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Atento e forte

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Vivemos sob a lógica da produtividade. É preciso entregar mais, responder mais rápido, cumprir metas e economizar minutos. Nesse cenário, a inteligência artificial, capaz de nos poupar horas, parece sedutora. Este artigo, porém, não é uma guerra contra a tecnologia. A questão é decidir o que queremos delegar a ela e o que preservar como exercício nosso. Pensar dá trabalho. Criar também.

A psicanálise percebeu muito antes dos algoritmos que criar não significa apenas produzir. A sublimação aponta para nossa capacidade de transformar conflitos e desejos em uma história, uma imagem ou uma música. Às vezes, criar é também elaborar aquilo que somos.

Atravesso essa reflexão pela literatura. Manoel de Barros, capaz de engrandecer o que o mundo considera pequeno, definiu a poesia como “a virtude do inútil”. Num mundo em que tudo precisa justificar sua existência por produtividade ou retorno, talvez escrever um poema seja também uma insubordinação.

Ainda que às vezes me sinta desconfortável em me assumir “escritora”, sempre escrevi. Muito antes da primeira publicação, fazer literatura nunca foi apenas organizar palavras de maneira tecnicamente satisfatória. Na falta de verbo, nem sempre falta sentido.

Esta semana, repeti inúmeras vezes “Divino Maravilhoso”, interpretada por Gal Costa e composta por Caetano e Gil. “É preciso estar atento e forte / não temos tempo de temer a morte”. Essa convocação à atenção me parece cada dia mais importante enquanto nos perdemos na rolagem infinita das redes sociais, entre informações editadas e respostas instantâneas.

Me pergunto o quanto isso interfere na maneira como construímos nossas posições, inclusive políticas. Parar e pensar nunca foi tão necessário em tempos de pressa.

Alguns amigos questionam o intervalo das minhas respostas no WhatsApp, e brinco que converso sob o “conceito de cartas”. Posso declamar uma poesia que me lembra alguém, no meio da tarde, e passar dias sem voltar à conversa. Algo mudou com os anos, como se o intervalo significasse desinteresse. Será? Não cheguei a uma conclusão ainda.

Somos constituídos também pelo que demoramos a compreender: erros, contradições, memórias, desejos e mudanças. Nossa complexidade não é um defeito a ser corrigido pela eficiência.

Espero que continuemos fazendo algumas coisas difíceis por conta própria. Que escrevamos poemas na última folha da agenda. Que pintemos quadros imperfeitos. Que aceleremos o passo rumo a um beijo longo e demoremos em um abraço apertado, porque a saudade transita entre a urgência do encontro e a vontade de permanecer parado no tempo.

Talvez exercer a humanidade seja preservar o que não pode ser otimizado: a surpresa, a dúvida, o desejo e a contradição. Aquilo que nos faz interromper a rotina ao nos arrepiarmos com uma música, conhecermos uma nova teoria do universo, repetirmos um “eu te amo” ou ficarmos olhando alguém que dilate nossa pupila.

Que possamos criar algo que não sirva para nada além de nos lembrar que estamos vivos e gastar esse bilhete único com aquilo que fizer sentido, sem tanta explicação.

Se as máquinas puderem nos devolver algum tempo, que saibamos o que fazer com ele.

Mirella Duarte _jornalista e escritora_

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Quando a Justiça fica fora do ar, quem segura a porta?

Tatiane Castro Salim é Advogada especialista em  Direito Preventivo • Família • Empresarial

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O incidente de segurança do TJMT traz uma pergunta que vai muito além da tecnologia: até onde podemos digitalizar a Justiça sem perder a presença humana que sustenta o próprio acesso à Justiça?

Nos últimos dias, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso enfrentou um incidente de segurança que levou à indisponibilização de sistemas institucionais, incluindo o Processo Judicial Eletrônico, o PJe.

O próprio Tribunal informou que adotou medidas de contenção, restringiu acessos sensíveis, redefiniu credenciais e iniciou procedimentos técnicos para validação e retomada gradual dos sistemas. Segundo a Corte, até o momento não foram identificados indícios de uso indevido de dados nem de comprometimento dos mecanismos de backup. (TJMT)

Enquanto isso, prazos foram suspensos, sessões foram adiadas e a rotina de advogados, magistrados, servidores e jurisdicionados foi diretamente afetada.

A questão, portanto, não é simplesmente saber quem entrou no sistema.

