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PF encontra fortuna em espécie durante investigação de corrupção na Receita Federal

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Um cofre lotado de dinheiro em espécie foi encontrado pela Polícia Federal durante a Operação Benaia, que apura um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa envolvendo um ex-chefe da Receita Federal em Santa Catarina.

A operação chamou a atenção após imagens divulgadas pelos investigadores mostrarem um compartimento completamente preenchido por maços de cédulas. Até o momento, a Polícia Federal não informou o valor total apreendido nem revelou em qual dos endereços alvos o dinheiro foi localizado.

O principal investigado é o auditor fiscal Marcus Vinícius Nali Simioni Filho, ex-chefe da Receita Federal em Itajaí. Segundo as investigações, ele teria recebido pelo menos R$ 2 milhões para favorecer empresários em processos relacionados à área alfandegária.

De acordo com a Polícia Federal, o auditor teria utilizado sua posição estratégica dentro do órgão para beneficiar interesses privados em procedimentos aduaneiros e na implantação de mecanismos logísticos ligados ao grupo investigado.

As apurações também apontam indícios de lavagem de dinheiro. Conforme os investigadores, parte dos recursos obtidos de forma ilícita teria sido ocultada por meio de empresas registradas em nome de familiares do servidor público.

A suspeita é de que essas empresas tenham sido utilizadas para dissimular a origem dos valores e dar aparência de legalidade ao patrimônio acumulado ao longo dos anos.

Ao todo, a Operação Benaia cumpriu 24 mandados de busca e apreensão nos estados de Santa Catarina e São Paulo. As diligências ocorreram em Itajaí, Campinas, Guarulhos, São Paulo, Barueri, Santana de Parnaíba, Paulínia, Hortolândia e Valinhos.

Além das buscas, a Justiça determinou o afastamento cautelar do auditor de suas funções enquanto as investigações seguem em andamento.

A Polícia Federal informou que continua analisando documentos, equipamentos e demais materiais apreendidos para aprofundar as investigações e identificar a participação de outros possíveis envolvidos no esquema.

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Polícia

Proposta de delação de banqueiro citava contrato milionário com escritório ligado à esposa de ministro do STF

Mesmo com as informações apresentadas, a Polícia Federal concluiu que a proposta de colaboração não continha elementos novos suficientes para justificar a celebração de um acordo.

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A proposta de colaboração premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro à Polícia Federal, e posteriormente rejeitada pelas autoridades, trouxe referências a contratos firmados entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

De acordo com informações atribuídas ao conteúdo da delação, um dos contratos teria alcançado o valor de R$ 129 milhões. No material apresentado aos investigadores, Vorcaro teria afirmado que o acordo buscava aproximar a instituição financeira do magistrado. O banqueiro, contudo, sustentou que não houve qualquer contrapartida por parte do ministro nem prática que configurasse favorecimento ou irregularidade.

Apesar da negativa, o relato chamou a atenção dos investigadores em razão da justificativa apresentada para a contratação e do elevado volume de recursos envolvidos na operação. O contrato passou a integrar o conjunto de informações analisadas pelas autoridades durante as investigações.

A proposta de colaboração também mencionava um segundo contrato, estimado em cerca de R$ 50 milhões, que teria sido negociado entre as partes, mas não chegou a ser formalizado.

Informações encaminhadas pela Receita Federal à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado indicam que o Banco Master realizou transferências superiores a R$ 80 milhões ao escritório de advocacia entre os anos de 2024 e 2025, classificadas como pagamentos por honorários advocatícios e serviços de consultoria. Segundo os dados apresentados, os repasses teriam sido interrompidos após a prisão de Vorcaro e o início do processo de liquidação da instituição financeira.

Mesmo com as informações apresentadas, a Polícia Federal concluiu que a proposta de colaboração não continha elementos novos suficientes para justificar a celebração de um acordo. A avaliação dos investigadores foi de que parte dos fatos relatados já era de conhecimento das autoridades ou não estava acompanhada de provas consideradas robustas.

Nos bastidores, integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da própria Polícia Federal também teriam demonstrado reservas em relação ao material apresentado. A percepção foi de que alguns anexos careciam de comprovação documental consistente e, em determinados casos, tratavam como regulares operações que permanecem sob investigação.

Entre os episódios mencionados por Vorcaro está ainda o financiamento do filme “Dark Horse”, produção audiovisual sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o banqueiro, o aporte de R$ 61 milhões teria ocorrido em uma relação privada, sem expectativa de obtenção de vantagens institucionais ou benefícios junto ao poder público.

A proposta de colaboração premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro à Polícia Federal, e posteriormente rejeitada pelas autoridades, trouxe referências a contratos firmados entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

De acordo com informações atribuídas ao conteúdo da delação, um dos contratos teria alcançado o valor de R$ 129 milhões. No material apresentado aos investigadores, Vorcaro teria afirmado que o acordo buscava aproximar a instituição financeira do magistrado. O banqueiro, contudo, sustentou que não houve qualquer contrapartida por parte do ministro nem prática que configurasse favorecimento ou irregularidade.

