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Virginia Mendes diz que família é alvo de “armação”

A Procuradoria-Geral do Estado informou que confia no trabalho da Polícia Federal e que irá colaborar com as investigações

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A ex-primeira-dama de Mato Grosso Virginia Mendes afirmou neste sábado (8) que sua família é alvo de uma “armação”. A declaração foi publicada dois dias após a deflagração da Operação Heritage, da Polícia Federal, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

Virginia esteve entre os alvos da operação, que também alcançou pessoas ligadas à família do ex-governador Mauro Mendes. A investigação apura, segundo a PF, possíveis crimes como peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada.

Em uma publicação nas redes sociais, Virginia afirmou que o chamado “comitê da maldade” poderia atuar para “armar, inventar e distorcer” informações contra sua família.

“Querem destruir minha família, mas em nome de Jesus não vão conseguir”, escreveu.

A ex-primeira-dama também declarou acreditar que a verdade prevalecerá por meio da Justiça e fez referência à chamada “Justiça divina”.

Comparação com episódio anterior

Virginia comparou a situação atual a investigações enfrentadas pela família durante o período em que Mauro Mendes administrava a Prefeitura de Cuiabá.

Segundo ela, naquela ocasião, foram necessários três anos para que, em sua avaliação, a família fosse considerada inocente.

A manifestação ocorre enquanto a Operação Heritage segue sob investigação. Durante a ação, foram autorizadas medidas como buscas e apreensões, bloqueio e indisponibilidade de bens, afastamento de sigilos bancário e fiscal, além de outras medidas cautelares.

A Procuradoria-Geral do Estado informou que confia no trabalho da Polícia Federal e que irá colaborar com as investigações. O caso ainda não teve conclusão e eventuais responsabilidades deverão ser definidas no decorrer da apuração.

Veja:

 

 

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Criança morre atropelada ao tentar atravessar a rua

A criança foi atingida pelo veículo e morreu em decorrência do acidente.

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Uma menina de aproximadamente 1 ano de idade morreu após ser atropelado enquanto tentava atravessar uma rua no bairro Alameda, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. O acidente ocorreu no início da tarde de sábado (8).

Imagens de um circuito de monitoramento registraram o momento do atropelamento. Na gravação, a criança aparece próxima a um veículo que estava estacionado na via. Em seguida, o menino passa por trás do automóvel e entra na faixa de rolamento.

No momento em que a criança atravessa a rua, um Hyundai Creta trafegava pelo local. O motorista ainda tentou frear, mas não conseguiu evitar a colisão.

A criança foi atingida pelo veículo e morreu em decorrência do acidente.

As circunstâncias do atropelamento deverão ser apuradas pelas autoridades. Até o momento, não há informações detalhadas sobre eventual responsabilização do motorista ou sobre as circunstâncias em que a criança deixou o local onde estava acompanhada.

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Motorista morre após carro atingir casa e derrubar poste em Várzea Grande

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Um motorista de 27 anos morreu no fim da tarde desta sexta-feira (7) após perder o controle do carro, atingir a fachada de uma residência e derrubar um poste na Avenida Filinto Muller, na região da rotatória do bairro Jardim Marajoara, em Várzea Grande.

A vítima foi identificada como Sérgio Ricardo Menezes de Albuquerque. Com a força da colisão, ele foi arremessado para fora do veículo e morreu ainda no local.

O acidente aconteceu por volta das 17h, nas proximidades de um estabelecimento de materiais de construção. Conforme as informações preliminares, o motorista teria perdido o controle da direção, subido na calçada e atingido a frente de uma residência. Na sequência, o veículo bateu contra um poste, que acabou sendo derrubado.

O carro ficou completamente destruído após a colisão. A fachada da casa também foi danificada.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas, mas os profissionais apenas constataram a morte do motorista.

A Guarda Municipal de Várzea Grande esteve no local para isolar a área e auxiliar no controle do trânsito. O acidente provocou impacto no fluxo de veículos em uma das principais avenidas da cidade, especialmente durante o horário de maior movimento.

