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Politica

Mauro Mendes lidera corrida ao Senado em MT com 24%; Janaina Riva aparece com 18%

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O ex-governador Mauro Mendes (União) lidera a corrida por uma das duas vagas ao Senado por Mato Grosso, com 24% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25).

Na segunda posição aparece a deputada estadual Janaina Riva (MDB), com 18%. Apesar da diferença de seis pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados considerando a margem de erro de três pontos para mais ou para menos.

A pesquisa foi realizada no formato estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. Os percentuais consideram as menções para a primeira e a segunda vaga ao Senado, totalizando 100% das intenções de voto.

Na sequência aparecem o ex-governador Pedro Taques (PSB), com 8%; o deputado federal José Medeiros (PL), com 6%; e o senador Carlos Fávaro (PSD), com 5%. Os três também estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Coronel Darwin (Democrata), Professor Nelson Ferreira (Agir) e Antônio Galvan (Avante) registram 2% cada. Margareth Buzetti (PP) aparece com 1%, enquanto Beny Godoy (Agir) não pontuou.

O levantamento mostra ainda um percentual expressivo de eleitores que ainda não definiram o voto. Os indecisos representam 25%, enquanto brancos e nulos somam 7%.

Neste ano, Mato Grosso elegerá dois senadores. A pesquisa ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro máxima de três pontos percentuais.

Contratada pela TV Centro América, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-04846/2026.

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Wender Madureira garante atendimento para TEA durante as férias em Várzea Grande

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Lei Municipal nº 5.519/2026 transforma a equoterapia em política pública e garante a continuidade do tratamento, sem interrupções prolongadas durante as férias escolares.

O vereador Wender Madureira aprovou a Lei Municipal nº 5.519/2026, que institui a equoterapia como política pública na rede pública de saúde de Várzea Grande. A legislação garante que as sessões não acompanhem o calendário escolar, permitindo a continuidade do atendimento durante as férias e beneficiando pessoas com deficiência, incluindo crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A lei prevê apenas um curto recesso no período das festas de fim de ano e também inclui a hipoterapia para pacientes que precisam de auxílio durante as sessões. A medida busca preservar a rotina terapêutica e evitar que famílias enfrentam longos períodos sem atendimento.

Confira esse conteúdo: https://www.instagram.com/reels/DZ5vRgFztM-/ 

Para as famílias, a mudança representa mais segurança e continuidade no acompanhamento. A proposta reconhece que o tratamento não deve ser condicionado ao calendário escolar e que a interrupção prolongada pode comprometer a rotina construída ao longo do processo terapêutico.

Além da continuidade das sessões, a legislação permite que o município firme parcerias com entidades sem fins lucrativos para viabilizar e ampliar os atendimentos especializados. A medida amplia a estrutura para que a política pública possa chegar a mais pessoas que precisam desse tipo de acompanhamento.

Contudo, Wender afirma que seguirá fiscalizando a execução da política pública para garantir que o atendimento seja efetivamente oferecido à população. Wender Madureira é candidato a deputado federal e pretende levar para Brasília a experiência adquirida em Várzea Grande na defesa da inclusão, da saúde e dos direitos das famílias e a causa animal.

 

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Mauro Mendes lidera e Janaina Riva aparece na vice-liderança na corrida ao Senado

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, o cenário é mais indefinido. Mauro Mendes aparece com 15,8%, seguido por Janaina Riva, com 7,3%, e José Medeiros, com 6,6%.

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O ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União Brasil) aparece na liderança da disputa por uma das duas vagas ao Senado nas eleições de 2026, segundo pesquisa do instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta segunda-feira (24). No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Mendes registra 52,3% das intenções de voto.

A deputada estadual Janaina Riva (MDB) ocupa a segunda colocação, com 33,7%. Como neste ano Mato Grosso elegerá dois senadores, os dois aparecem, neste momento, à frente dos demais concorrentes.

