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Mato Grosso

Agro Summit 2026 terá debates sobre tecnologia, gestão e investimentos durante a ExpoVG

Evento técnico será realizado dentro da programação da feira e reunirá produtores, empresários, especialistas, estudantes e representantes do setor público

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O Agro Summit 2026 será realizado dentro da programação da ExpoVG com a proposta de aproximar o setor produtivo das novas tecnologias, da inovação e de estratégias voltadas ao desenvolvimento sustentável do agronegócio. O fórum técnico presencial terá foco na disseminação de conhecimento aplicado ao campo, com debates sobre eficiência produtiva, pecuária, lavoura, inteligência artificial, agroindustrialização e atração de investimentos.

A iniciativa busca contribuir diretamente para a formação e qualificação técnica do público participante, fortalecendo cadeias produtivas e estimulando a adoção de soluções que aumentem a produtividade e melhorem a gestão das propriedades rurais. O evento é voltado a produtores rurais, empresários do agronegócio, técnicos, consultores, estudantes, pesquisadores, representantes de entidades de classe e agentes públicos ligados ao desenvolvimento econômico.

A programação contará com painéis temáticos, conduzidos por especialistas, com abordagem prática e aplicada à realidade do setor produtivo. A metodologia prevê ainda interação com o público, esclarecimento de dúvidas, troca de experiências e ambiente estruturado para networking técnico entre produtores, empresas e representantes do poder público.

Entre os temas previstos estão novas tecnologias para a pecuária, eficiência na lavoura, inteligência artificial no agro e estratégias de agroindustrialização. O painel sobre pecuária abordará a aplicação de tecnologias no manejo, incluindo melhoramento genético, bem-estar animal, uso de dados na produção e soluções voltadas ao aumento da produtividade.

Já o debate sobre lavoura terá como eixo a gestão eficiente da produção agrícola, com foco na identificação de custos ocultos, otimização de processos e melhoria da rentabilidade. A programação também inclui discussão sobre a entrada da inteligência artificial no agronegócio, com análise de dados, automação de processos, integração tecnológica e tendências de transformação digital no campo.

Outro ponto central será a agroindustrialização, com discussão sobre agregação de valor à produção agropecuária, estruturação de projetos e mecanismos para atração de investimentos ao setor. A proposta é mostrar caminhos para transformar potencial produtivo em desenvolvimento econômico regional.

Entre os palestrantes previstos estão o professor Geovanne Ferreira Rebouças, doutor em Zootecnia, com atuação em pesquisa, ensino e desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas à pecuária; Alessandro Marcos Campos de Souza Junior, CEO da CS Agro, de Campo Verde; Durval Carneiro, CEO do Agro Club Tecnológico, de Rondonópolis; e Henrique Soares, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Campo Verde.

A programação Agro Summit 2026 contará ainda com atividades distribuídas ao longo do dia, incluindo credenciamento, painéis, intervalos para coffee break e encerramento. A grade também aponta conteúdos organizados em eixos como inovação e tecnologia, eficiência e gestão produtiva, crédito rural, gestão financeira, energias renováveis no campo, modernização da pecuária, liquidez preventiva e agroindustrialização.

Com a realização do fórum, Organização Acubá, Realização Assembléia Legislativa de Mato Grosso, Sedec, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e Governo de Mato Grosso, a expectativa é promover capacitação técnica dos participantes, disseminar tecnologias e boas práticas, estimular a inovação no agronegócio e apoiar a tomada de decisão por produtores e gestores. A ação se consolida como parte estratégica da ExpoVG ao conectar conhecimento, produção e desenvolvimento econômico.

Serviço

Evento: Agro Summit 2026
Formato: Fórum técnico presencial
Local: Programação da ExpoVG
Público-alvo: produtores rurais, empresários do agronegócio, técnicos, consultores, estudantes, pesquisadores, entidades de classe e agentes públicos
Temas: inovação, tecnologia, pecuária, lavoura, inteligência artificial, gestão produtiva, crédito rural, agroindustrialização e investimentos
Inscrição: Apenas no local na chegada
Para mais informações: 65993395399 (Max)

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Mato Grosso

Gargalos da transmissão desafiam expansão econômica de Mato Grosso

Painel do Encontro da Indústria do Setor Elétrico 2026 debateu gargalos da transmissão, avanço da energia solar, sobrecarga do sistema e investimentos bilionários para ampliar a oferta de energia no estado

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O avanço acelerado da geração solar, a sobrecarga do sistema elétrico e a falta de energia trifásica em grande parte de Mato Grosso dominaram os debates do painel “Mato Grosso: O papel do Estado para a segurança do setor elétrico”, realizado nesta terça-feira (12.05), durante o Encontro da Indústria do Setor Elétrico 2026, no UniSenai MT, em Cuiabá.

Representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), setor produtivo e parlamentares defenderam novos investimentos em transmissão, distribuição e armazenamento de energia para evitar que o crescimento econômico e a industrialização do estado sejam comprometidos nos próximos anos.

Um dos pontos centrais da discussão foi o avanço da geração solar no Brasil e a dificuldade do sistema elétrico em acompanhar a velocidade dessa expansão. O diretor da Aneel, Gentil Nogueira de Sá Júnior, explicou que o excesso de energia injetada na rede em determinados horários já provoca sobrecarga no sistema nacional.

“A sobrecarga vem efetivamente da grande produção solar que o país desenvolveu nos últimos anos, especialmente da geração distribuída. Em determinados horários do dia existe excesso de energia no sistema e, em outros momentos, ainda precisamos acionar termelétricas caras. O grande desafio do Brasil agora é armazenar essa energia e conseguir deslocar esse uso para outros horários”, afirmou.

Segundo Gentil, o país precisará acelerar investimentos tanto em transmissão quanto em novas tecnologias de armazenamento, como baterias químicas e usinas reversíveis, para garantir estabilidade ao sistema elétrico nacional.

O superintendente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Dourado Martins, afirmou que Mato Grosso possui vocação estratégica para a expansão das fontes renováveis e confirmou que estudos em andamento devem ampliar significativamente a capacidade de exportação de energia do estado.

Ele explicou que a EPE trabalha em dois estudos estruturantes para reforçar as malhas de transmissão de 500 kV e 230 kV, com previsão de conclusão ainda neste ano.

“Esses estudos vão viabilizar um aumento de aproximadamente mil megawatts na capacidade de exportação do sistema de transmissão de Mato Grosso. Isso é superior ao volume de PCHs cadastradas no último leilão A-5 de 2025 e mostra que estamos preparando o estado para absorver e escoar esse crescimento”, disse.

Thiago destacou ainda que o principal desafio atual é acompanhar a velocidade da expansão da mini e microgeração distribuída, especialmente da energia solar fotovoltaica. Apenas em 2024, o Brasil adicionou cerca de 9 gigawatts dessa modalidade ao sistema elétrico nacional.

“É um crescimento extremamente acelerado. O desafio é que uma obra de transmissão leva cerca de sete anos entre planejamento e operação. Precisamos nos antecipar para garantir que a infraestrutura acompanhe esse avanço”, afirmou.

A presidente da Associação Brasileira de PCH e CGH (Abrapch), Alessandra Torres, defendeu o protagonismo das pequenas centrais hidrelétricas na transição energética brasileira e afirmou que Mato Grosso ocupa posição estratégica para a segurança energética nacional.

“O Brasil pode dar um salto no protagonismo da transição energética com o potencial hídrico que possui, e Mato Grosso é peça-chave nisso. As PCHs entregam energia firme, renovável, mais barata e complementar à geração solar”, destacou.

O deputado federal Fábio Garcia afirmou que Mato Grosso enfrenta um impasse energético justamente no momento em que precisa acelerar a industrialização para enfrentar os impactos da reforma tributária e ampliar a agregação de valor da produção estadual.

Segundo ele, o estado sofre com crescimento acelerado da demanda, expansão territorial e necessidade de reforço da rede elétrica, enquanto os custos dos investimentos acabam concentrados na tarifa paga pelos consumidores mato-grossenses.

“Mato Grosso precisa se industrializar e, para isso, precisa de energia trifásica para atender indústrias, agroindústrias e armazenagem. O problema é que jogar todo esse investimento na conta do consumidor tornaria a tarifa impraticável”, afirmou.

