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Gato Preto responde por tentativa de homicídio e volta a ser preso em SP

A nova detenção reacende o interesse em torno da trajetória do influenciador, marcada por episódios de grande repercussão nas redes sociais e por problemas judiciais. Até o momento, sua defesa não se manifestou sobre a ocorrência registrada em Ribeirão Preto.

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Samuel Sant’Anna, conhecido nas redes sociais como Gato Preto, foi detido na madrugada de domingo (12), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. O influenciador digital, que ganhou notoriedade por sua presença nas redes sociais e pelo relacionamento com Bia Miranda, voltou a ser destaque após a ação policial.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 5h para atender uma ocorrência de desentendimento entre um homem e uma mulher nas proximidades de um bar. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Samuel envolvido na discussão e efetuaram a prisão após identificarem indícios da prática de crime. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre a natureza da ocorrência.

Com cerca de 200 mil seguidores no Instagram, Gato Preto costuma compartilhar conteúdos de humor, ostentação e momentos da rotina, mantendo uma base fiel de seguidores.

O influenciador também responde na Justiça a uma denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo por duas tentativas de homicídio. A acusação está relacionada a um acidente de trânsito ocorrido em 2025, no qual, segundo o MP, duas pessoas quase perderam a vida.

A nova detenção reacende o interesse em torno da trajetória do influenciador, marcada por episódios de grande repercussão nas redes sociais e por problemas judiciais. Até o momento, sua defesa não se manifestou sobre a ocorrência registrada em Ribeirão Preto.

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Polícia

Juiz rejeita novo exame de sanidade e mantém pena de 37 anos para ex-PM

Com a decisão, o recurso foi encaminhado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), onde será analisado.

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A Justiça de Mato Grosso negou o pedido da Defensoria Pública para que o ex-policial militar Almir Monteiro dos Reis, condenado a 37 anos de prisão pelo assassinato da advogada Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni, fosse submetido a uma nova avaliação de sanidade mental durante a execução da pena. A decisão é do juiz Renato José de Almeida Costa Filho, da 2ª Vara de Chapada dos Guimarães.

Condenado por feminicídio qualificado, estupro de vulnerável, fraude processual e ocultação de cadáver, Almir pretendia utilizar um novo incidente de insanidade mental para tentar substituir a pena de prisão por medida de segurança, com internação em hospital de custódia.

Ao analisar o pedido, o magistrado destacou que a condição psiquiátrica do condenado já foi amplamente discutida durante a ação penal. Conforme laudo da Gerência de Psiquiatria Forense, embora Almir possua diagnóstico de transtorno mental, ele tinha plena capacidade de compreender seus atos no momento do crime e era imputável.

Na decisão, o juiz afirmou que a defesa tenta reabrir uma discussão já encerrada pelo Tribunal do Júri.

“A Defesa pretende, por via transversa, utilizar um novo incidente na fase de execução para rediscutir a responsabilidade penal por um crime já julgado, tentando transformar uma condenação à pena de reclusão em medida de segurança com base em um quadro clínico que já foi expressamente rejeitado pelos peritos e pelos jurados”, registrou.

O magistrado também ressaltou que a Vara de Execuções Penais não possui competência para revisar uma condenação definitiva, sob pena de violar a segurança jurídica e a coisa julgada.

Com a decisão, o recurso foi encaminhado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), onde será analisado.

Crime teve grande repercussão

Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni foi assassinada em agosto de 2023, após conhecer Almir Monteiro em um bar, em Cuiabá. Segundo as investigações, a advogada foi levada para a residência do ex-policial, onde foi espancada, asfixiada e vítima de violência sexual.

Após o crime, Almir colocou o corpo da vítima dentro do Jeep Renegade dela e abandonou o veículo no Parque das Águas. O corpo foi localizado pelo irmão da advogada.

Durante a investigação, a Polícia Civil encontrou diversos elementos que ligaram o ex-PM ao crime, entre eles imagens de câmeras de segurança, dados de rastreamento do celular da vítima e vestígios de sangue encontrados na residência do acusado com o uso de luminol.

A perícia também constatou que o imóvel havia sido lavado com creolina e sabão em pó na tentativa de eliminar provas.

Em julgamento realizado neste ano, o Tribunal do Júri condenou Almir Monteiro dos Reis a 37 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de feminicídio qualificado, estupro de vulnerável, fraude processual e ocultação de cadáver. A tentativa da defesa de converter a pena em internação médica foi novamente rejeitada pela Justiça.

