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Laudo revela que bebê Helena morreu por asfixia mecânica indireta

As investigações seguem em andamento para esclarecer todas as circunstâncias da morte da criança.

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O laudo da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), divulgado nesta sexta-feira (17), trouxe uma reviravolta nas investigações sobre a morte da bebê Helena, de 10 meses, em Fortaleza. Os exames descartaram a hipótese de abuso sexual e apontaram que a criança morreu em decorrência de asfixia mecânica indireta.

Inicialmente, a Polícia Civil investigava a possibilidade de que a menina tivesse sido vítima de violência sexual e asfixia. Por conta das suspeitas, Francisco Ray Rodrigues, de 22 anos, e seu primo, Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26, chegaram a ser presos.

Segundo a investigação, Helena estava no apartamento de Francisco junto com a mãe, Yzabelle Rodrigues. Roberto Levy, que também estava no imóvel, havia ingerido bebida alcoólica e se deitou na mesma cama onde estavam a mãe e a criança. A mulher relatou que, ao acordar, encontrou o homem sobre a filha e levou a bebê imediatamente ao hospital.

O laudo da Pefoce concluiu que não houve violência sexual. Os exames não identificaram vestígios de sêmen nem material genético dos dois investigados no corpo da criança. Também foram descartadas a presença de álcool e drogas nas amostras analisadas.

Com base nas conclusões periciais, a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa) alterou a linha de investigação e passou a tratar o caso como homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

Após a divulgação do laudo, a advogada de Francisco Ray, Gleicy Kelly Leitão, afirmou que sempre defendeu a necessidade de aguardar a conclusão da perícia antes de qualquer julgamento. Segundo ela, a divulgação precipitada de suspeitas provocou um “linchamento virtual” dos envolvidos e reforçou que a investigação deve ser conduzida com base em provas técnicas e não em especulações.

As investigações seguem em andamento para esclarecer todas as circunstâncias da morte da criança.

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Polícia

Advogado conhecido nacionalmente é investigado em esquema bilionário de ICMS

Até o momento, não há decisão judicial condenatória relacionada aos fatos investigados, que seguem em apuração pelas autoridades competentes.

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O advogado Nelson Wilians, fundador de um escritório de advocacia com atuação nacional e filial em Cuiabá, foi alvo de mandados de busca e apreensão durante a Operação Distrato, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). A investigação apura um suposto esquema de comercialização de créditos irregulares de ICMS que teria causado prejuízo estimado em R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos.

De acordo com os órgãos responsáveis pela operação, as investigações apontam que consultorias ofereciam a empresas mecanismos para reduzir a carga tributária por meio da utilização de créditos fiscais considerados irregulares. Ao todo, 752 empresas foram autuadas em decorrência das apurações.

Segundo o Ministério Público, um dos núcleos investigados está relacionado ao grupo econômico de Nelson Wilians. Além dele, a advogada Mayra de Paula também foi alvo de mandados de busca e apreensão em Londrina (PR).

Esta não é a primeira vez que o advogado é citado em investigações. Em setembro de 2025, ele também foi alvo da Operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal, que apura um suposto esquema de descontos irregulares em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Na ocasião, foram cumpridos mandados de busca em sua residência e em seu escritório, em São Paulo.

Em nota encaminhada à imprensa, a defesa de Nelson Wilians informou que recebeu a medida judicial com tranquilidade e afirmou estar colaborando com as autoridades.

“O escritório recebeu o cumprimento da medida de busca e apreensão com serenidade, transparência e absoluto espírito colaborativo, mantendo-se à disposição das autoridades competentes e atuando de forma proativa para o completo esclarecimento dos fatos”, informou a defesa.

Até o momento, não há decisão judicial condenatória relacionada aos fatos investigados, que seguem em apuração pelas autoridades competentes.

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PM recupera carreta roubada após confronto que terminou com dois mortos

A Polícia Militar informou ainda que um dos irmãos utilizava tornozeleira eletrônica e era investigado por envolvimento em um roubo contra um motorista de aplicativo ocorrido na semana passada.

