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Servidora do TRT-MT está entre as vítimas de acidente na MT-010 em Rosário Oeste

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A servidora do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT-MT), Naila Nord, de 42 anos, foi identificada como uma das vítimas do trágico acidente ocorrido hoje (06), na MT-010, em Rosário Oeste, (a 104 km de Cuiabá)

 Naila deixa três filhos e esposo.

O acidente envolveu dois carros e matou quatro pessoas, que ficaram presas às ferragens. Um dos veículos pegou fogo e um dos ocupantes morreu carbonizado.

 

O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater as chamas que atingiram um dos carros.

 

 

 

Imagens gravadas por pessoas que passavam pelo local mostram um dos veículos completamente em chamas. O outro ficou apoiado sobre a parte dianteira, com a traseira erguida e as rodas suspensas.

 

Nota

 

“O Tribunal manifesta profundo pesar pelo falecimento da servidora Naila Nord, técnica judiciária do TRT de Mato Grosso desde 18 de outubro de 2012.

Natural de Florianópolis (SC), Naila iniciou sua trajetória no Tribunal na Vara do Trabalho de Nova Mutum, onde atuou de 2012 a 2023. Em seguida, foi removida para Cuiabá, passando a exercer suas atividades na Contadoria, setor responsável pelos cálculos judiciais nos processos trabalhistas.

Em janeiro deste ano, a servidora foi lotada na Secretaria-Geral Judiciária do TRT mato-grossense, onde passou a reforçar a equipe da Comissão Interinstitucional de Ações Afirmativas.

Ao longo de sua trajetória, Naila desempenhou suas atividades com dedicação, compromisso e sensibilidade.

Naila faleceu na manhã desta segunda-feira (6), em decorrência de um acidente de trânsito na MT-010, próximo ao município de Rosário Oeste. Segundo informações preliminares, houve uma colisão frontal entre dois veículos. Ela estava sozinha no carro que dirigia.

A servidora deixa marido e três filhos. Neste momento de dor, o TRT de Mato Grosso se solidariza com familiares, amigos e colegas de trabalho.”

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Ocupar espaços de poder também é combater o racismo

Gisela Simona é advogada, servidora e mulher preta

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Julho deixou de ser apenas mais um mês do calendário para se transformar em um tempo de reflexão, mobilização e afirmação política. Cada vez mais conhecido como o Mês das Pretas, ele reúne datas profundamente simbólicas para quem acredita em uma sociedade mais justa: o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, celebrados em 25 de julho.

Mais do que homenagens, essas datas nos convidam a olhar para uma realidade que ainda desafia o Brasil. Somos um país formado, em grande medida, pela força, cultura e ancestralidade africana. No entanto, essa presença majoritária da identidade brasileira ainda não se reflete na mesma proporção, nos espaços onde as decisões são tomadas.

É impossível falar em democracia plena quando mulheres negras continuam enfrentando barreiras maiores para acessar direitos, oportunidades e posições de liderança. Mostrando que a desigualdade não nasce apenas da condição econômica mas também é resultado de um racismo estrutural que, por décadas, restringiu vozes, invisibilizou trajetórias e naturalizou ausências.

Ao longo da minha vida pública, aprendi que representatividade não pode ser tratada como um gesto simbólico. E que nossa ausência nos espaços de poder produz consequências concretas. Aliás, quando mulheres ocupam a ambiência política, ampliam o olhar sobre problemas que muitas vezes permanecem invisíveis para quem nunca precisou enfrentá-los. É assim na política, na Justiça, nas universidades, nas empresas enfim, em todas as estruturas de poder.

Essa discussão, claro, ganha mais importância em um ano eleitoral. Pois as eleições não devem ser apenas uma disputa entre partidos ou projetos políticos. Muito antes precisam representar uma oportunidade de refletirmos sobre quem está ocupando as mesas onde as decisões são tomadas e quem continua do lado de fora delas.

O Brasil avançou ao estabelecer mecanismos que buscam ampliar a participação de candidaturas negras e femininas, inclusive na distribuição dos recursos públicos destinados às campanhas. Mas sabemos que o desafio não termina na legislação. Ainda existem candidaturas sem estrutura, sem apoio partidário, sem recursos suficientes e, muitas vezes, submetidas à violência política, ao racismo e ao preconceito durante todo o processo eleitoral.

Defender maior participação de mulheres negras na política não significa reivindicar privilégios. Significa fortalecer a democracia. Pois quanto mais plural for a representação política, mais próxima da realidade será a construção das políticas públicas.

Assim, não basta abrir espaço nas fotografias de campanha, mas garantir condições reais para que mulheres negras disputem eleições, exerçam mandatos e permaneçam ocupando esses espaços com segurança, respeito e autonomia.

Quando lembramos Tereza de Benguela, lembramos uma mulher que, ainda no século XVIII, liderou um quilombo, organizou uma comunidade e demonstrou que liderança, coragem e inteligência jamais tiveram cor ou gênero. Sua história continua nos ensinando que ocupar espaços de poder também é uma forma de resistência.

E para aqueles que como eu acreditam que democracia se constrói com diversidade, participação e igualdade de oportunidades, torce por um tempo em que a população negra deixe de ser maioria  na violência e nas estatísticas da desigualdade e passe a ocupar, com naturalidade, espaços onde se definem os rumos do país. Assim, nas universidades, na ciência, na iniciativa privada, no serviço público e, sobretudo, na política.

