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Morre mulher que foi atingida por chamas ao tentar impedir filho de incendiar moto

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Uma mulher de 56 anos morreu na segunda-feira (4) após sofrer queimaduras graves ao tentar impedir o próprio filho de incendiar uma motocicleta durante uma abordagem da Polícia Militar em Domingos Martins.

A vítima estava internada desde o dia 28 de abril no Hospital Dr. Jayme Santos Neves, referência no tratamento de queimados, mas não resistiu às complicações causadas pelas lesões.

De acordo com a polícia, o autor do incêndio é Weverton Pereira Oliveira, de 33 anos. Ele teria ateado fogo na própria motocicleta durante uma fiscalização da Operação Cavalo de Aço, realizada para verificação de veículos, especialmente motocicletas.

Segundo o boletim de ocorrência, o veículo estava sem placa e seria apreendido pelos policiais. Inconformado, o suspeito teria reagido de forma agressiva, afirmando estar “cansado das fiscalizações”. Em seguida, ele pegou um galão de gasolina e se dirigiu até a motocicleta.

Nas imagens registradas durante a ocorrência, um policial chega a questionar a atitude do homem, enquanto ele responde: “Me mata então”. Mesmo diante dos apelos da mãe, que implorava “não, pelo amor de Deus”, o suspeito ateia fogo no veículo. Nesse momento, a mulher é atingida pelas chamas e cai no chão.

A vítima sofreu queimaduras no rosto e nos braços e foi socorrida em estado grave.

Após o ocorrido, o suspeito também teve queimaduras leves, recebeu atendimento médico e foi encaminhado ao sistema prisional. Ele passou por audiência de custódia, e a prisão foi mantida.

O caso foi registrado na Delegacia Regional de Venda Nova do Imigrante. Weverton foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio com uso de fogo, incêndio e resistência à ação policial. A motocicleta foi apreendida e as investigações continuam.

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Presidente da Fecomércio ressalta crescimento da FIT Pantanal e valoriza equipes envolvidas

Presidente da Fecomércio-MT ressalta evolução do evento, aposta em mais de 100 mil visitantes em 2026 e reforça papel de servidores, imprensa e parceiros na construção da feira

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A FIT Pantanal chega a mais uma edição consolidada como um dos principais eventos de turismo do Centro-Oeste. A avaliação é do presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, que destacou o crescimento da feira, o fortalecimento institucional e o papel das equipes envolvidas na organização durante o lançamento da FIT Pantanal 2026.

Segundo Wenceslau, o evento já possui uma trajetória histórica, mas voltou a ser realizado nos últimos anos sob a gestão do sistema Fecomércio, Sesc e Senac, após um intervalo de cinco anos sem edições.

“Eu gostei da palavra consolidada. A FIT Pantanal já tem algumas décadas, mas ficamos cinco anos sem realizar. Agora, sob a gestão do Sesc e Senac, ela vem se consolidando e ficando cada vez maior e melhor”, afirmou.

O presidente destacou que a edição anterior reuniu cerca de 70 mil visitantes e posicionou a feira como o principal evento de turismo das regiões Centro-Oeste e Norte do país. Para 2026, a expectativa é ainda mais ambiciosa.

“A missão desse ano é receber mais de 100 mil visitantes”, disse.

Entre as novidades, Wenceslau ressaltou a ampliação da área dedicada à agricultura familiar, um dos projetos considerados de maior impacto social dentro da feira. Segundo ele, a iniciativa, criada há dois anos, cresceu após forte adesão do público.

“Foi um grande case de sucesso. A maioria dos cuiabanos nem sabia o quanto se produz de coisas gostosas na Baixada Cuiabana. Este ano estamos ampliando o espaço e recebendo mais de 80 municípios do estado para mostrar suas produções”, explicou.

O dirigente também destacou a diversidade ambiental de Mato Grosso como diferencial da feira, citando o Pantanal, o Cerrado, a Amazônia e o Araguaia como elementos centrais da identidade turística do estado.

“Mostrar isso para o Brasil e para o mundo é algo único. O que o Mato Grosso tem é singular”, afirmou.

Durante a fala, Wenceslau também reforçou o papel estratégico do Sesc, Senac e Fecomércio na expansão da FIT Pantanal para outros mercados. Ele citou ações de divulgação do evento em países como Argentina, Portugal e China, com o objetivo de fortalecer a presença internacional da feira.

“Nós estamos levando a FIT Pantanal para fora do país há alguns anos. Já estivemos na Argentina, em Portugal e na China fazendo esse lançamento. A cada ano ela se torna maior e mais reconhecida”, disse.

