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Além do varejo, shopping como ativo de transformação urbana

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Por muito tempo, Várzea Grande guardou um desejo latente por mais espaços públicos de lazer, cultura e convivência familiar. Como tantas cidades que cresceram de forma acelerada, parte do entretenimento acabou se concentrando na capital. Trazer mais vida aos espaços urbanos foi, assim, se tornando não apenas uma pauta cultural, mas um anseio coletivo da cidade.

O VG Shopping na Rua nasce exatamente dessa compreensão. Mais do que promover eventos, o projeto foi pensado para aproximar o empreendimento da dinâmica urbana de Várzea Grande e contribuir para uma cidade mais viva, integrada e acessível para as famílias.

A Avenida Filinto Müller, uma das vias mais movimentadas do município, passou a receber encontros de carros antigos, exposições de motos e o primeiro carnaval de rua no centro da cidade, transformando o entorno do shopping em um novo ponto de convivência. O que antes era apenas passagem ganhou permanência, circulação de pessoas e experiências compartilhadas entre diferentes gerações.

Esse movimento também revela uma mudança importante na relação entre os empreendimentos e a cidade. O shopping center deixou de ser apenas um espaço de consumo. Hoje, precisa funcionar como parte ativa do ambiente urbano, conectado às necessidades da população e atento à forma como as pessoas vivem.

A parceria construída entre o Várzea Grande Shopping, Poder Público Municipal e Governo do Estado, mostra que iniciativas colaborativas conseguem gerar impacto positivo quando existe planejamento, organização e propósito coletivo. Ao mesmo tempo em que os eventos movimentam o comércio e fortalecem os lojistas, também ampliam o acesso da população ao lazer gratuito e à ocupação qualificada dos espaços públicos.

Os resultados vão além dos números de público ou do aumento no fluxo de visitantes. Existe um valor simbólico importante quando famílias escolhem permanecer na cidade para viver experiências culturais, quando crianças encontram espaços seguros de convivência e quando os moradores passam a enxergar Várzea Grande como protagonista da própria transformação.

O aniversário de 159 anos da cidade reforça justamente essa reflexão. Várzea Grande cresceu, amadureceu e construiu uma identidade própria, sustentada pela força das pessoas que movimentam sua economia, sua cultura e sua vida cotidiana. Valorizar e promover esses encontros também é uma forma de celebrar a cidade.

José Flávio Alves Jr. é superintendente do Várzea Grande Shopping e coordenador da Abrasce Mato Grosso

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Investigador é condenado a 2 anos em regime aberto pela morte de PM em Cuiabá

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O Tribunal do Júri condenou, na noite desta quinta-feira (14), o investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves a dois anos de prisão em regime aberto pela morte do policial militar Thiago de Souza Ruiz, ocorrida em abril de 2023, em Cuiabá. Após três dias de julgamento no Fórum da Capital, os jurados decidiram desclassificar o crime de homicídio doloso  quando há intenção de matar  para homicídio culposo, quando não existe intenção.

A sentença foi lida pelo juiz Marcos Faleiros, que também determinou a substituição da pena privativa de liberdade por duas restrições de direitos. O magistrado ainda revogou as medidas cautelares impostas ao investigador, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

Logo após a decisão, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins informou que já interpôs recurso contra o resultado do júri popular.

O caso aconteceu na madrugada de 27 de abril de 2023, dentro da conveniência de um posto de combustível localizado em frente à Praça 8 de Abril, em Cuiabá. Thiago Ruiz, de 36 anos, foi baleado após uma discussão envolvendo o investigador, outro policial civil e um advogado.

Durante depoimento prestado no plenário do júri, Mário Wilson afirmou que atirou para sobreviver.

“Pra não morrer. Eu atirei pra não morrer. Ele estava me enforcando pelas costas”, declarou o investigador ao ser questionado pela defesa sobre a motivação dos disparos.

Segundo o réu, ele havia ido ao local apenas para comprar cigarros e encontrou o policial civil Walfredo Raimundo Adorno Mourão Júnior acompanhado de Thiago Ruiz. Conforme relatou, ambos se apresentaram como policiais, mas ele afirmou ter desconfiado da identidade do militar.

De acordo com o depoimento, o PM teria mostrado uma cicatriz próxima à costela e, nesse momento, o revólver que carregava na cintura ficou visível. O investigador alegou que decidiu retirar a arma da vítima por suspeitar da legalidade do armamento e afirmou que acionaria o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

As imagens do circuito de segurança exibidas durante o julgamento mostram o momento em que os dois iniciam uma luta corporal dentro da conveniência. Conforme a versão apresentada pela defesa, Thiago teria avançado sobre o investigador, derrubando-o no chão e aplicando um estrangulamento conhecido como “mata-leão”.

