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Wellington Fagundes confirma Janaína Riva e José Medeiros como candidatos ao Senado na chapa do PL

Questionado sobre a resistência manifestada anteriormente por José Medeiros em relação à presença de Janaína Riva na chapa, Wellington afirmou que o impasse foi superado durante as negociações.

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O senador Wellington Fagundes (PL) confirmou neste domingo (2) a composição da chapa majoritária que disputará as eleições de 2026 em Mato Grosso. Durante visita a Barra do Garças, o parlamentar anunciou que a deputada estadual Janaína Riva (MDB) e o deputado federal José Medeiros (PL) serão os candidatos ao Senado na coligação encabeçada por ele na disputa pelo Governo do Estado.

A declaração foi feita durante entrevista coletiva e representa a primeira confirmação pública da aliança construída entre o PL e o MDB para a eleição estadual.

Segundo Wellington, a definição foi homologada pela direção nacional do Partido Liberal e conta com o aval das principais lideranças envolvidas nas negociações.

“Já temos definido a candidatura do Zé Medeiros na nossa chapa, junto com Janaína Riva também na nossa chapa. Os dois senadores já definidos”, afirmou o senador.

A composição confirma um acordo político que vinha sendo articulado nos últimos dias e que também prevê a aproximação com o Partido Novo. A expectativa é que o empresário Marcelo Maluf seja indicado para a vaga de vice-governador, enquanto o Podemos ainda deve formalizar sua posição durante as convenções partidárias.

Questionado sobre a resistência manifestada anteriormente por José Medeiros em relação à presença de Janaína Riva na chapa, Wellington afirmou que o impasse foi superado durante as negociações.

“Essa situação já foi contornada. Inicialmente, a ideia era ter uma chapa com um único candidato, mas nós precisamos somar”, declarou.

O senador também comentou o cenário político após a convenção do União Brasil e afirmou que a ausência da candidatura do senador Jayme Campos ao Governo do Estado contribuiu para a consolidação da nova composição.

“Queriam que fosse para o WO, mas não será para o WF. Esse é o nosso trabalho e eu acredito muito”, disse, em referência às iniciais de seu nome.

Wellington Fagundes afirmou ainda que a definição da chapa ocorreu após uma reunião realizada no sábado (1º), com participação de lideranças políticas, entre elas José Medeiros, o empresário Odílio Balbinotti e representantes das legendas envolvidas nas articulações.

Com a confirmação, a chapa liderada pelo PL inicia oficialmente a campanha com Wellington Fagundes na disputa pelo Governo de Mato Grosso e Janaína Riva e José Medeiros concorrendo às duas vagas ao Senado Federal.

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Politica

Flávia Moretti desafia acordo do PL e diz que não fará palanque com Janaína Riva

A aliança foi anunciada após entendimento conduzido pela direção nacional do Partido Liberal, que confirmou a formação de uma chapa encabeçada por Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso, tendo o deputado federal José Medeiros (PL) e a deputada estadual Janaína Riva (MDB) como candidatos ao Senado.

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A aliança construída entre o PL e o MDB em Mato Grosso para a disputa das eleições de 2026 continua provocando reações dentro do próprio Partido Liberal. Nesta segunda-feira (3), a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que não pretende participar do mesmo palanque de lideranças emedebistas após a confirmação da composição anunciada pelo senador Wellington Fagundes (PL).

Em manifestação pública, a prefeita declarou que não caminhará ao lado do ex-prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), adversário nas eleições municipais de 2024, nem da deputada estadual Janaína Riva (MDB), apontada como uma das candidatas ao Senado na chapa liderada pelo PL.

Segundo Flávia, sua posição está relacionada ao histórico de enfrentamentos políticos com integrantes do MDB. A prefeita também afirmou que esperava um posicionamento de Janaína Riva diante dos episódios de violência política que, segundo ela, enfrentou na Câmara Municipal de Várzea Grande envolvendo o presidente da Casa, vereador Wanderley Cerqueira (MDB).

Apesar das críticas, Flávia informou que somente fará uma manifestação mais ampla após o encerramento das convenções partidárias, prazo que se encerra na quarta-feira (5), quando o cenário eleitoral estará oficialmente definido.

O posicionamento da prefeita reforça o movimento de resistência de lideranças do PL em Mato Grosso à aproximação com o MDB. Nos últimos dias, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), declarou que prefere ser expulso do partido a fazer campanha ao lado de candidatos emedebistas. O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), também tornou pública sua insatisfação, classificando a composição como incompatível com os princípios que defende.

A aliança foi anunciada após entendimento conduzido pela direção nacional do Partido Liberal, que confirmou a formação de uma chapa encabeçada por Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso, tendo o deputado federal José Medeiros (PL) e a deputada estadual Janaína Riva (MDB) como candidatos ao Senado.

As manifestações de Abilio, Cláudio Ferreira e, agora, Flávia Moretti evidenciam um cenário de divisão interna no PL mato-grossense, onde parte das principais lideranças municipais resiste à estratégia nacional de ampliar a aliança com o MDB para a disputa eleitoral de 2026.

