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VÍDEO: Empresário relata ter visto início das chamas em barracão de Várzea Grande

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, já afirmou que o município aguardará a conclusão das investigações antes de apontar qualquer responsabilidade ou divulgar informações definitivas sobre as causas do incêndio.

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Um empresário que trabalha nas proximidades do barracão da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande afirmou ter presenciado o início do incêndio que destruiu a estrutura na tarde desta quarta-feira (17). Segundo ele, as chamas teriam começado após um possível curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado instalado na parte externa do prédio.

O relato surge enquanto autoridades iniciam os trabalhos para identificar oficialmente as causas do incêndio que consumiu o imóvel utilizado como almoxarifado e depósito da Secretaria de Educação.

De acordo com a testemunha, não há indícios de que o fogo tenha sido provocado de forma criminosa. O empresário contou que estava em frente ao local quando percebeu o início das chamas e observou o que teria causado o incêndio.

“O fogo não foi criminal. Eu estava ali na frente. Começou um curto-circuito, um ar-condicionado lá de fora. Aí começou o fogo”, relatou.

O empresário também afirmou que problemas elétricos na região não seriam uma novidade. Segundo ele, situações semelhantes já teriam sido registradas anteriormente, inclusive motivando serviços recentes de manutenção na rede elétrica.

“Vira e mexe dá curto ali. A Energisa, na semana passada, já fez a manutenção correta. Então, não foi criminal. Foi curto-circuito”, declarou.

Apesar do depoimento, a origem do incêndio ainda não foi oficialmente confirmada. A definição dependerá dos laudos técnicos que serão produzidos pelo Corpo de Bombeiros Militar, pela Polícia Civil e pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, já afirmou que o município aguardará a conclusão das investigações antes de apontar qualquer responsabilidade ou divulgar informações definitivas sobre as causas do incêndio.

Além de comentar a possível origem das chamas, o empresário também criticou o tempo de resposta das equipes de emergência. Segundo ele, houve demora para o início do combate ao fogo. A informação, entretanto, ainda não foi confirmada pelos órgãos responsáveis pela ocorrência.

O incêndio destruiu completamente a estrutura utilizada para armazenar documentos, móveis, equipamentos e materiais didáticos que seriam destinados a novas unidades escolares e creches da rede municipal.

Enquanto a perícia avança, a Prefeitura de Várzea Grande trabalha no levantamento dos prejuízos causados pelo incêndio e na busca por alternativas para minimizar os impactos na área da educação.

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A legalidade não pode ser castigada

Pamela Cigerza Alegria é advogada especialista em Direito Minerário e Ambiental, sócia do Ferreira Alegria Advogados Associados e idealizadora da Expominério.

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O Brasil demorou para enfrentar o ouro ilegal. Durante anos, assistimos ao avanço da extração clandestina sobre terras indígenas e áreas sensíveis, enquanto o Estado ignorava a dimensão econômica e criminosa dessa cadeia. O Projeto de Lei nº 3025/2023 nasce justamente dessa pressão por controle, rastreabilidade e responsabilização.

O projeto traz avanços importantes: a criação de mecanismos de rastreabilidade, a exigência de nota fiscal eletrônica, o compartilhamento de dados entre ANM, Banco Central e sistema financeiro, e o fim da presunção automática de boa-fé. São medidas necessárias para dificultar o “esquentamento” do minério. O problema é que Brasília comete um erro recorrente: legislar olhando apenas para o criminoso, ignorando quem tenta sobreviver na legalidade.

Na prática, o texto cria uma estrutura pesada para quem já opera sob insegurança regulatória, morosidade administrativa e dificuldade de licenciamento. Há uma contradição: o Estado falha há anos em entregar uma estrutura mínima de fiscalização e eficiência, mas agora exige do minerador regular um nível de controle quase impossível de operacionalizar na ponta. Enquanto o ilegal opera sem licença, nota ou fiscalização, o produtor regular acumula custos, travas operacionais e riscos jurídicos. No fim, quem trabalha corretamente compete em desvantagem. Isso não é política pública inteligente, é punição indireta da legalidade.

