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Assessor parlamentar é morto e vereador do PL sobrevive a atentado

O caso segue sob investigação.

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Um atentado a tiros registrado na noite de segunda-feira (15) em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Grande Alto São Manoel, em Mossoró, no Rio Grande do Norte, resultou na morte de um assessor parlamentar e deixou ferido o vereador Cabo Deyvisson (PL).

De acordo com informações das autoridades, o parlamentar estava em frente à unidade de saúde realizando uma fiscalização e transmitindo o momento ao vivo pelas redes sociais quando foi surpreendido por homens armados que efetuaram diversos disparos.

Durante o ataque, o assessor parlamentar Allyson Diego de Oliveira Morais foi atingido na cabeça. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Já o vereador sofreu ferimentos nas pernas. Mesmo baleado, conseguiu buscar abrigo dentro da própria UPA, onde recebeu os primeiros atendimentos médicos de profissionais da unidade.

Segundo o delegado Renato Oliveira, que acompanha o caso, os suspeitos estavam em um veículo de cor escura e utilizaram armamento de alto calibre. As forças de segurança iniciaram diligências para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.

Após o atendimento inicial, Cabo Deyvisson foi transferido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Regional Tarcísio Maia. O deslocamento ocorreu sob forte esquema de segurança policial.

Posteriormente, o parlamentar foi encaminhado para outra unidade hospitalar da cidade. Por questões de segurança, o local não foi divulgado pelas autoridades.

A Polícia Civil e a Polícia Científica realizaram perícias no local do atentado e também em um veículo encontrado durante as investigações. Os peritos analisam se o automóvel possui ligação com a ação criminosa.

Em nota oficial, a equipe do vereador informou que o parlamentar permanece estável e recebendo acompanhamento médico. O comunicado também lamentou a morte de Allyson Diego de Oliveira Morais e prestou solidariedade aos familiares da vítima.

O caso segue sob investigação.

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Polícia

PF encontra fortuna em espécie durante investigação de corrupção na Receita Federal

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Um cofre lotado de dinheiro em espécie foi encontrado pela Polícia Federal durante a Operação Benaia, que apura um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa envolvendo um ex-chefe da Receita Federal em Santa Catarina.

A operação chamou a atenção após imagens divulgadas pelos investigadores mostrarem um compartimento completamente preenchido por maços de cédulas. Até o momento, a Polícia Federal não informou o valor total apreendido nem revelou em qual dos endereços alvos o dinheiro foi localizado.

O principal investigado é o auditor fiscal Marcus Vinícius Nali Simioni Filho, ex-chefe da Receita Federal em Itajaí. Segundo as investigações, ele teria recebido pelo menos R$ 2 milhões para favorecer empresários em processos relacionados à área alfandegária.

De acordo com a Polícia Federal, o auditor teria utilizado sua posição estratégica dentro do órgão para beneficiar interesses privados em procedimentos aduaneiros e na implantação de mecanismos logísticos ligados ao grupo investigado.

As apurações também apontam indícios de lavagem de dinheiro. Conforme os investigadores, parte dos recursos obtidos de forma ilícita teria sido ocultada por meio de empresas registradas em nome de familiares do servidor público.

A suspeita é de que essas empresas tenham sido utilizadas para dissimular a origem dos valores e dar aparência de legalidade ao patrimônio acumulado ao longo dos anos.

Ao todo, a Operação Benaia cumpriu 24 mandados de busca e apreensão nos estados de Santa Catarina e São Paulo. As diligências ocorreram em Itajaí, Campinas, Guarulhos, São Paulo, Barueri, Santana de Parnaíba, Paulínia, Hortolândia e Valinhos.

Além das buscas, a Justiça determinou o afastamento cautelar do auditor de suas funções enquanto as investigações seguem em andamento.

A Polícia Federal informou que continua analisando documentos, equipamentos e demais materiais apreendidos para aprofundar as investigações e identificar a participação de outros possíveis envolvidos no esquema.

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Polícia

Proposta de delação de banqueiro citava contrato milionário com escritório ligado à esposa de ministro do STF

Mesmo com as informações apresentadas, a Polícia Federal concluiu que a proposta de colaboração não continha elementos novos suficientes para justificar a celebração de um acordo.

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A proposta de colaboração premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro à Polícia Federal, e posteriormente rejeitada pelas autoridades, trouxe referências a contratos firmados entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

De acordo com informações atribuídas ao conteúdo da delação, um dos contratos teria alcançado o valor de R$ 129 milhões. No material apresentado aos investigadores, Vorcaro teria afirmado que o acordo buscava aproximar a instituição financeira do magistrado. O banqueiro, contudo, sustentou que não houve qualquer contrapartida por parte do ministro nem prática que configurasse favorecimento ou irregularidade.

Apesar da negativa, o relato chamou a atenção dos investigadores em razão da justificativa apresentada para a contratação e do elevado volume de recursos envolvidos na operação. O contrato passou a integrar o conjunto de informações analisadas pelas autoridades durante as investigações.

A proposta de colaboração também mencionava um segundo contrato, estimado em cerca de R$ 50 milhões, que teria sido negociado entre as partes, mas não chegou a ser formalizado.

