

Mas é o “prego” que sustenta o peso todos os dias.

São os profissionais que seguram a pressão silenciosamente: psicólogos, assistentes sociais, policiais penais, enfermeiros, administrativos, técnicos e tantos outros que mantêm a estrutura funcionando mesmo sem reconhecimento proporcional ao esforço.

“O prego sustenta o peso, enquanto os aplausos vão para o quadro.”

Uma frase simples, mas que traduz a realidade de muitos servidores que carregam responsabilidades enormes, enfrentam desgaste emocional, riscos e sobrecarga, e ainda assim seguem firmes por compromisso, necessidade e senso de dever.
No fim, quem sustenta a parede raramente aparece na fotografia. Mas sem o prego, o quadro cai. Deus vê cada luta invisível, cada lágrima contida e cada batalha enfrentada com coragem.

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.”
— Bíblia Salmos 46:1

Que o Senhor fortaleça hoje todos os profissionais que seguem firmes sustentando muito mais do que imaginam.

Regiane Dudek- Psicóloga do SisPen-MT

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Erros na renegociação do crédito rural colocam patrimônio de produtores em risco

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Entre julho de 2025 e fevereiro de 2026, primeiros oito meses do Plano Safra 2025/2026, o crédito rural empresarial registra R$ 354,4 bilhões contratados. O valor representa alta de 7% na comparação com o mesmo período da safra anterior, segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com base em informações do Banco Central. O avanço confirma a relevância do financiamento agrícola para sustentar a produção nacional. Ao mesmo tempo, expõe um problema que ainda recebe pouca atenção: a falta de preparo técnico de produtores rurais diante da necessidade de renegociar operações de crédito após perdas na atividade.

A renegociação do crédito rural não é um benefício automático concedido ao produtor que enfrenta dificuldades financeiras. Trata-se de um procedimento técnico, condicionado ao cumprimento de regras previstas no Manual de Crédito Rural. Em muitos casos, produtores afetados por eventos climáticos, aumento de custos ou queda de produtividade até possuem direito à renegociação, mas acabam tendo pedidos negados por falhas na documentação apresentada.

Esse cenário revela um problema recorrente no agronegócio brasileiro. Parte dos produtores ainda enxerga a renegociação apenas como um requerimento administrativo simples, quando, na prática, ela depende de comprovação detalhada dos prejuízos sofridos. O Manual de Crédito Rural exige laudos técnicos capazes de demonstrar as razões da quebra de safra, os impactos financeiros e a relação direta entre os fatores enfrentados e a incapacidade momentânea de pagamento. Sem isso, a negativa tende a ser imediata.

O problema ganha proporções maiores porque a rejeição do pedido não afeta apenas a dívida atual. Em muitos casos, o produtor perde acesso ao financiamento da safra seguinte. Como boa parte da atividade agrícola depende diretamente do crédito rural para custear produção, compra de insumos e manutenção da operação, o bloqueio do financiamento público pode desencadear uma sequência de dificuldades financeiras.

Quando o crédito oficial deixa de estar disponível, muitos produtores acabam recorrendo a alternativas mais caras. Entram em cena linhas privadas com juros mais elevados, exigências maiores de garantias e menor margem de negociação. Em situações mais delicadas, o produtor precisa vender patrimônio, comprometer reservas financeiras ou ampliar o endividamento para manter a atividade funcionando.

Esse contexto demonstra que o planejamento jurídico e financeiro deixou de ser apenas uma estratégia recomendável e passou a ser uma necessidade operacional no agronegócio. O acompanhamento técnico desde o início do plantio permite identificar riscos com antecedência e organizar documentos conforme as exigências do Manual de Crédito Rural. A atuação conjunta entre advogados, consultores financeiros e profissionais técnicos pode evitar erros que comprometem a renegociação futura.

Outro ponto relevante envolve os prazos previstos pelas normas do crédito rural. Muitos produtores deixam para buscar orientação apenas quando a situação financeira já está agravada. O problema é que determinadas falhas não podem mais ser corrigidas após o encerramento dos prazos administrativos. Nesses casos, a negativa da renegociação produz reflexos que podem atingir não apenas a produção seguinte, mas também o patrimônio do produtor rural.