Até o momento, não há informações sobre moradores da residência atingida que tenham ficado feridos.

A dinâmica do acidente e as possíveis causas da perda de controle da direção ainda serão apuradas. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) deverá realizar os procedimentos necessários para esclarecer as circunstâncias da colisão.

O caso será investigado pelas autoridades competentes.

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Áudios anexados a processos citam presença de Lulinha em residência de lobista investigada pela PF

Na sequência, ela orienta a funcionária sobre a organização das camas para os adultos que estariam no imóvel.

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Áudios anexados a processos judiciais envolvendo a lobista Roberta Luchsinger e uma ex-funcionária doméstica passaram a chamar atenção ao mencionarem a presença de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, em uma residência mantida por Roberta em Brasília.

As gravações foram apresentadas pela defesa de Zildeni Gomes, ex-empregada da lobista, em ações movidas contra Roberta. Em um dos processos, a ex-funcionária cobra cerca de R$ 60,4 mil em direitos trabalhistas que afirma não ter recebido.

Em um dos áudios anexados aos autos, Roberta orienta Zildeni sobre a preparação da residência para a chegada de Fábio Luís Lula da Silva.

“Semana que vem, o seu Fábio está indo, e aí vai com visita, e… vai ficar no quarto das kids”, afirma Roberta na gravação, segundo o conteúdo apresentado no processo.

Na sequência, ela orienta a funcionária sobre a organização das camas para os adultos que estariam no imóvel.

 

Gravações entram em processos judiciais

Em outra conversa, Zildeni comenta sobre a ausência de Roberta na residência localizada na QI 26, no Lago Sul, região nobre de Brasília.

Segundo o conteúdo apresentado nos autos, a ex-funcionária afirma que o imóvel estaria “muito vazio” sem a presença da lobista e menciona a falta dela e de seu “amiguinho”.

As gravações são utilizadas pela defesa de Zildeni como elementos para sustentar alegações apresentadas nos processos contra Roberta.

O conteúdo dos áudios, por si só, não comprova eventual relacionamento pessoal ou qualquer irregularidade envolvendo Lulinha e Roberta Luchsinger. As circunstâncias mencionadas nas gravações permanecem submetidas à análise judicial.

Lulinha é citado em investigação

O nome de Fábio Luís Lula da Silva aparece em procedimentos de investigação relacionados a suspeitas envolvendo Roberta Luchsinger.

Um dos inquéritos tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Flávio Dino, e apura suspeitas relacionadas a possível tráfico de influência envolvendo Roberta e Lulinha.

A existência de investigação, no entanto, não significa que os envolvidos tenham sido considerados culpados. As suspeitas ainda são objeto de apuração pelas autoridades competentes.

Segunda ação faz novas alegações

Além da ação trabalhista, Zildeni move outro processo contra Roberta. Nesse caso, a ex-funcionária afirma que a lobista teria prometido comprar uma residência para ela no bairro de Itapoã, em Brasília, mas que o acordo não teria sido cumprido.

Na petição apresentada pela defesa, Fábio Luís Lula da Silva é citado como suposto marido de Roberta. O documento apresenta a alegação de que os dois manteriam uma relação de casal.

A afirmação consta na petição apresentada pela parte autora e não equivale, por si só, a uma conclusão judicial sobre a relação entre os dois.

Os processos foram inicialmente apresentados ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e posteriormente encaminhados à Justiça do Trabalho. Atualmente, tramitam no Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), em Brasília.

Imóvel já havia aparecido em investigação

A residência localizada no Lago Sul também ganhou atenção anteriormente em razão de uma operação da Polícia Federal.

Roberta Luchsinger chegou a publicar uma fotografia no imóvel após ser alvo de mandado de busca e apreensão durante a Operação Sem Desconto.

O caso voltou ao debate público agora com a inclusão dos áudios nos processos judiciais movidos pela ex-funcionária.

As gravações e as demais alegações apresentadas nos autos ainda deverão ser analisadas no curso dos processos e das investigações relacionadas ao caso.

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