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Mato Grosso

Associação Brasileira de Mulheres Juízas elege nova diretoria em Assembleia Geral realizada no TJMT

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A Associação Brasileira de Mulheres Juízas (ABMJ) realizou, nesta segunda-feira (11), Assembleia Geral no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em Cuiabá, para a eleição e posse da nova diretoria que ficará à frente da entidade pelo próximo biênio (2026-2028). O encontro reuniu magistradas de diferentes regiões do país, em formato híbrido, reforçando o compromisso institucional da ABMJ com a valorização da magistratura feminina, a promoção da equidade e o fortalecimento do Poder Judiciário.

Durante a assembleia, a Juíza de Direito do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM) e subcoordenadora da Justiça Estadual da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli, que esteve à frente da presidência da associação desde 2024, destacou o trabalho desenvolvido ao longo do período de gestão e o esforço coletivo para reorganizar a entidade após o retorno da ABMJ ao Estado de Mato Grosso, onde a associação teve sua origem. “Passamos por um período que não foi curto para organizar toda essa questão burocrática, os registros, o estatuto, e conseguimos. Hoje nós temos uma associação organizada, com tudo em dia, pronta para a expansão”, afirmou.

A Juíza Jaqueline ressaltou o espírito de união e sororidade entre as integrantes, agradecendo o apoio recebido ao longo da condução dos trabalhos. “Quero agradecer, neste momento, o espaço que me foi concedido, a confiança, todo o apoio que eu recebi da magistratura feminina. Nós caminhamos muito bem, mas graças a todo o apoio, toda a sororidade, todo o companheirismo que sempre existiu entre nós. Eu sou imensamente grata pela oportunidade”, declarou. A magistrada permanece na diretoria da ABMJ como diretora financeira.

Na sequência, foi eleita por aclamação a nova diretoria da ABMJ, que passa a ser presidida pela Desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Gabriela Carina Knaul de Albuquerque e Silva, que até então ocupava o cargo de vice-presidente. Em sua declaração, Gabriela destacou o papel da entidade como espaço de fortalecimento coletivo e de representatividade institucional. “Acreditamos na força transformadora da união entre mulheres magistradas. Sabemos que nenhuma trajetória é construída de forma isolada e que a presença de uma rede sólida de apoio, escuta e cooperação faz diferença não apenas em nossas vidas profissionais, mas também na defesa da igualdade e do fortalecimento institucional da magistratura”, afirmou.

A nova presidente ressaltou ainda que a ABMJ desempenha papel estratégico ao levar a perspectiva das mulheres magistradas brasileiras para fóruns nacionais e internacionais, contribuindo para debates sobre Justiça, democracia, direitos humanos, equidade e liderança feminina. “Entendemos que a ABMJ é muito mais do que uma associação: é um espaço de pertencimento, acolhimento, articulação e construção coletiva, que conecta magistradas de diferentes regiões, gerações e ramos da Justiça”, disse. Ao assumir o mandato, Gabriela afirmou que a nova gestão dará continuidade ao trabalho realizado, com espírito de colaboração e respeito à história construída. “Assumimos essa missão com profunda confiança na capacidade das mulheres de transformar realidades por meio do diálogo, da competência e da solidariedade”, completou.

Conheça a composição da nova diretoria da ABMJ:

Presidente: Desembargadora Gabriela Carina Knaul de Albuquerque e Silva (TJMT)
Vice-presidente: Juíza Renata Maximiano Chaves (TRT-SP)
Diretora secretária: Juíza Úrsula Gonçalves Theodoro de Faria Souza (TJRO)
Suplente: Juíza federal Rafaela Santos Martins da Rosa (SJRS/TRF4)
Diretora financeira: Juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli (TJMT)
Suplente: Desembargadora Clarice Claudino da Silva (TJMT)
Diretora cultural: Desembargadora Sônia Maria Amaral Fernandes Ribeiro (TJMA)
Suplente: Desembargadora Maria Erotides Kneip (TJMT)
Diretora de comunicação: Desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo (TJMT)
Suplente: Desembargadora Fabiana Azevedo da Cunha Barth (TJRS)

A diretoria eleita sucede a gestão liderada pela Juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli, composta pela Desembargadora Gabriela Carina Knaul de Albuquerque e Silva como vice-presidente; Olinda Quadros Altomare como diretora secretária, com Ana Paula Carlota como suplente; Desembargadora Clarice Claudino da Silva como diretora financeira, com a Desembargadora Maria Erotides Kneip como suplente; a Juíza Amini Haddad Campos como diretora cultural, com a Juíza Ana Graziela como suplente; Desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo como diretora de comunicação, com a Juíza Flávia Catarina Oliveira de Amorim como suplente; e a Juíza Célia Regina Vidotti na diretoria social, tendo a Juíza Valdeci Morais Siqueira como suplente.