Além das questões financeiras e documentais, novas exigências regulatórias ampliam o nível de atenção necessário para acessar o crédito rural. A Resolução 5303 do Conselho Monetário Nacional, publicada em maio de 2026, reforça a necessidade de regularização ambiental, fundiária e societária das propriedades. O acesso ao financiamento deixa de depender exclusivamente da capacidade produtiva e passa a considerar também critérios ligados aos chamados impedimentos sociais, ambientais e climáticos.

O agronegócio brasileiro convive com riscos que vão muito além das oscilações do mercado. Eventos climáticos extremos, aumento dos custos de produção e mudanças regulatórias tornam a atividade cada vez mais complexa. Nesse cenário, tratar a renegociação do crédito rural como uma simples formalidade pode representar um erro com consequências graves. Informação técnica, planejamento e cumprimento rigoroso das normas passam a ser fatores decisivos para garantir a continuidade da produção no campo.

Fabiola Sampaio é advogada empresarial e mediadora do agro.

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Após meses internado, jovem vítima de acidente com Hilux morre no HMC

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O jovem João Vitor dos Santos Mendes, de 22 anos, morreu na noite deste domingo (24) no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), após permanecer internado em estado grave desde o último dia 21 de maio. Ele havia sido vítima de um grave acidente envolvendo uma motocicleta Honda Biz e uma caminhonete Toyota Hilux, em Lucas do Rio Verde.

O corpo foi liberado na manhã desta segunda-feira (25) pela Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran).

O acidente aconteceu em setembro do ano passado, na Avenida Vitória Régia, em frente ao Bar Colina, no bairro Bandeirantes. Conforme as informações apuradas na época, a caminhonete realizava uma conversão à esquerda para acessar a Rua Lavandas quando atingiu a motocicleta pilotada por João Vitor.

Com o impacto, o jovem foi arremessado ao chão e socorrido em estado crítico pelo Corpo de Bombeiros. Inicialmente, ele foi encaminhado ao Hospital São Lucas, onde precisou ser entubado devido à gravidade dos ferimentos. Dias depois, foi transferido para o Hospital Municipal de Cuiabá, onde permaneceu internado até sofrer uma parada cardiorrespiratória e não resistir.

Ainda segundo o boletim de ocorrência registrado na data do acidente, o motorista da Toyota Hilux realizou o teste do bafômetro, que apontou 0,39 miligrama de álcool por litro de ar expelido, índice considerado crime de embriaguez ao volante pela legislação brasileira.

O condutor foi detido na ocasião e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Lucas do Rio Verde.

A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar as circunstâncias do acidente e a responsabilidade criminal do motorista envolvido.

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Luto: Morre mãe de Tadeu e Oscar Schmidt

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A família Schmidt voltou a enfrentar um momento de profunda tristeza nesta segunda-feira (25), com a morte de Janira Schmidt, mãe do apresentador Tadeu Schmidt e do ex-jogador Oscar Schmidt. O falecimento acontece apenas 38 dias após a morte de Oscar, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro.

A informação foi confirmada pelo próprio Tadeu nas redes sociais, onde publicou uma homenagem emocionante à mãe, destacando a trajetória de vida construída por ela ao lado da família.

“Eu tenho muita dificuldade para aceitar que nunca mais vou te ver… O que me consola é pensar que você viveu 92 anos com tantos momentos bonitos, que criou três filhos realizados e felizes, que você viu netos e bisnetos… e que deixou uma lembrança muito forte em todos que conviveram com você”, escreveu o apresentador.

Janira morreu aos 92 anos. A causa da morte não foi divulgada pela família.

A perda acontece pouco mais de um mês após a morte de Oscar Schmidt, ocorrida em 17 de abril, aos 68 anos. O ex-atleta lutava há mais de 15 anos contra um tumor cerebral e era considerado um dos maiores ídolos do esporte brasileiro.

Na ocasião da morte de Oscar, a família destacou a coragem e a determinação do ex-jogador durante o tratamento da doença, ressaltando o legado deixado dentro e fora das quadras.

Nas redes sociais, fãs, amigos e personalidades passaram a enviar mensagens de apoio à família Schmidt diante das duas perdas em um curto intervalo de tempo.

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