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Os dois suspeitos mortos em confronto com policiais da Força Tática, na tarde de quinta-feira (16), no bairro Novo Horizonte, em Cuiabá, foram identificados como os irmãos Pedro Henrique Dias da Silva, de 18 anos, e Pablo Henrique Dias da Silva, de 21 anos.

De acordo com a Polícia Militar, eles integravam uma quadrilha suspeita de sequestrar um caminhoneiro de 65 anos, mantê-lo em cativeiro e obrigá-lo a realizar transferências bancárias via Pix. O prejuízo causado à vítima pode ultrapassar R$ 30 mil.

Segundo a corporação, o crime ocorreu enquanto o motorista fazia uma parada para jantar em um posto de combustíveis na Rodovia dos Imigrantes. Ele foi rendido por cinco homens encapuzados, levado para uma residência e, posteriormente, mantido em um cativeiro em uma área de mata.

As investigações levaram os policiais à abordagem de dois suspeitos em Várzea Grande, que indicaram o imóvel utilizado como base pela quadrilha. No local, foram apreendidos um facão, fardas camufladas, rádios comunicadores, abraçadeiras plásticas e roupas pertencentes à vítima.

Ainda conforme a PM, durante a tentativa de abordagem aos irmãos, os policiais teriam sido recebidos a tiros, dando início ao confronto. Os dois suspeitos foram baleados, socorridos e encaminhados a uma unidade de saúde, mas não resistiram aos ferimentos.

Outros três integrantes do grupo foram presos em Várzea Grande. Dois deles estavam no cativeiro onde o caminhoneiro foi localizado, enquanto o terceiro foi encontrado em uma residência no bairro Capão Grande.

A carreta roubada também foi recuperada. Segundo a Força Tática, o grupo pretendia negociar o veículo e levá-lo para a região de Cáceres.

A Polícia Militar informou ainda que um dos irmãos utilizava tornozeleira eletrônica e era investigado por envolvimento em um roubo contra um motorista de aplicativo ocorrido na semana passada.

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Novos relatos reforçam suspeitas de homicídio e ocultação de cadáver no caso Berenice

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O desaparecimento da cozinheira Berenice Ramos de Aguiar Farias, de 60 anos, passou a ser cercado por novas denúncias anônimas que apontam uma possível motivação passional para o crime, além da hipótese inicial de conflito trabalhista. O caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo.

As informações, divulgadas pelos jornalistas investigativos Fernanda Piacentini e Marconde Marques, do canal The Exposed Brasil, indicam que a ex-patroa da cozinheira, a empresária Eliane Alves dos Santos, teria agido por ciúmes após descobrir que Berenice havia sido contratada pelo companheiro da empresária para realizar um serviço de limpeza em sua residência.

Segundo os relatos, a situação teria evoluído de agressões verbais para violência física no dia em que Berenice tentou formalizar seu desligamento do trabalho para retornar à cidade de Igaratá. As denúncias afirmam ainda que a vítima teria sido atingida por um disparo de arma de fogo e que seu corpo teria sido colocado no porta-malas de uma caminhonete com a ajuda de outras pessoas.

As informações também apontam que a suposta desova teria ocorrido em uma área de mata entre os municípios de Ubatuba, Paraty (RJ) e Cunha (SP), região onde a investigada frequentaria um haras. Conforme a apuração jornalística, as buscas estariam concentradas nesse trecho, que é citado como possível local de ocultação do corpo.

Outra denúncia relata que pessoas ligadas à investigada estariam intimidando ex-funcionários para evitar que colaborem com as investigações.

O caso é conduzido pelo delegado Luís Antônio Cavalcante. A Polícia Civil segue apurando os fatos para confirmar a veracidade das denúncias e esclarecer o desaparecimento de Berenice. Até o momento, as informações divulgadas pelos jornalistas investigativos não foram confirmadas oficialmente pela polícia, e a empresária citada nas denúncias tem direito ao contraditório e à ampla defesa.

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