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Mentora sistêmica amplia atuação internacional com agenda estratégica entre Itália e Portugal

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A mentora sistêmica de empresários Simone Bernardino cumpre uma nova temporada de agenda internacional entre Itália e Portugal, em um movimento voltado ao fortalecimento de parcerias, expansão de networking e consolidação de sua atuação no mercado europeu de alto padrão.

Com trajetória internacional consolidada há oito anos, Simone amplia uma atuação já estabelecida em mentorias, atendimentos e palestras para empresários, líderes e marcas em mercados estratégicos da Europa e dos Estados Unidos.

Reconhecida por sua atuação com empresários de alto padrão e negócios posicionados no mercado de luxo, Simone retorna à Itália para atender mentorandos que já fazem parte de sua carteira internacional, além de cumprir compromissos voltados à ampliação de conexões estratégicas e ao fortalecimento de parcerias entre Itália e Portugal.

Ao longo dos últimos anos, Simone tem conduzido mentorias e atendimentos com empresários em países como Estados Unidos, com núcleos em Miami e Las Vegas, além de Suíça, França, Londres, Portugal e Espanha, onde também já realizou palestras e encontros voltados a liderança, posicionamento e estrutura de crescimento.

Nesta temporada, a agenda na Itália está concentrada em atendimentos individuais, encontros estratégicos e articulações institucionais no mercado europeu. Diferentemente da próxima imersão internacional prevista para setembro, quando conduzirá uma nova turma de empresários brasileiros em solo italiano, esta passagem tem foco exclusivo no atendimento de mentorandos que já integram seus processos e no fortalecimento de sua base internacional.

Além dos compromissos profissionais, a temporada também inclui uma passagem por Rieti, cidade de origem de seus bisavós, em um movimento de reconexão com a ancestralidade, elemento que também sustenta parte de sua leitura sistêmica e do método que aplica em processos de liderança e reposicionamento.

Durante o período, Simone também adotou uma agenda mais reservada, com foco em observação, autocuidado e reorganização estratégica. A pausa, segundo ela, faz parte de um processo de revisão consciente, aplicado tanto à vida pessoal quanto à condução de negócios.

“Estou meio silenciosa nos próximos dias, cuidando de mim. Fiz um stop para olhar meu caminho. E também organizar meu negócio”, afirma.

Esse princípio de pausa consciente integra a base do método que Simone aplica em mentorias com empresários e lideranças. A estrutura parte da ferramenta S.T.O.P, uma versão aplicada do Inner Game desenvolvida a partir dos ensinamentos de Tim Gallwey, aliada à leitura sistêmica e ancestral inspirada em Bert Hellinger, referências que sustentam o método autoral da mentora.

Na prática, o processo propõe quatro movimentos: interromper a interferência mental, respirar e retornar ao corpo, observar com clareza e agir com mais presença.

“O empresário que não aprende a parar repete padrões. Quando ele interrompe o ruído, observa com clareza e age com presença, ele não apenas muda uma decisão, ele muda a direção do negócio”, resume Simone.

Aplicado em jornadas de reposicionamento de marca, reorganização de liderança e tomada de decisão estratégica, o método tem sido utilizado especialmente por empresários em fase de expansão, transição ou realinhamento estrutural.

A temporada entre Itália e Portugal reforça esse movimento e consolida mais uma etapa de expansão internacional já em curso, agora direcionada ao fortalecimento de parcerias, aprofundamento institucional e ampliação de presença em mercados estratégicos da Europa.

Para acompanhar a agenda e os conteúdos de Simone Bernardino, o público pode acessar seu perfil oficial no Instagram: @simonebernardino.

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Sucessão familiar é um dos maiores desafios da pecuária brasileira, aponta especialista

Deputado do PL afirma que pré-candidatos ao governo têm histórico ligado à esquerda, reconhece aproximação de Wellington Fagundes com a base conservadora e faz ressalvas sobre possível aliança com o MDB

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Um dos maiores desafios da pecuária brasileira hoje não está apenas na produção, mas na continuidade dos negócios dentro das próprias famílias. A sucessão familiar segue como um ponto sensível no campo, exigindo cada vez mais preparo, gestão e visão de futuro. É o que aponta o zootecnista e consultor Maurício Piona, sócio da Silveira Consultoria, que tem percorrido propriedades rurais em diferentes regiões do país ao lado da equipe da série documental Brasil que Produz.

