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Com produção nacional, BYD reduz preço e pressiona hatches a combustão

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A BYD anunciou uma redução significativa no preço do BYD Dolphin Mini 2026, que passa a ser vendido por R$ 98.590 na versão GL em vendas diretas no Brasil. A estratégia mira ampliar a presença da marca no segmento de entrada, especialmente entre taxistas e pessoas com deficiência (PcD).

A nova versão mais acessível foi viabilizada após a nacionalização da produção na fábrica de Camaçari, na Bahia, o que contribuiu para a redução de custos logísticos e tributários. Para o público PcD, o modelo pode chegar a cerca de R$ 99.990, enquanto a versão GS, destinada ao consumidor geral, segue com valor na faixa de R$ 119.990.

O movimento reforça a competitividade da montadora no mercado de veículos eletrificados e pressiona concorrentes com motores a combustão, especialmente entre os hatches de entrada.

No aspecto técnico, o modelo conta com bateria Blade de 30 kWh, tecnologia reconhecida por oferecer maior segurança e durabilidade. A autonomia é de aproximadamente 250 quilômetros com uma única carga, segundo dados do Inmetro, e o consumo energético gira em torno de 6,8 km/kWh.

Mesmo na versão mais barata, o hatch mantém um pacote robusto de equipamentos, incluindo seis airbags, freios a disco nas quatro rodas e central multimídia rotativa de 10,1 polegadas com conectividade sem fio para Apple CarPlay e Android Auto.

O modelo também oferece recarga rápida em corrente contínua de até 40 kW, permitindo carregar de 30% a 80% em cerca de 25 minutos. Em carregadores residenciais (wallbox), o tempo de carga completa é de aproximadamente seis horas.

Outro ponto destacado pela fabricante é a garantia: são seis anos para o veículo e oito anos para bateria e motor elétrico, sem limite de quilometragem.

Com a nova política de preços, o Dolphin Mini 2026 se posiciona como uma das opções mais acessíveis entre os carros elétricos no país, ampliando o debate sobre custo-benefício e incentivando a adoção de veículos menos poluentes no Brasil.

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Historiador russo é acusado de esconder corpos de meninas dentro de apartamento

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Caso macabro descoberto na Rússia chocou o mundo após polícia encontrar dezenas de corpos mantidos dentro da casa de um pesquisador conhecido por estudar cemitérios e culturas funerárias

O que parecia roteiro de filme de terror ganhou contornos reais e assustadores na Rússia. Em 2011, autoridades do país revelaram um dos casos mais perturbadores já registrados envolvendo o historiador e poliglota russo Anatoly Moskvin, acusado de retirar corpos de meninas de cemitérios e mantê-los dentro do apartamento onde vivia.

A descoberta aconteceu durante uma investigação policial na cidade de Nizhny Novgorod, quando agentes encontraram dezenas de corpos espalhados pelos cômodos da residência. As vítimas tinham entre 2 e 18 anos, segundo informações divulgadas pelas autoridades russas na época.

De acordo com os investigadores, Moskvin frequentava cemitérios da região há anos e teria violado túmulos para retirar os restos mortais. Dentro do imóvel, os corpos eram submetidos a processos de preservação improvisados e caracterização visual. As vítimas recebiam roupas, maquiagem e perucas, sendo transformadas em figuras semelhantes a bonecas humanas.

O caso causou espanto não apenas pela quantidade de corpos encontrados, mas também pelo comportamento descrito pelas autoridades. Relatórios da investigação apontaram que o historiador desenvolvia forte apego emocional às vítimas e acreditava na possibilidade de “trazê-las de volta à vida” por meio de teorias pessoais envolvendo espiritualidade e ciência.

Outro detalhe que aumentou a repercussão internacional foi o relato envolvendo os pais do pesquisador. Eles moravam no mesmo apartamento e, segundo a imprensa russa, acreditavam que os objetos espalhados pela casa faziam parte de uma coleção excêntrica mantida pelo filho, sem compreender a gravidade da situação.

O caso de Anatoly Moskvin rapidamente ganhou repercussão mundial e passou a ser citado em documentários, reportagens investigativas e fóruns sobre crimes reais, sendo lembrado até hoje como um dos episódios mais perturbadores da história criminal contemporânea.

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Michelle Bolsonaro nega separação de Jair Bolsonaro após rumores

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro utilizou as redes sociais para negar rumores sobre uma suposta separação do ex-presidente Jair Bolsonaro. A manifestação ocorreu após a circulação de publicações afirmando que ela estaria mantendo o relacionamento apenas por estratégia política e eleitoral.