O advogado Gilson Vasconcelos Tibaldi de Amorim Silva, amigo do réu e que estava no local, chegou a retirar o revólver das mãos dos envolvidos durante a briga. Ainda assim, segundo Mário Wilson, o policial militar continuou o estrangulamento, momento em que ele efetuou os disparos.

Após ser atingido, Thiago Ruiz ainda conseguiu correr para fora da conveniência antes de cair. Ele foi socorrido e encaminhado a uma unidade hospitalar particular, mas não resistiu aos ferimentos.

Durante os debates, o Ministério Público sustentou que houve excesso por parte do investigador, destacando que ele efetuou dez disparos contra o PM. O promotor Vinícius Gahyva também relembrou o depoimento de uma funcionária do posto, que afirmou ter ouvido frases ditas pelo investigador pouco antes da confusão.

Segundo a testemunha, Mário Wilson afirmou: “Eu sou policial! Em uma situação de confronto, eu passaria por cima de qualquer um”.

O julgamento também foi marcado por sucessivos bate-bocas entre o promotor e o advogado de defesa, Cláudio Dalledone. As discussões começaram ainda no primeiro dia de julgamento e seguiram até a reta final da sessão.

Em um dos momentos de maior tensão, Dalledone acusou o promotor de tentar interferir na atuação da defesa e chegou a insinuar que poderia haver “tumulto” no plenário. Em outro episódio, após o promotor mandar um defensor “sentar”, o advogado reagiu em tom elevado.

“Você não venha tratar advogado assim. Coloque-se no seu lugar”, rebateu Dalledone durante a discussão.

Apesar do clima tenso no plenário, o julgamento foi concluído no fim da noite com a condenação do investigador por homicídio culposo. O caso ainda poderá ser reavaliado pelo Tribunal de Justiça após o recurso apresentado pelo Ministério Público Estadual.

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Policial civil acusado de homicídio afirma que reagiu para sobreviver

O policial civil responde pelo assassinato ocorrido em abril de 2023, em uma conveniência localizada na rua Estevão de Mendonça, na capital mato-grossense.

Durante o depoimento, Mário Wilson afirmou que, naquele momento, acreditava estar lutando pela própria vida.

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O investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves afirmou, durante interrogatório realizado no Tribunal do Júri nesta quinta-feira (14), que atirou contra o policial militar Thiago de Souza Ruiz para sobreviver após ser agredido e imobilizado com um golpe conhecido como “mata-leão”, em Cuiabá.

O policial civil responde pelo assassinato ocorrido em abril de 2023, em uma conveniência localizada na rua Estevão de Mendonça, na capital mato-grossense.

Durante o depoimento, Mário Wilson afirmou que, naquele momento, acreditava estar lutando pela própria vida.

“Naquele instante, eu estava lutando por duas armas. Eu era um mero policial, uma mera vítima. Foi um ataque suicida. Eu já estava quase perdendo a consciência e ele estava ali na intenção de me matar”, declarou ao júri.

O investigador relatou que conheceu Thiago por intermédio do colega Walfredo Raimundo Adorno Mourão Júnior, durante um encontro em um bar. Segundo ele, desde o início passou a desconfiar que a vítima não fosse policial militar.

Conforme o depoimento, o colega teria apresentado Thiago utilizando o termo “Mike”, expressão usada entre policiais militares, enquanto ele foi apresentado como “Charlie”, referência utilizada na Polícia Civil.

“Naquele momento, eu virei para o Walfredo e falei: ‘Ele não é polícia porra nenhuma’”, afirmou.

Segundo o réu, a desconfiança teria aumentado após perceber sinais que, na avaliação dele, seriam incompatíveis com a atuação policial. Ele alegou que Thiago apresentava comportamento alterado, sinais de uso de drogas e tatuagens que considerava suspeitas.

O investigador contou ainda que começou a questionar a vítima sobre locais de atuação e turmas de formação para tentar confirmar se ele realmente integrava a Polícia Militar.

De acordo com o depoimento, Thiago chegou a mostrar um distintivo, mas isso não teria sido suficiente para convencê-lo.

“O que identifica um policial é a identidade funcional, não simplesmente portar uma arma”, disse.

Mário Wilson também afirmou que percebeu que Thiago portava um revólver calibre 38 e que, ao informar que acionaria o Ciosp para verificar a situação da arma, teria sido atacado.

“Ele avançou em mim, me deu dois trancos e eu caí no chão. Em seguida, ele aplicou um mata-leão”, relatou.

