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Polícia

Suspeito esvaziou revólver calibre .38 ao executar cabo da PM durante aula de jiu-jítsu

Os investigadores também identificaram que Jhonathan havia registrado anteriormente um boletim de ocorrência relatando a situação, fato que agora integra o conjunto de elementos analisados no inquérito.

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A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga se o assassinato do policial militar Renato Oliveira Aragão, de 32 anos, ocorrido na noite de terça-feira (4), em Várzea Grande, foi motivado por questões passionais. O principal suspeito do crime é Jhonathan Vieira dos Santos, preso em flagrante logo após os disparos.

Renato ministrava aulas de artes marciais em um projeto social desenvolvido pelo 25º Batalhão da Polícia Militar quando o suspeito invadiu o local e efetuou diversos tiros contra o policial. A vítima chegou a receber atendimento, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Após o ataque, alunos que participavam da atividade conseguiram imobilizar o atirador até a chegada das equipes da Polícia Militar. Jhonathan foi detido e encaminhado à delegacia, onde permaneceu em silêncio durante o interrogatório.

As investigações conduzidas pela DHPP apontam, preliminarmente, para uma possível motivação passional. Conforme apurado pela Polícia Civil, Renato mantinha um relacionamento com a esposa do suspeito.

Os investigadores também identificaram que Jhonathan havia registrado anteriormente um boletim de ocorrência relatando a situação, fato que agora integra o conjunto de elementos analisados no inquérito.

A Polícia Civil segue ouvindo testemunhas e reunindo provas para esclarecer todas as circunstâncias do homicídio. O suspeito deve passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (5) e permanecerá à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem.

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Polícia

STF autoriza nova fase da Operação Sem Desconto contra familiares de senador

A reportagem da CNN informou que procurou o senador Weverton Rocha para comentar o caso e aguarda manifestação. As investigações seguem em andamento.

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (4), uma nova fase da Operação Sem Desconto, que tem como alvos familiares do senador Weverton Rocha (PDT-MA). A ação investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado aos fatos já apurados na operação.

Inicialmente, a PF informou que o próprio senador estaria entre os investigados. Horas depois, no entanto, a corporação corrigiu a informação e esclareceu que as medidas judiciais não têm como alvo o parlamentar.

Ao todo, estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em endereços localizados no Distrito Federal e no Maranhão.

Segundo a Polícia Federal, as investigações tiveram início após a identificação de indícios de movimentações financeiras e patrimoniais que, em tese, teriam utilizado pessoas físicas, empresas, contas bancárias de terceiros e operações em dinheiro em espécie para ocultar a origem e o destino dos recursos.

As diligências buscam esclarecer a procedência dos valores movimentados, a finalidade das operações financeiras e a eventual participação de cada investigado no suposto esquema.

Entre os alvos das buscas está o advogado e empresário Willer Tomaz. Em nota, a defesa afirmou que ele não é investigado na Operação Sem Desconto e explicou que o mandado de busca foi cumprido porque Tomaz é proprietário de uma aeronave utilizada pelo senador Weverton Rocha em uma viagem de caráter particular.

Ainda segundo o advogado, o uso da aeronave ocorreu de forma pessoal e amistosa, sem qualquer relação com os fatos investigados pela Polícia Federal. Ele declarou estar à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e afirmou confiar no andamento das investigações.

A reportagem da CNN informou que procurou o senador Weverton Rocha para comentar o caso e aguarda manifestação. As investigações seguem em andamento.

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Polícia

PF apura exploração irregular de calcário em MT e mira suspeitos em Cuiabá

Os investigados poderão responder por crimes relacionados à usurpação de bens da União, extração irregular de recursos minerais e infrações ambientais, conforme o resultado das apurações.

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (4), a Operação Peso Bruto para aprofundar as investigações sobre a extração irregular de recursos minerais e a suposta usurpação de bens da União em Rosário Oeste, a 104 quilômetros de Cuiabá.

De acordo com a investigação, a atividade minerária teria sido realizada além dos limites autorizados pelos títulos minerários e pelas licenças ambientais. As apurações apontam que mais de 34 toneladas de calcário foram extraídas de forma irregular, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 3 milhões aos cofres da União.

Por determinação da Justiça, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Cuiabá. As equipes da Polícia Federal estiveram em um apartamento no Edifício Monreale, localizado na Avenida Estevão de Mendonça, no bairro Quilombo; em outro endereço no Edifício American Diamond, na Avenida Brasília, no Jardim das Américas; e em um imóvel situado na Avenida Haiti, também no Jardim das Américas.

Durante as diligências, os agentes buscam apreender documentos, equipamentos eletrônicos, registros contábeis e outros materiais que possam contribuir para o avanço das investigações.

Segundo a Polícia Federal, o inquérito teve início após a identificação de exploração mineral fora da área autorizada. Posteriormente, fiscalizações administrativas, análises geoespaciais e perícias técnicas confirmaram indícios da atividade irregular, com impactos ao patrimônio mineral da União e ao meio ambiente.

As investigações também apontam que a exploração ilegal teria ocorrido durante um período prolongado, envolvendo grande volume de calcário. Agora, a PF pretende identificar a participação individual dos investigados, dimensionar o lucro obtido com a atividade, verificar se a prática continua ocorrendo e apurar a existência de outros envolvidos ou beneficiários do esquema.

Os investigados poderão responder por crimes relacionados à usurpação de bens da União, extração irregular de recursos minerais e infrações ambientais, conforme o resultado das apurações.

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Bebê de 11 meses sofre traumatismo craniano após ser espancado pelo pai em Rondonópolis

Mesmo após a queda, o agressor continuou desferindo chutes contra as vítimas, atingindo a cabeça do bebê. Após as agressões, ele fugiu do local.

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Um bebê de 11 meses foi internado em estado grave após ser agredido pelo próprio pai durante um episódio de violência doméstica registrado na noite de domingo (2), em Rondonópolis. A criança sofreu traumatismo cranioencefálico e precisou ser transferida para o Hospital Regional. A mãe, de 22 anos, também ficou ferida durante as agressões.

Segundo informações da Polícia Militar, o caso aconteceu após uma discussão entre o casal dentro da residência. A mulher relatou que pediu para o companheiro, de 23 anos, deixar o imóvel, momento em que foi agredida enquanto segurava o filho no colo.

De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito desferiu um soco no rosto da esposa e, em seguida, um chute, fazendo com que mãe e filho caíssem no chão.

Mesmo após a queda, o agressor continuou desferindo chutes contra as vítimas, atingindo a cabeça do bebê. Após as agressões, ele fugiu do local.

Mãe e filho foram socorridos por populares e encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Infantil. Durante os exames, os médicos constataram que a criança apresentava traumatismo cranioencefálico grave e enfisema facial, sendo necessária a transferência imediata para o Hospital Regional de Rondonópolis.

A mulher sofreu hematomas na região lombar, além de ferimentos na testa e no pé direito, permanecendo em atendimento médico.

Enquanto a vítima era atendida, o suspeito compareceu espontaneamente à unidade de saúde, onde foi localizado e preso pela Polícia Militar.

Durante a checagem dos documentos, os policiais constataram que havia um mandado de prisão em aberto contra ele, expedido pela 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões.

O homem foi encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Rondonópolis. A ocorrência foi registrada pelos crimes de lesão corporal, tentativa de homicídio e cumprimento de mandado de prisão.

O bebê permanece internado no Hospital Regional de Rondonópolis, sob os cuidados da avó materna. A Polícia Civil investiga o caso.

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