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Politica

Natasha usa “fila do ossinho” para criticar contraste social em Mato Grosso

“Que disparate é isso? Que afronta é isso? Isso é um verdadeiro tapa na cara de todo cidadão. A gente tem gente passando fome”, declarou Natasha.

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A pré-candidata ao Governo de Mato Grosso, Natasha Slhessarenko (PSD), criticou o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) após associar um jantar de luxo realizado em Nova York à realidade social enfrentada por parte da população mato-grossense.

Em entrevista ao programa No Ar, com o jornalista Geraldo Araújo, nesta segunda-feira (6), Natasha afirmou que a política precisa estar conectada aos problemas reais da população e classificou como contraditório o cenário de pessoas em situação de vulnerabilidade enquanto autoridades participam de eventos marcados pelo luxo.

Durante a entrevista, a pré-candidata citou a chamada “fila do ossinho”, em Cuiabá, movimento que ganhou repercussão por reunir pessoas em busca de doações de alimentos, e comparou com informações divulgadas sobre o jantar promovido pelo presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro, em Nova York.

“Que disparate é isso? Que afronta é isso? Isso é um verdadeiro tapa na cara de todo cidadão. A gente tem gente passando fome”, declarou Natasha.

A fala faz parte da estratégia da pré-candidata de colocar a desigualdade social e o combate à fome no centro do debate eleitoral. Segundo ela, o próximo ciclo político deve priorizar ações voltadas à melhoria da qualidade de vida da população e ao enfrentamento das dificuldades enfrentadas diariamente pelos mato-grossenses.

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Politica

Conhecido como “Bolsonaro de Sapezal”, Valcir Casagrande fortalece parceria com Flaviane Bolsonaro

A parceria entre ambos vai além da política partidária. Durante a gestão de Casagrande à frente da Prefeitura de Sapezal, diversas ações sociais idealizadas por Flaviane contaram com o apoio do poder público municipal.

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A advogada Flaviane Bolsonaro (Flaviane Ramalho), filiada ao Partido NOVO e pré-candidata a deputada estadual, e o ex-prefeito de Sapezal, Valcir Casagrande, reforçaram a parceria política e social construída ao longo dos últimos anos. A aproximação entre os dois tem como base a defesa de pautas conservadoras, o incentivo ao trabalho voluntário e a atuação em projetos voltados à comunidade.

Em Sapezal, Valcir Casagrande é conhecido por muitos apoiadores como o “Bolsonaro de Sapezal”, apelido que faz referência ao seu estilo político marcado por posicionamentos firmes e declarações diretas. A identificação com esse perfil contribuiu para consolidar sua liderança no município e aproximá-lo de Flaviane Bolsonaro, que também defende uma atuação pautada pela firmeza na defesa de seus princípios.

A parceria entre ambos vai além da política partidária. Durante a gestão de Casagrande à frente da Prefeitura de Sapezal, diversas ações sociais idealizadas por Flaviane contaram com o apoio do poder público municipal. Entre elas estão campanhas de Natal que arrecadaram e distribuíram brinquedos para mais de 600 crianças, proporcionando momentos de lazer e inclusão para famílias em situação de vulnerabilidade.

Ao longo de sua trajetória, Flaviane também desenvolveu projetos voltados à conscientização ambiental e ao fortalecimento da cidadania. Entre as iniciativas estão mutirões de limpeza no bosque municipal, realizados com a participação de jovens voluntários, incentivando o cuidado com os espaços públicos e a preservação ambiental.

Na área jurídica, a advogada atua há mais de dez anos em comissões da OAB Mato Grosso, participando de atividades voltadas à orientação da população, especialmente de crianças, adolescentes e jovens, além da promoção de ações educativas e de cidadania.

O compromisso com o voluntariado também envolve toda a família. Os filhos Laís, Gabriella e Rafael cresceram participando das campanhas solidárias promovidas por Flaviane, colaborando em arrecadações de alimentos, distribuição de brinquedos, visitas a idosos, apoio a famílias em situação de vulnerabilidade, ações de proteção animal e iniciativas ambientais.