Durante o painel, Fábio Garcia também confirmou que o Governo de Mato Grosso e a Energisa devem lançar um pacote de R$ 1,4 bilhão em investimentos para reforço da rede elétrica estadual por meio do programa MT Trifásico. O projeto prevê aporte de R$ 700 milhões do Governo do Estado e outros R$ 700 milhões da concessionária.

“O governo está entrando com recurso justamente para evitar explosão tarifária. Energia hoje é um dos ativos mais essenciais para o crescimento do estado. Mato Grosso precisa crescer, gerar empregos de qualidade e agregar valor à produção”, disse.

O parlamentar também defendeu a criação de um programa federal voltado à expansão da infraestrutura energética em estados com forte crescimento econômico, nos moldes do antigo Luz para Todos, mas focado em energia para produção e industrialização.

“Mato Grosso não precisa mais apenas de luz para acender lâmpada. Precisa de energia para movimentar indústria, gerar emprego e sustentar o desenvolvimento econômico”, completou.

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Mato Grosso

Associação Brasileira de Mulheres Juízas elege nova diretoria em Assembleia Geral realizada no TJMT

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A Associação Brasileira de Mulheres Juízas (ABMJ) realizou, nesta segunda-feira (11), Assembleia Geral no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em Cuiabá, para a eleição e posse da nova diretoria que ficará à frente da entidade pelo próximo biênio (2026-2028). O encontro reuniu magistradas de diferentes regiões do país, em formato híbrido, reforçando o compromisso institucional da ABMJ com a valorização da magistratura feminina, a promoção da equidade e o fortalecimento do Poder Judiciário.

Durante a assembleia, a Juíza de Direito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM) e subcoordenadora da Justiça Estadual da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli, que esteve à frente da presidência da associação desde 2024, destacou o trabalho desenvolvido ao longo do período de gestão e o esforço coletivo para reorganizar a entidade após o retorno da ABMJ ao Estado de Mato Grosso, onde a associação teve sua origem. “Passamos por um período que não foi curto para organizar toda essa questão burocrática, os registros, o estatuto, e conseguimos. Hoje nós temos uma associação organizada, com tudo em dia, pronta para a expansão”, afirmou.

A Juíza Jaqueline ressaltou o espírito de união e sororidade entre as integrantes, agradecendo o apoio recebido ao longo da condução dos trabalhos. “Quero agradecer, neste momento, o espaço que me foi concedido, a confiança, todo o apoio que eu recebi da magistratura feminina. Nós caminhamos muito bem, mas graças a todo o apoio, toda a sororidade, todo o companheirismo que sempre existiu entre nós. Eu sou imensamente grata pela oportunidade”, declarou. A magistrada permanece na diretoria da ABMJ como diretora financeira.

Na sequência, foi eleita por aclamação a nova diretoria da ABMJ, que passa a ser presidida pela Desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Gabriela Carina Knaul de Albuquerque e Silva, que até então ocupava o cargo de vice-presidente. Em sua declaração, Gabriela destacou o papel da entidade como espaço de fortalecimento coletivo e de representatividade institucional. “Acreditamos na força transformadora da união entre mulheres magistradas. Sabemos que nenhuma trajetória é construída de forma isolada e que a presença de uma rede sólida de apoio, escuta e cooperação faz diferença não apenas em nossas vidas profissionais, mas também na defesa da igualdade e do fortalecimento institucional da magistratura”, afirmou.

A nova presidente ressaltou ainda que a ABMJ desempenha papel estratégico ao levar a perspectiva das mulheres magistradas brasileiras para fóruns nacionais e internacionais, contribuindo para debates sobre Justiça, democracia, direitos humanos, equidade e liderança feminina. “Entendemos que a ABMJ é muito mais do que uma associação: é um espaço de pertencimento, acolhimento, articulação e construção coletiva, que conecta magistradas de diferentes regiões, gerações e ramos da Justiça”, disse. Ao assumir o mandato, Gabriela afirmou que a nova gestão dará continuidade ao trabalho realizado, com espírito de colaboração e respeito à história construída. “Assumimos essa missão com profunda confiança na capacidade das mulheres de transformar realidades por meio do diálogo, da competência e da solidariedade”, completou.