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Indicação de Marcelo Maluf para disputar vice-governo na chapa de Wellington Fagundes é dada como certa

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As articulações para a formação das chapas majoritárias em Mato Grosso seguem intensas e, nos bastidores, um dos nomes que mais ganha força é o do empresário Marcelo Maluf. Filiado ao Novo, ele desponta como o principal cotado para ocupar a vaga de candidato a vice-governador em uma possível aliança liderada pelo senador Wellington Fagundes (PL).

Embora nenhuma definição oficial tenha sido anunciada, fontes ligadas às negociações apontam que o Novo deverá integrar a composição encabeçada pelo PL, indicando Marcelo Maluf para a vice. A costura política também envolveria o MDB, da deputada estadual Janaína Riva, pré-candidata ao Senado, e o deputado federal José Medeiros (PL), que disputaria a segunda vaga ao Senado.

As conversas ganharam força após uma série de reuniões entre lideranças partidárias e ainda dependem da formalização das convenções. A construção do grupo teria o aval da executiva estadual do PL e de dirigentes nacionais da legenda, além da participação de lideranças do MDB.

Nos bastidores, a avaliação é de que Marcelo Maluf reúne características que podem fortalecer a chapa ao agregar o perfil técnico e empresarial defendido pelo Partido Novo, além de ampliar o diálogo com setores do empreendedorismo e da iniciativa privada.

Outro partido que segue no radar das negociações é o Podemos. A legenda ainda discute qual caminho seguirá nas eleições estaduais, embora interlocutores considerem possível uma composição com o grupo liderado por Wellington Fagundes.

As articulações ganharam novo ritmo após a definição do União Brasil de não lançar a candidatura do senador Jayme Campos ao Governo do Estado, cenário que provocou uma reorganização entre as forças de oposição e abriu espaço para novas alianças.

Apesar da movimentação nos bastidores, a eventual indicação de Marcelo Maluf ainda depende da conclusão das negociações entre os partidos e da homologação durante as convenções partidárias. Até o prazo final estabelecido pela Justiça Eleitoral para a definição das chapas, novas mudanças na composição ainda não estão descartadas.

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Abilio desafia decisão do PL e diz que não fará campanha para Janaína Riva: “Podem me expulsar”

Abilio também mencionou sua ex-vice-prefeita, que deixou o partido e se filiou ao MDB, destacando que ela passou a fazer críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à sua administração.

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), criticou duramente a decisão do Partido Liberal de compor aliança com o MDB em Mato Grosso e afirmou que não apoiará a deputada estadual Janaína Riva (MDB) ao Senado, mesmo que a candidatura seja oficializada pela legenda. Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (3), o gestor declarou que prefere ser expulso do partido a fazer campanha ao lado da emedebista.

Na postagem, Abilio afirmou que não aceitará apoiar adversários políticos em nome da fidelidade partidária.

“Se meu partido em Mato Grosso juntar com o PT, por fidelidade partidária tenho que apoiar o PT? Não esperem isso de mim. Ou me libera, ou tolera ou me expulsa. Com PT e MDB eu não vou”, escreveu.

Em outro trecho, reforçou sua posição ao afirmar: “Não estarei com o MDB”.

O prefeito justificou a resistência lembrando que lideranças do MDB foram adversárias do PL em diversas disputas municipais em Mato Grosso.

Entre os exemplos citados estão o deputado estadual Eduardo Botelho, adversário de Abilio na eleição para a Prefeitura de Cuiabá em 2024; o ex-prefeito de Várzea Grande Kalil Baracat; o ex-prefeito de Primavera do Leste, Léo Bortolin; e Thiago Silva, que disputou a Prefeitura de Rondonópolis contra o candidato apoiado pelo PL.

“Não posso ser incoerente. O Botelho, que foi meu oponente em Cuiabá e fala mal de mim e do Bolsonaro, está no MDB. O Thiago, que foi oponente do Cláudio em Rondonópolis, está no MDB. O Léo, que foi contra o Manich em Primavera do Leste, está no MDB”, afirmou.

Abilio também mencionou sua ex-vice-prefeita, que deixou o partido e se filiou ao MDB, destacando que ela passou a fazer críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à sua administração.

As declarações ocorrem um dia após o senador Wellington Fagundes (PL) anunciar que a chapa ao Senado será composta pelo deputado federal José Medeiros (PL) e pela deputada estadual Janaína Riva (MDB). Segundo Wellington, o acordo recebeu o aval da direção nacional do Partido Liberal e faz parte da construção de um grupo de oposição ao projeto liderado pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

A manifestação de Abilio expõe um novo foco de divergência interna no PL de Mato Grosso, às vésperas da definição oficial das chapas para as eleições de 2026. Até o momento, a direção estadual do partido e Janaína Riva não haviam se pronunciado sobre as declarações do prefeito.

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