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Historiador russo é acusado de esconder corpos de meninas dentro de apartamento

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Caso macabro descoberto na Rússia chocou o mundo após polícia encontrar dezenas de corpos mantidos dentro da casa de um pesquisador conhecido por estudar cemitérios e culturas funerárias

O que parecia roteiro de filme de terror ganhou contornos reais e assustadores na Rússia. Em 2011, autoridades do país revelaram um dos casos mais perturbadores já registrados envolvendo o historiador e poliglota russo Anatoly Moskvin, acusado de retirar corpos de meninas de cemitérios e mantê-los dentro do apartamento onde vivia.

A descoberta aconteceu durante uma investigação policial na cidade de Nizhny Novgorod, quando agentes encontraram dezenas de corpos espalhados pelos cômodos da residência. As vítimas tinham entre 2 e 18 anos, segundo informações divulgadas pelas autoridades russas na época.

De acordo com os investigadores, Moskvin frequentava cemitérios da região há anos e teria violado túmulos para retirar os restos mortais. Dentro do imóvel, os corpos eram submetidos a processos de preservação improvisados e caracterização visual. As vítimas recebiam roupas, maquiagem e perucas, sendo transformadas em figuras semelhantes a bonecas humanas.

O caso causou espanto não apenas pela quantidade de corpos encontrados, mas também pelo comportamento descrito pelas autoridades. Relatórios da investigação apontaram que o historiador desenvolvia forte apego emocional às vítimas e acreditava na possibilidade de “trazê-las de volta à vida” por meio de teorias pessoais envolvendo espiritualidade e ciência.

Outro detalhe que aumentou a repercussão internacional foi o relato envolvendo os pais do pesquisador. Eles moravam no mesmo apartamento e, segundo a imprensa russa, acreditavam que os objetos espalhados pela casa faziam parte de uma coleção excêntrica mantida pelo filho, sem compreender a gravidade da situação.

O caso de Anatoly Moskvin rapidamente ganhou repercussão mundial e passou a ser citado em documentários, reportagens investigativas e fóruns sobre crimes reais, sendo lembrado até hoje como um dos episódios mais perturbadores da história criminal contemporânea.

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Michelle Bolsonaro nega separação de Jair Bolsonaro após rumores

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro utilizou as redes sociais para negar rumores sobre uma suposta separação do ex-presidente Jair Bolsonaro. A manifestação ocorreu após a circulação de publicações afirmando que ela estaria mantendo o relacionamento apenas por estratégia política e eleitoral.

Michelle compartilhou uma imagem que citava declarações do analista político Eduardo Bizzotto. Na publicação, ele afirmava que o casal teria protagonizado uma forte discussão nas últimas semanas na residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Ao rebater os comentários, Michelle negou a existência de separação e reagiu às especulações envolvendo sua vida pessoal e o relacionamento com o ex-presidente.

Nos bastidores políticos, rumores sobre uma possível crise no casamento ganharam força após a repercussão de publicações nas redes sociais e discussões envolvendo o cenário político nacional.

Até o momento, Jair Bolsonaro não comentou publicamente o assunto.

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Investigador é condenado a 2 anos em regime aberto pela morte de PM em Cuiabá

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O Tribunal do Júri condenou, na noite desta quinta-feira (14), o investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves a dois anos de prisão em regime aberto pela morte do policial militar Thiago de Souza Ruiz, ocorrida em abril de 2023, em Cuiabá. Após três dias de julgamento no Fórum da Capital, os jurados decidiram desclassificar o crime de homicídio doloso  quando há intenção de matar  para homicídio culposo, quando não existe intenção.

A sentença foi lida pelo juiz Marcos Faleiros, que também determinou a substituição da pena privativa de liberdade por duas restrições de direitos. O magistrado ainda revogou as medidas cautelares impostas ao investigador, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

Logo após a decisão, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins informou que já interpôs recurso contra o resultado do júri popular.

O caso aconteceu na madrugada de 27 de abril de 2023, dentro da conveniência de um posto de combustível localizado em frente à Praça 8 de Abril, em Cuiabá. Thiago Ruiz, de 36 anos, foi baleado após uma discussão envolvendo o investigador, outro policial civil e um advogado.

Durante depoimento prestado no plenário do júri, Mário Wilson afirmou que atirou para sobreviver.

“Pra não morrer. Eu atirei pra não morrer. Ele estava me enforcando pelas costas”, declarou o investigador ao ser questionado pela defesa sobre a motivação dos disparos.

Segundo o réu, ele havia ido ao local apenas para comprar cigarros e encontrou o policial civil Walfredo Raimundo Adorno Mourão Júnior acompanhado de Thiago Ruiz. Conforme relatou, ambos se apresentaram como policiais, mas ele afirmou ter desconfiado da identidade do militar.