O PL acerta na rastreabilidade, mas erra ao transferir toda a carga de risco para a cadeia formal, ignorando a incapacidade estrutural da ANM. A agência enfrenta déficit técnico, lentidão processual e limitações severas. Criar novas obrigações sem garantir estrutura tecnológica e integração sistêmica produzirá o oposto do pretendido: mais burocracia, judicialização e menos competitividade.

Outro ponto preocupante é a concentração da comercialização do ouro exclusivamente em instituições autorizadas pelo sistema financeiro. Isso pode criar um mercado oligopolista, aumentar custos de transação e sufocar o pequeno produtor regular, especialmente nas regiões mais afastadas do país.

O Senado precisa corrigir essas distorções. O projeto necessita de uma transição regulatória séria, implantação gradual, tratamento proporcional para a pequena mineração e simplificação da Guia de Transporte e Custódia de Ouro. Também é indispensável garantir segurança jurídica para operações já licenciadas e criar critérios técnicos objetivos para definir as regiões auríferas produtoras, evitando subjetividade e conflitos.

Defender ajustes não significa proteger a ilegalidade. O combate ao crime organizado, à lavagem de dinheiro e à invasão de terras indígenas deve ser firme e permanente. Contudo, existe uma diferença enorme entre enfrentar criminosos e transformar quem produz legalmente em alvo de um sistema desconectado da realidade. O Brasil precisa decidir se quer combater o ouro ilegal ou inviabilizar a mineração legal. Do jeito que está, corre-se o risco de fazer os dois, mas apenas a ilegalidade sobreviverá.

Pamela Cigerza Alegria é advogada especialista em Direito Minerário e Ambiental, sócia do Ferreira Alegria Advogados Associados e idealizadora da Expominério.

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A tendência global que transformou a baunilha no novo ingrediente de luxo do mercado

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A baunilha continua entre os ingredientes mais desejados pelos apaixonados por perfume, e até um tempo atrás o ingrediente era associado à fragrâncias mais adocicadas. Porém, a nova geração de perfumes e outros itens de cuidados corporais estão redefinindo o sensorial desta fragrância, que agora apresenta uma versão mais sofisticada, intensa e inspirada em construções olfativas da alta perfumaria. Agora, a baunilha vive um novo momento no mercado global, impulsionada pela ascensão das fragrâncias gourmand e também pela busca dos consumidores por experiências sensoriais mais refinadas. Acompanhando o avanço da perfumação premium, e a tendência Dark Vanilla (incorporação de ingredientes mais nobres) , o lançamento de Nativa SPA Baunilha Exclusive revela como as fragrâncias deixaram de ser apenas um complemento da rotina de beleza.

A tendência que está redefinindo a baunilha

A transformação acompanha um movimento observado pelas principais consultorias de tendência do setor. Segundo estudo da Mintel, até fevereiro de 2026, as fragrâncias gourmand representavam cerca de 12% dos lançamentos mundiais da categoria, consolidando-se como uma das principais apostas da indústria. Entre elas, a baunilha aparece como o ingrediente mais presente nas descrições olfativas, reforçando sua relevância e versatilidade dentro da perfumaria contemporânea.

Ao mesmo tempo, a WGSN aponta a ascensão da chamada “Dark Vanilla”, tendência que ressignifica a tradicional fragrância gourmand por meio de composições mais complexas, sofisticadas e intensas. A combinação do Absoluto (óleo concentrado extraído das favas da flor de baunilha) com notas amadeiradas, especiarias e ambaradas tem ampliado o repertório olfativo da baunilha, aproximando o ingrediente do universo das fragrâncias sofiticadas e elevando sua percepção de valor.

Mais do que uma tendência global, o movimento também encontra respaldo no comportamento dos consumidores brasileiros. Estudos de social listening realizados pelo Boticário identificaram um crescimento recorrente das conversas relacionadas à baunilha dentro do universo de perfumação e bodycare, além da demanda pelo retorno do ingrediente ao portfólio de Nativa SPA. O dado reforça não apenas a conexão dos consumidores com a fragrância, mas também o interesse crescente por interpretações mais sofisticadas da nota.

