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Polícia

Câmeras ajudam Polícia Civil a identificar suspeito de furto em creche de Cuiabá

Na recepção, ainda conforme o inquérito, foram furtados um notebook, aparelho celular, teclado, rádios comunicadores, carregadores e outros equipamentos utilizados pelos funcionários.

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Um homem de 25 anos foi preso pela Polícia Civil nesta segunda-feira (10), em Cuiabá, suspeito de invadir uma instituição de educação infantil no bairro Jardim das Américas e furtar alimentos, equipamentos eletrônicos e outros objetos. O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) da Capital.

Segundo a investigação, o crime ocorreu na madrugada de 29 de junho, por volta das 3h20. O suspeito teria entrado pelos fundos do imóvel após escalar o muro de uma propriedade vizinha. Em seguida, teria acessado o prédio por uma janela.

De acordo com a Polícia Civil, o homem circulou por diferentes salas de aula, onde abriu armários e compartimentos utilizados pelas crianças. Entre os itens levados estavam latas de leite destinadas aos alunos.

Na recepção, ainda conforme o inquérito, foram furtados um notebook, aparelho celular, teclado, rádios comunicadores, carregadores e outros equipamentos utilizados pelos funcionários.

O suspeito também teria permanecido por um período na cozinha da instituição. Segundo os investigadores, ele abriu geladeiras e freezers, manipulou alimentos e separou produtos para levar, incluindo eletrodomésticos, gêneros alimentícios e utensílios.

Ato obsceno foi registrado

As imagens do sistema de segurança também registraram, segundo a Polícia Civil, a prática de ato obsceno no interior da instituição. Após o episódio, o investigado teria manipulado superfícies, utensílios e alimentos destinados às crianças.

Por precaução sanitária, os responsáveis pelo estabelecimento precisaram descartar os alimentos que estavam no local e realizar a higienização dos ambientes atingidos.

As gravações mostram que o suspeito permaneceu aproximadamente 58 minutos dentro do colégio. Durante esse período, teria circulado por salas de aula, cozinha, recepção e outras dependências em busca de objetos para furtar.

Ele teria deixado o estabelecimento por volta das 4h28, levando os materiais. As imagens foram preservadas e utilizadas pela Polícia Civil para auxiliar na identificação do investigado.

Prisão

Após a conclusão do inquérito, a Polícia Civil representou pela prisão do suspeito. O mandado foi deferido pelo Juízo de Garantias da Capital e cumprido nesta segunda-feira.

Conforme a investigação, foram reunidos elementos que apontam a participação do homem no furto qualificado mediante escalada, praticado durante o período noturno, além da apuração relacionada ao ato obsceno.

O suspeito foi encaminhado às autoridades competentes e permanece à disposição da Justiça.

A prisão ocorreu no âmbito da investigação policial. A eventual responsabilidade criminal será definida pela Justiça após o devido processo legal.

 

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Polícia

Investigado por assédio, professor da UFMT é preso após descumprir restrições judiciais

A medida, por si só, não representa condenação pelos crimes que estão sendo investigados.

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O professor de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Saulo Tarso Rodrigues foi preso preventivamente nesta segunda-feira (10), em Cuiabá, após decisão judicial que apontou o descumprimento sucessivo de medidas cautelares impostas durante uma investigação envolvendo denúncias de assédio, ameaças e perseguição contra uma estudante.

A prisão foi cumprida pela Polícia Civil de Mato Grosso por determinação da magistrada Henriqueta Ferreira Lima. Segundo os autos, o investigado teria violado restrições judiciais, utilizado terceiros para tentar estabelecer contato com a vítima, divulgado informações consideradas sigilosas do processo em um grupo acadêmico com centenas de integrantes e abordado testemunhas relacionadas ao caso.

A decisão também menciona a circulação de conteúdos considerados difamatórios contra a estudante. Para a magistrada, a permanência do investigado em liberdade representaria risco à ordem pública e à instrução criminal.

O caso agora passa a ter uma nova etapa judicial, com a prisão preventiva determinada diante dos fatos apontados na decisão. A medida, por si só, não representa condenação pelos crimes que estão sendo investigados.

Afastamento da UFMT

Saulo Tarso já estava afastado preventivamente das atividades acadêmicas no campus de Cuiabá por determinação da Reitoria da UFMT. A universidade instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta atribuída ao professor no ambiente acadêmico.