Ainda durante o interrogatório, o investigador negou que tivesse intenção de fugir após os disparos e afirmou que pretendia permanecer no local aguardando a chegada da Polícia Militar.

“Minha intenção desde o início sempre foi permanecer no local dos fatos”, declarou.

O caso ocorreu no dia 27 de abril de 2023 e ganhou grande repercussão em Mato Grosso por envolver dois agentes das forças de segurança pública.

Na época, testemunhas relataram que houve um desentendimento dentro da conveniência do posto de combustível antes dos disparos.

Após ser baleado, o policial militar Thiago Ruiz, de 36 anos, foi socorrido e encaminhado a um hospital particular de Cuiabá, mas não resistiu aos ferimentos.

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“Presídio não é espaço para improviso”, diz presidente do Sinphes sobre terceirização

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Em entrevista concedida na manhã desta quinta-feira (14) à Rádio Cultura, aos jornalistas Antero Paes de Barros e Michely Figueiredo, a presidente do Sindicato dos Profissionais de Nível Superior com Habilitação Específica do Sistema Penitenciário de Mato Grosso (Sinphes-MT), Eunice Teodora dos Santos Crescêncio, fez duras críticas à possibilidade de terceirização de atividades no sistema penitenciário estadual.

Durante a entrevista, Eunice afirmou que a categoria está mobilizada contra a contratação de vigilantes terceirizados e classificou a medida como um grave risco à secretaria de justiça e ao combate às facções criminosas dentro das unidades prisionais.

Presidente do Sindicato dos Profissionais de Nível Superior com Habilitação Específica do Sistema Penitenciário de Mato Grosso (Sinphes-MT), Eunice Teodora dos Santos Crescêncio

Segundo ela, enquanto o Projeto de Lei nº 4.962/1985 ainda tramita no Senado Federal debatendo possibilidades de privatização no sistema penitenciário em nível nacional, Mato Grosso já estaria avançando internamente com estudos para contratação de 1.077 vigilantes prisionais terceirizados.

“Enquanto a discussão ainda acontece no Senado, aqui no Estado já se fala em contratar vigilantes temporários. Isso nos preocupa muito porque estamos falando de uma atividade típica de Estado”, afirmou.

A presidente do Sinphes destacou que a Polícia Penal passou a integrar oficialmente os órgãos de segurança pública previstos no artigo 144 da Constituição Federal, o que, segundo ela, impediria a terceirização dessas funções.

“Não pode terceirizar para entregar o crime organizado. Quem garante que por trás dessas empresas não estejam pessoas ligadas às próprias facções criminosas?”, questionou.

Eunice também citou entendimento do Supremo Tribunal Federal contrário à terceirização de atividades-fim ligadas à secretaria de justiça e lembrou que a própria Lei de Execução Penal estabelece responsabilidades diretas do Estado dentro do sistema prisional.

Ao longo da entrevista, a sindicalista afirmou que decisões tomadas apenas com base em critérios econômicos podem gerar consequências graves a longo prazo para o serviço público.

Ela relembrou episódios recentes envolvendo outras áreas essenciais, como o Corpo de Bombeiros e o Samu, para alertar sobre o que classificou como um processo de precarização dos serviços públicos.

“O sistema penitenciário é extremamente sensível porque trata diretamente das facções criminosas. Colocar isso na mão de terceiros é algo muito grave”, declarou.

Eunice também citou experiências anteriores de terceirização dentro do próprio sistema prisional de Mato Grosso. Segundo ela, em 2022, uma empresa responsável por serviços de saúde dentro das penitenciárias teria deixado profissionais sem pagamento, causando interrupção no atendimento aos presos.

“Chegamos a ficar seis meses sem atendimento médico em algumas unidades porque a empresa recebia do Estado, mas não pagava os trabalhadores”, relatou.

De acordo com a presidente do Sinphes, além da precarização do serviço, o Estado acaba assumindo posteriormente os prejuízos trabalhistas, tornando a terceirização mais cara do que a contratação direta de servidores efetivos.

Ela também alertou para os impactos da presença de terceirizados dentro das unidades prisionais na rotina dos policiais penais.

“Além de fiscalizar os presos, os servidores teriam que fiscalizar também a atuação dos terceirizados. Isso aumenta ainda mais a responsabilidade e o risco dentro das unidades”, explicou.

Outro ponto levantado por Eunice foi a ausência, segundo ela, de legislação estadual específica autorizando esse tipo de terceirização no sistema penitenciário mato-grossense.

A sindicalista afirmou ainda que a categoria pretende buscar diálogo com o governo estadual e sensibilizar o secretário de Segurança de Justiça sobre os riscos da medida.

