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Politica

Abilio rebate Michelly e diz que decisões atribuídas a ex-secretário partiram da Prefeitura

Prefeito afirma que obras e entregas comemoradas pela vereadora como ações de Jefferson Neves foram determinadas por ele durante a gestão

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), rebateu as críticas feitas pela vereadora Michelly Alencar (União) e afirmou que obras e ações da gestão municipal atribuídas por ela ao marido, o ex-secretário municipal de Esportes Jefferson Neves, foram resultado de decisões tomadas pelo próprio prefeito.

A declaração ocorre em meio ao distanciamento político entre Abilio e Michelly, que integrou a base de apoio ao prefeito desde o início da gestão, em 2025.

“Todas as vitórias que ela comemora do marido, fui eu que decidi, que mandei fazer. Se o Jefferson, enquanto secretário, fez as quadras e o campo sintético, quem falou para fazer, quem escolheu a grama, quem escolheu o lugar, fui eu”, afirmou Abilio à imprensa.

Críticas à gestão

Michelly voltou a criticar o Executivo municipal no fim de julho, ao cobrar a execução de uma obra de infraestrutura no Jardim Bom Jesus. Na ocasião, a vereadora afirmou que a Prefeitura não havia cumprido o compromisso de realizar os serviços até o fim de 2025.

Segundo ela, o principal problema da administração não estaria relacionado à falta de recursos, mas à tomada de decisões.

Abilio, por sua vez, afirmou que a vereadora adota critérios diferentes para avaliar os resultados da administração. Segundo o prefeito, quando uma ação é concluída, o mérito é atribuído ao secretário responsável, enquanto eventuais problemas recaem sobre o chefe do Executivo.

“Se existe a solução, foi o secretário que fez. Mas, se for falar de uma quadra que está sem resolver, é o prefeito que não resolveu. Sempre que tem algum problema na cidade, a culpa é do prefeito. Sempre que tem avenida asfaltada, o benefício é do secretário”, declarou.

Relação política

Michelly fez parte da base de apoio de Abilio desde o início do mandato. Durante esse período, Jefferson Neves esteve à frente da Secretaria Municipal de Esportes.

O relacionamento político entre o grupo, porém, sofreu desgaste durante as articulações para a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal.

Ao comentar o afastamento de antigos aliados, Abilio afirmou que mudanças de posicionamento fazem parte da política, mas criticou o que classificou como troca frequente de lado.

“Lamentavelmente, algumas pessoas trocam de lado. A gente já teve aí Alexandre Frota, uma série de pessoas que trocaram de lado na conduta junto com o Bolsonaro, depois ganharam a eleição e foram reeleitos deputados federais. Eu imagino que as pessoas que fiquem trocando de lado o tempo todo vão colher os frutos disso”, afirmou.

As declarações evidenciam o aumento da tensão política entre o prefeito e a vereadora, que passaram de aliados na eleição e no início da administração a protagonistas de críticas públicas sobre a condução da Prefeitura de Cuiabá.

 

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Politica

“Traição”: Diogo Botelho compra briga por Maluf e mira condução da chapa de Wellington

Advogado afirma que empresário foi descartado depois de cumprir compromissos e questiona confiança na aliança

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A troca de Marcelo Maluf (Novo) por Alencar Farina (PL) na composição que tem o senador Wellington Fagundes (PL) como candidato ao Governo de Mato Grosso provocou uma reação que veio de um adversário direto na disputa eleitoral.

Diogo Botelho (PDT), que integra como vice a chapa de Natasha Slhessarenko (PSD), decidiu sair em defesa de Maluf e criticou publicamente a maneira como o empresário deixou a composição. Para o advogado, o episódio ultrapassa uma simples mudança de estratégia eleitoral e coloca em xeque a forma como compromissos políticos são tratados dentro de uma aliança.

Segundo Botelho, Maluf teria apostado no projeto de Wellington depois de abrir mão de uma candidatura própria, articulando apoios e envolvendo pessoas próximas na construção da chapa. A recompensa, segundo a avaliação do pedetista, teria sido a retirada repentina da disputa.

“Honrou todos os compromissos, mobilizou gente, envolveu a sua família no projeto e foi descartado de uma hora para a outra. Isso não é política, é traição”, afirmou.

A declaração coloca mais pressão sobre a decisão de Wellington justamente no momento em que as alianças para a eleição ao Palácio Paiaguás entram em fase decisiva. Botelho também aproveitou o episódio para questionar a capacidade de uma candidatura de exigir confiança do eleitor quando, segundo ele, não consegue preservar compromissos assumidos dentro da própria aliança.