Michelle compartilhou uma imagem que citava declarações do analista político Eduardo Bizzotto. Na publicação, ele afirmava que o casal teria protagonizado uma forte discussão nas últimas semanas na residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Ao rebater os comentários, Michelle negou a existência de separação e reagiu às especulações envolvendo sua vida pessoal e o relacionamento com o ex-presidente.

Nos bastidores políticos, rumores sobre uma possível crise no casamento ganharam força após a repercussão de publicações nas redes sociais e discussões envolvendo o cenário político nacional.

Até o momento, Jair Bolsonaro não comentou publicamente o assunto.

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Investigador é condenado a 2 anos em regime aberto pela morte de PM em Cuiabá

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O Tribunal do Júri condenou, na noite desta quinta-feira (14), o investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves a dois anos de prisão em regime aberto pela morte do policial militar Thiago de Souza Ruiz, ocorrida em abril de 2023, em Cuiabá. Após três dias de julgamento no Fórum da Capital, os jurados decidiram desclassificar o crime de homicídio doloso  quando há intenção de matar  para homicídio culposo, quando não existe intenção.

A sentença foi lida pelo juiz Marcos Faleiros, que também determinou a substituição da pena privativa de liberdade por duas restrições de direitos. O magistrado ainda revogou as medidas cautelares impostas ao investigador, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

Logo após a decisão, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins informou que já interpôs recurso contra o resultado do júri popular.

O caso aconteceu na madrugada de 27 de abril de 2023, dentro da conveniência de um posto de combustível localizado em frente à Praça 8 de Abril, em Cuiabá. Thiago Ruiz, de 36 anos, foi baleado após uma discussão envolvendo o investigador, outro policial civil e um advogado.

Durante depoimento prestado no plenário do júri, Mário Wilson afirmou que atirou para sobreviver.

“Pra não morrer. Eu atirei pra não morrer. Ele estava me enforcando pelas costas”, declarou o investigador ao ser questionado pela defesa sobre a motivação dos disparos.

Segundo o réu, ele havia ido ao local apenas para comprar cigarros e encontrou o policial civil Walfredo Raimundo Adorno Mourão Júnior acompanhado de Thiago Ruiz. Conforme relatou, ambos se apresentaram como policiais, mas ele afirmou ter desconfiado da identidade do militar.

De acordo com o depoimento, o PM teria mostrado uma cicatriz próxima à costela e, nesse momento, o revólver que carregava na cintura ficou visível. O investigador alegou que decidiu retirar a arma da vítima por suspeitar da legalidade do armamento e afirmou que acionaria o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

As imagens do circuito de segurança exibidas durante o julgamento mostram o momento em que os dois iniciam uma luta corporal dentro da conveniência. Conforme a versão apresentada pela defesa, Thiago teria avançado sobre o investigador, derrubando-o no chão e aplicando um estrangulamento conhecido como “mata-leão”.

O advogado Gilson Vasconcelos Tibaldi de Amorim Silva, amigo do réu e que estava no local, chegou a retirar o revólver das mãos dos envolvidos durante a briga. Ainda assim, segundo Mário Wilson, o policial militar continuou o estrangulamento, momento em que ele efetuou os disparos.

Após ser atingido, Thiago Ruiz ainda conseguiu correr para fora da conveniência antes de cair. Ele foi socorrido e encaminhado a uma unidade hospitalar particular, mas não resistiu aos ferimentos.

Durante os debates, o Ministério Público sustentou que houve excesso por parte do investigador, destacando que ele efetuou dez disparos contra o PM. O promotor Vinícius Gahyva também relembrou o depoimento de uma funcionária do posto, que afirmou ter ouvido frases ditas pelo investigador pouco antes da confusão.

Segundo a testemunha, Mário Wilson afirmou: “Eu sou policial! Em uma situação de confronto, eu passaria por cima de qualquer um”.

O julgamento também foi marcado por sucessivos bate-bocas entre o promotor e o advogado de defesa, Cláudio Dalledone. As discussões começaram ainda no primeiro dia de julgamento e seguiram até a reta final da sessão.

Em um dos momentos de maior tensão, Dalledone acusou o promotor de tentar interferir na atuação da defesa e chegou a insinuar que poderia haver “tumulto” no plenário. Em outro episódio, após o promotor mandar um defensor “sentar”, o advogado reagiu em tom elevado.

“Você não venha tratar advogado assim. Coloque-se no seu lugar”, rebateu Dalledone durante a discussão.

Apesar do clima tenso no plenário, o julgamento foi concluído no fim da noite com a condenação do investigador por homicídio culposo. O caso ainda poderá ser reavaliado pelo Tribunal de Justiça após o recurso apresentado pelo Ministério Público Estadual.

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