Foi a partir desse cenário que nasceu Nativa SPA Baunilha Exclusive, edição limitada que traduz a evolução da baunilha dentro da categoria de corpo e banho. Inspirada nas construções olfativas da alta perfumaria, a novidade aposta em uma combinação exclusiva de Absoluto e Extrato de Baunilha de Madagascar, resultando em uma assinatura mais intensa, cremosa e sofisticada.

“A baunilha continua entre os ingredientes mais desejados pelos consumidores, mas hoje ela aparece em interpretações muito mais sofisticadas. A tendência de Dark Vanilla mostra justamente essa evolução da fragrância gourmand, que passa a incorporar ingredientes mais nobres e construções olfativas inspiradas na alta perfumaria. Em Nativa SPA Baunilha Exclusive, traduzimos esse movimento por meio da combinação do Absoluto e do Extrato de Baunilha, criando uma assinatura intensa, cremosa e sofisticada”, afirma Bruna Nunes, diretora de Marketing de Corpo e Banho do Grupo Boticário.

O principal diferencial da novidade está justamente na construção da fragrância. Enquanto a baunilha tradicional costuma apresentar facetas mais adocicadas, o Absoluto de Baunilha agrega riqueza olfativa, profundidade e intensidade à composição. Combinado ao Extrato de Baunilha de Madagascar, ingrediente reconhecido pela qualidade e complexidade aromática, o resultado é uma interpretação mais adulta e sofisticada da fragrância.

Além da experiência olfativa inspirada no universo da perfumaria premium, Nativa SPA Baunilha Exclusive também entrega hidratação imediata para a pele, reforçando a evolução do bodycare como uma categoria que une performance, sensorialidade e sofisticação.

Disponível em edição limitada, Nativa SPA Baunilha Exclusive pode ser encontrado nas lojas físicas, e-commerce e aplicativo do Boti.

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Fenômeno astronômico transforma a noite cuiabana em show de luzes

Mais próximo ao horizonte, Júpiter também pôde ser observado, completando o trio celeste. Em algumas regiões do país, observadores registraram imagens impressionantes do encontro dos astros, que se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

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Quem olhou para o céu de Cuiabá no início da noite desta quarta-feira (17) teve a oportunidade de acompanhar um dos fenômenos astronômicos mais bonitos de 2026. A aproximação aparente entre a Lua crescente, Vênus e Júpiter criou um cenário raro e de grande beleza, facilmente observado sem a necessidade de telescópios ou equipamentos especiais.

O fenômeno, conhecido como conjunção astronômica, ocorre quando dois ou mais corpos celestes parecem estar muito próximos uns dos outros quando vistos da Terra. Embora estejam separados por milhões de quilômetros no espaço, a perspectiva visual cria a impressão de alinhamento.

Em Cuiabá, o espetáculo começou logo após o pôr do sol, com Vênus se destacando como o objeto mais brilhante do céu noturno. A Lua crescente apareceu próxima ao planeta, formando uma composição que chamou a atenção de observadores, fotógrafos e amantes da astronomia.

Mais próximo ao horizonte, Júpiter também pôde ser observado, completando o trio celeste. Em algumas regiões do país, observadores registraram imagens impressionantes do encontro dos astros, que se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Especialistas explicam que Vênus é frequentemente chamado de “Estrela d’Alva” ou “Estrela Vespertina” por causa de seu intenso brilho. O planeta reflete grande quantidade da luz solar e, por isso, costuma ser facilmente identificado mesmo em áreas urbanas com forte iluminação artificial.

Além do aspecto visual, eventos como esse despertam o interesse pela ciência e pela observação do céu. A conjunção desta semana integra uma sequência de fenômenos astronômicos que estão marcando o mês de junho, oferecendo oportunidades para que a população acompanhe mais de perto os movimentos dos corpos celestes.

Para os cuiabanos que perderam o melhor momento da observação, os especialistas recomendam acompanhar os próximos eventos astronômicos previstos para este ano, já que novas aproximações entre planetas e a Lua devem ocorrer nos próximos meses.

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