 

Maluf, por sua vez, também reagiu à substituição. O empresário contestou a forma como perdeu a vaga e cobrou publicamente que os acordos firmados durante as negociações fossem respeitados.

A mudança levou Farina para a posição de vice e deixou para trás a composição anteriormente anunciada com Maluf. O episódio expôs uma fissura política que vai além da troca de nomes e transformou a definição do vice em um dos primeiros pontos de desgaste da corrida pelo Governo de Mato Grosso.

Para os adversários, a crise oferece munição política. Para o grupo de Wellington, a nova composição representa uma tentativa de reorganizar a chapa antes do início efetivo da campanha. Já Maluf deixa a aliança com capital político suficiente para manter o episódio em evidência e cobrar explicações sobre a condução das negociações.

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Politica

“O eleitor de MT tem direito de perguntar”, afirma Flaviane Bolsonaro após operação da PF em MT

A candidata também mencionou as medidas determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), como apreensão de passaportes e bloqueio de valores, e reforçou que os esclarecimentos precisam ocorrer antes do período eleitoral.

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A candidata a deputada estadual pelo Partido Novo, Flaviane Bolsonaro, utilizou as redes sociais nesta quinta (06)  para comentar a operação da Polícia Federal que investiga suspeitas envolvendo um suposto esquema de desvio de recursos em um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e uma operadora. Segundo informações divulgadas pela investigação, os valores, estimados em R$ 308 milhões, teriam sido destinados a fundos de investimentos privados, em vez de seguirem a finalidade inicialmente prevista.

Em sua manifestação, Flaviane destacou que os nomes envolvidos no caso possuem relevância no cenário político estadual e defendeu que a população tenha acesso a esclarecimentos sobre a aplicação dos recursos públicos.

“Não estou dizendo que, se eles são culpados, isso é papel da Justiça decidir. Mas quando a Polícia Federal realiza bloqueios de bens e apreensões de passaportes, o eleitor de Mato Grosso tem o direito de perguntar o que foi feito com o dinheiro público do Estado”, afirmou a candidata.

Flaviane citou que entre os investigados estão nomes ligados ao atual cenário eleitoral de Mato Grosso, como o candidato ao Senado Mauro Mendes, a primeira-dama Virginia Mendes, que disputa uma vaga na Câmara Federal, e Fábio Garcia, secretário-chefe da Casa Civil e candidato a vice-governador na chapa de Otaviano Pivetta.

A candidata também mencionou as medidas determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), como apreensão de passaportes e bloqueio de valores, e reforçou que os esclarecimentos precisam ocorrer antes do período eleitoral.

“Essa pergunta precisa urgentemente de resposta, não depois das eleições, mas agora. O eleitor precisa saber”, declarou.
Flaviane ainda levantou questionamentos sobre possíveis conexões envolvendo o caso e o Banco Master, deixando uma pergunta aberta aos seguidores sobre eventuais relações entre as instituições citadas.

A manifestação segue a linha adotada pela candidata durante sua convenção partidária, quando afirmou que teria uma postura de oposição e que faria uma campanha marcada por cobranças e fiscalização. Na ocasião, Flaviane declarou que seria “o terror da esquerda” e que não pouparia críticas durante a disputa eleitoral.

 

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Virginia Mendes compartilha oração e afirma que “Deus está no comando” após operação

Conforme a decisão judicial que autorizou as medidas cautelares, os investigados tiveram os passaportes recolhidos e estão proibidos de deixar o país.

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A candidata a deputada federal Virginia Mendes (União) publicou nesta quinta-feira (6) uma oração de São Bento em suas redes sociais após ser citada como um dos alvos da Operação Heritage, deflagrada pela Polícia Federal.

Na mensagem, Virginia afirmou que encontra na fé uma forma de manter a confiança diante do momento. “Sob a proteção da Santa Cruz, sigo firme. A oração de São Bento me lembra que o bem sempre vence o mal, que a fé é nosso maior escudo e que Deus está no comando de cada passo”, escreveu.

Além de Virginia Mendes, também foram alvos da operação o ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes e os filhos do casal, Luis Antônio Mendes e Ana Carolinne Mendes Facure.

Conforme a decisão judicial que autorizou as medidas cautelares, os investigados tiveram os passaportes recolhidos e estão proibidos de deixar o país.

A Operação Heritage foi conduzida pela Polícia Federal e resultou em medidas determinadas pela Justiça no âmbito das investigações. Até o momento, os citados não foram condenados e eventuais responsabilidades deverão ser apuradas durante o andamento do processo.

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