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Janaina lidera arrecadação para o Senado em MT; campanhas já movimentam milhões

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A menos de um mês do primeiro turno das eleições de 2026, os candidatos ao Senado por Mato Grosso já movimentam milhões de reais em recursos de campanha. Os dados mais recentes do DivulgaCand, da Justiça Eleitoral, mostram Janaina Riva (MDB) na liderança, com R$ 3,5 milhões disponíveis.

Quase todo o valor recebido por Janaina veio da direção nacional do MDB, que repassou R$ 3,5 milhões. A candidata também declarou uma doação de R$ 20 mil feita por pessoa física.

Margareth Buzetti (PP) aparece em seguida, com R$ 3,1 milhões. O PP destinou R$ 2,9 milhões à campanha, enquanto outras duas doações de pessoas físicas somam R$ 202 mil. Entre elas está uma contribuição da própria candidata, no valor de R$ 2 mil.

Mauro Mendes (União) declarou R$ 1,07 milhão. Desse montante, R$ 1 milhão veio da direção nacional do partido. A direção estadual, presidida pelo próprio candidato, repassou R$ 25 mil. Outras três doações totalizam R$ 50 mil.

José Medeiros (PL) informou R$ 1,1 milhão em recursos. A maior parte, R$ 1 milhão, foi repassada pela direção nacional do PL. Os outros R$ 100 mil vieram do suplente Odilio Balbinotti Filho.

Pedro Taques (PSB) declarou R$ 530 mil, sendo R$ 500 mil provenientes de recursos partidários e R$ 30 mil de pessoa física.

Entre os candidatos, Antônio Galvan (Avante) é quem registra, até agora, o maior volume de doações individuais. São R$ 403 mil distribuídos em cinco contribuições, com valores entre R$ 25 mil e R$ 100 mil.

Carlos Fávaro (PSD) declarou R$ 360,7 mil. A maior parcela veio da direção estadual do partido, que ele preside em Mato Grosso. O candidato também registrou quatro doações de pessoas físicas.

Professor Nelson Ferreira (Agir), Beny Godoy (Agir) e Coronel Darwin (Democrata) não aparecem, até a atualização consultada, com recursos de doações ou repasses partidários declarados.

O limite de gastos para a disputa ao Senado em Mato Grosso é de aproximadamente R$ 3,8 milhões. Os valores informados podem sofrer alterações à medida que novas receitas e despesas sejam declaradas à Justiça Eleitoral.

Os dados foram disponibilizados pelo DivulgaCand, plataforma oficial utilizada pela Justiça Eleitoral para divulgar informações sobre candidaturas e contas eleitorais.

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Politica

Tereza Cristina e Damares reforçam campanha de Margareth Buzetti em Cuiabá

Ex-ministras e senadoras participam de encontro ao lado de lideranças de Mato Grosso e ampliam o peso político da candidatura ao Senado

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Duas das principais lideranças femininas da política nacional estarão em Cuiabá nesta quarta-feira (9) para reforçar a candidatura de Margareth Buzetti ao Senado por Mato Grosso. As senadoras Tereza Cristina e Damares Alves participam do encontro “Mulheres que Mudam Gerações”, que também reunirá o governador Otaviano Pivetta e o ex-governador Mauro Mendes.

O evento será realizado a partir das 18h30, no Cenarium Rural, no Centro Político Administrativo, e deve concentrar lideranças políticas, apoiadores e representantes de diferentes setores.

A presença de Tereza Cristina e Damares dá dimensão nacional à campanha de Margareth e evidencia as articulações construídas pela parlamentar durante sua atuação em Brasília. As duas senadoras ocuparam ministérios no governo Jair Bolsonaro e mantêm forte atuação em pautas relacionadas à proteção das mulheres, crianças e famílias.

Durante sua passagem pelo Senado, Margareth Buzetti também ganhou projeção pela atuação em propostas voltadas ao combate à violência contra a mulher e à proteção de crianças e adolescentes. Entre as medidas associadas à sua atuação estão o endurecimento da legislação sobre feminicídio, a criação do auxílio-aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica e mudanças nas penas para crimes cometidos contra menores.

A senadora também participou de iniciativas relacionadas à saúde mental de crianças e adolescentes no Sistema Único de Saúde.

Mulheres que Mudam Gerações

Para Margareth, o encontro pretende mostrar que as pautas relacionadas à proteção da família e ao combate à violência ultrapassam questões partidárias ou de gênero.

“Esse é um convite para homens e mulheres, pais e mães. Quando uma lei protege uma mulher da violência, uma criança ou uma família, toda a sociedade ganha. Quero reunir pessoas que acreditam que a política pode, sim, mudar gerações quando é feita com coragem e resultado”, afirmou.

Além da presença de Tereza Cristina e Damares, o evento terá a participação de Otaviano Pivetta e Mauro Mendes, ampliando o caráter político do encontro em um momento decisivo da disputa pelas duas vagas de Mato Grosso no Senado.

A agenda também coloca Margareth ao lado de nomes de expressão nacional em uma estratégia de campanha que busca associar sua candidatura a pautas de proteção social, defesa da família e endurecimento das políticas de combate à violência.

O encontro ocorre no Cenarium Rural, na Avenida Dr. Hélio Ribeiro, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá, com início previsto para 18h30.

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“Ninguém pode parar uma ideia”: Flávio relembra facada e fala em “renascimento” de Bolsonaro

Para Flávio, a lembrança da facada não representa apenas o passado. É também uma forma de conectar a história política do pai à própria candidatura presidencial em 2026.

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Às vésperas do 7 de Setembro, o senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) resgatou uma das imagens mais marcantes da trajetória política do pai, Jair Bolsonaro: o atentado sofrido durante a campanha eleitoral de 2018.