Na sequência, o deputado federal José Medeiros (PL) registra 18,8%, seguido pelo ex-governador Pedro Taques (PSB), com 16,5%, e pelo senador Carlos Fávaro (PSD), com 14,6%. Os três estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento também aponta Coronel Darwin (Democrata), com 4,7%; Professor Nelson Ferreira (Agir), com 4,1%; Antônio Galvan (Avante), com 4%; Margareth Buzetti (PP), com 1,8%; e Beny Godoy (Agir), com 1,1%.

Brancos, nulos e nenhum dos candidatos somam 6%, enquanto 5,1% dos entrevistados não souberam ou não quiseram opinar.

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados, o cenário é mais indefinido. Mauro Mendes aparece com 15,8%, seguido por Janaina Riva, com 7,3%, e José Medeiros, com 6,6%.

Carlos Fávaro registra 3,6% e Pedro Taques, 1,9%. Antônio Galvan aparece com 0,9%, enquanto Coronel Darwin e Margareth Buzetti têm 0,3% cada. Professor Nelson Ferreira e Beny Godoy registram 0,1% cada.

O principal dado do levantamento espontâneo, porém, é o alto índice de eleitores que ainda não definiram o voto. Ao todo, 62,4% disseram não saber ou não opinar. Outros 5% escolheram branco, nulo ou nenhum dos nomes apresentados.

A pesquisa ouviu 1.504 eleitores em 56 municípios de Mato Grosso entre os dias 21 e 23 de agosto. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-02157/2026.

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Vereador sobe o tom contra Wellington após ação: “O senhor não vai me intimidar”

“Falando em melancia, olha quem me processou: Wellington Fagundes, que não gostou do que eu falei sobre ele na tribuna. Primeiro, eu reitero absolutamente tudo o que eu falei”, afirmou o vereador.

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O vereador Daniel Monteiro (Republicanos), de Cuiabá, elevou o tom contra o senador Wellington Fagundes (PL), candidato ao Governo de Mato Grosso. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar aparece cortando uma melancia e usa a fruta para provocar o senador após afirmar que foi alvo de uma ação judicial em razão de críticas feitas na tribuna da Câmara Municipal.

A escolha da melancia faz referência ao apelido utilizado por setores bolsonaristas para se referir a Wellington. A expressão sugere que o senador seria “verde por fora e vermelho por dentro”, em uma crítica às alianças políticas que manteve ao longo da carreira, inclusive com grupos e partidos de esquerda.

No vídeo, Monteiro afirma que não pretende retirar ou modificar as declarações que fez contra o candidato ao Governo. Segundo ele, Wellington teria recorrido à Justiça em reação aos ataques feitos durante seu pronunciamento no Legislativo municipal.

“Falando em melancia, olha quem me processou: Wellington Fagundes, que não gostou do que eu falei sobre ele na tribuna. Primeiro, eu reitero absolutamente tudo o que eu falei”, afirmou o vereador.

Monteiro também direcionou a crítica ao posicionamento de Wellington em defesa da liberdade de expressão. Para o vereador, existe uma contradição entre o discurso do senador no Congresso Nacional e a iniciativa judicial que ele atribui ao candidato.

“Cadê o direito à liberdade de expressão que o senhor diz tanto defender no Congresso Nacional?”, questionou.

Em tom de confronto, o vereador afirmou ainda que não pretende se intimidar com a ação.

“Senador Wellington, eu não vou recuar. O senhor não vai me censurar, o senhor não vai me intimidar”, declarou.

A manifestação ocorre em meio à disputa eleitoral pelo Governo de Mato Grosso, na qual Wellington Fagundes aparece como um dos principais nomes da oposição ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos). O episódio acrescenta mais um capítulo à disputa política e expõe o embate entre integrantes de diferentes correntes do campo da direita no Estado.

A eventual ação judicial mencionada por Monteiro deverá definir os limites jurídicos das declarações feitas pelo vereador. Até o momento, o parlamentar sustenta que suas falas estão protegidas pelo direito à liberdade de expressão e mantém as críticas ao senador.

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