Conheça a composição da nova diretoria da ABMJ:

Presidente: Desembargadora Gabriela Carina Knaul de Albuquerque e Silva (TJMT)
Vice-presidente: Juíza Renata Maximiano Chaves (TRT-SP)
Diretora secretária: Juíza Úrsula Gonçalves Theodoro de Faria Souza (TJRO)
Suplente: Juíza federal Rafaela Santos Martins da Rosa (SJRS/TRF4)
Diretora financeira: Juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli (TJMT)
Suplente: Desembargadora Clarice Claudino da Silva (TJMT)
Diretora cultural: Desembargadora Sônia Maria Amaral Fernandes Ribeiro (TJMA)
Suplente: Desembargadora Maria Erotides Kneip (TJMT)
Diretora de comunicação: Desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo (TJMT)
Suplente: Desembargadora Fabiana Azevedo da Cunha Barth (TJRS)

A diretoria eleita sucede a gestão liderada pela Juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli, composta pela Desembargadora Gabriela Carina Knaul de Albuquerque e Silva como vice-presidente; Olinda Quadros Altomare como diretora secretária, com Ana Paula Carlota como suplente; Desembargadora Clarice Claudino da Silva como diretora financeira, com a Desembargadora Maria Erotides Kneip como suplente; a Juíza Amini Haddad Campos como diretora cultural, com a Juíza Ana Graziela como suplente; Desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo como diretora de comunicação, com a Juíza Flávia Catarina Oliveira de Amorim como suplente; e a Juíza Célia Regina Vidotti na diretoria social, tendo a Juíza Valdeci Morais Siqueira como suplente.

ABMJ

A Associação Brasileira de Mulheres Juízas (ABMJ) foi fundada em 1991, em Cuiabá (MT), inicialmente com o nome de Associação Nacional de Magistradas (ANM), pela Desembargadora Shelma Lombardi de Kato, primeira Desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e a primeira mulher a se tornar Desembargadora no Brasil, tendo sido também a primeira mulher a presidir o TJMT, entre 1991 e 1993.

A ANM nasceu com o reconhecimento do Capítulo Brasileiro da Associação Internacional de Mulheres Juízas (IAWJ). Em 2016, a ANM foi transformada na ABMJ e passou a ser reestruturada em um movimento de fortalecimento e retomada das atividades da associação, liderado à época pela Desembargadora Clarice Claudino da Silva, em conjunto com as Desembargadoras Maria Erotides Kneip, Marilsen Andrade Addário, Helena Maria Bezerra Ramos, Maria Aparecida Ribeiro e a Juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli.

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Mato Grosso

Família esclarece morte de bancária e pede fim da disseminação de boatos

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A família de Danielle Santos Rissi de Oliveira divulgou uma nota oficial nesta terça-feira (05) para esclarecer as circunstâncias do falecimento e pedir respeito diante da disseminação  de portais de noticias sobre informações falsas nas redes sociais.

Em comunicado, os familiares afirmam estar “profundamente consternados com a perda irreparável” e relatam que, além da dor do luto, têm enfrentado a circulação de boatos sem fundamento sobre a causa da morte.

Segundo a nota, informações que apontavam suposta asfixia por alimento não procedem. A família reforça que a causa do óbito foi um mal súbito, informação já confirmada pelo marido da vítima, Eloi de Oliveira, e oficialmente reconhecida.

“Esclarecemos a verdade: como já comunicado pelo marido e confirmado oficialmente, a causa do falecimento foi um mal súbito. Não há qualquer relação com asfixia por alimento”, diz o comunicado.

A família faz um apelo por empatia, prudência e responsabilidade na divulgação de informações, especialmente em casos de morte, destacando os impactos emocionais e legais da disseminação de boatos.

No texto, os parentes também alertam que a propagação de notícias falsas pode gerar responsabilização civil e criminal, reforçando o pedido para que apenas informações oriundas de fontes oficiais sejam compartilhadas.

“Pedimos que parem de compartilhar qualquer informação que não venha de fonte oficial da família”, diz outro trecho da nota.

O comunicado encerra com um pedido de respeito ao luto e orações, destacando a memória de Danielle e o legado afetivo deixado por ela junto à família e amigos.

 

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