Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Moacir Couto alerta para risco de encerramento do serviço aeronáutico em Barra do Garças

Inaugurado em 1986, o aeroporto é um dos três em Mato Grosso que operam VFR e IFR, nos períodos diurno e noturno, ao lado de Alta Floresta e Várzea Grande.

Publicados

em

O candidato a deputado estadual Moacir Couto (PSDB) alerta para o risco de encerramento das atividades da Rádio Garças, responsável pelo serviço de navegação aérea no Aeroporto de Barra do Garças.

Inaugurado em 1986, o aeroporto é um dos três em Mato Grosso que operam VFR e IFR, nos períodos diurno e noturno, ao lado de Alta Floresta e Várzea Grande. O serviço de navegação aérea é prestado pela Rádio Garças desde a inauguração e atualmente está sob responsabilidade da NAV Brasil.

Segundo Moacir, a estrutura é utilizada por voos comerciais, operações militares e policiais e UTIs aéreas, além de atender situações de emergência. Em 2025, foram registrados mais de 100 transportes de enfermos no período noturno, conforme os dados apresentados pelo candidato.

Para Moacir, a possível descontinuidade do serviço pode comprometer operações em condições meteorológicas adversas e afetar a aviação, o turismo e o desenvolvimento econômico de Barra do Garças e de todo o Vale do Araguaia.

“Nós não podemos perder isso. É uma estrutura importante para a nossa região e para situações de emergência. O Araguaia precisa avançar, não perder estruturas que já temos”, afirma.

 

 

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Politica

Sérgio Ricardo retira Teis da Escola de Contas e três conselheiros pedem revisão da decisão

Os três também afirmaram que as prerrogativas administrativas da Presidência precisam ser exercidas em respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

Publicados

em

 

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida, retirou o também conselheiro Waldir Júlio Teis da supervisão da Escola Superior de Contas e assumiu a função. A mudança foi formalizada na segunda-feira (21) e provocou reação de três integrantes da Corte, que pediram a reconsideração dos atos.

Teis, que ocupa a vice-presidência do TCE-MT, havia sido designado para supervisionar a Escola Superior de Contas no período de janeiro de 2026 a dezembro de 2027.

Em um primeiro ato, Sérgio Ricardo tornou sem efeito a designação de Teis. Na sequência, assinou nova decisão para assumir pessoalmente a supervisão da unidade. Os atos passaram a produzir efeitos na própria segunda-feira.

A decisão veio a público sem uma justificativa específica apresentada pela Presidência para a substituição.

Nesta terça-feira (22), os conselheiros Antonio Joaquim e Guilherme Maluf, além do procurador-geral de Contas, Alisson Carvalho de Alencar, divulgaram uma manifestação de solidariedade a Teis. No documento, os três classificaram a situação como motivo de “grave preocupação institucional” e defenderam a preservação da independência dos integrantes da Corte.

A nota não afirma que a troca tenha ocorrido por causa de uma divergência específica entre os conselheiros. O documento, porém, sustenta que eventuais diferenças de entendimento fazem parte de um tribunal colegiado e não devem resultar em consequências administrativas relacionadas às posições adotadas no exercício das funções.

“Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte”, diz o texto.

 

 

Os três também afirmaram que as prerrogativas administrativas da Presidência precisam ser exercidas em respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

No encerramento, Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Alencar registraram “firme discordância” com a medida e solicitaram a revisão dos atos assinados por Sérgio Ricardo.

A Escola Superior de Contas é responsável pela capacitação de servidores do TCE-MT e de gestores públicos sujeitos à fiscalização da Corte. Teis vinha participando da condução das atividades da unidade, incluindo iniciativas voltadas à formação de gestores municipais.

Em março de 2026, por exemplo, teve início a segunda edição do MBA em Gestão Pública promovido pela Escola, programa que oferece capacitação a gestores e servidores municipais. Teis destacou, na ocasião, a importância da formação dos profissionais envolvidos na execução de políticas públicas.