ABMJ

A Associação Brasileira de Mulheres Juízas (ABMJ) foi fundada em 1991, em Cuiabá (MT), inicialmente com o nome de Associação Nacional de Magistradas (ANM), pela Desembargadora Shelma Lombardi de Kato, primeira Desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e a primeira mulher a se tornar Desembargadora no Brasil, tendo sido também a primeira mulher a presidir o TJMT, entre 1991 e 1993.

A ANM nasceu com o reconhecimento do Capítulo Brasileiro da Associação Internacional de Mulheres Juízas (IAWJ). Em 2016, a ANM foi transformada na ABMJ e passou a ser reestruturada em um movimento de fortalecimento e retomada das atividades da associação, liderado à época pela Desembargadora Clarice Claudino da Silva, em conjunto com as Desembargadoras Maria Erotides Kneip, Marilsen Andrade Addário, Helena Maria Bezerra Ramos, Maria Aparecida Ribeiro e a Juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli.

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Mato Grosso

Família esclarece morte de bancária e pede fim da disseminação de boatos

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A família de Danielle Santos Rissi de Oliveira divulgou uma nota oficial nesta terça-feira (05) para esclarecer as circunstâncias do falecimento e pedir respeito diante da disseminação  de portais de noticias sobre informações falsas nas redes sociais.

Em comunicado, os familiares afirmam estar “profundamente consternados com a perda irreparável” e relatam que, além da dor do luto, têm enfrentado a circulação de boatos sem fundamento sobre a causa da morte.

Segundo a nota, informações que apontavam suposta asfixia por alimento não procedem. A família reforça que a causa do óbito foi um mal súbito, informação já confirmada pelo marido da vítima, Eloi de Oliveira, e oficialmente reconhecida.

“Esclarecemos a verdade: como já comunicado pelo marido e confirmado oficialmente, a causa do falecimento foi um mal súbito. Não há qualquer relação com asfixia por alimento”, diz o comunicado.

A família faz um apelo por empatia, prudência e responsabilidade na divulgação de informações, especialmente em casos de morte, destacando os impactos emocionais e legais da disseminação de boatos.

No texto, os parentes também alertam que a propagação de notícias falsas pode gerar responsabilização civil e criminal, reforçando o pedido para que apenas informações oriundas de fontes oficiais sejam compartilhadas.

“Pedimos que parem de compartilhar qualquer informação que não venha de fonte oficial da família”, diz outro trecho da nota.

O comunicado encerra com um pedido de respeito ao luto e orações, destacando a memória de Danielle e o legado afetivo deixado por ela junto à família e amigos.

 

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Mato Grosso

Alcimar Moretti destaca força da FIT Pantanal para turismo, negócios e geração de renda

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Mais do que uma vitrine para o turismo regional, a Feira Internacional do Turismo do Pantanal (FIT Pantanal) também representa um dos principais motores de movimentação econômica de Cuiabá, com reflexos diretos sobre setores como hotelaria, comércio, gastronomia, transporte e prestação de serviços. A avaliação é da empresária Alcimar Moretti, coordenadora operacional da feira, que destacou os impactos estruturais e econômicos do evento durante o lançamento oficial da edição 2026, realizado na última segunda-feira (4), na capital mato-grossense.

Segundo Alcimar, a FIT Pantanal exerce um papel estratégico no fortalecimento da economia local ao atrair visitantes de fora do estado e ampliar a circulação de renda em diferentes cadeias produtivas. Ela ressalta que o impacto vai muito além do setor turístico e alcança uma ampla rede de serviços que se beneficia diretamente da presença de visitantes, expositores, palestrantes e profissionais ligados ao mercado de eventos.

“Quando uma cidade realiza um evento que atrai pessoas de fora, outros 52 setores da economia são impactados”, afirmou a coordenadora, com base em dados do Ministério do Turismo. Segundo ela, esse efeito multiplicador alcança desde o setor de hospedagem até bares, restaurantes, transporte por aplicativo, comércio, fornecedores e prestadores de serviço, consolidando o turismo de eventos como um dos principais vetores de geração de renda e emprego em Cuiabá. (gov.br)

Para a coordenadora, o turismo de eventos e negócios é hoje o segmento com maior capacidade de escala em Mato Grosso, especialmente na capital, onde a infraestrutura urbana e a rede de serviços permitem maior absorção desse perfil de visitante. Ela observa que, ao contrário do turismo de aventura e contemplação, que tende a ser mais seletivo e segmentado, o turismo de negócios opera com maior frequência, recorrência e capacidade de impacto econômico.