Em manifestações anteriores sobre as acusações, a defesa do docente negou o envio de mensagens de natureza não institucional. Saulo também teria atribuído a origem das representações a uma controvérsia envolvendo sua esposa e a estudante.

Condenação anterior por perseguição

O professor também possui uma condenação anterior no Poder Judiciário de Mato Grosso por stalking, crime previsto na legislação brasileira para casos de perseguição reiterada.

Segundo o processo, a condenação decorreu do envio insistente e não autorizado de e-mails a uma ex-companheira em 2022. A defesa apresentou questionamentos relacionados à validade das citações e das provas digitais, mas o Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a condenação.

A condenação anterior é um processo distinto da investigação que resultou na prisão preventiva desta segunda-feira.

O que está sendo investigado agora

No procedimento atual, as autoridades apuram, entre outros pontos, se houve descumprimento das medidas cautelares, tentativa de interferência na produção de provas, contato indevido com testemunhas e divulgação de informações protegidas por sigilo judicial.

A prisão preventiva foi determinada com fundamento na necessidade de preservar a investigação e evitar novas interferências no processo.

O caso ainda está em andamento e as acusações que motivaram a prisão preventiva deverão ser analisadas no decorrer da ação judicial, assegurados ao investigado o direito à defesa e ao contraditório.

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Polícia aponta possível ligação com facção em morte de jovem executada em Poxoréu

As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa e à vítima supostamente manter contato com forças de segurança e repassar informações relacionadas ao tráfico de drogas na região.

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VÉU DE ÍSIS
*Polícia Civil deflagra terceira fase de operação que apura homicídio de jovem em Poxoréu*
_As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa_

A Polícia Civil deflagrou, nesta segunda-feira (10.8), a Operação Véu de Ísis, terceira fase da investigação que apura o homicídio de Lavínia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, ocorrido em maio deste ano, em Poxoréu.

Nesta etapa são cumpridas cinco ordens judiciais, sendo três mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva. As ordens são cumpridas simultaneamente em Poxoréu (duas), Rondonópolis (duas) e Cuiabá (uma).

Uma das prisões preventivas tem como alvo um investigado que já havia sido preso temporariamente durante a fase anterior da investigação, denominada Operação Elo Oculto.

A Operação Véu de Ísis é resultado do aprofundamento das diligências realizadas pela Delegacia de Poxoréu nas etapas anteriores, especialmente da análise de materiais e demais elementos informativos apreendidos nas fases anteriores, que possibilitaram o surgimento de novos elementos relacionados à dinâmica, motivação e possível participação de outras pessoas no crime.

As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa e à vítima supostamente manter contato com forças de segurança e repassar informações relacionadas ao tráfico de drogas na região.

Lavínia foi assassinada no dia 10 de maio, com dois tiros na cabeça, em uma casa noturna em Poxoréu. O suspeito chegou ao local, atirou na vítima e fugiu em seguida.

O nome da operação, “Véu de Ísis”, faz referência ao avanço das investigações e à revelação de elementos que, nas fases anteriores, ainda permaneciam ocultos.
A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Poxoréu, com apoio de unidades da Polícia Civil nos municípios envolvidos.

As investigações continuam em andamento para o completo esclarecimento dos fatos e individualização das condutas de todos os envolvidos. O procedimento tramita sob sigilo.

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Pai é preso no Dia dos Pais suspeito de matar as próprias filhas de 3 e 5 anos em SP

O homem permanece à disposição da Justiça.

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Um homem de 24 anos foi preso em flagrante na manhã deste domingo (9), Dia dos Pais, suspeito de matar as próprias filhas, de 3 e 5 anos, no bairro Cidade Dutra, na zona sul de São Paulo.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a Polícia Militar foi acionada por volta das 6h para atender à ocorrência. Ao chegarem ao endereço, os agentes encontraram as duas crianças já sem vida.

O suspeito foi identificado como Breno de Souza Castro. Conforme as informações divulgadas pelas autoridades, ele também é investigado por envolvimento em episódios de violência doméstica.

Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que o homem estacionou um veículo em uma via pública. O carro foi posteriormente localizado pela polícia com o vidro traseiro quebrado e o airbag acionado.

A Polícia Civil solicitou exames periciais ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico-Legal (IML) para auxiliar na investigação e esclarecer as circunstâncias das mortes.

O caso foi registrado no 101º Distrito Policial, no Jardim das Imbuias, na capital paulista. A investigação deverá apurar a dinâmica do crime e as circunstâncias que antecederam a morte das duas crianças.

O homem permanece à disposição da Justiça.

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