O presidente também fez questão de valorizar o trabalho interno das instituições envolvidas na realização do evento, destacando o empenho dos servidores, equipes técnicas e da comunicação da Fecomércio.

“É um trabalho maravilhoso do nosso time da Fecomércio, Sesc, Senac e parceiros. Tem muita gente que veste a camisa e faz isso acontecer”, afirmou.

Para Wenceslau, a feira representa não apenas um evento turístico, mas um projeto de integração econômica, cultural e institucional, que depende diretamente da atuação conjunta entre governo, iniciativa privada, imprensa e trabalhadores do sistema.

A FIT Pantanal 2026 será realizada entre os dias 3 e 7 de junho, com programação voltada ao turismo, gastronomia, cultura regional e negócios, reforçando o objetivo de consolidar Mato Grosso como vitrine do setor no Brasil.

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Mato Grosso se conecta ao mercado europeu com instalação da ITALCAM em Cuiabá

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Mato Grosso passou a integrar oficialmente o mapa das relações institucionais e comerciais entre Brasil e Europa com a inauguração da Delegação Mato Grosso da Câmara de Comércio Italiana de São Paulo (ITALCAM), realizada nesta segunda-feira (4), em Cuiabá.

 

A cerimônia marcou a instalação da representação no bairro Santa Rosa e foi seguida por um Seminário Internacional na sede da Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT), reunindo autoridades políticas, empresariais e diplomáticas em torno de uma nova agenda de cooperação internacional. A chegada da ITALCAM ao Estado é vista como um movimento estratégico para ampliar a competitividade do setor produtivo mato-grossense, sobretudo em áreas como agroindústria, energia, mineração e logística.

 

A nova estrutura passa a operar como uma base institucional permanente de articulação entre empresas italianas e brasileiras, com foco em internacionalização, atração de investimentos e fortalecimento das relações econômicas com a União Europeia. A solenidade contou com a presença do governador em exercício de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, do cônsul-geral da Itália em São Paulo, Domenico Fornara, do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, do vice-presidente da ALMT, Júlio Campos, da primeira-dama de Cuiabá, Samanta Iris, além de representantes do setor industrial, lideranças empresariais e autoridades ligadas ao comércio exterior.

Durante o evento, o cônsul-geral Domenico Fornara destacou que a inauguração simboliza a transformação de um ciclo de articulação diplomática em ações concretas de integração econômica. Segundo ele, os últimos anos foram marcados por uma expansão consistente das relações bilaterais entre Itália e Brasil, com avanço nas agendas políticas e empresariais e intensificação do diálogo institucional. Fornara afirmou que a abertura da delegação em Cuiabá representa uma “passagem das palavras aos atos”, ao consolidar uma estrutura operacional voltada à geração de negócios. Para o diplomata, a instalação da ITALCAM em Mato Grosso materializa uma oportunidade construída ao longo dos últimos anos, baseada na complementaridade entre as economias brasileira e italiana.

 

“Estamos abrindo uma janela muito importante e operativa do sistema Itália, que pode facilitar negócios e conexões entre duas economias compatíveis e complementares”, afirmou. O cônsul também ressaltou que a relação entre os dois países encontra em Mato Grosso um ambiente especialmente favorável para expansão, sobretudo pela capacidade produtiva do Estado e pelo potencial de integração com setores estratégicos da economia italiana, como tecnologia agrícola, maquinário, energia e transformação industrial.

 

Presidente da ITALCAM em São Paulo, Graziano Messana afirmou que a instalação da delegação em Mato Grosso representa um passo concreto dentro de uma estratégia de longo prazo voltada à aproximação entre o agro brasileiro e a tecnologia italiana. Segundo ele, a nova estrutura nasce com a proposta de acelerar conexões empresariais e transformar oportunidades em resultados práticos. Messana destacou que Mato Grosso reúne ativos estratégicos que o colocam em posição privilegiada no cenário internacional, especialmente pela força do agronegócio, pelo potencial de industrialização e pela capacidade de liderar agendas ligadas à transição energética. Para ele, o Estado pode avançar da condição de grande produtor de commodities para um novo patamar de agregação de valor, com apoio de tecnologia, inovação e cooperação internacional.

 

Durante a cerimônia, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, assinou um termo de cooperação institucional e afirmou que a presença da ITALCAM em Mato Grosso amplia as possibilidades de negócios e consolida uma ponte estratégica com a União Europeia. Segundo ele, o Parlamento estadual também atua como agente de desenvolvimento ao contribuir para a construção de um ambiente favorável à inovação e à atração de investimentos.