“Nossa intenção primeiro é conversar e mostrar os riscos dessa iniciativa. Entregar o sistema penitenciário à iniciativa privada pode significar entregar o controle nas mãos do próprio crime organizado”, afirmou.

A discussão sobre terceirização no sistema penitenciário vem ampliando o debate nacional sobre os limites da atuação privada em áreas ligadas diretamente à segurança pública, especialmente em um cenário de avanço das facções criminosas dentro e fora dos presídios brasileiros.

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Em entrevista concedida na manhã desta quinta-feira (14) à Rádio Cultura, aos jornalistas Antero Paes de Barros e Michely Figueiredo, a presidente do Sindicato dos Profissionais de Nível Superior com Habilitação Específica do Sistema Penitenciário de Mato Grosso (Sinphes-MT), Eunice Teodora dos Santos Crescêncio, fez duras críticas à possibilidade de terceirização de atividades no sistema penitenciário estadual.

Durante a entrevista, Eunice afirmou que a categoria está mobilizada contra a contratação de vigilantes terceirizados e classificou a medida como um grave risco à secretaria de justiça e ao combate às facções criminosas dentro das unidades prisionais.

Segundo ela, enquanto o Projeto de Lei nº 4.962/1985 ainda tramita no Senado Federal debatendo possibilidades de privatização no sistema penitenciário em nível nacional, Mato Grosso já estaria avançando internamente com estudos para contratação de 1.077 vigilantes prisionais terceirizados.

“Enquanto a discussão ainda acontece no Senado, aqui no Estado já se fala em contratar vigilantes temporários. Isso nos preocupa muito porque estamos falando de uma atividade típica de Estado”, afirmou.

A presidente do Sinphes destacou que a Polícia Penal passou a integrar oficialmente os órgãos de segurança pública previstos no artigo 144 da Constituição Federal, o que, segundo ela, impediria a terceirização dessas funções.

“Não pode terceirizar para entregar o crime organizado. Quem garante que por trás dessas empresas não estejam pessoas ligadas às próprias facções criminosas?”, questionou.

Eunice também citou entendimento do Supremo Tribunal Federal contrário à terceirização de atividades-fim ligadas à secretaria de justiça e lembrou que a própria Lei de Execução Penal estabelece responsabilidades diretas do Estado dentro do sistema prisional.

Ao longo da entrevista, a sindicalista afirmou que decisões tomadas apenas com base em critérios econômicos podem gerar consequências graves a longo prazo para o serviço público.

Ela relembrou episódios recentes envolvendo outras áreas essenciais, como o Corpo de Bombeiros e o Samu, para alertar sobre o que classificou como um processo de precarização dos serviços públicos.

“O sistema penitenciário é extremamente sensível porque trata diretamente das facções criminosas. Colocar isso na mão de terceiros é algo muito grave”, declarou.

Eunice também citou experiências anteriores de terceirização dentro do próprio sistema prisional de Mato Grosso. Segundo ela, em 2022, uma empresa responsável por serviços de saúde dentro das penitenciárias teria deixado profissionais sem pagamento, causando interrupção no atendimento aos presos.

“Chegamos a ficar seis meses sem atendimento médico em algumas unidades porque a empresa recebia do Estado, mas não pagava os trabalhadores”, relatou.

De acordo com a presidente do Sinphes, além da precarização do serviço, o Estado acaba assumindo posteriormente os prejuízos trabalhistas, tornando a terceirização mais cara do que a contratação direta de servidores efetivos.

Ela também alertou para os impactos da presença de terceirizados dentro das unidades prisionais na rotina dos policiais penais.

“Além de fiscalizar os presos, os servidores teriam que fiscalizar também a atuação dos terceirizados. Isso aumenta ainda mais a responsabilidade e o risco dentro das unidades”, explicou.

Outro ponto levantado por Eunice foi a ausência, segundo ela, de legislação estadual específica autorizando esse tipo de terceirização no sistema penitenciário mato-grossense.

A sindicalista afirmou ainda que a categoria pretende buscar diálogo com o governo estadual e sensibilizar o secretário de Segurança Pública sobre os riscos da medida.

“Nossa intenção primeiro é conversar e mostrar os riscos dessa iniciativa. Entregar o sistema penitenciário à iniciativa privada pode significar entregar o controle nas mãos do próprio crime organizado”, afirmou.

A discussão sobre terceirização no sistema penitenciário vem ampliando o debate nacional sobre os limites da atuação privada em áreas ligadas diretamente à segurança pública, especialmente em um cenário de avanço das facções criminosas dentro e fora dos presídios brasileiros.

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