É perguntar:

O que acontece com a Justiça quando a tecnologia que deveria facilitar o acesso à Justiça deixa de funcionar?

A tecnologia não pode ser a única porta

A transformação digital do Judiciário trouxe avanços importantes.

Processos eletrônicos, peticionamento remoto, videoconferências, intimações eletrônicas e ferramentas de atendimento virtual reduziram deslocamentos e ampliaram possibilidades de acesso.

O problema começa quando aquilo que deveria ser uma ferramenta passa a ser tratado como a única possibilidade.

Porque sistemas falham.

Servidores caem.

Redes são interrompidas.

Ataques cibernéticos acontecem.

E, quando toda a estrutura está concentrada em uma única via digital, a falha tecnológica deixa de ser apenas um problema de informática.

Ela passa a ser um problema de acesso à Justiça.

É exatamente isso que o episódio atual nos obriga a discutir.

E o advogado, como fica?

A advocacia não é uma atividade meramente protocolar.

O advogado não existe apenas para inserir uma petição em uma plataforma.

Existe uma pessoa por trás daquele processo.

Existe um cliente esperando uma decisão.

Existe uma família esperando um alvará.

Existe uma pessoa presa.

Existe alguém precisando de uma tutela de urgência.

Existe uma criança, um idoso, uma vítima de violência, uma empresa prestes a sofrer um prejuízo.

A urgência da vida real não desaparece porque o PJe está fora do ar.

Por isso, é importante reconhecer que o próprio Judiciário e a OAB-MT estabeleceram mecanismos de contingência para o momento atual. A orientação divulgada pela OAB-MT informa que medidas urgentes podem ser recebidas fisicamente ou por outro meio disponível enquanto os sistemas permanecerem indisponíveis. (OAB Jaciara)

Mas fica uma pergunta necessária:

esses caminhos alternativos são suficientemente conhecidos por toda a advocacia?

Em situações de crise, informação também é infraestrutura.

Não basta existir um procedimento de contingência.

É preciso que o advogado saiba:

Onde protocolar uma medida urgente;
Quem deve ser acionado;
Qual telefone utilizar;
Qual unidade está de plantão;
Como comprovar a entrega;
Como acompanhar a medida;
Como obter uma decisão;
Como será feito o posterior lançamento no sistema;
Como ficam os atos praticados durante a indisponibilidade.

O advogado não deveria descobrir o caminho no meio do incêndio.

E a pessoalidade?

Talvez essa seja uma das grandes discussões que o episódio deveria provocar.

Durante a pandemia, a Justiça precisou acelerar uma transformação que já estava em curso.

As audiências virtuais cresceram.

O teletrabalho ganhou espaço.

Os atendimentos remotos se multiplicaram.

O Balcão Virtual foi criado justamente como instrumento de aproximação remota entre advocacia e Judiciário. O próprio TJMT registra que ele deve desempenhar função semelhante à do balcão físico, recebendo e encaminhando demandas de advogados, advogadas e partes. (TJMT)

Tudo isso pode ser muito útil.

Mas uma pergunta permanece:

onde fica a pessoalidade?

Nem todo atendimento precisa ser presencial.

Mas nem todo atendimento precisa ser virtual.

Há situações em que olhar nos olhos, explicar uma urgência, entregar um documento, conversar com um servidor ou ter contato direto com um magistrado pode fazer diferença.

Desde que haja organização, agendamento, respeito ao expediente e critérios objetivos, a presença física não deveria ser tratada como algo ultrapassado.

A tecnologia pode organizar o encontro.

Ela não precisa eliminar o encontro.

Audiência de instrução não é apenas uma tela

Essa reflexão também alcança as audiências de instrução.

Instrução processual envolve pessoas.

Testemunhas.

Partes.

Advogados.

Magistrados.

Depoimentos.

Reações.

Silêncios.

Contradições.

Elementos que fazem parte da dinâmica de produção da prova.

A audiência virtual pode ser adequada em determinadas situações e trazer benefícios concretos de acesso e eficiência.

Mas transformar a virtualização em regra absoluta, sem considerar a natureza do ato e as circunstâncias do caso, merece debate.

Nem toda audiência é igual.

E justiça não é simplesmente fazer uma audiência caber dentro de uma plataforma.

É garantir que a prova seja produzida com segurança, contraditório e possibilidade real de participação.