 

A inauguração ocorre em um momento de reconfiguração do comércio exterior, impulsionado pela entrada em vigor do acordo Mercosul–União Europeia, considerado um dos marcos recentes mais relevantes para as relações econômicas entre os dois blocos. Com a redução tarifária para milhares de produtos e a ampliação do acesso ao mercado europeu, a expectativa é de ganho de competitividade para setores estratégicos da economia brasileira, especialmente o agronegócio. Com a instalação da delegação em Cuiabá, Mato Grosso passa a contar com um canal institucional permanente de interlocução com o setor empresarial italiano, em um movimento que reforça sua posição como polo estratégico de produção, inovação e integração internacional.

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Sucessão familiar é um dos maiores desafios da pecuária brasileira, aponta especialista

Deputado do PL afirma que pré-candidatos ao governo têm histórico ligado à esquerda, reconhece aproximação de Wellington Fagundes com a base conservadora e faz ressalvas sobre possível aliança com o MDB

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Um dos maiores desafios da pecuária brasileira hoje não está apenas na produção, mas na continuidade dos negócios dentro das próprias famílias. A sucessão familiar segue como um ponto sensível no campo, exigindo cada vez mais preparo, gestão e visão de futuro. É o que aponta o zootecnista e consultor Maurício Piona, sócio da Silveira Consultoria, que tem percorrido propriedades rurais em diferentes regiões do país ao lado da equipe da série documental Brasil que Produz.

Segundo ele, a diferença entre uma sucessão bem conduzida e outra fragilizada está diretamente ligada ao nível de gestão do negócio. “É preciso entender onde o negócio está e qual é a sua capacidade real de gerar resultado. Hoje, muitos pecuaristas ainda não têm esses números para tomada de decisão. E sem isso, fica difícil trazer a família para dentro do negócio com segurança. Às vezes, não é nem falta de vontade que falta, mas é a falta de informação. O produtor não sabe qual é a capacidade de remuneração do negócio, não sabe se consegue estruturar a família ali dentro. Isso gera insegurança, trava decisões e dificulta a sucessão”, completa.

Outro ponto recorrente observado no campo, segundo o consultor, é a dificuldade de conduzir esse processo ao longo do tempo. “A sucessão não pode acontecer de forma abrupta. Ela não é substituição. Ela precisa ser construída em paralelo, com quem está hoje na liderança preparando quem vem depois, entendendo o que está sendo feito, por que está sendo feito e para onde o negócio vai”, pontua.

Se do ponto de vista técnico a sucessão exige estrutura, na prática ela também passa por conflitos internos, dúvidas e construção de espaço dentro do próprio negócio.

A produtora rural Nathalia Martins, da Fazenda Camparino, viveu esse processo dentro da família, advogada que encontrou seu propósito na sucessão familiar. Mesmo tendo crescido em um ambiente onde a pecuária sempre foi a principal fonte de renda, ela demorou a se enxergar dentro da atividade.

“Eu gostava da fazenda, mas não me via trabalhando lá. Achava que não tinha espaço para mim. Ao mesmo tempo, existia um conflito interno muito grande, porque eu sentia que aquele era o meu lugar, mas tinha seguido outro caminho”, relata.

A mudança aconteceu quando passou a entender seu papel de forma mais estratégica dentro da propriedade. “Quando comecei a enxergar que poderia contribuir como uma cabeça pensante, com uma visão mais empresarial, virou uma chave. Eu entendi que tinha espaço ali e que podia agregar de verdade”, afirma.

A experiência dela reflete um dos principais pontos observados por especialistas: a sucessão não depende apenas de preparo técnico, mas também de construção de pertencimento e de espaço para atuação. A história completa está no episódio desta semana da série documental Brasil que Produz, onde o tema central é o equilíbrio delicado entre o legado de seis gerações e a modernização da gestão financeira e de comunicação no melhoramento genético.

A SÉRIE – A proposta é revelar o que não aparece nos números: os bastidores da gestão, os desafios das famílias, a tomada de decisão no campo e a construção de legado ao longo das gerações. Criada e apresentada pelo engenheiro agrônomo Paulo Ozaki e pelo diretor comercial da ScadiAgro, Gabriel Martins, a série tem episódios semanais, exibidos às terças-feiras, às 18h, no YouTube, no canal oficial da produção.

https://www.youtube.com/@BRqueProduz
Site: www.brasilqueproduz.com.br
Instagram: @brqueproduz

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