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Política Nacional

Mato Grosso pode ter representante na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro

Nos bastidores, a eventual escolha de Marina Candia é vista como um movimento para agregar representatividade feminina à chapa e ampliar o diálogo político entre os partidos.

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A possibilidade de Mato Grosso ocupar espaço de destaque na disputa pelo Palácio do Planalto ganhou força nos bastidores da política nacional. A cuiabana Marina Candia (PSDB),  ex-primeira-dama de Maceió,  passou a ser cotada para compor a chapa presidencial encabeçada por Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições de 2026.

A informação foi revelada pelo jornal O Globo, que aponta que Marina foi procurada por integrantes do Partido Liberal para ocupar a vaga de candidata a vice-presidente.

Segundo a publicação, a estratégia do PL é formar uma chapa com uma mulher na vice-presidência e, ao mesmo tempo, fortalecer a aproximação com o PSDB, ampliando a aliança entre as duas legendas na corrida ao Palácio do Planalto.

Nos bastidores, a eventual escolha de Marina Candia é vista como um movimento para agregar representatividade feminina à chapa e ampliar o diálogo político entre os partidos.

Caso a composição seja confirmada, Mato Grosso poderá voltar a ocupar protagonismo em uma disputa presidencial, com uma representante de Cuiabá integrando uma das principais chapas da eleição de 2026.

Até o momento, nem o PL nem Marina Candia se manifestaram oficialmente sobre a possibilidade de composição. As definições das chapas nacionais devem ocorrer durante o período das convenções partidárias.

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Política Nacional

BTG/Nexus: Lula cai, Flávio Bolsonaro sobe e disputa vai a empate técnico no 2º turno

Segundo a série histórica do instituto, esta é a menor diferença entre os dois pré-candidatos desde abril. Na pesquisa anterior, divulgada em 27 de julho, Lula aparecia nove pontos à frente do adversário.

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A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (3) aponta um cenário mais equilibrado na disputa pela Presidência da República. Em relação ao levantamento anterior, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recuou um ponto percentual, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) avançou quatro pontos, reduzindo a diferença entre os dois tanto no primeiro quanto no segundo turno.

No cenário de segundo turno, Lula aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de Flávio Bolsonaro. A diferença de apenas um ponto percentual configura empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

O levantamento foi realizado após as convenções partidárias que oficializaram as candidaturas de Lula à reeleição e de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

Na simulação de primeiro turno, Lula mantém a liderança, mas a vantagem diminuiu. O petista registra 41% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 37%, reduzindo a distância para quatro pontos percentuais.

Segundo a série histórica do instituto, esta é a menor diferença entre os dois pré-candidatos desde abril. Na pesquisa anterior, divulgada em 27 de julho, Lula aparecia nove pontos à frente do adversário.

O levantamento indica que, caso a tendência de crescimento de Flávio Bolsonaro e de oscilação de Lula se mantenha, a disputa presidencial poderá ocorrer em um cenário de forte equilíbrio até o primeiro turno.

A pesquisa BTG/Nexus possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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Política Nacional

Senador Flávio Bolsonaro intensifica críticas a Lula em meio ao cenário eleitoral de 2026

Até o momento, o Palácio do Planalto e integrantes do PT não haviam se manifestado sobre a declaração do senador.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (2). Em uma publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o atual governo representa “o atraso e o retrocesso” para o Brasil e declarou oposição ao que chamou de uma agenda de “destruição e terra arrasada”.

Na mensagem publicada, Flávio Bolsonaro afirmou que sua posição é compartilhada por milhões de brasileiros e fez críticas ao projeto político liderado pelo Partido dos Trabalhadores.

“O governo Lula representa o atraso e o retrocesso. E eu, assim como milhões de brasileiros, digo NÃO a essa agenda de destruição e terra arrasada da esquerda”, escreveu o senador.

A declaração ocorre em um momento de intensificação do debate político para as eleições de 2026, com aliados do governo e da oposição ampliando manifestações sobre temas como economia, segurança pública, políticas sociais e atuação internacional do Brasil.

Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, é um dos principais nomes do Partido Liberal no Senado e tem participado das articulações da oposição ao governo federal.

Até o momento, o Palácio do Planalto e integrantes do PT não haviam se manifestado sobre a declaração do senador.

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Política Nacional

Convenção nacional do PT confirma Lula na corrida presidencial e destaca soberania e direitos trabalhistas

O deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), vice-líder do governo na Câmara, afirmou que a convenção deve apresentar as principais entregas da atual administração e as perspectivas para os próximos anos.

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O Partido dos Trabalhadores oficializa neste domingo (2) a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição durante a convenção nacional da legenda, realizada em São Paulo. O encontro marca o início oficial da estratégia petista para a disputa presidencial de 2026 e deve ser utilizado para apresentar um balanço das ações do atual governo e defender as principais bandeiras da campanha.

Durante o evento, a expectativa é de que Lula destaque medidas implementadas em seu terceiro mandato, além de apresentar propostas para um eventual quarto governo. Entre os temas previstos no discurso estão crescimento econômico, programas sociais, defesa da soberania nacional e mudanças nas relações de trabalho.

Parlamentares do PT afirmam que o presidente deve reforçar a mensagem de recuperação econômica e social do país, além de fazer comparações com gestões anteriores e apontar os caminhos que pretende seguir caso seja eleito novamente.

O deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), vice-líder do governo na Câmara, afirmou que a convenção deve apresentar as principais entregas da atual administração e as perspectivas para os próximos anos.

Outro tema que deve ganhar espaço no discurso é a defesa do fim da escala de trabalho 6×1, uma das bandeiras incorporadas pelo PT em 2026. A proposta prevê a substituição do modelo em que o trabalhador atua seis dias e descansa um por uma jornada com dois dias de descanso semanal, sem redução salarial.

A pauta passou a integrar a agenda política do governo, mas ainda depende de avanço e aprovação no Senado Federal.

Além das questões trabalhistas, a defesa da soberania nacional deve ser um dos pilares da manifestação de Lula e da direção do partido. O tema ganhou destaque nas resoluções internas do PT e aparece associado à defesa da democracia e dos direitos sociais.

A convenção ocorre uma semana após o PDT oficializar apoio à candidatura de Lula. Na ocasião, o presidente afirmou que soberania e democracia estarão entre os principais eixos da campanha eleitoral.

O encontro reúne dirigentes partidários, parlamentares e militantes do PT e também deve apresentar as diretrizes gerais da campanha que será desenvolvida até o primeiro turno das eleições de 2026.

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