Segundo pessoas próximas aos dois líderes, a parceria construída ao longo dos anos demonstra a convergência de valores e o compromisso com projetos voltados ao desenvolvimento social, fortalecendo uma atuação conjunta que une experiência administrativa, trabalho comunitário e participação política em Mato Grosso.

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Zé Trovão critica Bolsonaro e diz que omissão levou à crise do 8 de Janeiro

Durante a entrevista, Zé Trovão também afirmou que, caso Bolsonaro tivesse se manifestado logo após o resultado das eleições, os desdobramentos poderiam ter sido diferentes.

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O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) fez duras críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro ao comentar os acontecimentos que sucederam as eleições presidenciais de 2022. Durante entrevista ao podcast Quintow Podcast, o parlamentar afirmou que Bolsonaro errou ao permanecer em silêncio após a derrota nas urnas e classificou essa postura como “covarde”.

Segundo Zé Trovão, o ex-presidente deveria ter reconhecido o resultado da eleição e orientado seus apoiadores a deixarem os acampamentos e encerrarem as manifestações.

“Não podia ter feito aquilo, porque hoje tem milhares de pessoas presas por conta daquilo. Tinha que ter falado: perdi as eleições, seja de maneira democrática ou não, perdi as eleições, vai pra casa”, declarou o deputado.

Na avaliação do parlamentar, a ausência de um pronunciamento de Bolsonaro contribuiu para os fatos que culminaram nos atos de 8 de janeiro de 2023 e nas prisões de manifestantes.

“Para mim, aquilo não foi certo”, afirmou. Ele disse ainda acreditar que muitas pessoas presas são inocentes e que parte de sua atuação parlamentar é voltada para buscar a liberdade desses investigados.

Durante a entrevista, Zé Trovão também afirmou que, caso Bolsonaro tivesse se manifestado logo após o resultado das eleições, os desdobramentos poderiam ter sido diferentes.

“Se ele tivesse feito isso, talvez hoje ele não estivesse preso. Porque toda a perseguição que geraram em cima dele foi através dessas narrativas”, disse.

Apesar das críticas, o deputado reiterou seu apoio ao ex-presidente, classificando-o como “o melhor presidente que o Brasil já teve” e afirmando acreditar que Bolsonaro é alvo de perseguição política.

Na mesma entrevista, Zé Trovão também criticou veículos de comunicação, afirmando que parte da cobertura jornalística influenciou o resultado das eleições presidenciais de 2022.

As declarações foram dadas durante participação no Quintow Podcast.

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Pênalti desperdiçado pelo Brasil vira alvo de provocação política de Sóstenes Cavalcante

O episódio ocorreu durante a partida que terminou com a eliminação do Brasil diante da Noruega, resultado que aumentou a frustração dos torcedores e gerou uma série de debates sobre o desempenho da equipe no Mundial.

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O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, provocou repercussão nas redes sociais ao relacionar o pênalti desperdiçado pela Seleção Brasileira, na derrota para a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, ao número 13, utilizado pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

A cobrança desperdiçada ocorreu aos 13 minutos do primeiro tempo e foi usada pelo parlamentar para fazer uma ironia política. Em publicação nas redes sociais, Sóstenes sugeriu que o lance representava a “praga do 13”, em referência ao número eleitoral do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A manifestação dividiu opiniões entre os internautas. Enquanto apoiadores do deputado entraram na brincadeira e repercutiram a publicação, outros criticaram a tentativa de politizar um momento esportivo envolvendo a Seleção Brasileira.

O episódio ocorreu durante a partida que terminou com a eliminação do Brasil diante da Noruega, resultado que aumentou a frustração dos torcedores e gerou uma série de debates sobre o desempenho da equipe no Mundial.

A derrota brasileira também desencadeou uma enxurrada de manifestações de políticos e personalidades nas redes sociais, transformando o revés esportivo em tema de discussões que ultrapassaram o futebol e chegaram ao cenário político nacional.

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