Informações encaminhadas pela Receita Federal à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado indicam que o Banco Master realizou transferências superiores a R$ 80 milhões ao escritório de advocacia entre os anos de 2024 e 2025, classificadas como pagamentos por honorários advocatícios e serviços de consultoria. Segundo os dados apresentados, os repasses teriam sido interrompidos após a prisão de Vorcaro e o início do processo de liquidação da instituição financeira.

Mesmo com as informações apresentadas, a Polícia Federal concluiu que a proposta de colaboração não continha elementos novos suficientes para justificar a celebração de um acordo. A avaliação dos investigadores foi de que parte dos fatos relatados já era de conhecimento das autoridades ou não estava acompanhada de provas consideradas robustas.

Nos bastidores, integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da própria Polícia Federal também teriam demonstrado reservas em relação ao material apresentado. A percepção foi de que alguns anexos careciam de comprovação documental consistente e, em determinados casos, tratavam como regulares operações que permanecem sob investigação.

Entre os episódios mencionados por Vorcaro está ainda o financiamento do filme “Dark Horse”, produção audiovisual sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o banqueiro, o aporte de R$ 61 milhões teria ocorrido em uma relação privada, sem expectativa de obtenção de vantagens institucionais ou benefícios junto ao poder público.

A proposta de colaboração premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro à Polícia Federal, e posteriormente rejeitada pelas autoridades, trouxe referências a contratos firmados entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

De acordo com informações atribuídas ao conteúdo da delação, um dos contratos teria alcançado o valor de R$ 129 milhões. No material apresentado aos investigadores, Vorcaro teria afirmado que o acordo buscava aproximar a instituição financeira do magistrado. O banqueiro, contudo, sustentou que não houve qualquer contrapartida por parte do ministro nem prática que configurasse favorecimento ou irregularidade.

Apesar da negativa, o relato chamou a atenção dos investigadores em razão da justificativa apresentada para a contratação e do elevado volume de recursos envolvidos na operação. O contrato passou a integrar o conjunto de informações analisadas pelas autoridades durante as investigações.

A proposta de colaboração também mencionava um segundo contrato, estimado em cerca de R$ 50 milhões, que teria sido negociado entre as partes, mas não chegou a ser formalizado.

Informações encaminhadas pela Receita Federal à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado indicam que o Banco Master realizou transferências superiores a R$ 80 milhões ao escritório de advocacia entre os anos de 2024 e 2025, classificadas como pagamentos por honorários advocatícios e serviços de consultoria. Segundo os dados apresentados, os repasses teriam sido interrompidos após a prisão de Vorcaro e o início do processo de liquidação da instituição financeira.

Mesmo com as informações apresentadas, a Polícia Federal concluiu que a proposta de colaboração não continha elementos novos suficientes para justificar a celebração de um acordo. A avaliação dos investigadores foi de que parte dos fatos relatados já era de conhecimento das autoridades ou não estava acompanhada de provas consideradas robustas.

Nos bastidores, integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da própria Polícia Federal também teriam demonstrado reservas em relação ao material apresentado. A percepção foi de que alguns anexos careciam de comprovação documental consistente e, em determinados casos, tratavam como regulares operações que permanecem sob investigação.

Entre os episódios mencionados por Vorcaro está ainda o financiamento do filme “Dark Horse”, produção audiovisual sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o banqueiro, o aporte de R$ 61 milhões teria ocorrido em uma relação privada, sem expectativa de obtenção de vantagens institucionais ou benefícios junto ao poder público.

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Homem é preso após matar esposa com golpes de facão e esconder corpo em fossa no interior de MT

A área foi isolada para os trabalhos da perícia e da Polícia Civil, responsável pela investigação.

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Uma jovem de 22 anos foi vítima de feminicídio na madrugada deste sábado (13), no município de Nova Bandeirantes, a 996 quilômetros de Cuiabá. O principal suspeito do crime, um homem de 34 anos e companheiro da vítima, foi preso horas depois em Alta Floresta, para onde havia fugido levando o filho de dois anos do casal.

De acordo com informações da Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 5h. Após receber denúncias de que o suspeito estaria escondido em Alta Floresta, equipes iniciaram buscas no âmbito da Operação Escudo Feminino.

Os policiais localizaram o homem em uma residência na Avenida Minas Gerais. Durante a abordagem, ele confessou ter matado a esposa, Ana Cláudia dos Santos Veiga, com quem mantinha um relacionamento há cerca de cinco anos.

Em depoimento aos militares, o suspeito relatou ter cometido o crime após uma discussão motivada por ciúmes. Segundo ele, a vítima foi atingida com golpes de facão. Após o assassinato, o corpo foi ocultado em uma fossa no quintal da residência do casal, em Nova Bandeirantes.

Depois do crime, o homem deixou a cidade levando o filho do casal e seguiu de táxi para Alta Floresta, onde procurou familiares. Conforme a polícia, os parentes o orientaram a se apresentar às autoridades.

Com a confissão, os policiais acionaram equipes de Nova Bandeirantes e repassaram a localização indicada pelo suspeito. No endereço informado, os militares encontraram o corpo da jovem dentro da fossa.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia e da Polícia Civil, responsável pela investigação. O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Alta Floresta e permanece à disposição da Justiça. O caso é investigado como feminicídio consumado.

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