Até o momento, a Presidência do TCE-MT não apresentou, na manifestação citada, uma explicação pública detalhada sobre a razão da substituição.

Continue lendo

Politica

Nova pesquisa mexe no cenário do Senado em MT; Mauro lidera com 48%

A margem de erro informada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Publicados

em

 

 

A disputa por duas vagas ao Senado em Mato Grosso começa a desenhar um cenário mais definido na nova rodada do instituto MT Dados. No levantamento divulgado nesta terça-feira (22), o ex-governador Mauro Mendes (União) aparece com 48% das intenções de voto quando considerados o primeiro e o segundo voto dos entrevistados.

Na sequência, a deputada estadual Janaína Riva (MDB) registra 35%, enquanto o deputado federal José Medeiros (PL) aparece com 26%.

O levantamento também mostra uma distância significativa entre os três primeiros nomes e os demais candidatos. O senador Carlos Fávaro (PSD) e o ex-governador Pedro Taques (PSB) aparecem com 15% cada.

O produtor rural Antônio Galvan (Avante) registra 10%, enquanto a suplente de senadora Margareth Buzetti (PP) aparece com 4%.

Professor Nelson Ferreira (Agir) e Coronel Darwin (Democrata) têm 1% cada. Beny Godoy (Agir) não alcançou percentual no levantamento divulgado.

35% ainda não definiram voto

Um dos pontos que chama atenção no levantamento é o tamanho do eleitorado que ainda não definiu sua escolha.

Segundo os dados divulgados, 35% dos entrevistados declararam não saber ou estar indecisos. Outros 10% disseram votar em branco ou nulo.

O percentual de indecisos mostra que ainda existe uma parcela expressiva do eleitorado sem uma escolha definida para as duas vagas ao Senado.

Como foi feita a pesquisa

De acordo com as informações apresentadas, o MT Dados realizou o levantamento entre os dias 11 e 17 de setembro, ouvindo 3.080 eleitores em Mato Grosso.

A margem de erro informada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-00691/2026.

Os percentuais divulgados correspondem à soma das respostas referentes ao primeiro e ao segundo voto para o Senado, formato que precisa ser considerado na leitura dos números.

Disputa ainda está aberta

Embora o levantamento apresente diferenças entre os candidatos, a própria existência de 35% de entrevistados indecisos indica que uma parcela relevante do eleitorado ainda não definiu suas duas escolhas.

Além disso, como a margem de erro é de três pontos percentuais, diferenças pequenas entre candidatos precisam ser interpretadas dentro desse intervalo.

A nova rodada do MT Dados coloca, portanto, Mauro Mendes, Janaína Riva e José Medeiros entre os nomes que aparecem com os maiores percentuais no levantamento, enquanto os demais candidatos registram índices inferiores na fotografia captada pelo instituto entre 11 e 17 de setembro.

Gráfico:

Continue lendo

Politica

Após apoiar Pivetta, Flávia abre porta para deixar o PL

“Eu não estou tendo relacionamento algum com o partido, até porque hoje eu só sou filiada ao PL”, afirmou.

Publicados

em

 

 

 

A crise entre a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), e a direção estadual do Partido Liberal ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (21). Depois de declarar apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), contrariando o projeto oficial do próprio partido, a prefeita afirmou que não teme uma eventual expulsão e admitiu, pela primeira vez de forma pública, a possibilidade de deixar a legenda.

“Não, não temo expulsão. Não temo expulsão”, declarou Flávia durante coletiva de imprensa.

A prefeita também revelou que já foi procurada por dirigentes de outras siglas interessados em recebê-la caso ela deixe o PL. Questionada se considera efetivamente mudar de partido, foi direta:

“Olha, a gente não descarta.”

A declaração ocorre no mesmo dia em que o presidente estadual do PL, Ananias Filho, recuou da postura adotada anteriormente de ameaçar expulsar lideranças que não apoiassem Wellington Fagundes na disputa pelo Governo de Mato Grosso.