O risco de uma Justiça sem plano B

Talvez a grande lição do incidente do TJMT seja justamente esta:

sistemas digitais precisam de redundância, segurança e planos de contingência.

Uma instituição que presta serviço essencial não pode depender de uma única porta.

E isso vale para muito além do Judiciário.

Quando uma estrutura se torna completamente dependente da tecnologia, precisamos perguntar:

qual é o plano B?

Se o sistema cair, existe atendimento?

Se o portal ficar indisponível, existe protocolo alternativo?

Se o servidor não puder acessar os autos, existe cópia segura?

Se o advogado tiver uma urgência, existe um canal claramente divulgado?

Se uma audiência virtual não puder acontecer, existe estrutura física?

Se um documento precisar ser entregue imediatamente, existe alguém para recebê-lo?

Essas perguntas não são contra a tecnologia.

São, na verdade, perguntas de boa gestão tecnológica.

Segurança digital também é gestão

Um ataque ou incidente cibernético não deveria ser visto apenas como assunto da área de Tecnologia da Informação.

É assunto de gestão.

É assunto de continuidade operacional.

É assunto de segurança da informação.

É assunto de proteção de dados.

É assunto de comunicação institucional.

E é assunto de atendimento ao cidadão.

Porque, quando o sistema cai, não cai apenas uma plataforma.

Pode cair uma cadeia inteira de trabalho.

O advogado não consegue peticionar.

O servidor não consegue movimentar.

O magistrado pode não conseguir consultar.

A parte não consegue acompanhar.

Uma sessão pode precisar ser adiada.

Um pedido pode precisar encontrar um caminho alternativo.

Por isso, uma estrutura realmente resiliente precisa pensar tanto na tecnologia quanto nas pessoas que deverão agir quando a tecnologia falhar.

Informação também é serviço público

Outro ponto que merece reflexão é a comunicação.

Em uma situação excepcional, o advogado precisa receber informação clara, objetiva e atualizada.

Não apenas uma mensagem dizendo que o sistema está indisponível.

É necessário explicar:

O que aconteceu?
O que está funcionando?
O que não está?
Como ficam os prazos?
Como ficam as audiências?
Como ficam as sessões?
Como protocolar urgências?
Quem atende?
Onde atende?
Quando o atendimento volta?

A OAB-MT vem divulgando comunicados sobre a suspensão dos prazos, funcionamento do plantão e adiamento de sessões. Inclusive, comunicou que determinadas sessões foram adiadas porque a indisponibilidade impedia a verificação segura de pedidos de sustentação oral, preferência, adiamento e memoriais, evitando prejuízo ao contraditório e à ampla defesa. (OAB-MT)

Isso demonstra uma coisa importante:

a tecnologia não é apenas uma ferramenta administrativa. Ela já interfere diretamente no exercício das garantias processuais.

O ser humano não pode ser o elemento esquecido da transformação digital

Há uma frase que resume muito do que precisamos discutir:

a tecnologia existe para servir ao ser humano.

Não o contrário.

Podemos ter inteligência artificial, automação, sistemas integrados, processos eletrônicos, audiências virtuais e ferramentas cada vez mais sofisticadas.

Mas nenhuma delas substitui completamente a necessidade de pessoas preparadas para atender pessoas.

A máquina processa.

O sistema organiza.

O algoritmo calcula.

A inteligência artificial auxilia.

Mas quem compreende a dimensão humana de uma urgência?

Quem percebe que determinada situação não pode esperar?

Quem explica?

Quem acolhe?

Quem orienta?

Quem assume responsabilidade?

Pessoas.

Por isso, o futuro da Justiça não deveria ser uma escolha entre tecnologia ou humanidade.

Deveria ser tecnologia com humanidade.

Talvez o verdadeiro avanço seja ter os dois caminhos

Não precisamos voltar ao Judiciário de décadas atrás.

Também não precisamos aceitar um Judiciário em que tudo esteja obrigatoriamente atrás de uma tela.

Podemos ter o melhor dos dois mundos.

Processo eletrônico e atendimento presencial.

Balcão Virtual e balcão físico.

Audiência virtual quando adequada e audiência presencial quando necessária.

Teletrabalho e servidores disponíveis para situações que exigem presença.

Automação e responsabilidade humana.

Inteligência artificial e inteligência humana.

Porque uma Justiça verdadeiramente moderna não é aquela que elimina pessoas do caminho.