Segundo ele, a diferença entre uma sucessão bem conduzida e outra fragilizada está diretamente ligada ao nível de gestão do negócio. “É preciso entender onde o negócio está e qual é a sua capacidade real de gerar resultado. Hoje, muitos pecuaristas ainda não têm esses números para tomada de decisão. E sem isso, fica difícil trazer a família para dentro do negócio com segurança. Às vezes, não é nem falta de vontade que falta, mas é a falta de informação. O produtor não sabe qual é a capacidade de remuneração do negócio, não sabe se consegue estruturar a família ali dentro. Isso gera insegurança, trava decisões e dificulta a sucessão”, completa.

Outro ponto recorrente observado no campo, segundo o consultor, é a dificuldade de conduzir esse processo ao longo do tempo. “A sucessão não pode acontecer de forma abrupta. Ela não é substituição. Ela precisa ser construída em paralelo, com quem está hoje na liderança preparando quem vem depois, entendendo o que está sendo feito, por que está sendo feito e para onde o negócio vai”, pontua.

Se do ponto de vista técnico a sucessão exige estrutura, na prática ela também passa por conflitos internos, dúvidas e construção de espaço dentro do próprio negócio.

A produtora rural Nathalia Martins, da Fazenda Camparino, viveu esse processo dentro da família, advogada que encontrou seu propósito na sucessão familiar. Mesmo tendo crescido em um ambiente onde a pecuária sempre foi a principal fonte de renda, ela demorou a se enxergar dentro da atividade.

“Eu gostava da fazenda, mas não me via trabalhando lá. Achava que não tinha espaço para mim. Ao mesmo tempo, existia um conflito interno muito grande, porque eu sentia que aquele era o meu lugar, mas tinha seguido outro caminho”, relata.

A mudança aconteceu quando passou a entender seu papel de forma mais estratégica dentro da propriedade. “Quando comecei a enxergar que poderia contribuir como uma cabeça pensante, com uma visão mais empresarial, virou uma chave. Eu entendi que tinha espaço ali e que podia agregar de verdade”, afirma.

A experiência dela reflete um dos principais pontos observados por especialistas: a sucessão não depende apenas de preparo técnico, mas também de construção de pertencimento e de espaço para atuação. A história completa está no episódio desta semana da série documental Brasil que Produz, onde o tema central é o equilíbrio delicado entre o legado de seis gerações e a modernização da gestão financeira e de comunicação no melhoramento genético.

A SÉRIE – A proposta é revelar o que não aparece nos números: os bastidores da gestão, os desafios das famílias, a tomada de decisão no campo e a construção de legado ao longo das gerações. Criada e apresentada pelo engenheiro agrônomo Paulo Ozaki e pelo diretor comercial da ScadiAgro, Gabriel Martins, a série tem episódios semanais, exibidos às terças-feiras, às 18h, no YouTube, no canal oficial da produção.

https://www.youtube.com/@BRqueProduz
Site: www.brasilqueproduz.com.br
Instagram: @brqueproduz

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Especialista explica que terapia pode evitar uso de antidepressivos

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Em entrevista à Band, o médico integrativo Avaí Neto ressaltou que a reposição hormonal adequada também pode conter a necessidade de uso de anti-inflamatórios e indutores de sono em mulheres no climatério e menopausa_

A reposição hormonal tem ganhado destaque como alternativa terapêutica para mulheres na meia-idade, especialmente durante o climatério e a menopausa, fases marcadas pela queda dos níveis de estrogênio e progesterona. Em entrevista à Band, o médico integrativo Avaí Neto afirmou que muitos sintomas tratados com medicamentos convencionais podem, na verdade, estar relacionados ao déficit hormonal.

“Eu já peguei mulheres vindo pra mim, tomando anti-inflamatório, tomando remédio pra dormir, indutor de sono, e tomando antidepressivos. Esses três. Esses três sintomas são consequências da baixa estradiol e/ou progesterona”, declarou.

Segundo o especialista, a redução do estradiol e progesterona — primeiro hormônio que baixa já no climatério — está diretamente associada a alterações de humor, distúrbios do sono e até quadros inflamatórios. Estudos indicam que níveis baixos desse hormônio estão ligados a sintomas como irritabilidade, ansiedade, insônia e fadiga, além de impactos no bem-estar geral. Do ponto de vista científico, o estradiol e progesterona exercem papel relevante na regulação do humor e do sono, sendo associado à melhora de funções cognitivas e à redução de sintomas depressivos quando adequadamente reposto.

Avaí Neto reforça que o tratamento precisa ser individualizado, mas defende que a reposição hormonal pode atuar na raiz do problema.

