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Polícia

Juiz decreta prisão preventiva de acusado de agredir morador dentro de elevador em Cuiabá

De acordo com as informações constantes nos autos, os desentendimentos entre o policial aposentado e o idoso se arrastam desde 2025.

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A Justiça de Mato Grosso decretou a prisão preventiva do policial civil aposentado Luciano Testa, acusado de agredir um idoso dentro do elevador de um condomínio residencial em Cuiabá. A decisão foi assinada nesta terça-feira (23) pelo juiz João Bosco Soares da Silva, da 14ª Vara Criminal da Capital.

O caso ocorreu no dia 11 de junho, no Condomínio dos Açores, localizado no bairro Cidade Alta. As agressões foram registradas pelas câmeras de segurança do prédio e as imagens ganharam ampla repercussão após mostrarem o momento em que o aposentado agride violentamente a vítima dentro do elevador.

Ao solicitar a prisão preventiva, o Ministério Público de Mato Grosso apontou que o investigado deixou o local antes da chegada da Polícia Militar e não foi localizado em duas tentativas de intimação judicial, circunstâncias que, segundo o órgão, indicariam risco de evasão.

O promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida também destacou que Luciano Testa é policial civil aposentado, possui treinamento em operações táticas especiais e acesso facilitado a armamentos, fatores considerados relevantes para a avaliação da periculosidade do investigado.

Outro argumento apresentado pelo Ministério Público foi a insuficiência das medidas cautelares anteriormente impostas, uma vez que acusado e vítimas residem no mesmo condomínio, situação que poderia favorecer novos episódios de conflito.

Na decisão, o magistrado ressaltou a gravidade das agressões registradas pelas câmeras de segurança, a escalada de violência envolvendo as partes e o risco de novas investidas contra as vítimas.

Histórico de conflitos

De acordo com as informações constantes nos autos, os desentendimentos entre o policial aposentado e o idoso se arrastam desde 2025.

As imagens que embasaram o pedido de prisão mostram o momento em que Luciano Testa desfere diversos socos contra o morador dentro do elevador. Durante a agressão, a esposa da vítima tenta interromper o ataque, mas também é empurrada pelo agressor.

Em determinado momento, o idoso cai ao chão ao tentar se afastar, mas continua sendo alvo das agressões.

O caso segue sendo investigado pelas autoridades e a prisão preventiva tem como objetivo garantir a ordem pública, a integridade das vítimas e o andamento das investigações.

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Polícia

Vítima de feminicídio em Guarantã do Norte havia revogado medida protetiva contra o marido

Durante os trabalhos periciais, um cartucho de espingarda foi localizado próximo ao corpo. O material foi recolhido para análise e deve auxiliar nas investigações sobre a dinâmica do crime.

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Novas informações sobre o feminicídio que vitimou Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, em Guarantã do Norte, revelam que a vítima possuía um histórico de denúncias de violência doméstica contra o companheiro, apontado pelas autoridades como o principal suspeito do crime.

Conforme informações do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, o investigado já acumulava registros relacionados a agressões e ameaças contra Gleici. Apesar do histórico, a medida protetiva que existia contra ele foi revogada em novembro de 2025, após solicitação feita pela própria vítima.

Com a revogação da medida judicial, o homem voltou a responder ao processo em liberdade.

De acordo com os dados levantados pelo Gabinete, os primeiros registros de violência envolvendo o casal remontam a 2023. Na época, Gleici procurou a Polícia Civil para denunciar episódios de agressão e violência doméstica praticados pelo companheiro.

Já em 2024, novas ocorrências policiais foram registradas. Entre os crimes investigados estavam lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos relacionados ao mesmo relacionamento.

A vítima foi encontrada morta dentro de uma residência na última terça-feira (23), com um disparo de arma de fogo na região da cabeça. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Durante os trabalhos periciais, um cartucho de espingarda foi localizado próximo ao corpo. O material foi recolhido para análise e deve auxiliar nas investigações sobre a dinâmica do crime.

As autoridades também apuram as circunstâncias que antecederam o assassinato e buscam esclarecer a participação do principal suspeito. Até a divulgação das informações, ele ainda era procurado pelas forças de segurança.

O caso reacende o debate sobre a violência contra a mulher e os desafios enfrentados por vítimas que, mesmo após denúncias e medidas protetivas, continuam expostas a situações de risco dentro do ambiente familiar.

A Polícia Civil segue investigando o feminicídio e solicita que qualquer informação que possa auxiliar na localização do suspeito seja repassada por meio dos canais oficiais de denúncia.

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Mulher é encontrada morta com tiro na cabeça dentro de casa

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A Polícia Civil investiga um possível caso de feminicídio registrado na manhã de terça-feira (23), em Guarantã do Norte (a 745 km de Cuiabá). A vítima, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, foi encontrada morta dentro da própria residência com um disparo de arma de fogo na região da cabeça.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe policial foi acionada por volta das 11h25 para atender uma denúncia sobre a localização de uma pessoa sem vida no imóvel. Ao chegar ao endereço, os investigadores constataram a morte e iniciaram os procedimentos de apuração.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi chamada para realizar a análise do local e recolher possíveis provas que possam ajudar na investigação. Durante os trabalhos periciais, um cartucho de espingarda foi encontrado próximo ao corpo da vítima e encaminhado para exames balísticos.

Segundo informações preliminares levantadas pela polícia, Gleici mantinha um relacionamento com um homem de 33 anos, considerado o principal suspeito do crime. Relatos de moradores da região indicam que o casal teria histórico de discussões frequentes, hipótese que levou os investigadores a apurar a possibilidade de violência doméstica.

O suspeito não havia sido localizado até o encerramento da ocorrência. A Polícia Civil segue realizando diligências para encontrá-lo e esclarecer as circunstâncias, a motivação e a autoria do crime.

O caso foi registrado como feminicídio, em razão da suspeita de que a morte esteja relacionada ao contexto de violência contra a mulher no ambiente familiar.

Informações que possam contribuir com a investigação podem ser repassadas de forma anônima à Polícia Civil pelo telefone 197.

 

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Após mais de duas décadas, polícia prende acusada de homicídio contra bebê em MT

As circunstâncias que levaram à decretação da prisão preventiva não foram detalhadas pelas autoridades.

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Uma mulher de 51 anos foi presa pela Polícia Civil nesta segunda-feira (22), em Cuiabá, acusada de envolvimento na morte da própria filha, uma bebê de apenas três meses de idade. O crime ocorreu em dezembro de 2003, no bairro Bosque da Saúde, e voltou a ter desdobramentos após decisão judicial que determinou a prisão preventiva da investigada.

A ordem foi expedida pela 14ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá e cumprida por equipes da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica).

De acordo com as investigações, a mulher teria provocado lesões corporais na criança e deixado de buscar atendimento médico adequado, circunstâncias que, segundo a apuração policial, contribuíram para a morte da bebê.

Os indícios constam em laudos periciais produzidos durante a investigação, incluindo o exame de necropsia realizado à época dos fatos. O material apontou a existência de lesões na vítima, que morreu quando tinha apenas três meses de vida.

Após ser localizada pelos policiais, a suspeita foi conduzida para os procedimentos legais e colocada à disposição da Justiça.

A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre onde a mulher foi encontrada nem informou se ela apresentou defesa no momento da prisão.

O caso, que permaneceu por mais de duas décadas sem uma conclusão definitiva, volta a ganhar repercussão com o cumprimento da ordem judicial. As circunstâncias que levaram à decretação da prisão preventiva não foram detalhadas pelas autoridades.

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