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“E se o problema da sua empresa não fosse o mercado?”, destaca mentora de empresários

Especialista em visão sistêmica, Simone Bernardino explica por que muitas empresas permanecem estagnadas mesmo quando investem em gestão, marketing e vendas

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Empreendedores costumam investir em gestão, inovação, marketing e vendas na busca pelo crescimento dos negócios. Mas especialistas em desenvolvimento organizacional defendem que, muitas vezes, o maior obstáculo para a expansão de uma empresa não está na concorrência, na economia ou na falta de oportunidades. Está na forma como o próprio líder enxerga e conduz o negócio.
Essa é uma das premissas da visão sistêmica, metodologia que vem conquistando espaço entre empresários por propor uma análise mais profunda das organizações, considerando que resultados são consequência da interação entre pessoas, processos, cultura, propósito e liderança.

Segundo uma pesquisa da consultoria global Deloitte, empresas que investem no desenvolvimento de lideranças apresentam até 37% mais produtividade e maior capacidade de adaptação às mudanças do mercado. Já um levantamento da Gallup aponta que cerca de 70% do engajamento das equipes está diretamente relacionado à atuação dos gestores, evidenciando o impacto que a liderança exerce sobre os resultados das organizações.
Entre as profissionais que difundem essa abordagem no Brasil está Simone Bernardino. Com mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento humano e empresarial, ela atua como consultora sistêmica, Executive Coach, Business Coach, Master Coach Corporativo e facilitadora em Constelação Familiar e Organizacional. Ao longo da carreira, tem orientado empresários e executivos a compreenderem que o crescimento sustentável de uma empresa começa pela transformação de quem a lidera.

Esse conhecimento é compartilhado por Simone em diferentes experiências voltadas ao ambiente corporativo, entre elas o Tour Semear, um movimento que percorre diversas cidades brasileiras levando empresários a refletirem sobre liderança, propósito, tomada de decisão e crescimento por meio da visão sistêmica. A proposta não é apresentar fórmulas prontas, mas provocar uma mudança de perspectiva capaz de revelar oportunidades e desafios que, muitas vezes, permanecem invisíveis na rotina da gestão.

“Existe uma tendência de buscar soluções apenas do lado de fora, quando, muitas vezes, as respostas estão na forma como conduzimos nossas relações, nossas escolhas e nossa liderança. Quando ampliamos nossa visão, conseguimos identificar fatores que antes eram invisíveis, mas que influenciam diretamente os resultados”, afirma Simone.
Na prática, a visão sistêmica convida o empresário a observar sua organização como um organismo vivo, em que pessoas, processos, cultura e estratégia estão conectados. Sob esse olhar, problemas como baixa produtividade, dificuldade para formar equipes, conflitos internos, estagnação financeira ou excesso de centralização podem ser consequência de padrões que vão além da gestão operacional.
Nos últimos anos, o pensamento sistêmico passou a despertar interesse também entre grandes empresas e executivos. Conceitos dessa metodologia vêm sendo incorporados a programas de desenvolvimento de liderança e transformação organizacional por favorecerem decisões mais conscientes, fortalecerem a cultura corporativa e criarem ambientes mais colaborativos.

Para Simone Bernardino, desenvolver uma mentalidade empreendedora exige mais do que conhecimento técnico. “Quando o empresário muda a forma de olhar para seu negócio, muda também a maneira de liderar pessoas, enfrentar desafios e construir resultados. O crescimento sustentável começa na consciência de quem toma as decisões.”
Em um cenário de constantes transformações, compreender o negócio como um sistema integrado deixou de ser apenas uma tendência para se tornar um diferencial competitivo. Afinal, antes de buscar novas estratégias, talvez seja preciso fazer uma pergunta que poucos empresários se permitem responder: o que ainda não estou conseguindo enxergar na minha própria empresa?

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Após 12 anos do crime, júri condena réu pela morte de policial penal em Cuiabá

A vítima permaneceu internada por quase um ano e passou por mais de dez procedimentos cirúrgicos em decorrência das lesões provocadas pelo tiro. Apesar dos esforços médicos, morreu em 11 de agosto de 2014.

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (22), Márcio Ribeiro Moreira, conhecido como “Márcio Cabelo”, a 21 anos e 8 meses de prisão, em regime inicial fechado, pelo homicídio qualificado do policial penal Ivan Fernandes. O Conselho de Sentença reconheceu a autoria do crime e acolheu a tese do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) de que o assassinato foi motivado por um motivo fútil.

O julgamento foi conduzido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. A acusação, representada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues, sustentou que o réu matou a vítima após uma discussão motivada por um pedido para que diminuísse o volume do som automotivo.

Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na noite de 28 de agosto de 2013, em frente ao Bar P2, no bairro CPA IV, em Cuiabá. Ivan Fernandes assistia a uma partida de futebol com outras pessoas quando pediu ao acusado que reduzisse o volume do som do veículo.

Inconformado com o pedido, Márcio Ribeiro Moreira retornou ao carro, pegou uma arma de fogo e voltou ao local, onde efetuou um disparo que atingiu Ivan Fernandes no abdômen.

A vítima permaneceu internada por quase um ano e passou por mais de dez procedimentos cirúrgicos em decorrência das lesões provocadas pelo tiro. Apesar dos esforços médicos, morreu em 11 de agosto de 2014.

Inicialmente, o caso foi tratado como tentativa de homicídio. Com a morte da vítima, o Ministério Público aditou a denúncia para homicídio consumado.

Durante o julgamento, os jurados entenderam que o crime foi praticado por motivo fútil, já que a reação do acusado ocorreu em razão de um simples pedido para que diminuísse o volume do som. A sentença também destaca que Ivan Fernandes não contribuiu para o conflito e apenas solicitou, de forma educada, que o barulho fosse reduzido.

Na fixação da pena, a magistrada levou em consideração circunstâncias desfavoráveis ao réu, como a elevada culpabilidade, os maus antecedentes, as circunstâncias do crime e as consequências provocadas pela conduta. A decisão também ressalta que Ivan Fernandes era jovem e deixou uma filha de apenas três anos de idade.

Além da condenação a 21 anos e 8 meses de reclusão, a juíza determinou a prisão imediata de Márcio Ribeiro Moreira para o início do cumprimento da pena e negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade.

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O valor estratégico da gestão de pessoas

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Durante muito tempo, a gestão de pessoas esteve associada principalmente a processos administrativos, recrutamento, seleção e treinamento. Embora essas atividades continuem sendo fundamentais, a realidade do mercado de trabalho transformou profundamente o papel desempenhado pelas áreas responsáveis por cuidar das pessoas dentro das organizações.

Hoje, atrair talentos já não é suficiente. Desenvolver profissionais, fortalecer lideranças, construir ambientes saudáveis e criar condições para que as pessoas permaneçam engajadas tornou-se um dos principais desafios das empresas.

As relações de trabalho mudaram. Os profissionais passaram a ter novas expectativas em relação à carreira, ao ambiente corporativo e ao propósito do trabalho. Questões como qualidade de vida, desenvolvimento profissional, flexibilidade, reconhecimento e alinhamento com os valores da organização ganharam espaço nas decisões de quem busca ou permanece em um emprego.

Neste cenário, a gestão de pessoas deixou de ocupar uma posição de suporte para assumir um papel estratégico. Afinal, são as pessoas que impulsionam a inovação, sustentam o crescimento dos negócios e transformam planejamento em resultados concretos.

Essa mudança também trouxe novos desafios para as lideranças. Se antes o foco estava apenas na entrega de resultados, hoje espera-se que os líderes sejam capazes de desenvolver equipes, promover um ambiente de confiança, estimular o crescimento profissional e lidar com questões cada vez mais presentes no cotidiano das organizações, como saúde mental, ansiedade e esgotamento emocional.

O desafio é ainda maior quando consideramos que diferentes gerações convivem no mesmo ambiente de trabalho. Cada uma delas possui experiências, expectativas e formas de enxergar a carreira que nem sempre são iguais. Compreender essas diferenças e transformar a diversidade de perfis em um fator positivo para a organização tornou-se uma habilidade indispensável para quem lidera pessoas.

Ao mesmo tempo, a tecnologia avança em ritmo acelerado. Ferramentas baseadas em inteligência artificial já fazem parte da rotina de muitas empresas e devem ganhar ainda mais espaço nos próximos anos. No entanto, esse movimento não reduz a importância das pessoas. Pelo contrário. Quanto mais a tecnologia evolui, maior se torna a necessidade de profissionais preparados para interpretar informações, tomar decisões, construir relacionamentos e conduzir equipes.

Por isso, a discussão sobre o futuro das organizações passa necessariamente pela forma como elas gerenciam seus talentos. Empresas que compreendem o valor estratégico da gestão de pessoas estão mais preparadas para enfrentar mudanças, superar desafios e construir equipes capazes de gerar resultados sustentáveis.

Mais do que uma área ou um departamento, a gestão de pessoas tornou-se uma competência essencial para organizações que desejam crescer em um ambiente cada vez mais dinâmico, competitivo e em constante transformação. Afinal, por trás de toda estratégia bem-sucedida, existem pessoas que a tornam possível.