Racha exposto

Flávia deixou claro que o problema não está apenas na divergência eleitoral. Segundo ela, o relacionamento com a direção estadual do PL praticamente deixou de existir.

“Eu não estou tendo relacionamento algum com o partido, até porque hoje eu só sou filiada ao PL”, afirmou.

A prefeita disse ainda que há cerca de um ano tenta estabelecer diálogo com Ananias Filho para solucionar problemas internos, mas não teria encontrado uma solução.

“Desde o ano passado, sempre procurei o presidente Ananias, sempre tentando um diálogo, tentando uma solução para os problemas, até políticos, que eu enfrentava dentro do PL, mas infelizmente isso não teve êxito”, declarou.

O desgaste aumentou depois que Flávia passou a apoiar publicamente Pivetta, enquanto o PL lançou Wellington Fagundes como candidato ao Governo.

Em setembro, a prefeita chegou a reunir vereadores, lideranças comunitárias e apoiadores em Várzea Grande para declarar apoio ao governador. O ato reuniu cerca de 600 pessoas e reforçou publicamente a ruptura política com a orientação do PL.

Do risco de expulsão à porta aberta

A mudança de tom de Ananias Filho também chama atenção.

No início de setembro, o dirigente havia anunciado procedimentos internos contra Flávia Moretti, Cláudio Ferreira, prefeito de Rondonópolis, e Sérgio Machnic, de Primavera do Leste, depois que os três declararam apoio a Pivetta.

Naquele momento, a direção estadual afirmava que os casos seriam submetidos à análise interna do partido.

Nesta segunda-feira, porém, Ananias afirmou que ainda não sabe qual punição poderá ser aplicada e que a situação precisará ser analisada juridicamente. Também deixou em aberto a possibilidade de que não haja expulsão.

Ao mesmo tempo, o dirigente manteve a posição de afastar essas lideranças do comando dos diretórios municipais.

Flávia pode trocar o PL?

A possibilidade de saída ganhou força nas últimas semanas.

Reportagens anteriores já apontavam que Republicanos e Podemos estavam entre as siglas que poderiam receber a prefeita caso ela deixasse o PL. O governador Pivetta também declarou que prefeitos que eventualmente fossem expulsos por apoiá-lo seriam bem-vindos no Republicanos.

Agora, a própria Flávia reconhece publicamente que uma mudança de partido não está descartada.

A eventual saída, entretanto, ainda não foi anunciada.

O episódio revela uma divisão política dentro do PL de Mato Grosso justamente durante a disputa pelo Governo do Estado. De um lado, a legenda trabalha oficialmente pela candidatura de Wellington Fagundes. De outro, prefeitos filiados ao partido, entre eles Flávia Moretti e Cláudio Ferreira, declararam apoio a Pivetta.

O conflito deixou de ser apenas uma divergência de bastidores e passou a ser exposto publicamente pelos próprios integrantes da legenda.

Apoio a Pivetta ganha espaço na campanha

O movimento de Flávia também passou a ser explorado eleitoralmente pela campanha de Pivetta.

Nesta segunda-feira, uma inserção eleitoral levou ao horário de propaganda declarações de Flávia e do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, ambos filiados ao PL, manifestando apoio ao governador. A peça terminou com a frase: “Quem conhece Wellington, não vota em Wellington”. Uma decisão liminar, porém, determinou a retirada da inserção após questionamento da coligação de Wellington sobre o tempo de participação dos apoiadores.

O episódio acrescenta uma nova dimensão à crise: prefeitos eleitos pelo PL passaram a aparecer no palanque e na propaganda eleitoral de um candidato adversário do nome escolhido oficialmente pelo partido.

Agora, a pergunta que fica nos bastidores da política mato-grossense é se Flávia Moretti continuará no PL até o fim da eleição ou se a ruptura política será seguida por uma ruptura partidária.

Por enquanto, a prefeita diz que não teme ser expulsa e deixa a porta aberta para uma nova legenda.

Continue lendo

Política

Polícia

GERAL

Mais Lidas da Semana