“A mulher precisa de anti-inflamatório? Não. A mulher precisa de indutor de sono? Não. A mulher precisa de antidepressivo? Também não. O que a mulher precisa? Reposição de estradiol ou de uma progestina (hormônio sintético similar à progesterona)”, afirmou.

A literatura médica reconhece que a terapia hormonal é uma das estratégias mais eficazes para aliviar sintomas da menopausa, como alterações de humor e insônia, podendo inclusive potencializar a resposta a antidepressivos quando indicada corretamente.

Apesar dos benefícios, especialistas alertam que a terapia de reposição hormonal deve ser conduzida com acompanhamento médico rigoroso, levando em conta fatores individuais e possíveis contraindicações. Ainda assim, o avanço das pesquisas reforça a importância de uma abordagem mais ampla sobre a saúde da mulher, considerando o papel central dos hormônios na qualidade de vida ao longo do envelhecimento.

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A estratégia que evita prejuízos e sustenta empresas no mercado

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No ambiente empresarial, é comum associar o jurídico à resolução de conflitos. Processos, disputas e crises ainda são vistos como o momento em que o advogado entra em cena. O problema é que, quando a atuação jurídica começa apenas nesse estágio, o prejuízo já está em curso e, muitas vezes, irreversível.

A orientação jurídica, na prática, não é reativa. Ela é estratégica. Atua antes da assinatura de contratos, antes da tomada de decisões relevantes e, principalmente, antes do surgimento de conflitos. Trata-se de um trabalho de leitura de cenários, avaliação de riscos e definição de caminhos que protejam não apenas o caixa da empresa, mas também sua credibilidade no mercado.

Isso se torna ainda mais evidente em momentos de instabilidade. Empresas que enfrentam queda de crédito, aumento do endividamento ou inconsistências no fluxo de caixa não lidam apenas com desafios financeiros — estão, simultaneamente, expostas a riscos jurídicos relevantes. É nesse ponto que a assessoria especializada define qual o melhor caminho: renegociar, reestruturar ou recorrer a instrumentos como a recuperação judicial ou extrajudicial.

Essa decisão não é simples. Envolve análise econômica, percepção de mercado, impacto no crédito e, sobretudo, a capacidade de preservar a operação com o menor dano possível. Sem orientação adequada, o empresário tende a agir de forma tardia ou equivocada, agravando um cenário que poderia ser contido.

Os sinais de alerta costumam ser claros, embora frequentemente ignorados. Redução de crédito disponível, dívidas próximas ou superiores ao patrimônio, atrasos recorrentes, necessidade de demissões e até a substituição de insumos por alternativas mais baratas indicam que a estrutura da empresa já está sob pressão. Quando fatores externos, como crises internacionais ou oscilações no preço de commodities entram em cena, o impacto pode ser imediato e profundo.

Nesses contextos, o tempo se torna um ativo crítico. Quanto antes o jurídico é acionado, maiores são as chances de solução com menor custo e menor desgaste. A demora, por outro lado, transforma problemas administráveis em crises estruturais.

Confirmando essa fragilidade, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontou, após levantamento realizado entre 2017 e 2022, que 60% das empresas encerram suas atividades antes de completarem cinco anos no mercado. O dado evidencia uma realidade dura: a ausência de planejamento, inclusive jurídico, ainda é um dos principais fatores de “mortalidade empresarial” no país.

Há, ainda, um ponto frequentemente negligenciado pelos empresários: a separação entre patrimônio da empresa e patrimônio pessoal. Mecanismos legais atuais permitem que, em determinadas situações, dívidas da pessoa jurídica atinjam bens da pessoa física. Isso significa que a falta de estruturação jurídica adequada não compromete apenas o negócio, mas também a segurança patrimonial do próprio empreendedor.

Por isso, a proteção de ativos não deve ser pensada como uma solução emergencial, mas como uma construção inicial. Ela começa na forma como contratos são elaborados, na definição de responsabilidades e na organização societária.

Comparar o custo da prevenção com o custo da crise ajuda a dimensionar essa realidade. O investimento em assessoria jurídica, ainda que constante, é previsível e controlável. Já o custo de uma crise envolve perdas financeiras, desgaste reputacional, restrição de crédito e, em casos extremos, a própria saída do mercado.

Empreender, por natureza, envolve risco. Mas risco não é sinônimo de imprevisibilidade. Com orientação jurídica adequada, ele se torna gerenciável.

No fim, a diferença entre empresas que atravessam crises e aquelas que sucumbem raramente está na ausência de problemas, mas na forma como eles são antecipados, interpretados e conduzidos.

Fabiola Sampaio é advogada empresarial e mediadora do agro.

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