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Polícia

Mulher de 28 anos desaparece após visitar amiga e mobiliza familiares em Cuiabá

Qualquer informação sobre o paradeiro de Sthephane Kelly de Almeida Magalhães pode ser repassada ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas pelos telefones (65) 3613-8777 ou (65) 98173-0565.

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A família de Sthephane Kelly de Almeida Magalhães, de 28 anos, está em busca de informações que possam ajudar a localizar a jovem, desaparecida desde a madrugada da última quarta-feira (3), em Cuiabá.

O caso é acompanhado pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). De acordo com as informações registradas, Sthephane foi vista pela última vez por volta da 1h da manhã, após visitar uma amiga no bairro Jardim Liberdade.

Desde então, familiares não conseguiram mais contato com a jovem, aumentando a preocupação sobre seu paradeiro.

Segundo a mãe, Rosane de Almeida, as duas mantinham contato frequente por telefone e, até o desaparecimento, Sthephane sempre informava que estava bem. A ausência repentina de notícias motivou a família a procurar ajuda das autoridades e divulgar o caso.

Ainda conforme os relatos familiares, a jovem mantinha há cerca de dois meses um relacionamento amoroso com um homem, com quem estava residindo. O companheiro também não foi mais localizado, embora não exista, até o momento, registro oficial de desaparecimento em seu nome junto à Polícia Civil.

A DHPP segue acompanhando o caso e busca reunir informações que possam contribuir para esclarecer as circunstâncias do desaparecimento.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Sthephane Kelly de Almeida Magalhães pode ser repassada ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas pelos telefones (65) 3613-8777 ou (65) 98173-0565.

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Polícia

Policial penal afirma ter agido em legítima defesa após morte de enteado em Cuiabá

Segundo a versão apresentada pelo servidor, Átila estava bastante alterado no momento da ocorrência.

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O policial penal Emerson Geremias, preso nesta quarta-feira (10) após a morte do enteado Átila Yuri Santos, de 21 anos, afirmou que agiu em legítima defesa durante o confronto ocorrido em uma propriedade na região do Coxipó do Ouro, em Cuiabá.

Ao chegar à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde prestou depoimento, Emerson relatou à imprensa que o jovem teria avançado contra ele portando uma faca, o que o levou a efetuar disparos de arma de fogo.

Segundo a versão apresentada pelo servidor, Átila estava bastante alterado no momento da ocorrência. Durante a situação de conflito, ele teria tentado conter o enteado, mas diante da suposta ameaça decidiu utilizar a arma.

O jovem foi atingido pelos disparos e recebeu atendimento ainda no local. No entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu antes de ser encaminhado a uma unidade de saúde.

Após o ocorrido, Emerson permaneceu na propriedade e acompanhou a chegada das equipes policiais. Ele foi conduzido à DHPP, onde o caso passou a ser investigado.

A Polícia Civil apura as circunstâncias da ocorrência e trabalha para esclarecer a dinâmica dos fatos, incluindo a sequência dos acontecimentos que antecederam os disparos e a possível caracterização de legítima defesa.

Peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram levantamentos no local para auxiliar na investigação. O corpo de Átila Yuri Santos foi encaminhado para exames de necropsia.

As conclusões sobre a responsabilidade criminal e as circunstâncias da morte dependerão do andamento das investigações e da análise dos laudos periciais.

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Polícia

Polícia Civil desarticula esquema de tráfico interestadual comandado de dentro de presídios

Investigação da Polícia Civil aponta que integrantes da organização também atuavam no abastecimento de unidades prisionais e mantinham comunicação entre criminosos presos e em liberdade.

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A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por  promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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Polícia

“Ele é analfabeto”, afirma tio ao contestar relato de mensagens encontradas no celular da filha

Segundo o delegado responsável pelo caso, Nilson Farias, o suspeito deixou o local após o ocorrido sem buscar auxílio médico para a vítima. A autoridade policial destacou que, mesmo diante da gravidade da situação, não houve tentativa de socorro.

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A investigação sobre a morte da adolescente Olga Beatriz Santos da Silva, de 12 anos, ganhou um novo capítulo após declarações de familiares da vítima. Em entrevista concedida nesta quarta-feira (10), um tio materno da menina contestou a versão apresentada pelo pai dela à Polícia Civil sobre as circunstâncias que antecederam o crime ocorrido em Várzea Grande.

Segundo o familiar, a justificativa de que o suspeito teria descoberto uma conversa da filha com um garoto por meio das redes sociais não condiz com a realidade. Ele afirmou que Claudinei da Silva, de 42 anos, teria dificuldades de leitura e escrita, colocando em dúvida a versão apresentada durante o depoimento.

Até o momento, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) não confirmou a existência das mensagens citadas pelo investigado. A apuração segue em andamento e a prisão em flagrante do suspeito já foi convertida em prisão preventiva pela Justiça.

O caso ocorreu na noite de domingo (7), em Várzea Grande. Conforme informações da Polícia Civil, pai e filha participaram de uma confraternização familiar durante o dia. Após retornarem para casa, teria ocorrido uma discussão que terminou de forma trágica.

Durante depoimento às autoridades, Claudinei admitiu ter agredido a filha durante o desentendimento. A investigação aponta que a adolescente sofreu agressões que resultaram em sua morte.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Nilson Farias, o suspeito deixou o local após o ocorrido sem buscar auxílio médico para a vítima. A autoridade policial destacou que, mesmo diante da gravidade da situação, não houve tentativa de socorro.

Durante os trabalhos periciais realizados na residência da família, localizada no bairro Serra Dourada, foram encontrados vestígios que passaram a integrar o conjunto de provas analisadas pela investigação.

A adolescente foi encontrada pela mãe dentro da residência e levada para atendimento médico em Cuiabá. No entanto, ela já chegou à unidade de saúde sem vida.

O suspeito foi autuado por feminicídio com agravante relacionado à idade da vítima, por se tratar de uma menina menor de 14 anos. De acordo com a Polícia Civil, os elementos reunidos até o momento indicam que ele tinha consciência do potencial letal da agressão praticada.

As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do caso e confrontar as diferentes versões apresentadas ao longo da apuração.

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