Em uma publicação nas redes sociais, Flávio afirmou que o dia 6 de setembro permanece como uma das datas mais dolorosas para a família, mas também como um momento que, em sua avaliação, mudou definitivamente a trajetória do ex-presidente.

“Para o Brasil, hoje é o dia que Jair Bolsonaro quase foi morto por um ex-militante do PSOL. Para mim e para a minha família, foi o dia mais difícil das nossas vidas”, escreveu.

Na sequência, o senador adotou um tom político e transformou a lembrança do atentado em uma mensagem de resistência.

“6 de setembro também será sempre lembrado como dia que Bolsonaro renasceu. Ninguém pode parar uma ideia!”, afirmou.

O ataque ocorreu em 6 de setembro de 2018, em Juiz de Fora, Minas Gerais, quando Jair Bolsonaro participava de uma atividade de campanha para a Presidência da República. O então candidato foi atingido por uma facada e precisou passar por procedimentos médicos.

O episódio interrompeu a agenda de campanha de Bolsonaro, mas não impediu sua permanência na disputa eleitoral. Nos meses seguintes, a imagem do atentado passou a ocupar espaço central na narrativa de sua campanha e, posteriormente, na construção de sua trajetória política.

Oito anos depois, a lembrança volta a ganhar peso político em meio à disputa presidencial de 2026, agora com Flávio Bolsonaro como candidato ao Palácio do Planalto.

Ao falar em “renascimento”, o senador procura associar a trajetória do pai a uma ideia de resistência política. A mensagem publicada nas redes sociais também reforça um dos principais argumentos utilizados pelo campo bolsonarista: o de que o movimento político iniciado por Jair Bolsonaro ultrapassaria a figura individual do ex-presidente.

A frase “ninguém pode parar uma ideia” resume essa tentativa de apresentar o bolsonarismo como um projeto político que, segundo seus defensores, continua vivo mesmo diante das derrotas eleitorais, conflitos institucionais e obstáculos enfrentados nos últimos anos.

A publicação foi feita justamente na passagem para o 7 de Setembro, data que historicamente mobiliza manifestações patrióticas e que se tornou, nos últimos anos, uma das principais datas de mobilização política da direita brasileira.

Para Flávio, a lembrança da facada não representa apenas o passado. É também uma forma de conectar a história política do pai à própria candidatura presidencial em 2026.

O filho agora ocupa o lugar de candidato e tenta levar adiante o capital político construído por Jair Bolsonaro, apresentando-se aos eleitores como parte de uma continuidade política que nasceu, segundo a narrativa defendida por sua família, justamente no momento em que o ex-presidente sobreviveu ao atentado.

A memória daquele 6 de setembro, portanto, deixa de ser apenas uma lembrança familiar e volta ao centro do debate político nacional.

 

 

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Samantha pede diálogo antes de expulsão de prefeitos; veja vídeo

Ananias Filho afirmou que instaurou procedimentos envolvendo os prefeitos Flávia Moretti, de Várzea Grande, Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, e Sérgio Machnic, de Primavera do Leste. Os três declararam apoio a Pivetta.

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A candidata a deputada estadual e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris (PL), criticou a decisão do presidente estadual do partido, Ananias Filho, de abrir procedimentos que podem resultar na expulsão de prefeitos da legenda que declararam apoio à candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) à reeleição.

Para Samantha, a estratégia adotada pela direção estadual do PL pode ampliar o desgaste interno em vez de resolver a divergência. Em entrevista ao MidiaNews, ela defendeu que o presidente da sigla converse individualmente com os prefeitos antes de tomar qualquer medida.

“Entendo que ele precisa ter o posicionamento dele enquanto presidente da sigla, mas acho que ele precisava reavaliar isso e conversar, de fato, com cada um daqueles que ele tem essa pretensão de tirar do partido”, afirmou.

Na avaliação da vereadora, uma postura mais conciliadora poderia evitar o afastamento de outras lideranças. “Para poder, de fato, aproximá-los de maneira amigável, porque dessa forma ele vai acabar afastando mais pessoas. Então, é importante ter uma conversa e entender que não é desse jeito que ele vai resolver a questão do apoio”, completou.

Ananias Filho afirmou que instaurou procedimentos envolvendo os prefeitos Flávia Moretti, de Várzea Grande, Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, e Sérgio Machnic, de Primavera do Leste. Os três declararam apoio a Pivetta.

Outro prefeito, Edilson Piaia, de Campo Novo do Parecis, optou por pedir a desfiliação do PL.

A crise ocorre em meio à resistência de parte das lideranças do partido à candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso. A direção estadual da legenda defende a candidatura própria, enquanto prefeitos e outros integrantes já manifestaram preferência por Pivetta.

Defesa da unidade

Apesar das divergências, Samantha afirmou que espera uma recomposição dentro do partido e defendeu que o PL mantenha a união durante o processo eleitoral.

“Eu espero que possamos nos resolver, a gente tem muito a ganhar como uma unidade, como um partido”, declarou.

Para a vereadora, a aliança com o MDB também esteve entre os principais pontos de tensão dentro da legenda. Ainda assim, ela avalia que os integrantes do PL mantêm objetivos comuns em outras pautas.

“Eu acho que o PL tem a sua ideia em conjunto na grande maioria das decisões. Eu acho que só essa questão do MDB que pegou um pouco”, disse.

Samantha também destacou que, apesar das disputas internas em Mato Grosso, a legenda mantém como uma de suas prioridades nacionais a eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.

“Quem está no PL sabe que a gente tem um objetivo, que é eleger o Flávio Bolsonaro como presidente e cuidar do Brasil”, afirmou.

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