Apesar da negativa, o relato chamou a atenção dos investigadores em razão da justificativa apresentada para a contratação e do elevado volume de recursos envolvidos na operação. O contrato passou a integrar o conjunto de informações analisadas pelas autoridades durante as investigações.

A proposta de colaboração também mencionava um segundo contrato, estimado em cerca de R$ 50 milhões, que teria sido negociado entre as partes, mas não chegou a ser formalizado.

Informações encaminhadas pela Receita Federal à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado indicam que o Banco Master realizou transferências superiores a R$ 80 milhões ao escritório de advocacia entre os anos de 2024 e 2025, classificadas como pagamentos por honorários advocatícios e serviços de consultoria. Segundo os dados apresentados, os repasses teriam sido interrompidos após a prisão de Vorcaro e o início do processo de liquidação da instituição financeira.

Mesmo com as informações apresentadas, a Polícia Federal concluiu que a proposta de colaboração não continha elementos novos suficientes para justificar a celebração de um acordo. A avaliação dos investigadores foi de que parte dos fatos relatados já era de conhecimento das autoridades ou não estava acompanhada de provas consideradas robustas.

Nos bastidores, integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da própria Polícia Federal também teriam demonstrado reservas em relação ao material apresentado. A percepção foi de que alguns anexos careciam de comprovação documental consistente e, em determinados casos, tratavam como regulares operações que permanecem sob investigação.

Entre os episódios mencionados por Vorcaro está ainda o financiamento do filme “Dark Horse”, produção audiovisual sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o banqueiro, o aporte de R$ 61 milhões teria ocorrido em uma relação privada, sem expectativa de obtenção de vantagens institucionais ou benefícios junto ao poder público.

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Homem é preso após matar esposa com golpes de facão e esconder corpo em fossa no interior de MT

A área foi isolada para os trabalhos da perícia e da Polícia Civil, responsável pela investigação.

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Uma jovem de 22 anos foi vítima de feminicídio na madrugada deste sábado (13), no município de Nova Bandeirantes, a 996 quilômetros de Cuiabá. O principal suspeito do crime, um homem de 34 anos e companheiro da vítima, foi preso horas depois em Alta Floresta, para onde havia fugido levando o filho de dois anos do casal.

De acordo com informações da Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 5h. Após receber denúncias de que o suspeito estaria escondido em Alta Floresta, equipes iniciaram buscas no âmbito da Operação Escudo Feminino.

Os policiais localizaram o homem em uma residência na Avenida Minas Gerais. Durante a abordagem, ele confessou ter matado a esposa, Ana Cláudia dos Santos Veiga, com quem mantinha um relacionamento há cerca de cinco anos.

Em depoimento aos militares, o suspeito relatou ter cometido o crime após uma discussão motivada por ciúmes. Segundo ele, a vítima foi atingida com golpes de facão. Após o assassinato, o corpo foi ocultado em uma fossa no quintal da residência do casal, em Nova Bandeirantes.

Depois do crime, o homem deixou a cidade levando o filho do casal e seguiu de táxi para Alta Floresta, onde procurou familiares. Conforme a polícia, os parentes o orientaram a se apresentar às autoridades.

Com a confissão, os policiais acionaram equipes de Nova Bandeirantes e repassaram a localização indicada pelo suspeito. No endereço informado, os militares encontraram o corpo da jovem dentro da fossa.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia e da Polícia Civil, responsável pela investigação. O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Alta Floresta e permanece à disposição da Justiça. O caso é investigado como feminicídio consumado.

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Suspeito de estupro é preso após vítima reconhecer voz durante crime em Nova Mutum

O caso foi registrado e será investigado pelas autoridades, que irão apurar as circunstâncias do crime e reunir elementos para o inquérito policia

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Mulher acorda durante abuso sexual e descobre que suspeito era amigo do companheiro em Nova Mutum

Um homem foi preso na madrugada deste sábado (13), em Nova Mutum, após ser acusado de estuprar uma mulher dentro da residência onde ela dormia ao lado do companheiro.

De acordo com informações da Polícia Civil, o crime foi registrado por volta da 1h10. A vítima relatou que estava dormindo quando despertou e percebeu que alguém mantinha relação sexual com ela.

Inicialmente, a mulher acreditou que se tratava de seu companheiro. No entanto, ao ouvir a voz do homem, percebeu que a pessoa não era seu parceiro e entrou em estado de choque.

Segundo o relato, ela reagiu imediatamente, empurrou o suspeito e acendeu a luz do quarto. Nesse momento, identificou que o homem era um conhecido de seu marido e que havia estado na residência horas antes.

Após o ocorrido, a vítima acionou as forças de segurança e informou o endereço onde o suspeito poderia ser encontrado. Durante as diligências, uma testemunha confirmou à polícia que esteve na casa da vítima anteriormente e que deixou o investigado no local antes de sair.

A mulher foi encaminhada para atendimento médico e realização dos procedimentos necessários. Já o suspeito foi localizado, preso e conduzido à Delegacia da Polícia Civil de Nova Mutum.

O caso foi registrado e será investigado pelas autoridades, que irão apurar as circunstâncias do crime e reunir elementos para o inquérito policia

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