É aquela que utiliza a tecnologia para que as pessoas possam trabalhar melhor e para que o cidadão tenha acesso mais rápido, seguro e efetivo aos seus direitos.

O incidente de segurança do TJMT é, portanto, mais do que um problema técnico.

É uma oportunidade de perguntar se estamos construindo uma Justiça apenas mais digital ou uma Justiça realmente mais acessível, segura, resiliente e humana.

Porque quando a tecnologia funciona, tudo parece simples.

É quando ela para que descobrimos se a estrutura estava preparada.

E talvez essa seja a pergunta que precisamos levar para o futuro:

quando a tela apagar, quem estará do outro lado para garantir que a Justiça continue funcionando?

Tatiane Castro Salim é Advogada especialista em  Direito Preventivo • Família • Empresarial

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Uma das vozes do sertanejo se cala: Rick, da dupla com Renner, morre aos 59 anos

O reconhecimento nacional aumentou nos anos seguintes. Em 1998, o álbum “Mil Vezes Cantarei” trouxe o sucesso “Ela é Demais”. No ano seguinte, “Instante Mágico” consolidou a dupla entre os nomes de destaque do sertanejo, com músicas como “Cara de Pau”, “Muleca”, “Fim de Semana” e “Vem Me Namorar”.

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O cantor sertanejo Rick, conhecido nacionalmente pela dupla formada com Renner, morreu aos 59 anos após um acidente de helicóptero em Santa Catarina. A aeronave havia desaparecido na segunda-feira (21) e foi localizada pelas equipes de busca nesta terça-feira (22).

Além de Rick, outras quatro pessoas morreram na queda: o empresário Bruno Avelar, de 41 anos, o videomaker Paulo Soares e o piloto e o copiloto da aeronave, cujas identidades ainda não haviam sido divulgadas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, as equipes utilizaram a aeronave Arcanjo 03, drones com tecnologia de identificação térmica, cães de busca, mais de 10 viaturas e cerca de 40 bombeiros nas operações de localização e resgate.

Após a localização dos destroços, os trabalhos passaram a se concentrar na retirada das vítimas e na preservação do local para a realização das perícias. A causa do acidente deverá ser apurada pelos órgãos responsáveis pela investigação.

Rick deixa a esposa, Geralda, e seis filhos.

Uma carreira construída no sertanejo

Nascido Geraldo Antônio de Carvalho, em Monte do Carmo, no Tocantins, Rick começou a trajetória musical ainda na infância. Antes de alcançar projeção nacional, chegou a formar uma dupla com a irmã, Dalva, chamada Sereno e Serenata.

A carreira ganhou novos rumos depois que Rick se mudou com a família para Brasília. Na capital federal, passou a cantar em bares e casas noturnas até conhecer Ivair dos Reis Gonçalves, o Renner.

A parceria começou a ganhar espaço a partir de 1986. Com estilos diferentes, Rick e Renner construíram uma identidade própria dentro do sertanejo e, posteriormente, chegaram ao mercado nacional.

A dupla recebeu apoio de Zezé Di Camargo e Luciano e conseguiu uma oportunidade com a gravadora Continental East West. Em 1992, lançou o primeiro álbum oficial por uma grande gravadora.

O reconhecimento nacional aumentou nos anos seguintes. Em 1998, o álbum “Mil Vezes Cantarei” trouxe o sucesso “Ela é Demais”. No ano seguinte, “Instante Mágico” consolidou a dupla entre os nomes de destaque do sertanejo, com músicas como “Cara de Pau”, “Muleca”, “Fim de Semana” e “Vem Me Namorar”.

O trabalho recebeu certificação de platina e alcançou cerca de 250 mil cópias vendidas.

Compositor além dos palcos

Rick também ganhou reconhecimento como compositor. Ao longo da carreira, teve músicas gravadas por artistas como Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, João Paulo e Daniel, Bruno e Marrone e Gian e Giovani.

Em dezembro de 2010, Rick e Renner encerraram a parceria profissional depois de mais de duas décadas. Cada um passou a investir em projetos próprios.

A separação, porém, não encerrou definitivamente a história da dupla. Os dois voltaram a dividir os palcos em diferentes momentos e, em 2026, Rick seguia apresentando sucessos da parceria com Renner.

Paralelamente, o cantor também desenvolveu carreira solo sob o nome Rick Sollo.

Entre as músicas que marcaram sua trajetória estão “Ela é Demais”, “Nos Bares da Cidade”, “Mil Vezes Cantarei”, “Cara de Pau” e “Muleca”.