Nádia Macanham é presidente da ABRH-MT (Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Mato Grosso).

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“Vital – O musical do Paralamas” o sucesso de público e crítica, faz únicas apresentações em Cuiabá

Com direção artística de Pedro Brício, texto de Patrícia Andrade e direção musical de Daniel Rocha, o premiado musical sobre os Paralamas do Sucesso foca na importância da amizade e celebra os 40 anos de uma das bandas mais icônicas do Brasil

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Amizade e música. Duas forças capazes de transformar o mundo. Quando reunidas, geram belezas como Os Paralamas do Sucesso, uma das mais importantes bandas brasileiras de todos os tempos, que se mantém há mais de quatro décadas tendo esses dois pilares como base. Em homenagem a essa trajetória, nasceu “VITAL – o musical dos Paralamas”, espetáculo que exalta a amizade entre Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone, trio à frente da banda nesses 40 anos. Após o sucesso em temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo e turnê por 12 cidades brasileiras, o espetáculo chega em Cuiabá nos dias 31 de Julho, 01 e 02 de Agosto – sexta às 20h, sábado às 16h e 20h, domingo às 18h, no Teatro UFMT – Boa Esperança, Cuiabá – MT. Ingressos Disponíveis na @sympla.

 

Com idealização do produtor Gustavo Nunes (Turbilhão de Ideias) e de Marcelo Pires (escritor e diretor da Ideia da Silva), o musical tem direção artística de Pedro Brício, texto de Patrícia Andrade, direção musical e arranjos de Daniel Rocha. “Vital – O musical dos Paralamas” foi o vencedor do Prêmio APTR na categoria Melhor Produção em Teatro Musical, além de indicado em outras três categorias: Cenografia para André Cortez, Figurino para Karen Brusttolin e Música para Daniel Rocha. Está indicado ao Prêmio Destaque Imprensa Digital (DID) nas categorias Ator (Rodrigo Salva) e Direção Musical (Daniel Rocha). Foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro na categoria Melhor Cenário (André Cortez) e ao Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro, Melhor Ator (Rodrigo Salva) e Melhor Direção Musical (Daniel Rocha). O projeto é produzido através da Lei de incentivo à Cultura, apresentado por Ministério da Cultura e Caixa Vida e Previdência. Esta temporada conta com a lei de incentivo da Lei do ISS da prefeitura do Rio de Janeiro através da lei de incentivo cultural municipal.

 

“VITAL – O musical dos Paralamas” é ainda uma homenagem à relação do trio com José Fortes, empresário deles desde o início e uma espécie de quarto Paralama. “Esta é uma história sobre amizade, sobre a longevidade de uma banda que começa quando os integrantes eram adolescentes e está aí até hoje. E também sobre memória, seja ela afetiva ou seletiva, que toca a cada um de diferentes formas. É um espetáculo essencialmente emocional”, explica Patrícia Andrade. “A gente acompanha essa jornada musical e afetiva de quatro amigos e as transformações não só artísticas, mas também na vida de cada um e como isso influencia na criação deles”, acrescenta Pedro Brício.

Os Paralamas serão interpretados por: Rodrigo Salva (Herbert Vianna), Franco Kuster (João Barone) e Arthur Berges (Bi Ribeiro). Nando Motta é alternante no papel de Herbert Vianna. Já Hamilton Dias viverá o empresário José Fortes. O elenco é composto ainda por: Barbara Ferr, Herberth Vital, Julia Sanchez, Bhener Carvalho, Ivanna Domenyco e Thiago Franzé. Todos foram selecionados através de audições, que teve mais de 600 candidatos, vindos de vários lugares do país.

“O espetáculo conta com o aval da banda, que acompanhou desde a ideia inicial, passando pela criação do texto e a seleção do elenco principal. Levar aos palcos um espetáculo com esse teor, é, sobretudo, valorizar a nossa memória cultural. Optamos por focar em conteúdo brasileiro, valorizar nossas raízes, ao invés de encenar musicais estrangeiros”, enfatiza Gustavo Nunes.

Serviço:
“Vital – O musical do Paralamas”
Dias e horários: 31 de Julho, 01 e 02 de Agosto – sexta às 20h, sábado às 16h e 20h, domingo às 18h
Local: Teatro da UFMT
Endereço: R. Quarenta e Nove, 2367 – Bairro Boa Esperança, Cuiabá-MT
Lotação: 506 poltronas
Duração: 1h50
Classificação: 12 anos
Venda de ingressos: na bilheteria do teatro ou na plataforma @sympla

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