Mostrando que uma democracia verdadeiramente representativa começa quando todos têm o direito não apenas de votar, mas também de governar.

Gisela Simona é advogada, servidora e mulher preta

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Sesc Arsenal leva aventura e diversão nas telas do cinema durante o mês de julho

No dia 12 (domingo), haverá o Arsenal de Curtas, com a exibição de dois filmes, As Aventuras de Patyzuli no Círio e Vellozia, no Jardim do Sesc Arsenal.

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Nesta semana, o CineSesc leva sessões de cinema que contemplam muita aventura e diversão. As exibições acontecem no Sesc Arsenal todas as quintas-feiras, às 19h, e domingos, às 18h. A entrada é gratuita e os filmes são de classificação livre.

No domingo (05), o Arsenal de Curtas irá apresentar os filmes: Cururu e Siriri – Tradição no Coração e Temos Pão Caseiro.

Cururu e Siriri – Tradição no Coração: O curta apresenta o relato dos filhos de um cururueiro pioneiro, que compartilham suas memórias e o atual momento do cenário musical regional da cultura cuiabana. A filha de um deles, que segue a tradição e é presidente de um grupo de siriri (dança), conta, junto com sua filha — dançarina mirim do mesmo grupo —, como despertaram o interesse pela dança e se encantaram ao vivenciar a cultura.

Temos Pão Caseiro: O filme conta a tocante história de uma menina que resolve ensinar sua avó a ler e escrever. A obra traz lições sobre laços familiares e o papel transformador da educação.

Na quinta-feira (09), será exibido o filme: Beatriz-Vira Folhas. O filme dirigido por Samantha Col Debella conta as aventuras de uma menina de 10 anos que enfrenta o drama de uma mudança de cidade e de escola no meio do ano letivo. Ela tem dificuldades para se integrar com a nova escola e colegas e acaba descobrindo nos livros, um universo mágico que aguça sua imaginação. A entrada é gratuita e aberta para todas as idades.

No dia 12 (domingo), haverá o Arsenal de Curtas, com a exibição de dois filmes, As Aventuras de Patyzuli no Círio e Vellozia, no Jardim do Sesc Arsenal.

As Aventuras de Patyzuli no Círio faz uma homenagem a elementos da cultura de Belém, capital do Pará e aos espaços típicos do imaginário da capital como o Mercado Ver-o-Peso e o bairro do Guamá.

Vellozia: o filme acompanha as aventuras de Vellozia, Ana e Miro, no combate aos desafios relacionados às consequências do aquecimento global, eles utilizam a observação e o aprendizado com a natureza para desenvolverem tecnologias com o objetivo de resolver problemas ambientais e compartilhar ensinamentos com os adultos, destacando a importância da conservação.

CineSesc – Semana 2

Local: Cinema Sesc Arsenal

05/07 – 18h – Arsenal de Curtas: As Aventuras de Patyzuli no Círio e Vellozia

09/07 – 19h – Beatriz-Vira Folhas

12/07 – 18h – Arsenal de Curtas: Cururu e Siriri – Tradição no Coração e Temos Pão Caseiro

Sobre o Sesc-MT

O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral em Mato Grosso.

Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e seis unidades móveis que circulam pelos municípios do interior. O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário Sebastião Gonçalves. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), sob o comando de José Roberto Tadros.

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Festival de pizza terá fatias a partir de R$ 10 e entrada gratuita em Cuiabá

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Uma ocorrência marcada por momentos de tensão mobilizou a Polícia Militar no distrito de São José do Couto, em Campinápolis, no último domingo (5). Um homem de 35 anos foi preso após causar destruição dentro da própria residência, ameaçar familiares com um facão, tentar colocar fogo no carro e manter a mãe, uma idosa de 77 anos diagnosticada com Alzheimer, hipertensão e sequelas de AVCs, presa em um dos cômodos da casa.

Segundo informações registradas na ocorrência, o homem chegou ao imóvel sob efeito de álcool e iniciou uma série de ameaças contra a esposa, a sogra e outros familiares que estavam no local. Durante o surto, ele teria quebrado móveis e objetos da residência, provocando medo entre os moradores.

A situação ficou ainda mais grave quando o suspeito tentou incendiar o próprio veículo que estava na garagem. Familiares conseguiram impedir a ação naquele momento, mas o homem continuou agressivo e passou a restringir a movimentação da mãe, que possui limitações físicas e necessita de cuidados.

Uma parente tentou retirar a idosa do imóvel, mas desistiu após ser ameaçada pelo homem. Diante do risco, a Polícia Militar foi acionada para intervir na situação.

Equipes do 1º Pelotão do 13º Comando Regional foram até a residência, realizaram o cerco e conseguiram localizar o suspeito dentro do imóvel. Durante a abordagem, os policiais encontraram um facão próximo ao homem, objeto que teria sido usado para intimidar os familiares.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil, onde o caso foi registrado. Ele deverá responder por crimes como cárcere privado, violência doméstica e ameaça.

A idosa foi retirada do local sem ferimentos físicos e ficou sob os cuidados de familiares. A ocorrência chamou atenção para a importância da intervenção rápida em situações envolvendo violência dentro do ambiente familiar, especialmente quando envolvem pessoas em situação de vulnerabilidade.

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