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Polícia

Vereador é investigado por suposta ligação com execução de jovem morta por facção

O inquérito policial segue em andamento e tramita sob sigilo.

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (14), a Operação Elo Oculto para cumprir oito ordens judiciais contra investigados pelo assassinato de Lavignia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, morta em maio deste ano, em Poxoréu. Entre os alvos da ação está um vereador do município, contra quem foi expedido mandado de prisão temporária.

Ao todo, a Justiça autorizou sete mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária, cumpridos simultaneamente nos municípios de Poxoréu, Primavera do Leste e Canarana, com apoio das equipes da Regional de Primavera do Leste.

De acordo com as investigações, Lavignia foi executada por integrantes de uma facção criminosa após ser confundida com uma informante das forças de segurança. A suspeita surgiu porque a jovem costumava acompanhar a mãe, que trabalhava na base da Polícia Militar de Poxoréu, fazendo com que criminosos acreditassem que ela repassava informações às autoridades.

O crime ocorreu na madrugada de 10 de maio, em uma casa noturna às margens da MT-130. Conforme a Polícia Civil, um homem armado entrou no estabelecimento e efetuou diversos disparos contra a vítima, que foi atingida em regiões vitais e morreu ainda no local.

Durante a operação, os policiais buscam apreender documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento do homicídio. A investigação também pretende identificar outros envolvidos no crime e individualizar a participação de cada suspeito.

A prisão temporária decretada pela Justiça tem como alvo um vereador de Poxoréu, cujo nome não foi divulgado pela Polícia Civil para preservar o andamento das investigações.

Segundo a corporação, o nome da operação faz referência às conexões investigadas entre os suspeitos, a execução da vítima e os acontecimentos posteriores ao assassinato.

O inquérito policial segue em andamento e tramita sob sigilo.

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Justiça ajusta pena e reduz suspensão da habilitação de motorista condenada por atropelamento

O atropelamento ocorreu na madrugada de 23 de dezembro de 2018, na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá. As vítimas haviam acabado de deixar uma casa noturna quando foram atingidas pelo veículo conduzido por Rafaela Screnci.

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A Justiça de Mato Grosso reduziu para três anos o período de suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da bióloga Rafaela Screnci da Costa Ribeiro, condenada pelo atropelamento que matou Myllena Lacerda Inocêncio e Ramon Alcides, além de deixar Hya Girotto gravemente ferida, em Cuiabá. A decisão foi proferida pela juíza Mônica Perri, da 1ª Vara Criminal da Capital, e publicada nesta segunda-feira (13).

A defesa da condenada apresentou embargos de declaração, argumentando que a sentença havia determinado a suspensão do direito de dirigir até o cumprimento integral da pena de seis anos de reclusão, prazo superior ao permitido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Ao analisar o pedido, a magistrada rejeitou as alegações de omissão na sentença, mas reconheceu que o período de suspensão da habilitação precisava ser adequado aos limites previstos na legislação. Com isso, fixou a penalidade em três anos de suspensão do direito de obter ou manter a Carteira Nacional de Habilitação.

Na decisão, Mônica Perri destacou que a medida permanece proporcional à gravidade do crime, considerando que Rafaela conduzia o veículo sob efeito de álcool, provocando a morte de duas pessoas e causando lesões gravíssimas em uma terceira vítima.

A juíza também determinou que caberá ao Juízo da Execução Penal analisar posteriormente o pedido da defesa para que seja descontado o período em que a bióloga permaneceu com a CNH suspensa por decisão cautelar durante a tramitação do processo.

Além disso, foram recebidos os recursos de apelação apresentados pelo Ministério Público e pelos assistentes de acusação contra a sentença condenatória. Após a apresentação das razões e contrarrazões, o processo será encaminhado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que decidirá sobre os recursos.

O caso

O atropelamento ocorreu na madrugada de 23 de dezembro de 2018, na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá. As vítimas haviam acabado de deixar uma casa noturna quando foram atingidas pelo veículo conduzido por Rafaela Screnci.

Myllena Lacerda Inocêncio morreu ainda no local do acidente. Ramon Alcides não resistiu aos ferimentos e faleceu dias depois. Já Hya Girotto sobreviveu após permanecer cerca de três semanas internada em decorrência da gravidade das lesões.

Rafaela chegou a ser presa em flagrante no dia do acidente, mas foi colocada em liberdade provisória no dia seguinte mediante pagamento de fiança. O caso foi levado a julgamento pelo Tribunal do Júri, que a condenou pelo atropelamento com duas mortes e uma vítima gravemente ferida.

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