“Esse é o turismo mais forte da nossa capital. Ele movimenta tudo. Bares, restaurantes, hotéis, transporte, renda e emprego. É uma engrenagem que gira em muitos setores ao mesmo tempo”, afirmou.

Outro ponto destacado por Alcimar é o valor agregado deixado por eventos de grande porte para além da movimentação financeira. Segundo ela, a realização de feiras e congressos também contribui para a circulação de conhecimento técnico e profissional, ao trazer especialistas, palestrantes e conteúdos que permanecem no território mesmo após o encerramento da programação.

“Quando uma pessoa vem de fora para palestrar ou participar de um evento, ela também deixa conhecimento na cidade. Isso é muito rico, porque fortalece a formação local sem exigir que todo mundo precise sair daqui para buscar esse conteúdo”, pontuou.

Dados do Ministério do Turismo citados pela coordenadora indicam que o turista de eventos e negócios tem um dos maiores tíquetes médios do setor, com gasto estimado em cerca de US$ 350 por dia, considerando despesas com hospedagem, alimentação, deslocamento, inscrições e consumo. O indicador reforça o peso econômico desse perfil de visitante e explica por que o segmento é considerado estratégico para capitais com vocação para feiras, congressos e grandes encontros corporativos.

Responsável pela coordenação operacional da FIT Pantanal, Alcimar atua diretamente na estrutura e execução da feira ao lado de Jaime Okamura, que responde pela curadoria de conteúdo. Juntos, conduzem a organização de um dos principais eventos do calendário turístico e econômico de Mato Grosso.

Para ela, a FIT Pantanal vai além da promoção de destinos e experiências. A feira se consolida como uma plataforma de negócios, conhecimento e desenvolvimento econômico, capaz de fortalecer o setor de eventos e irradiar impactos positivos por toda a cidade.

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Mato Grosso

Vazamento de gás tóxico em frigorífico provoca evacuação em Juína

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Um vazamento de amônia registrado na tarde de sábado (2), em um frigorífico de Juína, mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso e acendeu alerta para os riscos de exposição ao gás tóxico em ambientes industriais. A ocorrência foi atendida pela 14ª Companhia Independente Bombeiros Militar (14ª CIBM) e, apesar do potencial de risco, não houve registro de feridos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a equipe foi acionada por funcionários da empresa após a identificação do vazamento. Ao chegarem ao local, os militares constataram que a brigada de incêndio do frigorífico já havia iniciado o protocolo de segurança e evacuado todos os trabalhadores da unidade.

De acordo com o técnico responsável pelo local, o vazamento ocorreu durante a manutenção de um equipamento.

Diante da ocorrência, os bombeiros realizaram o protocolo de resposta com uso de equipamentos de proteção específicos para ambientes contaminados. A equipe entrou na área utilizando roupas de proteção química nível A, equipamentos de proteção respiratória e detector multigás para avaliação das condições do ambiente.

Durante o monitoramento, os militares identificaram concentração de oxigênio acima de 20%, índice considerado seguro para respiração e que afastou risco imediato de sufocamento no local.

Após a análise, os bombeiros orientaram os responsáveis pela unidade sobre os procedimentos de segurança e determinaram a paralisação temporária das atividades até que a manutenção do equipamento fosse concluída e o ambiente totalmente estabilizado.

Apesar da gravidade potencial da ocorrência, nenhum trabalhador precisou de atendimento médico ou socorro por parte da corporação.

A amônia é um gás incolor, altamente tóxico e amplamente utilizado em sistemas industriais de refrigeração, especialmente em frigoríficos. Quando inalado, pode causar irritação intensa nas vias respiratórias, olhos e pele, além de representar risco severo à saúde em casos de exposição prolongada ou em altas concentrações.

O Corpo de Bombeiros reforçou que, em situações de vazamento, a recomendação é evacuar imediatamente o local, manter o ambiente ventilado e acionar o serviço de emergência pelo número 193. A corporação também alerta que qualquer intervenção deve ser feita exclusivamente por equipes treinadas e equipadas, com cumprimento rigoroso dos protocolos de segurança.

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