A morte de Rick encerra uma trajetória de décadas dedicada à música sertaneja e deixa um legado associado a uma das duplas que marcaram a expansão do gênero no cenário nacional.

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O Boticário conecta química de casal da novela Quem Ama Cuida para impulsionar o lançamento de Nativa SPA Ameixa Intensa

O entretenimento como plataforma para impulsionar os negócios

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Em um cenário cada vez mais desafiador no universo da beleza, onde as marcas disputam atenção e o espaço nas prateleiras, é fundamental estar presente na cultura e conversa dos consumidores. Avaliando este contexto, Boticário tem apostado na integração do entretenimento, conteúdo e varejo para comunicar as novidades do seu portfólio, como é o caso de Nativa SPA Ameixa Intensa – a novidade chega ao mercado a partir de uma estratégia que transforma o território criativo da marca em uma jornada de consumo, unindo o potencial alcance da televisão à influência das redes sociais e experimentação nas lojas.

O movimento ganha um dos seus principais momentos quando Nativa SPA Ameixa Intensa protagoniza um merchan na novela “Quem Ama Cuida”, da TV Globo, ao mesmo tempo em que amplia a sua presença em outras plataformas e formatos, em conteúdos e ativações inspirados no universo visual e sensorial da fragrância. Com isso, a marca aposta nos diversos ambientes de comunicação para levar o consumidor da descoberta, ao desejo e experimentação do produto.

“Uma estratégia bem integrada é importante para manter a perenidade do produto, assim o lançamento não termina depois do consumidor conhecê-lo. Por isso é importante construir a relevância, provocar o desejo de experimentação e criar oportunidades para que ele experimente e compre”, explica Carolina Carrasco, diretora de Branding e Comunicação do Grupo Boticário. “Nesse contexto, o merchandising é uma peça importante para ampliar a conversa e colocar o produto dentro de uma situação de desejo”.

O entretenimento como plataforma para impulsionar os negócios

A escolha da novela do horário nobre reforça o papel importante do entretenimento para aproximar as novidades de beleza da alta e disputada atenção do público, além da conexão emocional. No caso de Nativa SPA Ameixa Intensa, a inserção desenvolvida e assinada pela AlmapBBDO traduz o diálogo principal entre os personagens Iuri e Ingrid, interpretados por José Loreto e Agatha Moreira, e destaca a principal proposta do lançamento: a intensidade em dobro.

Na cena, o casal vive um momento de sedução em que a fragrância de Ameixa Intensa desperta o interesse de Iuri e dá o gancho para Ingrid apresentar a intensidade do lançamento, conectando o produto à experimentação em loja e destacando a dinâmica promocional do dobro de amostras grátis.

Do dia D à conversa nas redes sociais

Nas redes sociais Boticário explora a estética e sensorialidade da ameixa para criar diferentes oportunidades de conversa, a estratégia contempla ainda o Blast de Ameixa, uma experiência sensorial hiper-realista que leva a suculência do ingrediente best-seller ao feed e convida o público para uma imersão sensorial. Nesse contexto, a marca também traz influenciadores para contribuir com a reverberação do lançamento, gerando conversas pautadas por Nativa SPA sobre tendências, comportamento e cuidados corporais. O ponto alto desta narrativa acontece na novela “Quem Ama Cuida”, quando Boticário coloca a fragrância como centro da química e do desejo dos personagens Iuri e Ingrid. A cena traduz a intensidade em dobro de Ameixa Intensa em um momento de presença e conexão entre o casal.

“Quando conseguimos fazer com que uma ideia criativa seja reconhecida na televisão, compartilhada nas redes e vivenciada na loja, construímos uma estratégia que vai além da comunicação e passa a contribuir para o negócio. Nativa SPA Ameixa Intensa foi pensada justamente para transformar a força cultural da ameixa em desejo e esse desejo em experiência”, conclui Carolina Carrasco.

Ainda em comemoração às ameixas mais amadas do Brasil*, a marca preparou uma dinâmica inédita que consiste na distribuição em dobro da miniatura do Creme Desodorante Perfumado Corporal de Nativa SPA Ameixa Intensa, um convite especial ao público para conferir em primeira mão a nova versão da fragrância. Para a retirada dos produtos, os consumidores deverão realizar um cadastro no aplicativo da marca e buscá-los nas lojas mais próximas do Boticário.

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