De acordo com o depoimento, o PM teria mostrado uma cicatriz próxima à costela e, nesse momento, o revólver que carregava na cintura ficou visível. O investigador alegou que decidiu retirar a arma da vítima por suspeitar da legalidade do armamento e afirmou que acionaria o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

As imagens do circuito de segurança exibidas durante o julgamento mostram o momento em que os dois iniciam uma luta corporal dentro da conveniência. Conforme a versão apresentada pela defesa, Thiago teria avançado sobre o investigador, derrubando-o no chão e aplicando um estrangulamento conhecido como “mata-leão”.

O advogado Gilson Vasconcelos Tibaldi de Amorim Silva, amigo do réu e que estava no local, chegou a retirar o revólver das mãos dos envolvidos durante a briga. Ainda assim, segundo Mário Wilson, o policial militar continuou o estrangulamento, momento em que ele efetuou os disparos.

Após ser atingido, Thiago Ruiz ainda conseguiu correr para fora da conveniência antes de cair. Ele foi socorrido e encaminhado a uma unidade hospitalar particular, mas não resistiu aos ferimentos.

Durante os debates, o Ministério Público sustentou que houve excesso por parte do investigador, destacando que ele efetuou dez disparos contra o PM. O promotor Vinícius Gahyva também relembrou o depoimento de uma funcionária do posto, que afirmou ter ouvido frases ditas pelo investigador pouco antes da confusão.

Segundo a testemunha, Mário Wilson afirmou: “Eu sou policial! Em uma situação de confronto, eu passaria por cima de qualquer um”.

O julgamento também foi marcado por sucessivos bate-bocas entre o promotor e o advogado de defesa, Cláudio Dalledone. As discussões começaram ainda no primeiro dia de julgamento e seguiram até a reta final da sessão.

Em um dos momentos de maior tensão, Dalledone acusou o promotor de tentar interferir na atuação da defesa e chegou a insinuar que poderia haver “tumulto” no plenário. Em outro episódio, após o promotor mandar um defensor “sentar”, o advogado reagiu em tom elevado.

“Você não venha tratar advogado assim. Coloque-se no seu lugar”, rebateu Dalledone durante a discussão.

Apesar do clima tenso no plenário, o julgamento foi concluído no fim da noite com a condenação do investigador por homicídio culposo. O caso ainda poderá ser reavaliado pelo Tribunal de Justiça após o recurso apresentado pelo Ministério Público Estadual.

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Além do varejo, shopping como ativo de transformação urbana

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Por muito tempo, Várzea Grande guardou um desejo latente por mais espaços públicos de lazer, cultura e convivência familiar. Como tantas cidades que cresceram de forma acelerada, parte do entretenimento acabou se concentrando na capital. Trazer mais vida aos espaços urbanos foi, assim, se tornando não apenas uma pauta cultural, mas um anseio coletivo da cidade.

O VG Shopping na Rua nasce exatamente dessa compreensão. Mais do que promover eventos, o projeto foi pensado para aproximar o empreendimento da dinâmica urbana de Várzea Grande e contribuir para uma cidade mais viva, integrada e acessível para as famílias.

A Avenida Filinto Müller, uma das vias mais movimentadas do município, passou a receber encontros de carros antigos, exposições de motos e o primeiro carnaval de rua no centro da cidade, transformando o entorno do shopping em um novo ponto de convivência. O que antes era apenas passagem ganhou permanência, circulação de pessoas e experiências compartilhadas entre diferentes gerações.

Esse movimento também revela uma mudança importante na relação entre os empreendimentos e a cidade. O shopping center deixou de ser apenas um espaço de consumo. Hoje, precisa funcionar como parte ativa do ambiente urbano, conectado às necessidades da população e atento à forma como as pessoas vivem.

A parceria construída entre o Várzea Grande Shopping, Poder Público Municipal e Governo do Estado, mostra que iniciativas colaborativas conseguem gerar impacto positivo quando existe planejamento, organização e propósito coletivo. Ao mesmo tempo em que os eventos movimentam o comércio e fortalecem os lojistas, também ampliam o acesso da população ao lazer gratuito e à ocupação qualificada dos espaços públicos.

Os resultados vão além dos números de público ou do aumento no fluxo de visitantes. Existe um valor simbólico importante quando famílias escolhem permanecer na cidade para viver experiências culturais, quando crianças encontram espaços seguros de convivência e quando os moradores passam a enxergar Várzea Grande como protagonista da própria transformação.

O aniversário de 159 anos da cidade reforça justamente essa reflexão. Várzea Grande cresceu, amadureceu e construiu uma identidade própria, sustentada pela força das pessoas que movimentam sua economia, sua cultura e sua vida cotidiana. Valorizar e promover esses encontros também é uma forma de celebrar a cidade.

José Flávio Alves Jr. é superintendente do Várzea Grande Shopping e coordenador da Abrasce Mato Grosso

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